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Santa Casa de Rondonópolis é contemplada com radioterapia

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Foto: Samantha Anjos

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) conheceu as estruturas do setor de radioterapia, que está em fase de implantação na Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis (MT), por meio do Ministério da Saúde, na segunda-feira (23), sendo recepcionado pela superintendente da entidade filantrópica, Bianca Talita Franco. Essa nova área contará com estrutura moderna e capacidade de atendimento para 1 milhão de habitantes.

Com investimentos de cerca de R$ 7 milhões por parte do Ministério da Saúde, em contrapartida, a Santa Casa entrará com as mobílias – as obras da radioterapia foram iniciadas no ano passado e estão em processo construtivo bastante avançado, segundo Bianca, que cogita a possiblidade do funcionamento nos próximos meses. “É um projeto idealizado entre os anos de 2013 e 2015, nós fomos contemplados pelo Ministério da Saúde, com um projeto de expansão. É um trabalho impecável do governo federal e das construtoras. Não é só uma unidade de radioterapia, nosso objetivo engloba serviços de oncologia pediátrica, hematologia, tudo que é necessário para a Santa Casa”, explica a superintendente.

Expectativas – Uma das pretensões futuras de Bianca é consolidar o setor de radioterapia, como um Hospital do Câncer e, também, Hospital Universitário – com apoio dos Ministérios da Saúde e Educação e a força política de Mato Grosso. “Vamos trabalhando para consolidar. As universidades acontecem ali dentro, formar mais médicos, atender mais pacientes e aumentar a oferta para o SUS (Sistema Único de Saúde). É importante para a região, o hospital escola ser aplicado dentro da Santa Casa. Formar especialistas vai ser um diferencial do estado, pois vamos formar profissionais e oferecer uma mão de obra qualificada”, posiciona.

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Já as expectativas com a radioterapia, conforme a superintendente, é promover e oferecer serviços de qualidade e acessível para a população das regiões sul e sudeste de Mato Grosso. “Consolidar essa região de Mato Grosso como unidade de oncologia avançada dentro do estado, levando Rondonópolis em nível de excelência no Brasil, através da nossa radioterapia e outras atividades desenvolvidas aqui dentro”, declara.

O deputado Claudinei conheceu todas as instalações e estrutura da unidade de radioterapia. “Realmente, a gestão da Santa Casa está de parabéns, em buscar inovar e garantir avanços no setor da saúde para proporcionar um atendimento de excelência para a população das regiões sul e sudeste de Mato Grosso”, ressalta o parlamentar.

Entidade – A Santa Casa Rondonópolis é referência por atender 19 municípios da região sul de Mato Grosso. A entidade filantrópica foi fundada em 1971 e, atualmente, oferece serviços de atendimento adulto e infantil, realiza diversos tipos de cirurgias e serviços de diagnóstico (raio-x, tomografia e ultrassonografia).

Fonte: ALMT

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Ipiranga do Norte avança com a recuperação asfáltica entre Itanhangá e Lucas do Rio Verde

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O benefício atende duas indicações do deputado Delegado Claudinei pela Secretaria de Estado de Infraestrutura de MT

Pavimentação da MT-010 de Ipiranga do Norte no sentido à Lucas do Rio Verde (Créditos da Foto: Mayke Toscano Secom-MT)

A Secretaria de Estado de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra) atendeu duas indicações do deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) para melhorias na malha viária de importantes rodovias de Ipiranga do Norte (MT). O parlamentar havia apresentado as proposições de n.º 4.670/2019 e n.º 4.669/2019 que, respectivamente, apontaram a necessidade da pavimentação asfáltica de 25 km da MT-010 até o entroncamento com a MT-484, entre o município à Lucas do Rio Verde (MT) e de 15 km restantes da MT-242 até Itanhangá (MT).

“Ipiranga do Norte é uma cidade que tem importantes atividades econômicas como a pecuária e a agricultura. As pavimentações asfálticas destas vias vão favorecer aos produtores e, quem sabe, despertar o interesse de empresários para investir nesta região que, consequentemente, vai contribuir e muito para o desenvolvimento socioeconômico. Também, essa adequação na estrada vai dar mais segurança e garantir a integridade física dos usuários dos trechos”, posiciona Claudinei.

Asfalto

Conforme o presidente diretor da União dos Conselhos Comunitário de Segurança (Conseg) de Mato Grosso, Nei Alves Pereira, essas demandas foram encaminhadas por ele ao deputado, pois acreditava na atenção do parlamentar com a região. “Cheguei a ver o movimento das obras. As dificuldades enfrentadas, eram por causa das chuvas, prejudicava a situação dos produtores. O deputado fez as indicações para resolver a situação. Com certeza, a população de Ipiranga do Norte agradece a ele e o governo estadual por este asfalto, se não a gente continuaria atrasados. Hoje, aqui, tudo, é escoamento de soja e grãos, onde é a maior forma de virar renda no estado de Mato Grosso”, comenta.

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As obras de pavimentação asfáltica contaram com Termo de Cooperação Técnica firmado entre o governo estadual e a prefeitura de Ipiranga do Norte. Deste município à Lucas do Rio Verde foram recuperados cerca de 22 km e de Itanhangá foi de aproximadamente 60 km, com investimento de R$ 9,2 milhões.

“Fico feliz de ter participado destas entregas, de tantas outras, e estradas importantes. Estamos fazendo muito pela infraestrutura do Estado, temos um grande volume de obras, mais de mil quilômetros sendo asfaltado. Vamos continuar trabalhando muito, pois temos muito a fazer, vamos entregar muito mais”, diz o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes que esteve no último mês de dezembro na região.

“O povo do município está muito feliz com este resultado. Isso vai favorecer bastante para novos investimentos futuros. Chegada dos asfaltos, o município tem tudo para se desenvolver. Foi bom para toda a sociedade de Ipiranga do Norte, porque agora todo mundo vai poder deslocar até Lucas do Rio de Verde e Itanhangá para fazer as suas obrigações que precisa”, conclui Nei.

Região – Localizado há cerca de 469 km da capital Cuiabá, Ipiranga do Norte conta com cerca de 6.630 habitantes, possui 500 mil hectares de lavoura e a ocupação territorial de aproximadamente 3.460 km², de acordo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Max Russi quer fiscalização forte no Chacororé

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Foto: JOSÉ MARQUES

Após discutir o futuro da Baía do Chacororé, em Barão de Melgaço, com o governo do estado, o primeiro-secretário da Assembleia, deputado Max Russi (PSB) liderou uma comitiva de parlamentares e representantes dos executivo e judicário, na última quinta-feira (14), para acompanhar ‘in loco’ o local de desova e reprodução de peixes da região, que está completamente seco e em estado crítico. A baía é alimentada pelo Rio Cuiabá.

O parlamentar e a comitiva estiveram em Chacororé e constataram que parte considerável precisa de ações emergenciais. A abertura de novas passagens de água é uma delas. Outro assunto discutido foi em relação aos corixos (canais que ligam as águas de baías, lagoas, alagados etc. com os rios próximos), que precisam ser desobstruídos, além da limpeza e recuperação de diversos pontos.

“A situação está crítica. A baía secou, diminuiu mais da metade do seu tamanho, totalmente raso e nós precisamos tomar providências. Tivemos uma reunião ontem (13) com o governo, Sinfra, Casa Civil, Sema, prefeituras de Barão de Melgaço e Santo Antônio de Leverger e Câmaras Municipais, pantaneiro e demais órgãos. Agora, precisamos unir forças para criar estratégias, criar um grande movimento e preservar o nosso pantanal. Aqui é o berço do pantanal, nosso ecossistema e precisa ser bem cuidado, por isso estamos aqui nessa comitiva lutando pelo meio ambiente, em defesa no nosso pantanal”, observou.

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Durante a visita à Chacororé, a prefeita Margareth de Munil fez um apelo aos deputados e demais autoridades e expôs a precariedade que o município enfrenta para cuidar da Chacororé. “É uma calamidade pública que se instalou em Barão de Melgaço, Santo Antônio, em nosso pantanal. Estamos em um período de cheia, imagina o período de seca. Por isso eu conclamo as autoridades presentes que ajudem, nos apoiem. Nossa prefeitura está sucateada, não temos nem máquina para andar. Não temos nem como buscar recursos. É complicado você pegar uma máquina e não ter como andar. Peço ajuda do governador, dos deputados e da nossa prefeita vizinha em Santo Antonio. Precisamos unir forças, precisamos de apoio”, desabafou em discurso emocionado.

Na ocasião, o deputado Max chamou a atenção das autoridades presentes para que a reunião não fique apenas em fotos e vídeos, mas em ação que mude a realidade da região. Segundo o primeiro-secretário da Assembleia, além do ecossistema afetado, existe ainda a preocupação com o social, já que centenas de famílias residem próximas à baía. O deputado adiantou que irá falar com o governador Mauro Mendes (DEM), para que o secretário Marcelo Padeiro (Sinfra) e Maurem Lazzaretti (Sema), acelerem os trabalhos para que a seca não se arraste pelos próximos anos.

“O grupo dos deputados está empenhado em cobrar do Palácio Paiaguás uma posição para organizar uma solução rápida para essa situação. Isso aqui vira mídia nacional e internacional negativa para nós. O que adianta ser líder de exportação e plantação, mas não resolver o problema do Pantanal? Nada. Então vamos acelerar esse processo, para recuperar a natureza da Baía de Chacororé”, alertou Max Russi.

