Saúde

Queiroga fará balanço de ações de combate à Covid em pronunciamento

Publicado


source
Queiroga afirmou que fará balanço das ações do governo federal durante a pandemia
Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil – 19/01/2022

Queiroga afirmou que fará balanço das ações do governo federal durante a pandemia

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fará um pronunciamento em rede nacional amanhã, às 20h45. Ele fará um balanço das ações do governo federal de combate à Covid-19 e deverá anunciar o fim de medidas especiais adotadas em razão da pandemia.

Questionado pelo GLOBO, o ministro evitou adiantar o conteúdo do discurso. A previsão é de que o pronunciamento, que está sendo finalizado, dure 5min10. A transmissão será feita pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

— Vamos fazer um balanço das ações do governo federal durante a emergência sanitária de importância nacional — afirmou Queiroga ao GLOBO.

Queiroga vai a público no momento em que o presidente Jair Bolsonaro tem pressionado para o Ministério da Saúde divulgar medidas que, na prática, indiquem o fim da pandemia no país. A alteração do status da doença, contudo, só pode ser oficializada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O governo federal pode, no entanto, decretar o fim da Emergência em Saúde Pública de importância Nacional (Espin), em vigor desde 2020.

Leia Também

De acordo com o colunista do GLOBO Lauro Jardim, Queiroga vai anunciar a flexibilização de medidas de segurança sanitária contra a doença, numa espécie de primeiro passo para acabar com o estado de emergência sanitária. A decisão é costurada pelo Palácio do Planalto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde devido ao impacto político, já que faltam menos de seis meses para as eleições.

Veja Mais:  Entenda a doença de Jada Pinkett Smith que provoca queda de cabelo

Entre os principais pontos, está o uso de máscaras, que já deixou de ser obrigatório em espaços abertos na maioria dos estados. Questões ligadas ao teletrabalho e à regulamentação da telemedicina também ser sofrer mudanças a partir do anúncio.

A gravidade da Covid-19 não interfere na mudança na classificação, mais atrelada a critérios geográficos. Epidemia é quando há um surto de uma doença, num território localizado, e que acaba após determinado período. Já a pandemia é quando há um descontrole na transmissão a nível global — por isso, também, um país não pode determinar o fim da pandemia sozinho.

A endemia, por sua vez, é quando a doença se torna recorrente no mundo, mas sem aumento significativo de casos ou de mortes. Pode se tornar sazonal também, como nos casos de gripe e de dengue.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook

Saúde

Brasil registra 51,6 mil casos de covid-19 e 127 óbitos em 24 horas

Publicado

Teste rápido para Covid-19 aponta resultado positivo
Nathaniel Hafer e Apurv Soni – The Conversation*

Teste rápido para Covid-19 aponta resultado positivo

O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira, 27, os novos números sobre a pandemia de covid-19 no Brasil. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil registrou 51,6 mil casos e 127 óbitos por covid-19 nas últimas 24 horas.

O país acumula 32,1 milhões de casos confirmados da doença e 670,5 mil mortes registradas. O número de recuperados da doença é de 30,6 milhões, equivalente a 95,5% dos casos.

O Estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia. Foram registrados 5,6 milhões e 170,6 mil. Em seguida estão Minas Gerais (3,5 milhões de casos e 62 mil óbitos), Paraná (2,6 milhões de casos e 43,6 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,5 milhões de casos e 39,9 mil óbitos).

Vacinação De acordo com o vacinômetro do Ministério da Saúde, já foram aplicadas 450 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178 milhões de primeira dose e 160 milhões de segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,9 milhões de pessoas. Outras 93,2 milhões de pessoas receberam a dose de reforço.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Veja Mais:  Covid-19: Brasil tem 770 óbitos e 91.595 mortes em 24h
Continue lendo

Saúde

Duas crianças de até 5 anos morrem todo dia por covid-19 no Brasil

Publicado

Crianças de até 5 anos de idade ainda não pode tomar vacina contra o coronavírus no Brasul
André Biernath – @andre_biernath – Da BBC News Brasil em Londres

Crianças de até 5 anos de idade ainda não pode tomar vacina contra o coronavírus no Brasul

Desde o início da pandemia da Covid-19 no Brasil, em fevereiro de 2020, a infecção pelo novo coronavírus vem matando, em média, duas crianças de até 5 anos de idade por dia no país . Ao todo, 1.439 crianças dessa faixa etária morreram, sendo 599 no ano de 2020, 840 em 2021. Entre janeiro e 13 de junho de 2022, houve 291 mortes de crianças abaixo de 5 anos. Os dados são de um levantamento realizado pela Observa Infância . Segundo a instituição, os números do boletim epidemiológico do Ministério da Saúde e do Sistema de Informação para Mortalidade (Sim) indicam que a média se mantém a mesma em neste ano.

