Saúde

Saúde municipal realiza campanha para doação de agasalhos em SP

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Campanha do agasalho
Divulgação: Polícia Civil PR

Campanha do agasalho

Com o objetivo de reduzir os riscos e impactos da estação mais fria do ano, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) realiza uma campanha para receber roupas, calçados e cobertores para doação em todas as suas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas.

Para colaborar, basta o cidadão levar os itens a serem doados aos pontos de coleta. As peças arrecadadas serão encaminhadas às comunidades do entorno das unidades, como igrejas, centros comunitários e associações de bairro, além dos Centros de Atenção Psicossociais (Caps), Unidades de Referência à Saúde do Idoso (Ursis) e do programa Consultório na Rua (CnR).

A iniciativa contempla e intensifica as ações da Operação Baixas Temperaturas (OBT), plano de contingência intersecretarial que garante a proteção de milhares de pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade na capital paulista.

De acordo com a secretária-executiva de Atenção Básica, Especialidades e Vigilância em Saúde da SMS, Sandra Sabino Fonseca, a iniciativa faz parte do cuidado integral da SMS para com com a população.

“Portas de entrada no SUS na capital, as UBSs estão em todas as regiões da cidade e podem ser pontos estratégicos de arrecadações de agasalhos para distribuirmos às pessoas mais carentes. Pedimos que quem tiver roupas, cobertores e calçados em boas condições e puder doar, leve à UBS mais próxima. Precisamos somar esforços para acolher e aquecer quem mais precisa”, afirma.

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Os endereços dos pontos de doação podem ser encontrados nos links: UBSs

https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/2022_06_24_Lista_UBS_Vacinacao_COVID19.pdf

AMAs/UBSs Integradas

https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/2022_06_24

Agasalhos para pets

A SMS, por meio da Coordenadoria de Saúde e Proteção ao Animal Doméstico (Cosap), também promove uma campanha de arrecadação de agasalhos para cães e gatos da população de rua.

As doações podem ser levadas à Cosap, das 6h às 22h, na portaria 1, localizada na rua Santa Eulália, 86, e na portaria 2, que fica na avenida Santos Dumont, altura do número 637.

“É uma ação conjunta que visa atender à população que tanto precisa e seus grandes companheiros. O frio castiga também os animais. Daí a importância dessa campanha”, afirma Analy Xavier, coordenadora da Cosap.

A distribuição dos agasalhos dos pets é feita durante a OBT. Além disso, a Cosap faz aplicação de vacina e vermífugo nos animais, atendimentos clínicos, e em casos mais graves há encaminhamento para um dos hospitais veterinários públicos.

Fonte: IG SAÚDE

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Cachorro é diagnosticado com varíola dos macacos na França

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Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório
Reprodução/NIAD 13.08.2022

Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório

Um cachorro foi infectado pela varíola dos macacos na França. Um estudo publicado na revista científica “The Lancet” apresentou o caso e informou que o animal provavelmente contraiu a doença de seus donos, que também testaram positivo para o vírus.

Os tutores do cachorro são um casal homossexual que não tem uma relação monogâmica, ou seja, tem um relacionamento aberto. O animal dormia com os donos e começou a ter as lesões cutâneas 12 dias após o casal. Os sintomas foram feridas no abdômen e uma ulceração anal fina.

Segundo os cientistas, o animal macho de quatro anos de idade foi realmente infectado pelo vírus dos donos. A análise deu 100% de compatibilidade com o vírus dos humanos.

Além do cachorro, apenas animais selvagens (roedores e primatas) foram vetores de transmissão do vírus monkeypox e, até então, o vírus não havia sido identificado em um animal doméstico.

Segundo a Lancet, os donos não deixaram que o cão tivesse contato com outros animais ou pessoas desde quando eles testaram positivo para a varíola.

O estudo concluiu que “a cinética do início dos sintomas em ambos os pacientes e, subsequentemente, em seu cão sugere a transmissão do vírus da varíola do macaco de humano para cão”.

“Nossas descobertas devem estimular o debate sobre a necessidade de isolar animais de estimação de indivíduos positivos para o vírus da varíola do macaco”, finalizam os cientistas.




Fonte: IG SAÚDE

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Anvisa desobriga uso de máscaras em voos e aeroportos

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Obrigatoriedade de máscaras é retirada pela Anvisa
Reprodução: Flickr – 17/08/2022

Obrigatoriedade de máscaras é retirada pela Anvisa

Em vigência desde 2020, a obrigatoriedade do uso de máscaras em aeroportos e aeronaves foi retirada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), nesta quarta-feira (17). O uso da medida não farmacológica, no entanto, segue sendo recomendado nesses ambientes.

A retirada da obrigatoriedade será aplicada assim que a resolução da Anvisa for publicada no Diário Oficial da União. A votação dos diretores da agência para a retirada da medida foi unânime.

