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Rondonópolis

Professores se mobilizam e avançam na criação de sindicato próprio da Educação em Rondonópolis

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Foto Ilustrativa

A insatisfação com a atual presidência do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis (Sispmur) levou profissionais da educação a se organizarem para a criação de uma nova entidade sindical específica da categoria. O movimento ganhou força após o anúncio do prefeito Cláudio Ferreira de conceder um reajuste salarial através da Revisão Geral Anual (RGA) de 3,9%  e 0,6% de ganho real aos profissionais da educação, sem que houvesse, segundo os docentes, manifestação ou cobrança efetiva por parte da atual diretoria do Sispmur pelo ganho real tão esperado pelos servidores.

De acordo com o grupo mobilizado, a ausência de protagonismo sindical no processo de negociação salarial foi determinante para a articulação dos professores, tanto efetivos quanto contratados. A mobilização já conta com a adesão de aproximadamente 800 servidores da educação municipal.

Com a formação de uma comissão de professores já formada, os profissionais avançaram para a fase jurídica de constituição do Sindicato Municipal dos Professores da Educação de Rondonópolis (SIMPER). O estatuto da nova entidade já foi elaborado, consolidando oficialmente a criação do sindicato e abrindo caminho para os próximos trâmites legais.

Os professores afirmam que o objetivo do SIMPER é garantir uma representação exclusiva, mais atuante e alinhada às demandas específicas da educação municipal, fortalecendo a luta por valorização profissional, melhores condições de trabalho e participação efetiva nas negociações com o Executivo.

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O movimento segue em expansão e deve intensificar, nos próximos dias, o processo de formalização jurídica e de definição da diretoria que conduzirá a nova entidade sindical.

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Rondonópolis

Justiça mantém liminar para atendimento à saúde mental em Rondonópolis

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Foto- Divulgação

A Terceira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) negou provimento ao agravo de instrumento interposto pelo Município de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá) e manteve a liminar obtida pelo Ministério Público do Estado (MPMT). A decisão determina a implementação urgente de políticas públicas voltadas à saúde mental de crianças e adolescentes, com atenção especial àquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A Ação Civil Pública (ACP) foi proposta conjuntamente pela 4ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de Rondonópolis e pela 7ª Defensoria Pública – Núcleo da Infância e Juventude do município. A liminar havia sido concedida em agosto de 2025.

Relator do recurso, o desembargador Marcio Vidal destacou em seu voto que o Município possui histórico de inércia e descumprimento de determinações administrativas e recomendações extrajudiciais, o que reforça a necessidade de medidas coercitivas capazes de garantir a efetividade da decisão judicial.

“A decisão agravada encontra sólido amparo jurídico e fático e o juízo de origem observou rigorosamente os requisitos da tutela provisória, atuou dentro dos limites constitucionais da jurisdição e assegurou a proteção de direitos fundamentais cuja efetivação não admite postergação”, afirmou.

Entenda o caso – A liminar determina que o Município apresente, no prazo de 20 dias, plano e cronograma para regularizar o atendimento à saúde mental de crianças e adolescentes, contemplando a implantação de três equipes mínimas para atuação em três Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi); aquisição de equipamentos e estrutura adequada, incluindo salas sensoriais, piscinas e playgrounds acessíveis; contratação e capacitação de profissionais especializados; inclusão das medidas no Plano Plurianual (PPA) e na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026.

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Além disso, a decisão estabelece que o Município disponibilize, em até 120 dias, um ou dois prédios adequados para o funcionamento dos CAPSi, garantindo o cumprimento das normas de acessibilidade. Também determina que sejam adotadas, no mesmo prazo, todas as providências para habilitação de um segundo CAPSi e, em até 180 dias, as medidas necessárias para habilitação de um terceiro, com busca de recursos federais conforme previsto na Portaria GM/MS nº 336/2002.

A decisão prevê ainda multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 1 milhão, a ser revertida ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, além da possibilidade de responsabilização pessoal do gestor público em caso de descumprimento injustificado das obrigações estabelecidas.

“Há omissão administrativa prolongada, reiterada e institucionalizada por parte do Município requerido, que resultou em negligência grave no atendimento à saúde mental de crianças e adolescentes, especialmente àquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Tal omissão afronta o mínimo existencial, princípio basilar da dignidade da pessoa humana e núcleo essencial do direito à saúde”, consta na decisão proferida pela Vara Especializada da Infância e Juventude de Rondonópolis.

Segundo a promotora de Justiça Patrícia Eleutério Campos Dower, o CAPSi está superlotado, com estrutura física inadequada, escassez de profissionais e uma fila de espera superior a 400 crianças e adolescentes, na data da propositura da ação, com tempo médio de espera de um ano. O atendimento é parcial e insuficiente, sem oferta de terapias multidisciplinares conforme preconizado, e não há diagnóstico precoce, especialmente para crianças menores de três anos, contrariando diretrizes do Ministério da Saúde.

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Na ACP, o Ministério Público e a Defensoria Pública também destacaram que a ausência de atendimento adequado tem provocado internações psiquiátricas evitáveis, casos de suicídio, sofrimento familiar e prejuízos ao desenvolvimento infantil. Foram citados casos reais e estudos científicos que comprovam a eficácia da intervenção precoce e os custos evitáveis com políticas públicas bem estruturadas.

Processo: 1027271-13.2025.8.11.0000.

