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Qual é o melhor colchão para uma boa noite de sono?

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Da mola à altura: Qual é o melhor colchão para uma boa noite de sono
Redação EdiCase

Da mola à altura: Qual é o melhor colchão para uma boa noite de sono

Comprar um colchão novo é sempre uma tarefa difícil, afinal, o produto tem um impacto grande no bem-estar diário, já que ele é um dos pilares para um sono revigorante.

Basta fazer uma pesquisa de mercado para encontrar modelos mais baratos e outros com o valor bem elevado. E aí vem o questionamento: será que o colchão mais caro é necessariamente o melhor? E a resposta é depende!

A posição em que a pessoa dorme — de lado ou de barriga para cima — assim como a preferência de conforto — se mais firme ou mais macio — são alguns dos pontos que devem ser considerados antes de escolher o colchão sobre o qual se vai dormir pelos próximos anos.

No entanto, a primeira dica que Rogério Coelho, presidente da Abicol (Associação Brasileira da Indústria de Colchão), dá é olhar se o modelo tem o selo do Inmetro e da associação. Essas certificações garantem que o produto foi submetido e aprovado em testes de segurança.

Identificados os selos de segurança, a próxima etapa é escolher o tipo de colchão ideal. Espuma, mola, altura, tecido… são muitas as variações que devem ser analisadas antes de bater o martelo.

“O consumidor deve ir a uma loja e ficar deitado por 5 a 10 minutos na posição em que costuma dormir para observar se vai sentir algum incômodo ou não, se aquele modelo é realmente adequado a suas necessidades”, orienta Coelho, que complementa: “Muitas pessoas ficam com vergonha de fazer isso, mas essa é uma etapa necessária, já que a compra de um colchão é uma decisão muito importante.”

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Veja abaixo algumas considerações de Coelho alguns aspectos importantes dos colchões.

Espuma

Os colchões feitos apenas de espuma costumam ser mais firmes, pois é preciso mais de consistência para conseguir garantir a estrutura do produto. Por ser mais consistente, o colchão de espuma é mais indicado para pessoas que dormem de barriga para cima, já que há menos pontos de pressão do corpo sobre a cama.

Tabela de biotipo para colchões de espuma
Divulgação/INER 14.7.2022

Tabela de biotipo para colchões de espuma

Se na hora de escolher você quiser optar por um colchão de espuma mais fino, siga a tabela abaixo — que considera altura e peso — para escolher a densidade certa do melhor colchão para você.

Mola

O colchão de molas tende a ser mais macio e a “abraçar” o corpo que deita sobre ele. Por esse aspecto, ele é mais indicado para pessoas que dormem de lado, já que o ombro e o quadril fazem mais pressão sobre o colchão e o ideal é que ele afunde nessas áreas para poder manter a coluna reta.

Ao deitar de lado, o correto é que o colchão se molde de forma a manter a coluna reta (ilustração de baixo). Colchões muito duros ou muito moles tendem a curvar a coluna (ilustração de cima)
Divulgação/Abicol 14.7.2022

Ao deitar de lado, o correto é que o colchão se molde de forma a manter a coluna reta (ilustração de baixo). Colchões muito duros ou muito moles tendem a curvar a coluna (ilustração de cima)

“Pessoas que têm um sono mais leve devem optar pelo colchão de molas ensacadas, pois ele é mais estável e se mexe menos, diminuindo os riscos de acordar no meio da noite”, orienta Coelho.

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Ele alerta que quanto mais molas por metro quadrado, mais durável e confortável é o produto, já que o peso da pessoa é melhor distribuído e acomodado sobre o produto.

Altura

Quanto mais alto for o colchão, mais confortável e estruturado ele é, sendo ele de mola ou de espuma. No caso dos colchões de mola, um maior tamanho possibilita que haja uma camada generosa de espuma entre a superfície do colchão e as molas, garantindo maior conforto.

Já nos de espuma, o fabricante pode colocar as mais rígidas embaixo para dar sustentação e as mais macias em cima para gerar maior conforto.

Preço

Desconfie de colchões muito baratos: eles podem ser feitos de materiais frágeis ou que vão se deformar com muita rapidez, diminuindo a vida útil do colchão e podendo prejudicar sua coluna. Isso não significa que você precise, necessariamente, comprar os colchões extremamente caros — alguns modelos beiram R$ 50 mil.

Colchões intermediários costumam ter um bom custo benefício, somando preço e qualidade.

“Vale lembrar que não existe colchão terapeutico, que cura doenças. O que pode acontecer é você ter um colchão inadequado e sofrer com dores na coluna por conta dele e, ao trocar por um modelo adequado, essas dores passarem”, afirma Coelho.

