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Quarta onda de Covid: especialistas esclarecem novas dúvidas

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Vírus da Covid-19
Reprodução: BBC News Brasil

Vírus da Covid-19

A nova alta de casos ocorrida no Brasil mesmo com grande parte da população vacinada trouxe à tona novas dúvidas sobre a doença. As incertezas vão do uso de máscara ao isolamento, aos sintomas da doença provocada pelas novas variantes do coronavírus e efeitos da Covid longa. Para respondê-las O GLOBO consultou os infectologistas Julio Croda e Renato Kfouri, referências sobre o assunto no país.

Estarei protegido em ambientes fechados se só eu estiver usando máscara?

A obrigatoriedade do uso de máscaras não existe mais na maioria das cidades. Recentemente, alguns municípios, como São Paulo, decidiram recomendar novamente o uso da proteção individual, em especial em ambientes fechados. Entretanto, não são todas as pessoas que aderem a essa orientação. As máscaras são uma medida de proteção individual, e é por isso que mesmo antes da pandemia, ela já era utilizada por profissionais de saúde em hospitais. Por isso, embora o grau de proteção seja maior se todos estiverem usando, estudos mostram que as máscaras protegem o usuário , mesmo se as pessoas a sua volta estiverem sem.

Mas o tipo certo de máscara é fundamental.

“Em locais de aglomeração, sem distanciamento e com muitas pessoas sem proteção, a sugestão é adotar uma máscara de maior qualidade como a PFF2 e a n95. Essas são as máscaras utilizadas pelos profissionais de saúde no hospital, para atendimento aos pacientes de Covid, justamente para não se infectar”, diz o infectologista Julio Croda, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical.

O infectologista e pediatra Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) ressalta que a máscara é importante não só para não se infectar, como para não transmitir a doença. Lembrando que já há transmissão alguns dias antes do aparecimento dos sintomas.

Os sintomas das novas variantes da Ômicron estão mais fortes?

Os sintomas fortes ocorrem com uma minoria de pessoas nessa fase da pandemia. Em geral eles podem acometer pessoas com sistema imunológico mais fraco, que tiveram uma gripe recente, por exemplo. Lembremos que a terceira onda de Covid-19, gerada pela Ômicron, em janeiro, já apresentava sintomas mais fracos, em comparação com as variantes anteriores – Delta, Gama e a cepa original de Wuhan. Estudos mostraram que a nova cepa tinha maior capacidade de infectar células das vias aéreas superiores do que dos pulmões, o que ajudaria a explicar esse fato.

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A onda atual, causada pelo avanço de subvariantes da Ômicron parece estar ainda mais fraca, em termos de sintomas. A maioria das pessoas vacinadas apresenta sintomas semelhantes ao de um resfriado, incluindo nariz escorrendo, fadiga, dor de garganta, espirros, dor de cabeça, tosse e voz rouca.

Entretanto, Croda ressalta que é um erro achar que a Ômicron é mais leve para pessoas não vacinadas.

“Temos dados de Hong Kong, que tinha baixa cobertura de vacinação em idosos, e lá foi observado uma taxa de letalidade de 4,7% pela Ômicron, similar ao inicio da pandemia. então não é que a variante gera uma doença mais leve, é porque as pessoas vacinadas e que já foram infectadas possuem imunidade para combater o vírus e por isso os sintomas são mais leves.”

Testei positivo, com poucos sintomas. Quantos dias devo ficar isolado?

Em janeiro, o Ministério da Saúde alterou as orientações de isolamento para pessoas infectadas pelo novo coronavírus. A recomendação vigente determina que é possível sair do isolamento após cinco dias, desde que a pessoa esteja sem sintomas respiratórios ou febre nas últimas 24 horas e apresente um novo teste com resultado negativo. Quem não quiser realizar o teste, pode sair de casa após sete dias de isolamento, desde que não tenha mais sintomas respiratórios nem febre. Se no sétimo dia o paciente ainda tiver sintomas, é possível realizar um teste. Se der negativo, é possível sair do isolamento. Em caso de teste positivo, o isolamento continua até o décimo dia.

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Nestes casos, deve-se evitar contato direto com outras pessoas e aglomerações e reforçar medidas como uso de máscara e higienização das mãos. Após o décimo dia, na ausência de sintomas, o paciente pode sair do isolamento sem necessidade de um novo teste.

Como saber se eu tenho Covid longa?

