Saúde

Ressecamento dos pés: conheça as causas e saiba como combater

Publicado

Ressecamento dos pés: conheça as causas e saiba como combater
Redação EdiCase

Ressecamento dos pés: conheça as causas e saiba como combater

Confira alguns cuidados especiais para evitar o aparecimento de rachaduras

Os pés estão envolvidos por uma camada mais grossa de pele quando comparado com outras partes do corpo. Por isso, merecem cuidados especiais para que as zonas ásperas não se corrompam e desenvolvam rachaduras. Essas fissuras são dolorosas e podem, inclusive, ser porta de entrada para fungos, bactérias e outros micro-organismos prejudiciais à saúde.

A seguir, Ligia Kogos, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica as causas do ressecamento nos pés e dá dicas para mantê-los sempre saudáveis.

Pedras nos rins: conheça as causas, os sintomas e as formas tratamento

Causas do ressecamento nos pés

A pele dos pés tem a camada superficial naturalmente mais grossa, chamada de camada córnea de células mortas. O ressecamento e o desenvolvimento de calosidades nessa zona podem ter vários motivos, entre eles, a pressão exercida pelo peso do corpo sobre os pés. Em reação de defesa, a pele da área engrossa para que a pressão seja melhor suportada. O constante atrito entre os pés e os sapatos ou, até mesmo, o chão, pode fazer com que a pele se espesse a fim de suportar a fricção sem desenvolver bolhas.

Consequências desse tipo de problema

O ressecamento excessivo dos pés pode ser um sinal de que as zonas ásperas , como os calcanhares e as pontas dos dedos podem se corromper, formando rachaduras que doem muito e dificultando caminhadas. Para evitar a dor, a pessoa evita encostar o ponto dolorido dos pés no chão, o que pode provocar até problemas de coluna.

Veja Mais:  Queiroga: CoronaVac deve ser usada apenas na faixa de 5 a 18 anos

Cuidado com o excesso de peso

Controlar o excesso de peso em bolsas ou mochilas no dia a dia é uma dica importante para evitar o aparecimento de rachaduras. Cinco quilos já representam significativa sobrecarga nos pés.

Como tratar o ressecamento

Use diariamente, após o banho, cremes especiais encontrados em farmácias que contenham em sua fórmula substâncias como ureia, ácido glicólico, ácido lático, ácido salicílico ou alantoína. Procure no rótulo do produto pelo menos um desses componentes. Em casos mais graves, envolva os pés após a aplicação do creme com um filme de PVC para uma maior absorção do produto. Você verá a diferença já na manhã seguinte.

8 dicas para aprender a usar meias de compressão

Relação entre sapatos e rachaduras

O salto alto concentra a pressão nas pontas dos pés, fazendo com que os dedos e a parte inferior da sola fiquem mais grossos, ásperos e ressecados. Por outro lado, as rasteirinhas e chinelos, ou sapatos sem salto, concentram o atrito nos calcanhares e, por isso, podem deixá-los ressecados e desenvolver rachaduras.

Se você usa salto alto diariamente, aproveite os momentos em que está em casa para usar chinelinhos. Mas se você é fã de rasteirinhas, use, de vez em quando, um saltinho médio. É interessante também o uso de sapatos com plataforma. Dessa forma, as chances do aparecimento de rachaduras são amenizadas.

Veja Mais:  Brasil tem 37,6 mil casos de covid-19 em 24h

Acompanhe mais conteúdos na revista ‘Cuidando da saúde’

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook

Saúde

SBD alerta para risco de diabetes gestacional e sequelas pós-parto

Publicado

Gestantes e o risco de ter diabetes
Reprodução: pixabay

Gestantes e o risco de ter diabetes

Um dos momentos mais especiais na vida de uma mulher pode se tornar um pesadelo se os cuidados devidos não forem tomados. Às vésperas do dia da gestante, comemorado nesta segunda-feira (15), a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) alerta para a diabetes mellitus gestacional, que afeta 18% das gestações no Brasil.

Condição temporária gerada pelas mudanças no equilíbrio hormonal durante a gravidez, a diabetes gestacional ocorre porque, em algumas mulheres, o pâncreas não funciona direito na gestação. Normalmente, o órgão produz mais insulina que o habitual nesse período para compensar os hormônios da placenta que reduzem a substância no sangue.