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Rondonópolis

Ministério da Saúde anuncia a construção de policlínica em Rondonópolis (MT) com R$ 30 milhões do Novo PAC

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Ordem de serviço assinada nesta sexta-feira (6) garante o início das obras no município mato-grossense. Outras três cidades do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Paraíba também receberão unidades de saúde, com investimento total de R$ 243 milhões

Foto- Assessoria

Aexpansão da oferta de serviços especializados de saúde para a população brasileira passa pelo aumento da capacidade de atendimento do SUS. Por isso, o Ministério da Saúde garantiu R$ 243 milhões do Novo PAC Saúde, destinados à construção de mais três policlínicas e uma maternidade em quatro estados, incluindo o Mato Grosso. Uma das policlínicas será construída em Rondonópolis, beneficiando os pacientes que usam a rede pública no município e na região. Apenas para a nova unidade de saúde, foram investidos R$ 30 milhões.  A autorização para o início das obras aconteceu em cerimônia, nesta sexta-feira (6), no município.

“O Ministério da Saúde, junto com o governo federal, está fazendo o maior investimento da história em infraestrutura do SUS: são R$ 31,5 bilhões pelo Novo PAC para construir unidades, ampliar a oferta especializada, equipar serviços e garantir mais atendimentos em todo o país”, destacou Padilha. A policlínica de Rondonópolis deve beneficiar cerca de 570 mil pessoas da Região Sul Mato Grossense, composta por 19 municípios.

Com recursos do Novo PAC, o Ministério da Saúde está investindo, ao todo, R$ 31,5 bilhões em obras, equipamentos e veículos para fortalecer o SUS em todo o país. Trata-se do maior programa de investimentos em infraestrutura do sistema público, que já investiu em 2.600 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), 330 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 101 policlínicas, 4.800 ambulâncias do SAMU e 800 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) pelo país.  No estado de Mato Grosso, o investimento previsto é de R$ 571 milhões para a construção de 2 policlínicas, 58 UBSs, 10 CAPS, 2 hospitais regionais e maternidades, 3 Centros Especializados em Reabilitação (CER) e Oficinas Ortopédicas dentre outros equipamentos de saúde.

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Policlínicas: acolhimento de vítimas de violência e outros serviços de saúde

Com base em projeto referencial fornecido pelo Ministério da Saúde, os municípios de Rondonópolis (MT), Rio Grande (RS) e Dourados (MS) terão policlínicas estruturadas com equipamentos de saúde que podem impactar diretamente a vida de cerca de 350 mil pessoas das cidades e regiões em que forem construídas.

Estruturadas com salas de ultrassom, salas lilás para acolhimento de vítimas de violência, sala de tomografia, espaços para reabilitação e outros, as policlínicas são especializadas em apoio diagnóstico. Elas oferecem serviços de consultas clínicas realizadas por equipes médicas e multiprofissionais, definidas com base no perfil epidemiológico da população da região. Nessas unidades, são realizados exames gráficos e de imagem com fins diagnósticos e oferta de pequenos procedimentos.

Maternidades: assistência à mulher, à gestante, à puérpera e ao recém-nascido

Para prestarem assistência à mulher, à gestante, à puérpera e ao recém-nascido de risco habitual e de alto risco, o município de João Pessoa (PB) receberá uma maternidade de porte II. Nesse local, serão oferecidos serviços 24h com atendimento de urgência e emergência obstétrica e ginecológica, internação hospitalar, terapia intensiva, além de atendimento ambulatorial.

O projeto referencial do Ministério da Saúde tem como diferenciais  o espaço da recepção — que garante uma espera confortável e com privacidade —, salas lilás, suítes para pré-parto, parto e pós-parto — onde os períodos clínicos do parto podem ser assistidos com privacidade no mesmo ambiente —, centros de parto normal intra-hospitalares com banheira, espaços adequados para garantir que o atendimento imediato ao recém-nascido seja realizado no mesmo ambiente do parto sem interferir na interação mãe e filho, além da implementação do acolhimento com classificação de risco (ACCR).

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Ministério da Saúde

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Rondonópolis

Alessandra Ferreira celebra marco histórico da saúde em Rondonópolis

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Foto- Assessoria

O prefeito Cláudio Ferreira assinou, na manhã desta sexta-feira (6), a ordem de serviço para a construção da Policlínica Regional, obra orçada em mais de R$ 54 milhões e a maior já realizada na saúde municipal. A assinatura marca um momento histórico para Rondonópolis e toda a região sul de Mato Grosso e foi celebrada pela primeira-dama Alessandra Ferreira.

“A saúde reflete diretamente na vida das pessoas, das famílias, e melhorar o atendimento sempre foi um compromisso do nosso governo. Ver esse projeto sair do papel é emocionante, porque significa mais dignidade, mais acesso e mais qualidade de vida para a população de Rondonópolis e toda a região”, disse Alessandra.

Até o momento, a gestão Cláudio Ferreira investiu cerca de R$ 14 milhões para a compra do terreno e mais R$ 6 milhões já estão assegurados para uso na obra. Com a assinatura da ordem de serviço, a empresa responsável deve montar o canteiro de obras e dar início aos trabalhos.

Foto- Assessoria

Conforme a primeira-dama, o seu compromisso com a saúde da população não é apenas uma promessa, é uma realidade que já começou. “Com a Policlínica, damos o primeiro passo para oferecer mais dignidade, atendimento de qualidade e esperança para todos. E isso é só o começo: ainda vamos fazer muito mais para transformar a saúde em Rondonópolis e região e garantir que cada cidadão tenha acesso ao cuidado que merece”, finaliza Alessandra.

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A Policlínica vai oferecer atendimento especializado completo, desde a consulta até a finalização de todo o tratamento.

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