A Covid longa ainda não foi totalmente desvendada pela medicina. Estudos já identificaram mais de 200 sintomas de longo prazo da doença, para se ter uma ideia. O infectologista Renato Kfouri explica que a definição mais aceita de Covid longa é a persistência de sintomas que não estavam presentes antes da doença, por 3 meses depois do episódio agudo. Por outro lado, Croda recomenda que qualquer sintoma persistente ou que aparecer de 15 a 30 dias após a recuperação da doença deve ser investigado por um médico.

Quais tratamentos antivirais estão disponíveis no país e para quem são indicados?

Três antivirais contra a Covid-19 tiveram seu uso aprovado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). São eles: Paxlovid, Molpunavir e Remdesivir. Para os dois primeiros, a indicação de uso é para pacientes com alto risco de evoluir para quadros graves, como hospitalização e morte. O medicamento deve ser administrado no início da infecção, preferencialmente entre o terceiro e quinto dia, segundo Kfouri.

Já o Remdesivir, primeiro antiviral aprovado pela Anvisa, é destinado para pacientes com pneumonia que precisam de suplementação de oxigênio, mas que não estão sob ventilação artificial. O medicamento é injetado na veia, em ambiente hospitalar, enquanto os outros dois são medicamentos orais.

Por enquanto, apenas o Remdesivir está disponível para uso no país, na rede privada. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do Sistema Único de Saúde (Conitec) já autorizou a incorporação do Paxlovid no Sistema Único de Saúde (SUS), mas ele ainda não está disponível para uso.

As vacinas protegem contra a Covid longa?

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Um número crescente de evidência científicas sugerem que a vacinação contra a Covid-19 reduz o risco de sintomas a longo prazo da doença, embora não o elimine. De acordo com uma análise de oito estudos sobre o assunto feita pela Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido, pessoas vacinadas que foram infectadas eram menos propensas a desenvolver sintomas de Covid longa do que os pacientes não vacinados.

Qual é o esquema de vacinação indicado para cada faixa etária?

Completar o esquema de vacinação é considerado pelos especialistas a forma mais importante de prevenir a Covid-19. Atualmente, o Brasil disponibiliza vacinas para pessoas a partir de 5 anos de idade. Para adultos, é consenso que desde o surgimento da Ômicron, a vacinação com três doses é considerado o esquema básico para proteger contra a doença. Para os demais, que já têm outros reforços liberados, a orientação é tomar.

Para crianças de 5 a 11 anos, o esquema de vacinação consiste em duas doses. Já para adolescentes de 12 a 17 anos, o Ministério da Saúde autorizou recentemente a aplicação do reforço, ou terceira dose, preferencialmente com a vacina da Pfizer. Adultos a partir de 18 anos também devem receber três doses.

Recentemente, a pasta também ampliou o público apto a receber o segundo reforço ou quarta dose. Além de idosos e pessoas com imunossupressão, foram incluídos os profissionais de saúde de todas as idades e pessoas com 50 anos ou mais que tenham recebido o primeiro reforço há pelo menos quatro meses. O estado de São Paulo já oferece a quinta dose para idosos imunossuprimidos, em um intervalo de quatro meses após o segundo reforço.

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Fonte: IG SAÚDE

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Mortes por covid-19 caem 83% no 1º semestre na comparação com 2021

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Número de mortes por covid no Brasil pode ter sido 18% maior em 2020, estimam cientistas
Mariana Alvim – @marianaalvim – Da BBC News Brasil em São Paulo

Número de mortes por covid no Brasil pode ter sido 18% maior em 2020, estimam cientistas

Mais de dois anos após o início da pandemia, o Brasil enfrenta uma nova onda de Covid-19, causada pelo avanço das subvariantes da Ômicron. Embora a média móvel de mortes esteja em um período de crescimento, com índices acima de 200 nos últimos dias, o número de óbitos registrados no país pela doença no primeiro semestre deste ano é seis vezes menor do que o total do mesmo período de 2021.

Levantamento feito pelo GLOBO, com base em dados do consórcio de veículos de imprensa, mostra que nos primeiros seis meses de 2021, 323.270 pessoas perderam a vida em decorrência de complicações da Covid-19. No mesmo período deste ano, foram confirmadas 52.387 mortes. Isso corresponde a uma redução de 83,79% no número de óbitos.

A queda expressiva no número de óbitos pela Covid-19 é creditada à vacinação, que teve início na segunda quinzena de janeiro do ano passado, mas só engrenou a partir de junho.

“Em comparação com as ondas anteriores, há menor necessidade de leitos de terapia intensiva. Também não estamos vendo muitos óbitos”, disse o infectologista Júlio Croda, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), em uma entrevista publicada no início de junho, sobre o assunto.

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Apesar de a Ômicron e suas subvariantes conseguirem escapar da proteção conferida pelas vacinas e por infecções prévias, especialistas são unânimes em dizer que a vacinação permanece altamente eficaz para doenças severas, hospitalizações e óbitos. Para isso, é preciso estar com a imunização em dia. Já é consenso que para a Ômicron, o chamado esquema básico de vacinação é composto por três doses. Mesmo assim, apenas 44,27% dos brasileiros habilitados receberam uma dose de reforço. Para as faixas etárias mais vulneráveis, o segundo reforço já está liberado.

Até sexta-feira, 83,37% da população brasileira estava imunizada com ao menos uma dose. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 78% da população nacional. A vacinação infantil ainda caminha a passos lentos. Apenas 63,26% das crianças de 5 a 11 anos já receberam a primeira dose contra a Covid-19. Para a segunda dose, a taxa é de 38,57%.

O número de casos, por outro lado, foi semelhante nos dois períodos: 10.883.383 no primeiro semestre de 2021 e 10.073.078 nos seis primeiros meses deste ano. Vale ressaltar ainda que especialistas estimam que o número de infectados atualmente é ainda maior que o oficial, dado que muitas pessoas recorrem aos autotestes, cujos resultados não são contabilizados pelos dados oficiais, ou não se testam.

Desde fevereiro de 2020, quando o primeiro caso de infecção pelo novo coronavírus foi registrado no Brasil, 32.434.200 pessoas foram diagnosticadas com Covid-19 e 671.764 perderam a vida para a doença.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Cidade de SP amplia capacidade para tratar pacientes com câncer

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Instituto do Câncer em São Paulo
Reprodução: Governo de SP

Instituto do Câncer em São Paulo

O prefeito Ricardo Nunes participou, na manhã desta sexta-feira (1º), de evento no Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) no qual o governador Rodrigo Garcia anunciou a liberação de R$ 7,5 milhões para a implantação da Unidade de Transplantes de Medula Óssea (TMO).

Durante a cerimônia também foi anunciada a ampliação do tratamento de leucemias agudas no hospital, que terá um custeio anual de R$ 6,7 milhões. A unidade do Icesp está ligada ao complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP).

“Não temos como falar sobre câncer sem lembrar do nosso prefeito Bruno Covas, que sempre desejou que as pessoas mais vulneráveis tivessem acesso ao mesmo tipo de tratamento que ele recebeu. A Prefeitura conta com o Centro Oncológico Bruno Covas, que oferece tratamentos de alta complexidade e robótica a seus pacientes. As ações em conjunto com o Governo do Estado são importantes para oferecer melhores condições para que as pessoas tenham estrutura para vencer essa doença terrível”, afirmou Nunes.

De acordo com o governador Rodrigo Garcia, todo um andar do Icesp será adaptado para que o transplante de medula óssea possa ser realizado na sede do instituto. “A partir do segundo semestre do próximo ano teremos aqueles pacientes que têm demanda por transplante de medula óssea sendo atendidos.

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É um investimento importante que o Governo de São Paulo faz no combate ao câncer, indo ao encontro daquilo que hoje é um dos grandes desafios da saúde pública”, declarou o Garcia.

Celeridade

O secretário estadual de Saúde, Jean Gorincheteyn, enfatizou que, com a unidade de transplante de medula óssea, será possível dar celeridade ao tratamento contra o câncer, favorecendo a cura. “É uma medida importante especialmente para os mais jovens, que representam nosso futuro. Agora temos uma demanda muito grande pós-covid e precisamos acolher a todos com mais exames e tratamentos”, afirmou o secretário.

Para o presidente do Conselho do Icesp, Paulo Hoff, a nova ala fará a diferença para a cura dos pacientes com leucemia aguda. “A celeridade é importante. O Sistema Único de Saúde (SUS) promete atendimento a todos, mas nem sempre há celeridade. Esse investimento de mais de R$ 7 milhões possibilitará transplante de medula e atendimento aos pacientes leucêmicos que têm dificuldade de encontrar tratamento. Vamos poder atendar mais, com maior rapidez”.