“Diante do atual cenário, o uso de máscaras, adotado até então como medida de saúde coletiva, é convertido em medida de proteção individual”, diz o documento da Anvisa.

Segundo a agência, o cenário atual da  Covid-19 no país permite que algumas medidas sanitárias sejam atualizadas, como o uso obrigatório das máscaras. Contudo, o órgão de saúde enfatiza que o uso de máscaras e o distanciamento físico são medidas eficientes para a não transmissão da doença e continuarão a ser recomendadas.

Medidas ainda em vigor:

  • Desembarque por fileiras

  • Álcool em gel nos voos

  • Higienização dos aviões

  • Sistemas de filtros de ventilação

Segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), aais de 680 mil pessoas já morreram por Covid-19 no Brasil. Os casos confirmados já passam dos 35 milhões. No mundo, já ocorreram 6,4 milhões de óbitos e 590 milhões de casos.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Transmissão da varíola dos macacos pode ser assintomática – diz estudo

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Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório
Reprodução/NIAD 13.08.2022

Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório


Um relatório publicado na revista científica Journal of Emerging Infectious Diseases, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), relata o caso de um homem de 20 e poucos anos diagnosticado com a varíola dos macacos sem contato recente com outras pessoas que apresentaram sintomas ou tiveram confirmação para a doença, nem mesmo sexual.

Nesta semana, um outro estudo publicado no periódico Annals of Internal Medicine, que testou 200 pacientes num hospital na França, já havia encontrado que, de 13 pessoas infectadas, 11 não desenvolveram sinais da doença depois. As evidências intrigam especialistas, que investigam a possibilidade de o vírus monkeypox estar sendo transmitido de forma assintomática, isto é, por pessoas que não sabem que contraíram a doença por não manifestarem os sinais.

As informações vêm na contramão do perfil da maioria dos casos registrados no surto atual. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 91% dos eventos de disseminação do vírus são relacionados a encontros sexuais. O contato prolongado pele com pele já era de fato considerado a principal forma de contaminação. Porém, normalmente era associado à interação com as lesões provocadas pelo vírus, o que não é o caso do paciente relatado nos EUA.

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O homem não tinha histórico de relações sexuais nos últimos três meses, e contou ter presenciado locais fechados apenas durante viagens em aviões e trens. O mais próximo de contato de pele com outras pessoas foi 14 dias antes de os sintomas aparecerem, quando o paciente foi a um show.

“Ele disse que muitos participantes estavam usando blusas e shorts sem mangas. Ele usava calças e uma blusa de manga curta. (Porém), ele não notou nenhuma lesão de pele em ninguém presente, nem notou ninguém que parecia doente”, diz o relatório.

Além disso, outra característica fora do comum no caso é que o infectado não apresentou sintomas além das erupções cutâneas, nem mesmo febre ou inchaço dos linfonodos. As lesões foram relatadas no peitoral, nas costas, nas mãos e no lábio, mas não nas regiões genitais – área que tem sido associada à contaminação durante encontros sexuais, comprovando que o meio não foi o de transmissão.

“Este caso destaca a distinção das manifestações clínicas, pois indica possíveis rotas de transmissão durante o surto de varíola dos macacos em 2022. O caso destaca o potencial de propagação em aglomerações, o que pode ter implicações para o controle da epidemia”, escreveram os pesquisadores.

Isso porque as lesões na pele e o contato com elas eram considerados os principais sintomas e vias de contaminação da doença. Porém, no caso, o homem teria sido contaminado por alguém que não apresentou erupções ou que ao menos não esteve em contato com ele. Há a possibilidade de o vírus permanecer em superfícies, como lençóis e toalhas, porém os casos do surto atual não têm sido associados a esse modo de contaminação.

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Um outro estudo, publicado na revista científica British Medical Journal (BMJ), conduzido por cientistas do Reino Unido, já havia analisado 197 pacientes e chamado atenção para a possibilidade de transmissão entre pessoas sem sintomas. Uma das conclusões do trabalho foi de que apenas 25% dos infectados relataram ter tido contato com uma pessoa que teve a doença confirmada, “levantando a possibilidade de transmissão assintomática ou paucissintomática (que apresenta poucos sintomas)”.

“A compreensão dessas descobertas terá grandes implicações para o rastreamento de contatos, conselhos de saúde pública e medidas contínuas de controle e isolamento de infecções”, defenderam os autores.

Além disso, o estudo francês publicado nesta semana testou 200 pessoas e, das 13 que tiveram o resultado positivo, 11 foram casos de pacientes infectados pelo monkeypox sem manifestações clínicas. Esse é também um indicativo da possibilidade de haver casos da doença assintomáticos – e potencialmente transmissíveis. Porém, mais estudos são necessários para compreender melhor as especificidades da disseminação incomum do vírus pelo mundo.

Fonte: IG SAÚDE

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