No entanto, em algumas gestações, o mecanismo de compensação não funciona, elevando as taxas de glicose.O problema pode causar complicações tanto para a mãe como para o bebê. No curto prazo, a doença pode estimular o parto prematuro e até a pré-eclâmpsia.

O bebê pode nascer acima do peso e sofrer de hipoglicemia e de desconforto respiratório. A diabetes gestacional normalmente desaparece após o parto, mas pode deixar sequelas duradouras. As mulheres com o problema têm mais chance de progredirem para a diabetes mellitus tipo 2.

As crianças também têm mais chances de desenvolverem a doença e de ficarem obesos. A doença pode acometer qualquer mulher. Como nem sempre os sintomas são identificáveis, a SBD recomenda que todas as gestantes pesquisem a glicemia de jejum no início da gestação e, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês). Elas também devem fazer o teste oral de tolerância à glicose, que mede a glicemia após estímulo da ingestão de glicose.As recomendações principais, no entanto, são o pré-natal e a alimentação saudável.

Veja Mais:  Noite em claro faz jovens acharem outras pessoas feias, diz estudo

Quanto mais cedo o obstetra diagnosticar a doença e iniciar o tratamento, menores as chances de a mãe e o bebê sofrerem alguma complicação no curto e no longo prazo. Além do controle das glicemias capilares, o tratamento da diabetes gestacional consiste num estilo de vida mais saudável, com atividade física e alimentação regrada. As refeições devem ser fracionadas ao longo do dia.

As gorduras devem dar lugar às frutas, verduras, legumes e alimentos integrais. Se não houver contraindicação do obstetra, exercícios físicos moderados também devem fazer parte da rotina.Na maior parte das vezes, esses cuidados dispensam a aplicação de insulina. Se, ainda assim, os níveis de glicose continuarem altos, o médico pode indicar a substância.

A SBD alerta que as mulheres diabéticas tipo 1 ou 2 que engravidam não são consideradas portadoras de diabetes gestacional porque essa doença só aparece após o início da gravidez. As mulheres com altos níveis de glicemia na gestação devem fazer um novo teste de sobrecarga de glicose seis semanas depois de darem à luz.

Em todo o mundo, o problema afeta cerca de 15% das gestações, segundo a International Diabetes Federation, o que representa 18 milhões de nascimentos por ano. No entanto, a prevalência varia conforme a região, indo de 9,5% na África para 26,6% no Sudeste Asiático. No Brasil, estima-se que a prevalência é de 18%.

Veja Mais:  República Democrática do Congo registra quase mil mortes por ebola

Para prevenir a doença, as mulheres devem prestar atenção a fatores de risco: história familiar de diabetes mellitus; glicose alterada em algum momento antes da gravidez; excesso de peso antes ou durante a gravidez; gravidez anterior com feto nascido com mais de 4 quilos; histórico de aborto espontâneo sem causa esclarecida; hipertensão arterial; pré-eclampsia ou eclampsia em gestações anteriores; síndrome dos ovários policísticos e uso de corticoides.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Monkeypox: Moraes será relator de pedido que cobra ação do governo

Publicado

O ministro do Supremo, Alexandre de Moraes
Reprodução

O ministro do Supremo, Alexandre de Moraes

O ministro do Supremo Tribunal (STF) Alexandre de Moraes foi sorteado como relator de ação em que o PSB solicita que o governo federal apresente um plano nacional para conter o avanço da varíola dos macacos (ou monkeypox) , baseado em critérios técnicos e científicos.

O partido também quer que a Corte autorize estados, municípios e Distrito Federal a determinarem a vacinação compulsória a pessoas de grupos de risco, além de exigir passaporte vacinal — caso semelhante ao da covid-19.

A legenda também pede que o governo não divulgue notícias falsas sobre a doença e nem aprove tratamentos sem aval da ciência. Além disso, pede medidas de prevenção à varíola dos macacos na população LGBTQIA+ que seria potencialmente mais vulnerável — até o momento, a maioria dos casos tem se concentrado em homens que fazem sexo com homens (HSH).

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental foi assinada pelo deputado federal Israel Batista (PSB-DF) na última quinta-feira. De acordo com o partido, há “inércia” do governo federal para o enfrentamento da doença, elevada à categoria de emergência em saúde pública pela Organização Mundial da Saúde (OMS) :

Veja Mais:  Uso de máscara em táxis e carros de aplicativo não é mais obrigatório

“Apesar da disseminação da varíola dos macacos, há total inércia por parte da União Federal sobre o tema, inexistindo, até o presente momento, um Plano Nacional eficiente e operacional, endossado por autoridades sanitárias e científicas, no intuito de coordenar esforços contra a potencial epidemia de Monkeypox. Aliás, frise-se que, nesse sentido, o Governo Federal determinou, inclusive, o fechamento da Sala de Situação para monitoramento da monkeypox ”, diz o texto.