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Fonte: ALMT

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Comissão de Meio Ambiente da ALMT fará reunião extraordinária para definir ações na Baía de Chacororé

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Foto: JOÃO RIBEIRO / Gabinete do deputado Carlos Avallone

A Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa realiza na segunda-feira (18) às 10h, uma reunião extraordinária com representantes das secretarias de Meio Ambiente e de Infraestrutura do estado, para definir detalhes do plano de ações deflagrado pelo governo para a recuperação da Baía de Chacororé, em Barão de Melgaço. Segundo o presidente da Comissão, deputado Carlos Avallone (PSDB), a reunião será importante para detalhar as intervenções imediatas e a médio prazo para elevar o nível da água através da desobstrução dos cursos d’água que alimentam a baía. 

Na manhã desta sexta-feira (15), representantes do executivo e legislativo realizaram uma visita técnica na região da baía de Chacororé, dando sequência às providências que começaram a ser discutidas na última quarta-feira, durante reunião dos deputados Avallone e Allan Kardec (PDT) com a secretária Mauren Lazzaretti (Sema), o secretário Marcelo Oliveira (Sinfra), o professor e engenheiro Rubem Mauro Palma de Moura e técnicos governamentais.

O engenheiro Rubem Mauro Palma de Moura, assessor especial da Comissão de Meio Ambiente da AL, participou da visita e acredita que este trabalho estritamente técnico vai agilizar os encaminhamentos práticos para resgatar o fluxo hídrico e assegurar a biodiversidade na região. Ao lado dos técnicos da Sema e Sinfra, o assessor percorreu a região da baía de Chacororé, onde foram identificados os pontos que necessitam de abertura para a passagem da água,  além da reconstrução de diversas barragens que mantêm a planície alagada.

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O superintendente de Execução e Fiscalização de Obras da Sinfra, engenheiro Zenildo Pinto de Castro Filho, que representou a secretaria na visita técnica, disse que foram identificadas as pontes a serem reformadas e os principais corixos (canais que ligam as águas de baías, lagoas, alagados etc. com os rios próximos) que precisam ser desobstruídos, além da limpeza e recuperação desses locais. 

O Adjunto da Sema, Alex Marega, que está substituindo a secretária Mauren durante as férias, disse que durante a visita técnica foram identificados problemas como o baixo nível da entrada  da água na baía no início do rio Chacororé, além de desmatamentos em APPs (áreas de proteção ambiental), barragens construídas no leito do rio e outras irregularidades. Ele disse que a Sinfra vai desobstruir os cursos d’água e a fiscalização ambiental da Sema notificará os responsáveis pelos crimes ambientais.

Os corixos Caiçara e da Uva, por exemplo, são importantes para assegurar a entrada da água do rio Cuiabá e abastecer a baía. Para o ribeirinho Mário de Oliveira, pescador na região, a baía é fundamental para a sobrevivência de milhares de pantaneiros que vivem da pesca e também para o turismo. “Chacororé é nosso presente e nosso futuro, é onde os peixes desovam e se criam, então é importante que esteja preservada”, disse. 

A comitiva oficial também vistoriou o trecho da rodovia MT-140, entre Porto de Fora e o Morro do Meio, para a definição de quais estruturas terão que ser instaladas para a passagem da água, a fim de melhorar o escoamento rumo à baía.

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“Na visita técnica já foram identificadas as ações emergenciais que podem ser feitas agora, no período das chuvas, e as demais ações que integram o planejamento da Sema serão executadas no período de seca”, informou o presidente da Comissão de Meio Ambiente, Carlos Avallone. Um dia antes, na última quinta (14),  deputados visitaram o local. Leia mais aqui.  

A reunião extraordinária da Comissão de Meio Ambiente na segunda-feira terá como convidados o secretário da Sinfra, Marcelo de Oliveira, o secretário Adjunto Executivo da Sema, Alex Santos Marega e o assessor especial da Comissão, engenheiro Rubem Mauro Palma de Moura. Além do presidente Carlos Avallone, integram a comissão o vice-presidente deputado Silvio Fávaro (PSL), e os membros titulares Dilmar Dal Bosco (DEM), Xuxu Dal Molin (PSC) e Lúdio Cabral (PT).

Limpeza de áreas rurais – O deputado Avallone destacou outro avanço ambiental concretizado esta semana, depois de meses de interlocução com o governo: o decreto que regulamentou os procedimentos para a limpeza de áreas em imóveis rurais no Pantanal. As novas regras eram reivindicadas pela comunidade pantaneira há mais de 12 anos e vão garantir, de maneira sustentável, a recuperação financeira da população pantaneira e a economia regional que no ano passado foi fortemente afetada pelos incêndios florestais.

Pela normativa, o manejo da vegetação visando a pecuária extensiva, só será permitido mediante autorização da Sema. Além disso, o uso de fogo para manejo direto da vegetação campestre ou para remoção de coivaras e leiras de material lenhoso já removido, exigirá uma autorização especial e deverá atender às medidas definidas pela Sema, obedecendo ao período proibitivo de uso do fogo.

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Fonte: ALMT

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