“A análise dos dois primeiros anos de pandemia no Brasil mostra que crianças de 29 dias a 1 ano são as mais vulneráveis”, diz o documento. Para um dos coordenadores da Observa Brasil, Patricia Boccolini, os bebês dessa faixa etária totalizam quase metade do total de mortes. “É preciso celeridade para levar a proteção das vacinas a bebês e crianças, especialmente de 6 meses a 3 anos. A cada dia que passamos sem vacina contra a Covid-19 para menores de 5 anos, o Brasil perde duas crianças”, afirma a pesquisadora.

Veja Mais:  Segunda fase da vacinação contra o sarampo começa nesta segunda

A pesquisa leva em conta todos os casos em que a Covid-19 agravou algum outro quadro de saúde já pré-existente na criança. “Embora nem todas essas crianças tenham morrido de Covid-19, todas morreram com Covid-19”, aponta o segundo coordenador do levantamento, Cristiano Boccolini.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Gravidez ectópica: principal causa de mortalidade materna na gestação

Publicado

source
Apesar de ser uma condição pouco frequente, ocorre em cerca de 2% das gestações
Pixabay

Apesar de ser uma condição pouco frequente, ocorre em cerca de 2% das gestações

Em uma gestação natural, o óvulo e o espermatozoide se encontram e se combinam dentro de uma das tubas uterinas. O óvulo fecundado se desloca então pela tuba até o útero, onde se implanta no revestimento uterino e cresce até ser retirado após nove meses.

Entretanto, às vezes, o óvulo fecundado não chega ao útero e permanece na tuba, ou em um ovário, no colo do útero, no abdômen, ou até mesmo em cicatrizes de cesarianas anteriores ou outras cirurgias. Essas anomalias no processo de gestação são chamadas de gravidez ectópica.

Apesar de ser uma condição pouco frequente, ocorrendo em cerca de 2% das gestações, ela é a principal causa de mortalidade materna no primeiro trimestre de gestação. Cerca de 90% das gestações ectópicas são tubárias, ou seja, que ocorrem nas tubas, o que acaba resultando em um perigo ainda maior para a mulher.

O embrião implantando continua crescendo na estreita tuba uterina. Depois de três semanas o tamanho do embrião é o suficiente para causar uma pressão por dentro da tuba, capaz de rompê-la, resultando em uma hemorragia que pode ser fatal se não for tratada com cirurgia.

Os principais sintomas enquanto o embrião cresce na tuba são dores abdominais unilaterais, sangramento vaginal e desmaios. Quando há o rompimento, os sinais se intensificam: a paciente sente uma dor aguda ou dilacerante em um lado do abdômen, perto da virilha, e apresenta queda da pressão arterial e outros sintomas de choque.

Veja Mais:  Morte de Fernanda Young reforça cuidados com a asma; saiba quais os sintomas

As mulheres que têm mais risco de gravidez ectópica são aquelas que já passaram por uma anteriormente, mas também há uma grande possibilidade naquelas com infecções pélvicas ou cirurgias uterinas prévias. A fertilização in vitro também aumenta as chances de se ter uma gravidez ectópica. Entretanto, em metade dos casos, as mulheres eram saudáveis e não possuíam nenhum fator de risco.

O tratamento para este tipo de alteração também vai depender do histórico de saúde da grávida e os riscos de uma possível ruptura do tubo uterino. Geralmente, as mulheres saudáveis recebem uma injeção de metotrexato, que é também usado para tratar certos tipos de câncer e distúrbios autoimunes e dificulta a formação de DNA ou a multiplicação das células. Com este medicamento, o embrião para de crescer, e o organismo acaba por reabsorvê-lo.

Caso haja o rompimento da tuba, a gestante precisa passar por uma cirurgia de emergência, onde é retirado o embrião. Nos dois casos, tanto com a cirurgia ou com a injeção, o processo de gestação é interrompido, o que faz muitas pessoas acreditarem ser um aborto.

Entretanto, com ou sem intervenção, gestações ectópicas não sobrevivem além dos primeiros meses. Dificilmente um óvulo fecundado sobrevive por muito tempo fora do óvulo, visto que outras estruturas do corpo não são capazes de proteger ou nutrir um embrião.

Veja Mais:  Saúde mental e saúde bucal
Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

ALMT – Campanha Fake News II

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana