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Renegade zero quilômetro ou Compass seminovo: qual compensa mais?

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Jeep Renegade Sport, a versão de entrada vendida exclusivamente com câmbio automático de seis marchas

Nas últimas semanas, fizemos uma série de comparativos entre sedãs compactos zero quilômetro e modelos médios seminovos, com no máximo três anos de uso. Comprovamos que comprar um Jetta usado é melhor que adquirir o Voyage. Da mesma forma, o Civic ainda compensa mais que o City, fenômeno que também acontece entre Corolla e Yaris. O Onix Plus, por sua vez, se mostrou uma compra mais racional que um Cruze usado.

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Para inaugurar o primeiro comparativo entre SUVs, colocaremos dois modelos peso-pesado frente a frente. Afinal, é melhor comprar um Jeep Renegade 1.8 Sport automático por R$ 93.850, ou um Jeep Compass 2.0 Longitude 2018 que aparece a partir de R$ 95 mil? 

Conforto e segurança

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Grande responsável pelo faturamento da FCA no Brasil, Jeep Compass é o modelo mais vendido de sua categoria

O Compass é consideravelmente maior que o Renegade. O SUV médio tem 4,41 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,63 m de altura e 2,63 m de entre-eixos. Seu porta-malas pode levar 410 litros.

O Renegade é bem enxuto em suas proporções, mesmo na comparação com outros carros do mesmo segmento. São 4,23 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,65 de altura e 2,57 m de entre-eixos. Seu grande pênalti é o porta-malas, com capacidade para levar apenas 320 litros – medida que iguala o pequeno Sandero.

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Seguindo para os pacotes de segurança, ambos contam com controle de estabilidade e tração, monitoramento da pressão dos pneus, assistente de partida em rampa, ancoragem Isofix e faróis com regulagem de altura. Airbags laterais e de cortina eram equipamentos opcionais no Compass de 2018, portanto, dê preferência por unidades que contem com as bolsas extras. No Renegade Sport, o cliente terá apenas os airbags frontais previstos por lei.

Equipamentos

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O interior do Jeep Renegade Sport mudou pouco desde seu lançamento em 2015, mas continua agradando

Vamos para a parte que mais interessa os proprietários de SUVs: os equipamentos. O Renegade Sport pode ser equipado com vários opcionais, como ar-condicionado automático, central multimídia Mopar com espelhamento e alguns detalhes estéticos (como anteparo personalizado e arremates aventureiros). Há computador de bordo, freio de estacionamento eletrônico, controle automático de velocidade, sistema start-stop e volante multifuncional.

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O Compass Longitude pode vir com acendimento automático dos faróis, ar-condicionado de duas zonas, bancos de couro, faróis de xenon, sensores de estacionamento traseiro, volante multifuncional e computador de bordo. Ambos os SUVs são muito bem equipados.

Dirigibilidade

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O conjunto mecânico agrada, mas bebe mais combustível que o Renegade; confira as nossas impressões de ambos

Até o momento, sabemos que o Compass é bem maior para comportar uma família de quatro pessoas, e ainda pode levar as bagagens sem muito aperto. Na quantidade de equipamentos, os modelos são bem compatíveis, mostrando o bom nível de refinamento do Renegade – com muitos opcionais. A disparidade entre os dois começa a surgir ao compararmos os motores e.TorQ (do Renegade) e Tigershark (do Compass).

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O Renegade tem motor 1.8 de 139 cv de potência e 19,2 kgfm de torque, sempre com câmbio automático de seis velocidades. Temos duras críticas ao funcionamento deste conjunto, tão datado que a FCA já se prepara para tirá-lo de linha. O Renegade pode acelerar de 0 a 100 km/h em 11,1 segundos, mas o consumo não é dos melhores: 6,9 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada com etanol, e 10 km/l na cidade e 12 km/l na estrada com gasolina.

Neste quesito, o Tigershark do Compass agrada mais. São 166 cv de potência e 20,5 kgfm de torque, também com câmbio automático de seis velocidades. O SUV médio pode atingir 100 km/h em 10,6 segundos, anotando também 6,1 km/l na cidade e 7,1 km/l na estrada com etanol e 8,8 km/l e 10,8 km/l na estrada.