Tecido

Coelho afirma que, atualmente, os fabricantes estão investindo em tecnologias e desenvolvendo tecidos frios para os colchões, já que este é um produto que tende a esquentar durante a noite. A inovação é relevante para Brasil, considerando que é um país tropical.

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Por exemplo, há colchões que são feitos com uma malha de fios de polietileno, que proporcionam um maior conforto térmico para o usuário.

Há tecidos que tendem a esquentar menos, como é o caso da viscose, que fica menos quente que o tecido sintético de poliester. Portanto, se você sente muito calor, vale a pena analisar também o tecido do colchão desejado.

Travesseiros

Colchão e travesseiro formam uma dupla imbatível quando o assunto é conforto e qualidade do sono. Pessoas que dormem de lado devem comprar travesseiros mais altos e firmes, pois eles devem dar sustentação ao pescoço, ajudando a manter a coluna reta.

Já pessoas que dormem de barriga para cima, devem optar por modelos mais finos e macios, pois o travesseiro não pode fazer com que a cabeça fique inclinada para cima.

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Fonte: IG SAÚDE

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Pacientes com Covid grave têm mais riscos de mal súbito

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Sequelas da Covid têm preocupado a medicina
Mariana Alvim – @marianaalvim – Da BBC News Brasil em São Paulo

Sequelas da Covid têm preocupado a medicina

Nos últimos meses, aumentou o número de pessoas que morreram de mal súbito, sendo que muitas dessas mortes são de quem foi contaminado pela Covid-19. A doutora Inês Bissoli, cardiologista e coordenadora do CTI do Hospital Badim, explica quais os motivos para a doença estar relacionada a esses casos.

“Dentro das manifestações da Covid estão as de natureza cardiológica, com quadro de miocardite, que é a inflamação da musculatura cardíaca, o infarto agudo do miocárdio e as arritmias. Além disso, como a Covid é uma doença que aumenta o risco de formação de trombos, ou seja, o estado de hipercoagulabilidade, há risco aumentado de eventos tromboembólicos como a trombose venosa profunda, a embolia pulmonar, os acidentes vasculares cerebrais”, detalha.

A medicina também identificou que cresceu o número de doenças de coração entre pessoas contaminadas. Isto tem ocorrido por conta das “manifestações cardíacas são comuns nos pacientes com Covid grave”.

“Mas como a Covid é uma doença de estado de hipercoagulabilidade e inflamatória, ela pode afetar o coração de qualquer pessoa que teve a doença, com disfunção microvascular, resposta inflamatória sistêmica, miocardite e hipoxia, que é a baixa concentração de oxigênio no sangue”, acrescenta.

As sequelas também têm provocado preocupações. As mais comuns são fadiga, dispneia (falta de ar), tosse, alteração no olfato e paladar, fibrose pulmonar e renal, podendo ter necessidade de diálise. “Quanto os sintomas emocionais podem perdurar a ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, alterações cognitivas, como perda da concentração e alterações da memória, insônia. A pessoa pode ter ainda queda de cabelo, sudorese, diarreia, taquicardia, vertigem, dor articular e mialgia”, explica a médica.

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Quem ficou com sequelas no coração pode ser curado ainda, no entanto, tudo depende do caso. “Pacientes que tiveram miocardite pela Covid podem se recuperar após o tratamento adequado, mas em alguns casos de Covid grave o paciente pode cursar com insuficiência cardíaca, situação sem cura, mas com controle por meio de medicações indicadas para cada caso e atividade física sob supervisão. Por isso é importante uma avaliação médica após a cura”, relata a doutora Bissoli.

“Pacientes com Covid-19 têm risco cardiovascular maior se comparados àqueles pacientes que não tiveram a doença. Quanto mais grave a manifestação da Covid, maior o risco cardiovascular”, completa.

Todos que tiveram Covid deveriam procurar cardiologista?

A médica garante que todos que foram contaminados pela doença devem procurar um cardiologista para saber qual seu estado de saúde. “É uma doença trombogênica e inflamatória, podem ocorrer alterações cardiológicas em qualquer caso de Covid-19, que não se manifestaram durante a fase aguda da doença”, pontua.

Inclusive, para praticar esporte, é importante que se tenha um laudo médico. “É importante para qualquer pessoa que pretende iniciar uma atividade física procurar um especialista e realizar uma avaliação de doença cardíaca, como a miocardiopatia hipertrófica. No caso dos pacientes que tiveram Covid, esse procedimento é mais necessário ainda, porque a doença pode evoluir com miocardite, que é uma inflamação dos músculos do coração”, comenta.

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Por fim, ela dá dicas de como as pessoas devem se cuidar após serem contaminadas, mesmo estando vacinadas. “A pessoa que testou positivo para Covid-19 assintomática ou sem sintomas respiratórios ou ainda com ausência de febre, mesmo assim deve fazer isolamento por cinco dias a partir do início dos sintomas ou do resultado do teste RT-PCR, para não infectar outras pessoas”, relata.