Estrutura

A nova unidade de TMO será instalada no 22º andar do Instituto, que receberá adequações. Lá serão instalados oito leitos individuais, totalmente adaptados às necessidades dos pacientes submetidos ao transplante. Dois deles serão destinados à realização de transplantes alogênicos (quando as células-tronco vêm de um doador com composição genética semelhante, como de um irmão) e seis leitos para transplantes autólogos (as células-tronco hematopoiéticas do paciente são removidas antes da quimioterapia ou da radioterapia, armazenadas e colocadas no paciente novamente). Uma sala de fisioterapia, baias médicas e de enfermagem, copa e vestiários também fazem parte do projeto.

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A previsão é que sejam realizados 108 transplantes adicionais por ano com o TMO em operação no Icesp. A unidade também receberá R$ 9,3 milhões para custeio anual do serviço. Atualmente, os pacientes em tratamento no Instituto do Câncer realizam o transplante de medula óssea no Instituto Central do HCFMUSP.

Leucemias agudas

As adequações estruturais no 22º do Instituto serão feitas para receber dez novos leitos voltados ao tratamento de leucemias agudas, além da unidade de TMO, ampliando a capacidade de atendimento da doença que, devido às características de agressividade e rápida evolução, geralmente se manifesta em quadros de alta gravidade e que demandam internações prolongadas e alto consumo de recursos.

Para o atendimento desses pacientes, serão instalados leitos com estrutura adequada para isolamento deles, com filtro de ar e assistência médica setorizada. Os leitos para o atendimento de leucemias agudas serão preparados no 19º andar para atender os pacientes em tratamento a partir desta sexta-feira (1ª), até que a obra do TMO seja finalizada.

Iodoterapia

Os pacientes que necessitam de iodoterapia também serão beneficiados. A previsão é de que o Icesp tenha cem novos pacientes encaminhados pelo Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (CROSS) com o objetivo de acelerar a fila de quem precisa deste tipo de tratamento. A iodoterapia, tratamento administrado pela especialidade de Medicina Nuclear, utiliza iodo radioativo, é indicado para os casos de câncer de tireoide.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Varíola dos macacos: MG tem 1º caso e número sobe para 48 no Brasil

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Além do estado mineiro, o Ceará também identificou o primeiro diagnóstico nesta semana
Reprodução/Montagem iG 25.5.2022

Além do estado mineiro, o Ceará também identificou o primeiro diagnóstico nesta semana

Com o primeiro caso de varíola dos macacos confirmado em Minas Gerais, o total de pessoas infectadas com o vírus monkeypox no Brasil chegou a 48 nesta sexta-feira, segundo informe da sala de situação criada pelo Ministério da Saúde para monitorar a doença no país.

Além do estado mineiro, o Ceará também identificou o primeiro diagnóstico nesta semana. Há ainda 36 registros apenas no Estado de São Paulo, oito no Rio de Janeiro e dois no Rio Grande do Sul.

A pasta também monitora outros 47 casos suspeitos em todos os estados das regiões Sul e Sudeste, além de possíveis infecções no Acre; Mato Grosso do Sul; Goiás; Distrito Federal; Ceará e Rio Grande do Norte.

Entre os casos confirmados, o Ministério da Saúde informa que todos são do sexo masculino. Já entre as suspeitas, 33 são homens e 14 são mulheres. De acordo com a pasta, 58 notificações já foram descartadas como casos de varíola dos macacos desde o início do monitoramento. No Brasil é obrigatório que toda suspeita seja notificada ao Ministério.

Na quarta-feira, a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou que o primeiro diagnóstico no estado foi detectado em um paciente de 33 anos que retornou da Europa no último domingo – região com o maior número de casos do surto atual.

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Já no Ceará, a pasta confirmou, também na quarta-feira, que a primeira pessoa infectada tem 35 anos e esteve recentemente em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Ambos os estados, que concentram o maior número de pessoas contaminadas do país, já registraram casos de transmissão local da varíola dos macacos, ou seja, em pacientes que contraíram a doença no Brasil. Isso porque os infectados não retornaram do exterior e nem tiveram contato com alguém que veio de outro país.

O último informe do Ministério da Saúde mostra ainda que, de acordo com os anúncios dos países, até o dia 30 de junho já foram identificados 5.258 casos da doença em 52 nações.

Apesar do avanço, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu, durante reunião do comitê de emergência realizada no último dia 23, que o cenário ainda não representa uma emergência de saúde pública de alcance internacional, status atribuído à Covid-19, embora demonstre preocupação.

Fonte: IG SAÚDE

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ALMT – Campanha Fake News II

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