Tecnologia

Quer saber como será no futuro? Aprenda a usar o FaceApp, o app que “envelhece”

Publicado

Nos últimos dias, as redes sociais foram tomadas por fotos de “velhinhos”. O responsável foi o FaceApp, aplicativo especializado em filtros que mudam a fisionomia das pessoas. A última atualiação do app permite ao usuário se “transformar” em idoso. 

Leia também: Como usar Dollify para criar caricaturas com o Android ou iPhone

Xuxa com filtro de idoso arrow-options
Reprodução/Instagram

Assim como a Xuxa, outros famosos entraram na brincadeira e usaram o FotoApp para “ficar idoso”

Se você tem curiosidade em saber como será a sua aparência no futuro, veja o passo a passo de como usar o FaceApp  e aplicar o ” filtro de idoso “:

1. Acesse a Google Play ou a Apple Store e faça o download do FaceApp. 

2. Ao abrir o aplicativo, permita o acesso às fotos em “ativar”.

FaceApp arrow-options
iG Tecnologia

Permita o acesso às fotos

3. Selecione a imagem desejada. 

4. Selecione o filtro “Idade” e, depois, “Idoso”. 

faceApp arrow-options
iG Tecnologia

Clique em “Idade” e “Idoso”, como indicado na imagem

Leia também: Como colocar música nos Stories do Instagram

5. Após o filtro ser processado, clique em “Aplicar”.

faceapp arrow-options
iG Tecnologia

Clique em “Aplicar”

6. No canto superior direito, selecione o ícone indicado abaixo para salvar.

faceapp arrow-options
iG Tecnologia

Clique no ícone indicado na imagem para salvar

Leia também: Como enviar uma imagem autodestrutiva no Instagram que se apaga após ser vista

Fim! Agora você já pode usar o FaceApp e se divertir ao descobrir como você e seus amigos serão no futuro.

Veja Mais:  Epic Games libera três jogos de graça; veja quais e saiba como baixar

Comentários Facebook

Tecnologia

Fake news à vontade: conheça o Parler, rede social que tem atraído bolsonaristas

Publicado


source

Olhar Digital

Parler
Divulgação

Parler tem atraído um público mais conservador


Dependendo de quais partes da internet você frequenta, já pode ter ouvido falar em Parler . O nome tem circulado principalmente entre os grupos mais conservadores, como uma nova alternativa de rede social, para quem quer fugir do Facebook e do Twitter .


Mas de onde saiu essa rede social e por que ela tem atraído a atenção deste público ao redor do mundo? É o que vamos ver a seguir.

O que é?

O Parler não esconde seu objetivo de ser uma réplica do Twitter , mas sua aposta e promessa aos usuários é simples, descrita logo na página inicial do serviço. “Parler é uma plataforma social não-enviesada focada em diálogo aberto e engajamento de usuários. Nós permitimos a liberdade de expressão e não censuramos ideias, partidos políticos ou ideologias”, diz o site.

O aplicativo nasce em 2018 aproveitando-se de uma visão de que as redes sociais mais poderosas, que são Facebook e Twitter , não estavam trabalhando para proteger a liberdade de exposição de ideias e agiam de forma mais firme para controlar o discurso de uma parte específica de seu público: os conservadores.

Essa é uma posição que se tornou mais comum desde 2016, com a campanha eleitoral e a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos. Desde então, ele acusa as redes sociais de um complô contra o conservadorismo, e as desconfianças não diminuíram desde então. Pelo contrário: as empresas têm sido pressionadas e tomado medidas mais enérgicas para limitar discurso de ódio e evitar a propagação de boatos e fake news , que tem afetado diretamente figuras do espectro político, como o próprio Trump e o presidente brasileiro Jair Bolsonaro .

Como plataforma, o aplicativo permite publicações de até 1.000 caracteres, o que é quase quatro vezes mais do que o Twitter. O Parler permite que cada um publique suas próprias palavras em sua timeline com os “parleys” (tuítes), ou então replique a publicação de outros com os “echoes” (equivalente aos retuítes). É possível também votar a favor de posts, que funcionam como uma curtida, ou usar a plataforma para troca direta de mensagens, como as DMs.

