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Saúde

Problema é que Brasil não investiu em ciência três décadas atrás, diz cientista

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A bióloga e microbiologista Natália Pasternak criticou, em entrevista ao programa Roda Viva nesta segunda-feira (29), a falta de educação formal relacionada à ciência no Brasil. De acordo com ela, o pouco investimento na área – além do modelo empregado nas escolas e universidades – é um dos agravantes do impacto da Covid-19 no país.

“O erro está em a gente não ter investido em educação e ciência nas últimas três décadas”, destacou a cientista, referindo-se à falta de adesão às medidas de distanciamento social no país. Ainda de acordo com Pasternak, “a população não está preparada para compreender como a ciência funciona”.

“A gente nunca preparou as pessoas para entender que a ciência é um processo”, afirmou a profissional, destacando que estudos e descobertas a respeito da pandemia demandam tempo e processos lentos, muitas vezes desprezados pela população. “Nós explicamos que a terra é redonda, mas nunca ensinamos na escola sobre o processo que existiu até essa descoberta”, exemplificou.

Fonte: IG SAÚDE

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Veja Mais:  Brasil tem 1.254 mortes em 24h causadas pela Covid-19

Saúde

Brasil tem 1.254 mortes em 24h causadas pela Covid-19

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presidente jair bolsonaro fala com repórteres e usa máscara
Reprodução/TV Brasil

O presidente Jair Bolsonaro é um dos 20.229 novos casos da Covid-19 no País


De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (7), 1.254 novos óbitos causados pela  Covid-19 foram registrados nas últimas 24 horas. Agora, o total de mortes no Brasil é de 66.741, o que corresponde ao crescimento de 1,8%. A taxa de letalide é 4%.


Entre 45.305 novos casos de novo coronavírus (Sars-CoV-2) está o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que confirmou hoje diagnóstico positivo para Covid-19 . O total foi para 1.668.589 casos, com crescimento de 2,7%. 

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.


Na última segunda-feira (7), o  país ultrapassou a marca dos 65 mil óbitos causados pela Covid-19. O total era de 65.487, com 620 registros em 24 horas. Os casos do novo coronavírus fecharam em 1.623.284, sendo que 20.229 considerados novos casos.

Veja Mais:  Covid-19: a polêmica sobre o tratamento precoce, criticado por entidades médicas

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 16.475 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 10.881 mortes.

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (332.708), Ceará (124.952), Rio de Janeiro (124.086), Pará (116.152) e Maranhão (92.088).


Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Regiões onde moradores dependem do transporte público têm mais casos de Covid-19

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Agência Brasil

onibus
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Pesquisa analisa relação entre transporte público e Covid-19

Um estudo do Instituto Pólis concluiu que a covid-19 tem se propagado com maior intensidade em regiões da capital paulista onde os moradores dependem mais de transporte público para trabalhar. A pesquisa foi elaborada em parceria com o Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade), vinculado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP).

Para realizar a análise, os especialistas reuniram dados da SPTrans sobre a circulação de ônibus municipais; da Pesquisa Origem Destino de 2017, da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô de São Paulo); e registros do DataSUS, vinculado ao Ministério da Saúde.

Do sistema DataSUS foram extraídas informações que documentaram, até 18 de maio, hospitalizações de pacientes com a covid-19 e Síndrome Respiratória Aguda e Grave (SRAG) não identificada e óbitos pós-internação.

A associação dos indicadores permitiu aos pesquisadores mapear os pontos do município que apresentam maior número de internações. Na lista, destacam-se bairros como Capão Redondo, Cidade Ademar e Jardim Ângela, na zona sul; Brasilândia e Cachoeirinha, na zona norte; e Sapopemba, Cidade Tiradentes, Itaquera e Iguatemi, na zona leste.

Para o levantamento, foram consideradas somente pessoas que utilizam o transporte público para trabalhar, que não têm diploma universitário e que ocupam cargos não executivos. Tais critérios foram adotados porque se partiu do pressuposto de que, em geral, pessoas com nível superior, que trabalham por conta própria, ou seja, são profissionais liberais, ou que ocupam cargos executivos, aderiram ao home office, não precisando se deslocar até o local de trabalho.

Veja Mais:  Covid-19 pode atrasar em 10 anos o combate à Aids, afirma ONU

Os pesquisadores observaram que, apesar de terem associado às taxas de infecção e mortalidade a de adesão ao transporte público, não se pode afirmar com certeza que o contágio ocorreu dentro dos veículos. Contudo, admitem, que é possível dizer que as pessoas mais expostas à doença têm sido as que precisam furar a quarentena para trabalhar.

“Se o maior número de óbitos está nos territórios que tiveram mais pessoas saindo para trabalhar durante o período de isolamento, temos que pensar tanto em políticas que as protejam em seus percursos, como ampliar o direito ao isolamento para as pessoas que não estão envolvidas com serviços essenciais mas precisam trabalhar para garantir seu sustento”, analisam.

O Instituto Pólis é uma organização não governamental voltado à produção de conhecimento sobre a cidade e a cidadania.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19 pode atrasar em 10 anos o combate à Aids, afirma ONU

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Medicamento para HIV
Ludmilla Souza/Agência Brasil

UNAIDS teme que projeções para combate da HIV/Aids não sejam cumpridas


A UNAIDS, órgão de combate à Aids Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou que a  pandemia do novo coronavírus pode fazer com que as projeções de combate à Aids sejam atrasadas em cerca de 10 anos.


Em 2016, o órgão criou diversas medidas para conseguir limitar o surgimento do HIV e melhorar o tratamento da doença até o fim deste ano. Devido a Covid-19, a ONU afirmou na última segunda-feira (6) que as metas não serão alcançadas.

O documento divulgado pela UNAIDS afirma que medidas como o lockdown (ou seja, a paralisação total), o atraso na entrega de medicamentos antirretrovirais e a dificuldade maior em acessar serviços de saúde e conseguir realizar testes foram alguns dos fatores impactantes.

Além disso, profissionais de saúde responsáveis para o tratamento do HIV e da Aids precisaram ser deslocados para o combate da Covid-19 . A entrega de preservativos foi interrompida e diversas clínicas para o tratamento da doença fecharam.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS),  73 países correm risco de ficarem sem medicamentos para controle do HIV e 24 estão com estoque baixo.

Veja Mais:  Cientistas pedem à OMS que reavalie transmissão da Covid-19 pelo ar

“Não podemos dar as costas para o HIV enquanto lutamos contra a Covid-19”, alertou o diretor-geral do órgão, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A diretora executiva a UNAIDS, Winnie Byanyima, afirmou que os planos para esta década eram os de tomar ações decisivas todos os dias para conseguir acabar com a epidemia até 2030. Mesmo assim, a organização afirma que a pandemia do novo coronavírus pode colocar a perder os avanços dos últimos anos.

Em 2019, 38 milhões de pessoas no mundo eram portadoras do HIV, sendo que 1 milhão contraíram a doença em 2018.

Fonte: IG SAÚDE

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