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População idosa cresce e aumenta demanda por profissionais especializados

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Residencial Santa Cruz é uma moradia para idosos com mais de 60 anos
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Residencial Santa Cruz é uma moradia para idosos com mais de 60 anos

A população brasileira com mais de 60 anos cresceu 18% desde 2012, superando 30 milhões de idosos, de acordo com dados do IBGE – Instituto Brasileiro Geografia e Estatísticas. Os 4,8 milhões de novos idosos em cinco anos têm se tornado cada vez mais representativos. Uma das áreas de destaque é a assistencial, em que os dois perfis altamente requisitados são o geriatra e o profissional gerontólogo. Para Priscila Kim, administradora do Residencial Santa Cruz, moradia para pessoas com mais de 60 anos, o mercado de trabalho para ambas as atividades deve continuar em ascensão.

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Para alguns negócios essas especialidades são fundamentais para a qualidade do serviço, caso das Instituições de Longa Permanência para Idosos, como o Residencial Santa Cruz
.

O médico geriatra
é uma espécie de clínico geral especializado na fase idosa e trata doenças ligadas ao envelhecimento. Já o gerontólogo
estuda o processo de envelhecimento e traça estratégias para melhorar a qualidade de vida do idoso, podendo atuar em diversas frentes, como psicólogo, fisioterapeuta, enfermeiro e outras atividades do atendimento multidisciplinar, apoio ao familiar, gestão e docência.

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De acordo com levantamento da Confederação Nacional do Comércio do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que teve como base dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), dentre as 20 profissões que mais avançaram entre 2007 e 2017 se destaca uma predominância de atividades voltadas para a saúde, como cuidadores de idosos, técnicos de enfermagem, entre outros; e o número de profissionais atuantes na área assistencial para essa faixa etária da população passou de 5.263 em 2007 para 34.051 em 2017, crescimento de 547%. 

No Residencial inaugurado há pouco mais de um ano, dos 45 colaboradores registrados no regime CLT, 62% são da área assistencial, que atuam na enfermagem e fisioterapia, além de outros quatro profissionais especializados: médico geriatra, psicólogo, oficineiro e musicoterapeuta.

“Temos 35 residentes e nossa expectativa para 2018 é chegar a 53% de ocupação. Para mantermos a alta qualidade de nossos serviços, faremos a contratação de novos profissionais, principalmente da área da enfermagem”, explica Priscila Kim.

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 Hoje a área assistencial do Residencial mantém atendimento do médico geriatra três dias por semana; enfermagem 24 horas, responsável pelo gerenciamento dos medicamentos; cuidadores 24 horas; fisioterapeuta para atividades físicas e nutricionista responsável por seis refeições diárias. O empreendimento também conta uma equipe que atua em atividades como hidroterapia, psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional.

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 “Importante ressaltar que se trata de um público de cuidados específicos e que, além da especialização e da formação técnica, o profissional precisa ter ou desenvolver outras competências, como comunicação, organização, trabalho em equipe, relacionamento interpessoal, iniciativa, comportamento ético e humanização”, conclui a administradora do Residencial Santa Cruz
, Priscila Kim

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STJ considera abusiva inclusão de serviços no plano de celular sem consentimento

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Por unanimidade, o colegiado entendeu que agregar unilateralmente serviços ao plano original viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Por unanimidade, o colegiado entendeu que agregar unilateralmente serviços ao plano original viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC)

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu como prática abusiva a alteração de plano de telefonia móvel sem o consentimento do consumidor. Por unanimidade, o colegiado entendeu que agregar unilateralmente serviços ao plano original modifica seu conteúdo e viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Na ação, a consumidora requereu a devolução em dobro do valor pago indevidamente e a condenação da operadora por danos morais, por ter sido transferida para um plano que, sem ela pedir, adicionou aplicativos e serviços de terceiros, inclusive jogos eletrônicos, que aumentaram o valor da conta.

Relator do recurso no STJ, o ministro Paulo de Tarso Sanseverino afirmou que o Código de Defesa do Consumidor estabelece que são nulas as alterações feitas unilateralmente pelo fornecedor que modifiquem o preço ou o conteúdo do contrato. De acordo com o relator, a prática adotada pela operadora foi abusiva, ainda que esteja prevista em contrato, pois não cabe a ela decidir qual o melhor plano para o consumidor.