Se você roda bastante, talvez o Renegade satisfaça mais pela economia de combustível. O único entrave é a idade do motor e.TorQ (apresentado no antigo Bravo, em 2009) que não funciona tão bem com câmbio automático de seis marchas. 

IPVA

Considerando o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores de 4% para São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro (os mais caros do Brasil), o proprietário terá que desembolsar R$ 3,6 mil pelo Renegade e R$ 3,9 mil pelo Compass. Considerando a diferença entre os valores e o porte dos veículos, ponto para o Compass.

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Seguro

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Confira o valor do seguro dos modelos, para um homem casado na faixa dos 30 anos

De acordo com o site Meu Seguro Auto, o preço médio cobrado para um paulistano na faixa dos 35 anos, casado e com filhos pequenos, é de R$ 2,7 mil para o Renegade e R$ 4 mil para o Compass . Neste ponto, o Renegade é bem mais barato de se manter.

Conclusão

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O Jeep Compass se mostra uma compra mais madura, mas também é mais caro para ser mantido

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Após tantos números, finalizamos este embate acirrado entre os dois SUV com um empate técnico. O Compass é maior e mais agradável de guiar que o Renegade, mas o preço para ser mantido é muito superior. O Renegade também é consideravelmente mais econômico que o Compass, e está para receber uma família de motores totalmente nova. Isso pode implicar em uma desvalorização mais abrupta para a versão 2020.

Fonte: IG CARROS

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VW T-Cross 2021 ganha multimídia do Nivus e parte de R$ 91.660

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VW T-Cross 2021: SUV agora vem com a mesma centra VW Play que equipa do Nivus em todas as versões

A Volkswagen apresenta oficialmente a linha 2021 do T-Cross 2021. Sem mudanças na gama de versões, a novidade fica por conta dos novos equipamentos de série e a central multimídia vinda do Nivus. Os preços da nova linha partem de R$ 91.660.

Na linha 2021, o sistema de frenagem automática pós-colisão, monitor de pressão dos pneus e a regulagem de altura dos faróis passam a ser padrão em todos os T-Cross 2021 . Outra novidade presente em toda a linha é a central multimídia VW Play, que fez a sua estreia mundial no Nivus . Com tela de 10,1″, traz a opção de instalar aplicativos diretamente no aparelho, além de contar com conectividade sem fio por meio do sistema Apple CarPlay.

Nas versões 200 TSI (manual e automática de seis marchas), a lista de opcionais passa a incluir as rodas Manila de 17″ com acabamento diamantado na cor preta, antes exclusivas do topo de linha Highline. Já a versão Comfortline do SUV da VW passa a trazer as mesmas rodas Manila com detalhes em preto como item de série, além do sistema detector de fadiga do motorista.

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Mais detalhes do VW T-Cross 2021

As versões 200 TSI e Comfortline seguem equipadas com o motor 1.0 TSI de até 128 cv, enquanto a topo de linha Highline usa o 1.4 TSI de até 150 cv, sempre combinado ao câmbio automático de seis marchas.

Até a linha 2020, os T-Cross 200 TSI com câmbio automático e manual ficavam posicionados na mesma faixa de preços do Nivus, que vai de R$ 85.890 até R$ 98.290. Com o lançamento da linha 2021, o 200 TSI automático ficou R$ 2.500 mais caro e agora parte de R$ 99.090.

Já para o público PcD, a Volkswagen ainda está atendendo às encomendas da linha 2020 e a versão Sense 2021 do T-Cross será apresentada posteriormente.Confira abaixo como ficaram os preços do VW T-Cross 2021 .

