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Rio inclui vacinação de gestantes sem comorbidades no Calendário Único

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Rio inclui vacinação de gestantes sem comorbidades no Calendário Único
Agência Brasil

Rio inclui vacinação de gestantes sem comorbidades no Calendário Único

A Secretaria estadual de Saúde (SES), em decisão conjunta com o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), incluiu a imunização de lactantes, gestantes e puérperas sem comorbidades contra covid-19 no Calendário Único de Vacinação do estado do Rio de Janeiro. A medida tem como objetivo garantir a uniformidade da vacinação no estado.

De acordo com o secretário de Saúde, Alexandre Chieppe, até o momento, não há qualquer contraindicação na vacinação de lactantes (mulheres que amamentam por até 12 meses).

“As mulheres não precisam interromper a amamentação para serem vacinadas. Também não há contraindicações para a doação de leite materno. A imunização de lactantes já está elencada no Plano de Operacionalização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde. Por isso, pactuamos a inclusão imediata desse grupo no Calendário Único de Vacinação do estado”, disse, em nota.

Seguindo as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, a SES incluiu ainda a vacinação de grávidas e puérperas sem comorbidade no cronograma de imunização. Entretanto, a vacinação deste público deverá ser condicionada à prescrição médica, após avaliação individualizada do médico.

As gestantes e puérperas com e sem comorbidades que ainda não tenham sido vacinadas contra a covid-19 deverão ser imunizadas com as vacinas da Pfizer ou CoronaVac. Aquelas que receberam a primeira dose da vacina Oxford/AstraZeneca deverão aguardar o término do período da gestação e puerpério (até 45 dias após o parto) para a administração da segunda dose do esquema vacinal.

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Hoje (19), a SES vai realizar a entrega de 325.620 doses de vacina contra covid-19 aos 92 municípios do estado. Serão distribuídas 194.220 doses de vacina da Pfizer para primeira aplicação e 131.400 da CoronaVac, divididas entre primeira e segunda aplicação.

Os municípios do Rio, Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí vão retirar os imunizantes na parte da manhã, na Coordenação Geral de Armazenagem da SES, em Niterói. Para os outros 87 municípios, a entrega será realizada por caminhões e vans que sairão a partir das 8h, com escolta da Polícia Militar.

Fonte: IG SAÚDE

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Brasil alcança a marca de 100 milhões de vacinados com a primeira dose

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Enfermeira enchendo seringa com vacina contra a Covid-19
Reprodução/Allan Phablo/PMM

Enfermeira enchendo seringa com vacina contra a Covid-19

O Brasil chegou a 100 milhões de pessoas imunizadas ao menos com a primeira dose da vacina contra a Covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 62% da população adulta já recebeu ao menos uma dose.

“Estamos cada vez mais próximos de chegar na nossa meta: até setembro, 100% dos adultos estarão vacinados com a primeira dose. E, até o final do ano, todos estarão imunizados”, afirmou o ministério, em nota à imprensa.

Ao mesmo tempo, o governo tem alertado a população sobre a importância da segunda dose. O ministério lançou no início de julho uma campanha para incentivar as pessoas que já tomaram a primeira dose a procurarem os postos de saúde para completar o esquema vacinal. Nas redes sociais, o ministério ressalta a importância de se vacinar:

O chefe da pasta, ministro Marcelo Queiroga defendeu que governo federal, estados e municípios devem reforçar a comunicação para estimular a procura das pessoas que já tomaram a primeira dose para que completem o ciclo dentro do prazo previsto.

Em evento em Presidente Prudente (SP), no início da tarde de hoje (31), Queiroga destacou o avanço da vacinação contra Covid-19 no país, e afirmou sua expectativa de cumprir a meta de vacinar todos os brasileiros acima de 18 anos até setembro.

Fonte: IG SAÚDE

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“Febre” na pandemia, oxímetro funciona menos em pessoas negras

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Oximitro
Reprodução: ACidade ON

Oximitro

O Reino Unido alertou neste sábado que os aparelhos usados em casa para medir os níveis de oxigênio no sangue de pacientes de covid-19 podem favorecer diagnósticos “equivocados” em negros.

Por meio de um comunicado oficial, o serviço de saúde do Reino Unido apontou que fez uma alteração em suas diretrizes para o uso dos oxímetros, após um estudo que advertia que os oxímetros aumentavam “às vezes” os níveis de oxigênio no sangue “de pessoas com a cor da pele mais escura”.

Os oxímetros de pulso, muito usados pelos próprios pacientes para monitorar um possível agravamento do quadro de coronavírus, funcionam por meio de uma luz que permite medir a quantidade de oxigênio no sangue.

Entretanto, ficou comprovado que alguns dados imprecisos podem atrasar uma hospitalização de um paciente. “Devemos tentar saber os possíveis limites de alguns equipamentos médicos, especialmente nos setores da população que apresentam um maior risco para esta doença”, disse o médico Habib Naqvi, diretor do Observatório da Raça e da Saúde.

“Isso inclui diversas comunidades de negros e asiáticos que usam os oxímetros de pulso para controlar seus níveis de oxigênio em casa”, enfatizou.

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Apesar do estudo, o Reino Unido segue recomendando o uso dos oxímetros. Além disso, aconselha aos pacientes que, em vez de observar a quantidade total de oxigênio, o paciente priorize as alterações significativas, já que isso permite “ver se os níveis de oxigênio diminuem, embora o oxímetro não seja totalmente preciso”.

Fonte: IG SAÚDE

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Minas Gerais deve iniciar testes em humanos de nova vacina contra Covid-19

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu oficialmente o pedido para realização de estudo fase 1 e 2 da vacina SpiNTec, desenvolvida em parceria entre a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Fundação Exequiel Dias (Funed). A solicitação foi enviada na sexta-feira.

Se autorizado, terá início os testes do imunizante em humanos. De acordo com a UFMG, as duas fases serão desenvolvidas concomitantemente e estão previstas para setembro. A primeira seria feita em 40 voluntários e tem o objetivo de avaliar a segurança da vacina, para identificar se ela provoca ou não efeitos adversos.

Já a fase 2, que vai reunir 150 a 300 voluntários, busca comprovar a capacidade imunogênica da vacina, isto é, de induzir a geração de anticorpos e células de defesa específicas contra o coronavírus.

De acordo com os procedimentos da Anvisa, a análise considerará a proposta do estudo, o número de participantes e os dados de segurança obtidos até o momento nos estudos pré-clínicos realizados em laboratório e animais.

Segundo a UFMG, os resultados em camundongos foram positivos, já que a vacina não gerou efeitos colaterais adversos detectáveis e demonstrou a capacidade de produção de anticorpos tanto para proteína S, na qual ocorre a maioria das mutações do coronavírus, quanto para a N. Além disso, foram identificadas respostas protetoras de linfócitos T.

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A expectativa é que a Spintec esteja disponível em 2022, quando toda a população já tiver recebido duas doses de vacina. O objetivo é que a vacina reforce a imunidade das pessoas contra o coronavírus.

Fonte: IG SAÚDE

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