“É certo que a prática contratual adotada pela operadora de telefonia móvel é flagrantemente abusiva, na medida em que configura alteração unilateral e substancial do contrato, prática vedada pelo Código de Defesa do Consumidor, sendo nula a cláusula contratual que eventualmente a autorize”, afirmou.

Sanseverino também indicou que a jurisprudência do STJ, da mesma forma, considera nula qualquer alteração unilateral realizada em contrato de plano de saúde e de financiamento bancário.

Ausência de dano moral

Apesar de reconhecer a prática abusiva, Sanseverino negou a indenização por danos morais. O ministro assinalou anda que a cobrança indevida em fatura de telefonia não se enquadra no prazo prescricional de três anos, pois o pedido de restituição é decorrente da relação contratual entre as partes, ainda que tenha havido uma indevida alteração do contrato. Segundo o relator, a pretensão de devolução relativa à cobrança indevida de serviços telefônicos não contratados tem prazo de dez anos.

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IBC-Br: prévia do PIB aponta alta de 0,12% no 2º trimestre

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IBC-Br: prévia do PIB aponta alta de 0,12% no 2º trimestre
Sophia Bernardes

IBC-Br: prévia do PIB aponta alta de 0,12% no 2º trimestre

A economia registrou um pequeno crescimento de 0,12% no segundo trimestre deste ano, de acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado nesta sexta-feira. A comparação é com os três meses anteriores.

O resultado foi impulsionado pelo setor de serviços, que vem mostrando números fortes nos últimos três meses e já atingiu o maior patamar de atividade desde 2016.

O varejo também contribuiu e chegou a um patamar de atividade 5,9% maior do que o nível pré-pandemia. Já o setor industrial enfrenta alguns gargalos, como os de matéria-prima, e registrou alguns resultados negativos nos últimos meses.

No primeiro trimestre, a atividade econômica tinha crescido 1,64%. O relatório Focus, que reúne as expectativas do mercado, aponta para um crescimento de 5,3% no PIB este ano.

O IBC-Br é considerado uma espécie de prévia do PIB por calcular o índice de atividade econômica, mas usa metodologia diferente do IBGE, responsável pelo número oficial que deve ser divulgado no dia 1º de setembro.

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Senador quer liberar internet grátis para beneficiários do Bolsa Família

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Jader Barbalho
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Jader Barbalho

O fechamento das escolas durante a pandemia escancarou a desigualdade na educação. Enquanto alunos de escolas particulares continuaram a assistir a aulas de forma remota, a dificuldade de acesso à internet deixou estudantes de escolas públicas sem conseguir acompanhar o conteúdo oferecido a distância. Para reverter o abismo digital, o senador Jader Barbalho (MDB-PA) apresentou em julho o Projeto de Lei (PL) 2.600/2021, proposta que pretende garantir o uso de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para promover a conectividade das famílias que estão inscritas em programas sociais como o Bolsa Família. 

Pelo texto, os recursos do Fust poderão ser utilizados na construção, ampliação ou manutenção de infraestrutura necessária para garantir o acesso a populações mais pobres. Jader aponta a relação entre pobreza e falta de conectividade.

“Atualmente, o acesso digital deve ser considerado um direito fundamental do cidadão, em virtude do mundo globalizado em que vivemos. Temos trabalhado com afinco para erradicar a fome e a pobreza pela renda, mas chegou a hora de focarmos mais na erradicação da pobreza digital, com a utilização dos recursos do Fust para promover a conectividade das famílias beneficiárias de programas sociais”, defendeu o senador na justificativa do projeto.

Levantamentos e pesquisas reforçam a visão do senador. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em março mostram que no final de 2019, 4,3 milhões de estudantes brasileiros não tinham acesso à internet. Desses, 4,1 milhões estudavam na rede pública de ensino. Já o Instituto de Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) aponta que só 29,6% dos filhos de pais que não tiveram qualquer instrução têm acesso à banda larga. Nos lares onde os pais têm curso superior, essa parcela sobe para 89,4%.

Fust

Criado pela  Lei 9.998, de 2000, o Fust obriga todas as empresas do setor a destinar 1% da receita operacional bruta à expansão do serviço especialmente, nas regiões consideradas não lucrativas. Passadas duas décadas, o fundo arrecadou mais de R$ 22,6 bilhões, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Mas apenas uma parcela irrisória do dinheiro foi aplicada para atenuar o abismo digital que isola parte da população.

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