“Deve repetir o exame após o quinto dia para poder sair do isolamento, caso o resultado do exame seja negativo. Se o exame ainda for positivo, deve-se estender o isolamento para sete dias. Sair do isolamento somente com a ausência de sintomas nas últimas 24 horas. Na presença de sintomas nesse período é necessário estender o isolamento até 10 dias. Em todos esses casos é indicado e fundamental manter o uso de máscara e higienização das mãos. Pessoas com Covid grave ou imunossuprimidas por doença ou uso de medicações imunossupressoras devem fazer quarentena de 20 dias. O retorno só poderá ser feito se não tiver febre ou uso de antitérmico nas últimas 24 horas”, conclui.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Biofeedback: entenda o procedimento pós-operatório feito em Anitta

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Anitta fez exame para acompanhar caso de endometriose
Reprodução/Instagram 15.08.2022

Anitta fez exame para acompanhar caso de endometriose

Na tarde desta segunda-feira, a cantora Anitta gravou uma série de stories em suas redes sociais dizendo que estava fazendo um exercício que avalia a contração anal e desenvolve controle sobre o assoalho pélvico. Chamado de Biofeedback, o procedimento pode ser um tratamento para pacientes com endometriose ou que estão em processo pós-operatório, como é o caso da artista.

Como funciona? Também chamado de retroalimentação anorretal, o exame consiste em introduzir uma sonda de 2 a 3 centímetros, com espessura menor do que a de uma caneta, no ânus do paciente e capta os sinais elétricos do músculo, registrando as contrações em um computador.

Para que serve o biofeedback? Pacientes diagnosticados com endometriose podem apresentar um relaxamento inadequado do assoalho pélvico e da região anal, por essa questão, o exercício pode ajudar a reduzir dores e permite ter um controle melhor da musculatura. No caso de Anitta, ela tinha que reproduzir uma série de desenhos que apareciam em uma tela por meio de contrações e relaxamentos. Se ela contraísse a região, a linha subia, se relaxava, descia.

Para quem é indicado? O biofeedback também pode ser usado com pacientes que apresentam incontinência anal, ou seja, a incapacidade de controlar a eliminação de fezes, no pós-cirúrgico de operações no reto e ânus e em quem tem dor retal. O exame também pode ser um grande aliado em diagnósticos precoces de doenças na região.

Especialistas garantem que o exame é indolor, apesar de poder causar um leve incomodo. O médico responsável decidirá quantas sessões deverão ser realizadas, sendo o recomendado até cinco procedimentos e a duração do tratamento depende da evolução do paciente.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Governo é autorizado a veicular campanha contra varíola dos macacos

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Novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, deferiu o pedido feito pelo Governo Federal para a veiculação da campanha nacional de prevenção à varíola dos macacos no período de 12 a 30 de agosto. As peças a serem divulgadas devem conter apenas a identificação do Ministério da Saúde como o órgão responsável pela iniciativa.

Em ano de eleições, a Constituição Federal (parágrafo 1º do artigo 37) proíbe qualquer publicidade institucional que possa configurar o uso abusivo da máquina pública para promoção do governante e que possa ocasionar desequilíbrio na disputa.

No entanto, Fachin destacou que a divulgação desta campanha é de interesse público, pois assegura o direito à informação e à saúde individual e coletiva.

“No que concerne à urgência, observa-se que a ausência de orientação e incentivo à população sobre as medidas de prevenção e contágio da varíola dos macacos pode esvaziar a iniciativa e dificultar a prevenção e o controle da referida doença”.

Nesse contexto, o pedido se enquadra na exceção prevista na alínea “b” do inciso VI do artigo 73 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), o que viabiliza a divulgação da propaganda institucional nos termos solicitados.

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O artigo 73 da lei proíbe aos agentes públicos, entre outras condutas, nos três meses que antecedem às eleições, a publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral.

O ministro autorizou o uso exclusivo do endereço eletrônico www.gov.br/varioladosmacacos, que deverá direcionar a usuária e o usuário para a página da campanha. Ou seja, está proibido o uso de qualquer outro endereço eletrônico ou expediente de informática que exija da pessoa a escolha de links ou outras formas de acesso.

Comunicação

A petição ao TSE para a veiculação da campanha, com solicitação de liminar, foi formulada pelo secretário especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações, André de Sousa Costa.  Com a decisão de mérito favorável, o pedido de liminar foi considerado prejudicado pelo ministro relator.

Com informações do TSE*

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Fonte: IG SAÚDE

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ALMT – Campanha Fake News II

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