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Preços mínimos da laranja, trigo e arroz são reajustados

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Os preços mínimos para laranja, trigo em grão, semente de trigo e arroz (longo em casca) foram reajustados conforme resolução da última reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). As mudanças valem para safra 2020/2021. No caso do arroz, o reajuste é para safra 2019/2020.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (17).

Considerando os custos variáveis de produção levantados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a laranja in natura teve o preço definido em R$ 15,53/caixa de 40,8 kg, recuo de 2,63%.

O trigo em grão, pão tipo 1, ficou estabelecido em R$ 43,39/sc 60 kg, para a Região Sul, alta de 6,95%. E a semente de trigo, em R$ 1,78 (unidade), reajuste também de 6,95%.

O arroz longo em casca, tipo 2-55/13, para operações rurais securitizadas (alongamento das dívidas oriundas dos créditos rurais), terá reajuste de 8,75% para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em R$ 20,55/sc 50 kg para safra 2019/2020. Já para as o Centro-Oeste, Norte, Nordeste, Sudeste e o estado do Paraná, ficou estabelecido um reajuste de 10,04%, ou R$ 26,90/sc 60kg. O período de vigência desses valores vai até janeiro do ano que vem.

Preços Mínimos

Esses produtos fazem parte da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), que é uma importante ferramenta para diminuir oscilações na renda dos produtores rurais e assegurar uma remuneração mínima, atuando como balizadora da oferta de alimentos, incentivando ou desestimulando a produção e garantindo a regularidade do abastecimento nacional. 

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A Conab efetiva a PGPM junto ao produtor rural, tendo sob sua responsabilidade a execução dos instrumentos desta política.

Informações à Imprensa
Inez De Podestà
[email protected]

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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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Origem Premium: Raça Araguaia desenvolvida em Mato Grosso, ganha novos selecionadores pelo Brasil

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A Raça Araguaia, bovino de corte desenvolvido pelo Grupo Origem Premium, tem se consolidado por sua excelência e vem atraindo o interesse de pecuaristas de todo o Brasil.

Com os bovinos da Raça Araguaia ao fundo estão, o sócio-diretor da Origem Premium Alexander Estermann, o idealizador da Raça Araguaia, Raul Almeida Moraes Neto e os sócios, Eduardo Ferrareze e Guilherme Nogueira. (da esq. para a dir.) – Foto: Marco Ankosqui

O animal de Raça Araguaia é resultado da cruza de bovinos Blond D’Aquitaine (47%), a Caracu (28%) e a Nelore (25%). A composição genética trouxe mais resistência, precocidade produtiva e reprodutiva, além da adaptação ao ambiente quente e seco do cerrado brasileiro. Criado inicialmente, em Torixoréu (MT), na região do Vale Araguaia, ganhou destaque em 2013, quando obteve a certificação aprovada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), sendo também considerado o primeiro bovino composto de corte, não sendo constituído unicamente, por raças zebuínas, a ser controlado pela ABCZ .

Os produtores parceiros da Origem Premium aplicam boas práticas agropecuárias, com o objetivo de garantir a segurança alimentar com sustentabilidade. – Foto: Origem Premium

Contudo, existem outros fatores que justificam o prestígio da Raça Araguaia na pecuária de corte. A alta fertilidade, a precocidade das fêmeas que iniciam o ciclo reprodutivo entre os 14 e os 18 meses, a taxa de conversão alimentar entre 25% a 30% superior do que a média nacional, seu rápido desenvolvimento de carcaça e terminação, asseguram um ótimo retorno financeiro aos produtores.

Os animais são criados soltos nos pastos, adotando procedimentos de Pecuária Regenerativa e da TIP (Terminação Intensiva à Pasto). – Foto: Origem Premium

Além disso, o bom manejo pecuário associado à Raça Araguaia pode ser considerado um caminho para produção sustentável, por ocorrer em um ambiente que preserva e prestigia os conceitos de sustentabilidade. Devido ao desempenho superior da genética, seu ciclo produtivo é mais curto em relação à média nacional, estas características promovem uma menor pressão sobre os recursos naturais, como por exemplo, ao solo e a água, outra contribuição ambiental, em razão da precocidade dos animais da Raça Araguaia, é a mitigação das emissões dos gases de efeito estufa (GEE).

Além da qualidade, do sabor, da tecnologia e da praticidade, uma de nossas maiores marcas está na sustentabilidade do processo produtivo. – Foto: Origem Premium

Sua carne se enquadra aos padrões gourmet, por sua maciez, paladar característico e baixo teor de gordura, essas propriedades vêm de encontro à crescente demanda por alimentos saudáveis e também de produções sustentáveis. Na ponta da cadeia produtiva, se beneficia o consumidor que tem acesso a um produto de excelência, notado por sua suculência e sabor inigualável.

A Origem Premium oferece uma carne macia, com alto padrão de qualidade, sabor diferenciado e baixo teor de gordura.

Adaptação, rusticidade, precocidade, qualidade da carne, aptidão de reprodutores para serem utilizados em monta natural são alguns dos destaques da Raça Araguaia. Para a maior dispersão genética, novos núcleos de produção e seleção estão sendo formados, como é o caso do Sr. Julio Biondo Neto, que depois de trabalhar 23 anos como executivo de uma grande empresa de produtos de luxo, presta ainda, consultoria financeira à companhia, mas se prepara para a aposentadoria, e decidiu dedicar-se ao agronegócio apostando na Raça Araguaia, na região Sul de Minas Gerais.

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“Em 2018, eu e minha esposa Silvana, compramos a primeira propriedade para trabalharmos com a plantação de oliveiras, nos apaixonamos pela atividade e no ano passado adquirimos mais uma área para trabalhar com a pecuária de corte. Em conversa com um amigo de Araçatuba, fomos apresentados aos fundadores da Origem Premium, e conhecemos a Raça Araguaia, me apaixonei pela genética, pelo conceito Low Fat da carne (baixo teor de gordura), que vinha de encontro com o que estava procurando em termos de genética. Vamos trabalhar com uma equipe de primeira linha para manejar os embriões, e em contrapartida, vimos à importância dessa integração de sustentabilidade com a pecuária. Agradecemos a equipe da Origem Premium, comprometida em desenvolver um gado para atender a esse novo mercado produtivo, e especialmente, pela atenção e suporte prestados a nós. Temos a expectativa de manter um relacionamento duradouro e promissor nesta jornada”.

Ao centro, Sr. Julio Biondo Junior e o idealizador da Raça Araguaia, Sr. Raul Almeida Moraes Neto, em visita técnica à propriedade em Minas Gerais. – Foto: Arquivo pessoal

Para o Grupo Origem Premium, o sucesso da pecuária se deve a diversos fatores, mas, especialmente, ao zelo, carinho e respeito dedicados aos colaboradores, ao bem-estar animal e ao meio ambiente durante todo o processo de criação, ações que geram ao produtor da Raça Araguaia, rentabilidade comercial e satisfação por fornecer alimento de qualidade superior ao mercado consumidor. Macia & Saborosa; Saudável e Sustentável! Para saber mais sobre o nosso modelo de produção, entre em contato com a gente pelo e-mail: [email protected]

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Simpósio sobre Fitossanidade será realizado pela Aprosoja-MT

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Defesa Agrícola

Simpósio sobre Fitossanidade será realizado pela Aprosoja-MT

As palestras apresentarão as problemáticas que os produtores rurais enfrentam na cultura dos grãos no Estado

27/07/2021

Entre os dias 17 a 19 de agosto, será realizado o primeiro Simpósio Técnico Aprosoja com o tema: “Fitossanidade, desafios das culturas de soja e milho em Mato Grosso.” O evento acontecerá no intervalo do 15º Circuito Aprosoja.

Fitossanidade é o conceito usado para proteção de plantas contra o ataque de pragas e doenças que atingem a saúde e evolução da lavoura. Nos três dias de evento, haverá debates técnicos e trocas de informações com profissionais da área e especialistas de instituições de pesquisa.

“O principal intuito desse simpósio é aproximar o que o produtor passa no campo, com os trabalhos desenvolvidos nas instituições de pesquisa e universidade. O que sabemos é que com o tempo perdeu um pouco a relação do produtor com o pesquisador, por isso queremos resgatar esse contato e trazer o que o produtor está passando na lavoura e no que a pesquisa está trabalhando em cima”

Poderão participar do Simpósio Técnico Aprosoja, técnicos, consultores, engenheiros agrônomos e universitários. As vagas são limitadas e podem ser feitas clicando aqui.  Para associados a inscrição é gratuita. Para estudantes o valor é de R$ 100,00 e para pesquisadores e consultores o valor é de R$ 250,00.

Fonte: APROSOJA

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ALMT – Campanha Fake News II

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