Versão Linha 2020 Linha 2021 Aumento
200 TSI MT R$ 88.790 R$ 91.660 R$ 2.870
200 TSI AT R$ 96.590 R$ 99.090 R$ 2.500
Comfortline 200 TSI AT R$ 110.260 R$ 112.120 R$ 1.860
Highline 250 TSI AT R$ 118.690 R$ 120.600 R$ 1.910
Fonte: IG CARROS

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Artista transforma a inédita BMW R18 em um dragster envenenado

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BMW R18 Dragster é uma releitura ainda mais esportiva da cruiser alemã inédita

O renomado designer americano de motocicletas Roland Sands transforma a recém lançada BMW R18, a primeira moto cruiser da marca, em uma dragster envenenda fora-de-série. Construída a partir do motor Big Boxer de 2 cilindros, Sands busca inspiração nos muscle cars para seu trabalho, uma vez que a alemã conta com atributos presentes nesse segmento. Tem rebeldia, “músculos”, potência e esportividade.

“Com um motor que é tão visivelmente a peça central, pensei imediatamente nos muscle cars . Minha família sempre gostou de andar rápido e meu pai era um piloto de corrida, então achei que fazia sentido despir a moto até o essencial e moldar a BMW R18 para andar rapidamente em uma pista reta.”

Apresentada em abril, A BMW R18 foi a primeira a primeira motocicleta cruiser da marca. Com o lançamento, a BMW Motorrad, a divisão de motocicletas da fabricante, finalmente fez sua imersão em searas dominadas por Harley-Davidson, Indian e Triumph, com seus modelos clássicos e distintos ante outros segmentos de motocicletas.

Se não foi fácil para a BMW inovar da noite pro dia, para Sands, também não foi mudar o novo. O artista afirma que sempre começa esboçando suas idéias no papel. Isso permite que ele descubra o princípio das modificações, bem como qual será a postura e a geometria da moto. “No final, a verdadeira mágica acontece quando damos vida ao desenho”, explica.

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E nisso a BMW R18 ajudou Sands. A dragster é equipada com um quadro traseiro facilmente removível e um conjunto de peças que também podem ser desmontadas sem grandes dificuldades. “A parte eletrônica, por outro lado, foi definitivamente a tarefa mais difícil com a qual lidamos, quando colocamos óxido nitroso, removemos o escape original e alteramos drasticamente a admissão”, conclui.

Fonte: IG CARROS

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Carro para PCD: Governo muda regras de isenção de ICMS

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A partir de janeiro de 2021, quem quiser comprar um carro para PCD deverá comprovar deficiências moderadas ou graves

O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) publicou nesta semana o Despacho 55/20, que altera as regras sobre a isenção de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) na venda de veículos destinados para pessoas portadoras de deficiência física.

As novas regras, que alteram o Convênio ICMS 38/2012, passam a valer a partir de 1º de janeiro de 2021. Deficiências físicas consideradas de grau leve passam a não ser mais beneficiadas pela isenção do ICMS, apenas aquelas de grau moderado ou grave.

O despacho altera ainda as regras para a indicação de condutores autorizados. O terceiro condutor só será permitido nos casos em que o laudo comprovar a incapacidade total do beneficiário para conduzir o veículo. Já em caso de mudança na lista de motoristas autorizados , os novos deverão comprovar residência na mesma localidade.

A concessão do benefício depende de um laudo pericial emitido por empresas ou profissionais credenciados. Mas agora o médico responsável pelo documento precisa assinar um termo de responsabilidade, que em caso de fraude indica a possibilidade de o profissional ser denunciado ao Conselho Regional de Medicina e ao Ministério Público, além de ter que pagar pelo imposto devido.

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Mais detalhes para comprar carro para PCD

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Equipamentos foram mantidos nas versões para PcD VW Polo Sense e Virtus Sense, dois modelos de carro para PCD

A lista de deficiências graves inclui “paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, nanismo, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções”, e segue sem alterações, assim como os requisitos para a concessão do benefício para os casos de deficiência visual, mental ou autismo.

Vale lembrar que são consideradas deficiências físicas moderadas ou graves quando há alteração parcial ou completa de parte do corpo humano, causando comprometimento das funções. Além disso, para quem tem alguma deficiência visual ou mental, além de autismo, as regras continuam sem alterações.

Segue sem mudança também o prazo de venda do carro para PCD (quatro anos) e o teto de preço para a isenção do ICMS, que é de R$ 70 mil. Caso o veículo ultrapasse esse valor, o comprador terá direito apenas ao desconto do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

Fonte: IG CARROS

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