Veja Mais:  Gamificação no ensino: como estratégias de jogos podem ajudar alunos no EAD?

Pelas palavras da própria empresa, hoje o aplicativo conta com cerca de 2,7 milhão de usuários, o que não chega nem perto dos mais de 2 bilhões do Facebook ou 330 milhões do Twitter. É uma rede social bastante pequena, que mira um nicho.

Não há clareza sobre quem são as pessoas por trás do Parler até o momento. Os principais nomes conhecidos pelo público são o do CEO e cofundador John Matze, e Jared Thomson, diretor tecnológico e cofundador, mas eles não revelam quem investiu na plataforma. Quando questionado sobre o financiamento da rede social , ele diz que a ideia foi bancada por amigos que fizeram papel de investidores-anjo, cujos nomes são desconhecidos. Dan Bongino, comentarista político e ex-candidato ao Congresso dos Estados Unidos pelo partido republicano, disse ter comprado participação na companhia; é a única pista sobre quem são os donos do Parler até hoje.

A ideia da empresa é se manter a partir de anúncios, que por enquanto ainda não existem na rede social. O app promete não vender dados dos usuários e propõe uma modalidade de publicidade na qual a companhia combina anunciantes com influenciadores na rede social, recebendo uma parte da quantia. Além disso, também se propõe que usuários e empresas possam patrocinar a rede social.

O Parler é conservador?

Apesar de ter sido amplamente adotado pelo público conservador nos últimos tempos, a rede social deseja apresentar-se como uma plataforma completamente neutra, que permite a livre troca de ideias sem levar em conta seu posicionamento político. Pelo menos é essa a ideia que seus fundadores tentam passar.

Isso significa que os seus criadores, ao menos em tese, não querem ver sua plataforma se transformando em um reduto exclusivamente para o pensamento conservador. Em entrevista à CNBC , Matze define o aplicativo como uma praça pública aberta, em que qualquer um pode falar o que quiser sem sofrer censura, e isso inclui os “liberais”, termo usado para definir pessoas com pensamento político mais à esquerda nos Estados Unidos.

Veja Mais:  Padre viraliza depois de fazer dança do TikTok dentro de igreja; veja o vídeo

Para incentivar mais diversidade de ideias, Matze chegou a anunciar um pagamento de US$ 20 mil para personalidades com mais de 50 mil seguidores em redes sociais que defendessem abertamente políticas à esquerda e topassem se juntar à plataforma. Era uma forma de provar que não queriam ser um reduto para um único pensamento.

“A companhia nunca teve como objetivo ser uma coisa pró-Trump. Boa parte da audiência é pró-Trump. Eu não ligo. Eu não os julgo de qualquer forma”, diz Matze.

No entanto, há controvérsias sobre o quão aberta ao pensamento mais à esquerda a rede social realmente é. Há uma série de relatos publicados pela NBC que mostram que vários usuários aproveitaram a rede social para “trollar” personalidades conservadoras. Por mais que a plataforma se diga totalmente aberta ao discurso contraditório, sem qualquer tipo de censura, essas pessoas acabaram banidas.

Além disso, mesmo que as acusações de censura aos esquerdistas sejam inválidas, a plataforma por si só já indica páginas e perfis de cunho conservador quando o usuário já se cadastra. Ou seja: se o objetivo não era abrigar a direita quando o serviço foi fundado, na prática essa virou a realidade do aplicativo .

É tudo liberado mesmo?

Não, não é tudo liberado. O Parler tem, sim, os seus limites no que pode e não pode ser publicado na plataforma. O app tem moderação mínima, mas há, sim, algum tipo de moderação, ainda que não haja nenhum tipo de checagem de fatos externa, permitindo a circulação livre de informação infundada. A moderação funciona apenas de forma reativa, quando recebe denúncias dos usuários, e não de forma ativa, caçando irregularidades.