Como O GLOBO mostrou no fim de julho, faltava gestão coordenada do governo federal para barrar a transmissão. Depois, o Ministério anunciou a compra de 50 mil doses de vacina e do antiviral tecovirimat para testes clínicos contra monkeypox por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), representante da OMS nas Américas.

Segundo o anúncio oficial da pasta, o primeiro lote, de 20 mil doses de imunizantes, deve chegar ao Brasil em setembro, tendo profissionais de saúde e pessoas que tiveram contato com infectados como públicos-alvo.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Estudo: experiências sexuais precoces levam a uma vida mais saudável

Publicado

Casal
Reprodução: pexels – 14/08/2022

Casal

Pessoas que iniciam sua vida sexual mais cedo são mais propensas a ter um melhor funcionamento sexual no futuro. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Toronto Mississauga, no Canadá, e vai de encontro a trabalhos anteriores que associam uma estreia sexual precoce a maior risco de desfechos negativos, que vão desde gravidez não planejada e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) até exploração e abuso sexual.

O diferencial do novo estudo foi analisar a estreia sexual em um sentido mais amplo da palavra para incluir outras estreias importantes além da relação sexual – incluindo primeiro contato sexual, primeira estimulação sexual e primeiro orgasmo. Eles também analisaram o impacto que essas experiências tiveram no funcionamento sexual futuro, que raramente havia sido abordado em pesquisas anteriores.

Os pesquisadores entrevistaram 3.139 adultos para saber quando tiveram relações sexuais, contato sexual, estimulação sexual e orgasmo pela primeira vez. Os participantes também foram questionados sobre sua história sexual nas quatro semanas anteriores – especificamente, se tiveram alguma dificuldade com orgasmos, desejo, excitação e satisfação sexual. A média do início da vida sexual entre os participantes do estudo foi de 17 anos.

Os resultados, publicados na revista científica Journal of Sexual Medicine, mostram que aqueles que tiveram um início sexual mais cedo tiveram menos dificuldades em muitos desses domínios e, portanto, uma função sexual mais saudável. Por outro lado, aqueles que atrasam essas experiências são mais propensos a enfrentar dificuldades sexuais no futuro.

Veja Mais:  Casos de leptospirose dispararam em Petrópolis após as chuvas

O estudo também descobriu que 93% desses participantes indicaram que já tiveram alguma experiência sexual antes de se envolver em relações sexuais – incluindo contato e estimulação sexual e orgasmo. A equipe também descobriu que exposições anteriores a algumas experiências, como o orgasmo, pareciam aumentar o interesse e a excitabilidade sexual.

No entanto, as mulheres tendiam a ter essas experiências anos depois dos homens – e seu atraso pode se refletir nas taxas mais altas de distúrbios de desejo sexual e de excitação em comparação com os homens.

Os pesquisadores evitaram definir o que é uma iniciação sexual “precoce”, porque isso pode ser definido de várias maneiras, incluindo antes do casamento, antes da idade de consentimento, antes da adolescência e até mesmo antes do desenvolvimento da prontidão sexual.

Diana Peragine, líder do estudo, espera que os resultados lancem uma nova luz sobre as primeiras experiências sexuais e os impactos positivos na saúde que esses eventos têm mais tarde na vida. Ela também espera que esta pesquisa possa informar melhor a educação sexual, em especial as vertentes que pregam abstinência.

“A educação apenas para abstinência enfatiza que nenhuma sexualidade é uma sexualidade saudável para adolescentes. Nossas descobertas não apenas contradizem essa visão, mas (indicam) que os esforços para retardar a atividade sexual podem acarretar um risco”, diz a pesquisadora. Ela complementa dizendo que a educação apenas para abstinência “pode ​​até ser prejudicial para a saúde sexual dos jovens a longo prazo – pelo menos no que diz respeito à capacidade de sexo funcional e saudável”.

Veja Mais:  Alimentação para turbinar o treino e ganhar massa muscular

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

ALMT – Campanha Fake News II

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana