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Saúde

Proteínas no sangue de pacientes podem prever gravidade da Covid-19, diz estudo

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Sangue
Pixabay

Proteínas estão presentes em níveis diferentes em pacientes de Covid-19, aponta estudo

Um novo estudo sobre o  Covid-19 identificou que 27 proteínas essenciais presentes no sangue de pessoas que foram infectadas pelo vírus podem agir como biomarcadores que preveem até que ponto a doença pode se agravar.

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Segundo informações da Reuters, os resultado da pesquisa comandada por cientistas do Instituto Francis Crick, no Reino Unido, e da Charité – Universitaetsmedizin, em Berlim, foram divulgados no periódico Cell Systems nesta terça-feira (2). No processo, foi utilizado um método chamado de espectrometria de massa, que examinou a presença e quantidade de várias proteínas no plasma do sangue de 31 pacientes.

Eles identificaram que tais proteínas apareceram em níveis diferentes, de acordo com a gravidade dos sintomas apresentados. Tal diversidade pode auxiliar os médicos no desenvolvimento de um exame que poderia prever o quão grave o novo coronavírus (Sars-Cov-2) pode se tornar no corpo, além de fornecer análises para o desenvolvimento de tratamentos.

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O resultado corrobora as análises de diferentes sintomas e reações em cada paciente , que vão desde a simples coriza e perda de paladar e olfato até as infecções respiratórias que acabam sendo fatais.

Veja Mais:  Covid-19: 45% dos médicos duvidam dos boletins do Ministério da Saúde

“Um exame para ajudar os médicos a preverem se é provável um paciente de Covid-19 se tornar um caso grave ou não seria inestimável”, disse Christoph Messner, especialista em biologia molecular do Instituto Francis Crick e coautor da pesquisa. Segundo Messner, isso auxiliria na escolha da melhor forma de administrar a doença em cada paciente.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil tem 1.254 mortes em 24h causadas pela Covid-19

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presidente jair bolsonaro fala com repórteres e usa máscara
Reprodução/TV Brasil

O presidente Jair Bolsonaro é um dos 20.229 novos casos da Covid-19 no País


De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (7), 1.254 novos óbitos causados pela  Covid-19 foram registrados nas últimas 24 horas. Agora, o total de mortes no Brasil é de 66.741, o que corresponde ao crescimento de 1,8%. A taxa de letalide é 4%.


Entre 45.305 novos casos de novo coronavírus (Sars-CoV-2) está o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que confirmou hoje diagnóstico positivo para Covid-19 . O total foi para 1.668.589 casos, com crescimento de 2,7%. 

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.


Na última segunda-feira (7), o  país ultrapassou a marca dos 65 mil óbitos causados pela Covid-19. O total era de 65.487, com 620 registros em 24 horas. Os casos do novo coronavírus fecharam em 1.623.284, sendo que 20.229 considerados novos casos.

Veja Mais:  Cientistas pedem à OMS que reavalie transmissão da Covid-19 pelo ar

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 16.475 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 10.881 mortes.

Boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde
Divulgação/Ministério da Saúde

Boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde


Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (332.708), Ceará (124.952), Rio de Janeiro (124.086), Pará (116.152) e Maranhão (92.088).

Ainda segundo os números divulgados, o país tem hoje 976.977 pessoas recuperadas da Covid-19, 624.871 em acompanhamento e 4.146 óbitos sob investigação.



Levantamento independente

Segundo apuração realizada por veículos de comunicação junto das Secretarias Estaduais de Saúde, o número de óbitos registrados em 24 horas é de 1.312. O total seria de 66.868.

O número de casos, ainda segundo este levantamento, seria de 1.674.655, sendo que 48.584 foram registrados nas últimas 24 horas.

O levantamento foi feito por veículos de comunicação em parceria inédita. Participaram da apuração O Globo, Portal G1, Uol, Extra, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil tem 1.254 mortes em 24h causadas pela Covid-19

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presidente jair bolsonaro fala com repórteres e usa máscara
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O presidente Jair Bolsonaro é um dos 20.229 novos casos da Covid-19 no País


De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (7), 1.254 novos óbitos causados pela  Covid-19 foram registrados nas últimas 24 horas. Agora, o total de mortes no Brasil é de 66.741, o que corresponde ao crescimento de 1,8%. A taxa de letalide é 4%.


Entre 45.305 novos casos de novo coronavírus (Sars-CoV-2) está o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que confirmou hoje diagnóstico positivo para Covid-19 . O total foi para 1.668.589 casos, com crescimento de 2,7%. 

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.


Na última segunda-feira (7), o  país ultrapassou a marca dos 65 mil óbitos causados pela Covid-19. O total era de 65.487, com 620 registros em 24 horas. Os casos do novo coronavírus fecharam em 1.623.284, sendo que 20.229 considerados novos casos.

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O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 16.475 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 10.881 mortes.

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (332.708), Ceará (124.952), Rio de Janeiro (124.086), Pará (116.152) e Maranhão (92.088).


Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Regiões onde moradores dependem do transporte público têm mais casos de Covid-19

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Agência Brasil

onibus
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Pesquisa analisa relação entre transporte público e Covid-19

Um estudo do Instituto Pólis concluiu que a covid-19 tem se propagado com maior intensidade em regiões da capital paulista onde os moradores dependem mais de transporte público para trabalhar. A pesquisa foi elaborada em parceria com o Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade), vinculado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP).

Para realizar a análise, os especialistas reuniram dados da SPTrans sobre a circulação de ônibus municipais; da Pesquisa Origem Destino de 2017, da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô de São Paulo); e registros do DataSUS, vinculado ao Ministério da Saúde.

Do sistema DataSUS foram extraídas informações que documentaram, até 18 de maio, hospitalizações de pacientes com a covid-19 e Síndrome Respiratória Aguda e Grave (SRAG) não identificada e óbitos pós-internação.

A associação dos indicadores permitiu aos pesquisadores mapear os pontos do município que apresentam maior número de internações. Na lista, destacam-se bairros como Capão Redondo, Cidade Ademar e Jardim Ângela, na zona sul; Brasilândia e Cachoeirinha, na zona norte; e Sapopemba, Cidade Tiradentes, Itaquera e Iguatemi, na zona leste.

Para o levantamento, foram consideradas somente pessoas que utilizam o transporte público para trabalhar, que não têm diploma universitário e que ocupam cargos não executivos. Tais critérios foram adotados porque se partiu do pressuposto de que, em geral, pessoas com nível superior, que trabalham por conta própria, ou seja, são profissionais liberais, ou que ocupam cargos executivos, aderiram ao home office, não precisando se deslocar até o local de trabalho.

Veja Mais:  Brasil tem 1.254 mortes em 24h causadas pela Covid-19

Os pesquisadores observaram que, apesar de terem associado às taxas de infecção e mortalidade a de adesão ao transporte público, não se pode afirmar com certeza que o contágio ocorreu dentro dos veículos. Contudo, admitem, que é possível dizer que as pessoas mais expostas à doença têm sido as que precisam furar a quarentena para trabalhar.

“Se o maior número de óbitos está nos territórios que tiveram mais pessoas saindo para trabalhar durante o período de isolamento, temos que pensar tanto em políticas que as protejam em seus percursos, como ampliar o direito ao isolamento para as pessoas que não estão envolvidas com serviços essenciais mas precisam trabalhar para garantir seu sustento”, analisam.

O Instituto Pólis é uma organização não governamental voltado à produção de conhecimento sobre a cidade e a cidadania.

Fonte: IG SAÚDE

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