Há alguns exemplos do que não é permitido: não se pode compartilhar pornografia, chantagear os outros, realizar “doxxing” (prática de expor dados pessoais de alguém), glorificar abuso de animais, passar-se por outra pessoa real ou empresa, realizar ameaças que “produzam um claro e presente perigo” de agressão pessoal.

Em outras palavras, o limite do Parler é o limite da ilegalidade. Em entrevista, Matzer diz que “se você pode falar nas ruas de Nova York, você pode falar no Parler”, o que abre espaço para uma multiplicidade de discursos mais extremados, desde que eles não sejam direcionados para agredir uma pessoa especificamente.

Veja Mais:  Epic Games libera três jogos de graça; veja quais e saiba como baixar

Por que esse movimento de migração?

Não é muito difícil reunir uma série de eventos dos últimos meses que levaram grupos conservadores a acreditarem que não são bem-vindos nas redes sociais convencionais. Donald Trump chegou a publicar uma ordem executiva com o  objetivo de intervir em redes sociais depois de ver um post passar por uma checagem de fatos por uma agência externa, o que fez com que a publicação fosse cercada com um alerta de que o conteúdo era enganoso.

Posteriormente, o Twitter repetiu a dose com uma publicação de Trump contra os manifestantes do movimento “Black Lives Matters”, prometendo o uso de força letal em caso de vandalismo. Por política, a rede social não exclui posts de figuras de autoridade, cujas publicações são de interesse público, mas o post levou essa prática ao limite; o conteúdo pode não ter sido excluído, mas foi escondido atrás de um aviso de que ele feria os termos de uso da companhia ao incitar violência.

Isso não é uma exclusividade dos Estados Unidos. No Brasil, Bolsonaro teve sua cota de publicações podadas. Em março, Facebook , Instagram e Twitter excluíram um vídeo do presidente brasileiro julgando que eles traziam desinformação que poderia trazer danos reais à saúde das pessoas durante a pandemia de Covid-19 . Em maio, uma publicação nos stories do Instagram também foi ocultada atrás de um aviso de que as informações ali eram inverídicas após checagem por uma agência independente.  

Mais recentemente, Bolsonaro se viu envolvido em mais um problema com as redes sociais. O Facebook anunciou a derrubada de uma rede de perfis e páginas falsos que estaria sob o comando de aliados do presidente, incluindo seus filhos. A acusação era de que eles apresentavam um “comportamento inautêntico coordenado”, o que fere os termos de uso da plataforma. Aliados do presidente entenderam a ação como um ataque a apoiadores, sem assumir responsabilidade sobre os perfis.

Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Assessor de Donald Trump espera que TikTok seja banido dos EUA; entenda

Publicado


source

Olhar Digital

TikTok
Unsplash/Kon Karampelas

TikTok pode ser banido dos EUA


O assessor comercial da Casa Branca, Peter Navarro, espera a tomada de medidas agressivas pelo presidente  Donald Trump  contra o TikTok e o WeChat . Para Navarro, esses  aplicativos enviam os dados dos usuários a “servidores na China, diretamente aos militares chineses, ao Partido Comunista Chinês e às agências [oficiais], que querem roubar nossa propriedade intelectual”.

Na última terça-feira (7),  Trump confirmou estar estudando a possibilidade de proibir o TikTok nos Estados Unidos. Em meio ao crescimento das tensões entre China e país, o WeChat e o TikTok , ambos aplicativos chineses, representariam ameaças aos EUA na visão dos republicanos, já que têm, respectivamente, mais de um bilhão e quase um bilhão de usuários.

Além da fala de Trump, a Amazon , gigante estadunidense, pediu que seus funcionários deletassem o TikTok de seus smartphones na última sexta-feira (10). No entanto, algumas horas depois, a empresa explicou que havia sido um engano. “Anunciaram e recuaram, o que demonstra o poder do Partido Comunista Chinês sobre as empresas americanas e este é o problema”, explicou Navarro.

O banco Wells Fargo, atuante nos Estados Unidos, também solicitou que seus funcionários apagassem o aplicativo de seus dispositivos. O mesmo aconteceu com os colaboradores do Partido Democrata, que se preparam para as eleições presidenciais deste ano.

Veja também:

Veja Mais:  Usar Torrent é perigoso? Assunto vira polêmica no Twitter; confira

Enquanto isso, em sua defesa, o TikTok continua negando que compartilha quaisquer dados com as autoridades chinesas. Ao Olhar Digital, o aplicativo chinês declarou que “o TikTok é liderado por um CEO americano, com centenas de funcionários e líderes-chave em segurança, produtos e políticas públicas nos EUA. Não temos outra prioridade senão promover uma experiência de aplicativo segura e confiável para nossos usuários. Nunca fornecemos dados dos usuários ao governo chinês e nem o faríamos se solicitado”.

TikTok e China

O TikTok já havia dito anteriormente que opera separadamente de sua desenvolvedora ByteDance e que seus data centers estão todos localizados fora da China, ou seja, nenhum desses dados está sujeito às leis chinesas. Segundo a empresa, os dados dos usuários americanos são armazenados nos Estados Unidos, com um backup em Singapura.

Além disso, a empresa também informou que  sairá do mercado de Hong Kong  em pouco tempo, após a criação de uma nova lei de segurança nacional da China, país que controla a região.

O aplicativo , no entanto, também vem enfrentando obstáculos em outros países. Na semana passada, o  governo indiano disse que proibiria o TikTok e outros aplicativos chineses no país conhecidos por representarem uma “ameaça à soberania e à integridade”.

Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Padre viraliza depois de fazer dança do TikTok dentro de igreja; veja o vídeo

Publicado


source
TikTok
Reprodução/Youtube

Padre de Minas Gerais fez dança da moda no TikTok


A dança da moda no TikTok chegou até a igreja. O padre Roberto Modesto Carneiro, de 53 anos, gravou um vídeo com a ajuda de três acólitos e viralizou nas redes sociais. 


Padre Roberto é responsável pela Paroquia Santuário São João Bosco, em São João del-Rei (MG). O vídeo foi gravado na última sexta-feira (10) e divulgado entre os fiéis através do WhatsApp no sábado (11).

“Estamos em uma época de muita tristeza. Então, resolvemos incentivar a alegria para que as pessoas permaneçam firmes na fé e na espiritualidade”, conta o pároco ao jornal O Tempo. Assista ao vídeo completo:


Alegria dentro da igreja

O padre contou ao jornal que a ideia de gravar o hit veio dos acólitos (função semelhante a dos coroinhas) que aparecem com ele no vídeo. “Eu sou de outra geração, mas vi que não tinha problema nenhum em fazer a coreografia utilizando o aplicativo”, diz.

Pedro Augusto dos Passos Gaio, de 22 anos, que aparece no vídeo usando óculos, diz que a dança vai virar desafio entre os párocos da cidade. “Vamos fazer uma dança e desafiar outra paróquia da Diocese para também fazer uma coeografia, e isso virar uma corrente”, conta ao Tempo.

Veja Mais:  Usar Torrent é perigoso? Assunto vira polêmica no Twitter; confira

O acólito ainda diz que a alegria do padre contagia os jovens da igreja. “Ele dança samba, canta, dança funk. Ele é Dom Bosco em nosso meio, é um pai pra gente. Depois que o padre Roberto chegou na paróquia, a gente voltou a ter o prazer de estar na igreja, nos sentimos em casa”. 

Padre Roberto, que faz parte de congregação salesiana, fundada por São João Bosco, diz que o santo o inspira em ser como é. “Dom Bosco falava para os jovens, ainda no século XIX, que o nosso Deus é o Deus da alegria. Já naquela época, ele incentivava os jovens a praticar esportes e dança e promovia um Carnaval sadio para que eles não procurassem a diversão em ambientes pecaminosos”, afirma.

Além da dança no TikTok , o padre também tem modernizado as celebrações litúrgicas. As missas da paróquia estão sendo realizadas apenas de forma online, e sendo transmitidas ao vivo por Facebook , Instagram e YouTube .

Comentários Facebook
Continue lendo

Câmara Municipal de Rondonópolis

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana