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Sem álcool, cientistas no Canadá criam primeira cerveja de maconha

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Entre os ingredientes da cerveja de maconha estão talos, caules e raízes da cannabis; processo retira todo o álcool
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Entre os ingredientes da cerveja de maconha estão talos, caules e raízes da cannabis; processo retira todo o álcool

Cerveja sem álcool, mas capaz de alterar o estado de consciência do consumidor. É isso que cientistas em um pequeno laboratório em Ontário, no Canadá, estão criando. Sem glúten, o novo tipo de cerveja utiliza o tetraidrocanabinol, o conhecido THC da maconha. As técnicas de fermentação da cerveja de maconha são as mesmas das cervejas tradicionais, mas entre os ingredientes estão talos, caules e raízes da cannabis.

Dooma Wendschuh, fundador da start-up Province Brands, explica que já existe cerveja de maconha no mercado, mas elas utilizam apenas a infusão de óleos. Ele pretende criar a primeira cerveja produzida a partir da maconha. Com a legalização da droga no Canadá, Wendschuh que é natural de Miami, nos EUA, se mudou para Toronto em 2016.

 Da mesma forma que aconteceu em Colorado, analistas esperam um aumento nos negócios de produtos relacionados com a planta, principalmente alimentos. Wendschuh quer conquistar uma fatia desse mercado com uma alternativa à cerveja.

Segundo uma entrevista de Wendschuh ao jornal britânico The Guardian, a ideia surgiu de uma pergunta. “Podemos criar algo que possa exercer o papel que o álcool exerce na nossa sociedade usando esta mudança monumental que está acontecendo em nosso mundo agora?” contou.

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No início, as primeiras experiências fizeram a empresa duvidar se seria possível criar uma cerveja sem álcool a partir da maconha. “As bebidas que estavam saindo tinham gosto horrível. Tinham gosto de brócolis podre”, disse Wendschuh.

Com a ajuda de um químico, eles conseguiram balancear as quantidades de lúpulo, leveduras, água e maconha. Todo álcool produzido durante a fermentação é removido. O objetivo é criar uma cerveja que, quando consumida, seja equivalente a uma dose de álcool. Até agora, a start-up conseguiu concentração de 6,5 miligramas de THC.

“O sabor é seco, menos doce que uma cerveja típica. A cerveja bate muito rápido, o que não é comum para alimentos de maconha”, avaliou o empreendedor.

A empresa planeja investir 50 milhões de dólares canadenses na construção da primeira cervejaria de maconha do mundo. Como ela é produzida a partir de talos, caules e raízes da cannabis, oferece uma alternativa comercial para os rejeitos da indústria atual, que aproveitam as folhas e flores.

Wendschuh acredita que seu produto será mais seguro e saudável que o álcool, mas alerta para os riscos do consumo indiscriminado da maconha. “A maconha não faz bem e nossas cervejas não farão bem para você. Não se deve bebê-las cinco vezes por dia, nem tê-la como a primeira bebida da manhã”, recomendou.

Cerveja de maconha e a legalização da droga

Cerveja de maconha: comidas que incluem maconha em sua receita não estarão disponíveis imediatamente
Maj. Will Cox/Georgia Army National Guard

Cerveja de maconha: comidas que incluem maconha em sua receita não estarão disponíveis imediatamente

Em junho, o Canadá aprovou o projeto de lei que legaliza o uso recreativo da maconha em nível nacional. A descriminalização da cannabis, nome científico da maconha, passou no senado canadense com 52 votos a favor contra 29 votos contrários.

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Assim, o país se torna o segundo do mundo a legalizar a maconha – antes, o Uruguai já havia aprovado projeto parecido. Os canadenses poderão, enfim, comprar e consumir legalmente a maconha a partir de setembro. Entre os países do G20, grupo das nações mais ricas do mundo, o Canadá é o primeiro a adotar tal medida.

O projeto determina que a maconha será comercializada na internet por produtores federais licenciados. Usuários da planta poderão cultivar até quatro mudas da em casa, e adultos poderão portar até 30 gramas de cannabis em público.

Já as comidas que incluem maconha em sua receita não estarão disponíveis imediatamente, pois o governo precisará de tempo para estabelecer regulações específicas para esses produtos, como é o caso da cerveja de maconha.
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Credo, que delícia? Carne fake feita em impressora 3D promete sabor de verdade

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IstoÉ Dinheiro

hamburguer fake do Burguer King
Divulgação/Burger King

Burger King e outras grandes redes de fast food como McDonald’s e KFC já apostam em carnes fakes

Reportagem da Bloomberg mostra o novo desafio das empresas do segmento das fakemeats , as ‘carnes’ que não têm origem animal e imitam o sabor, o aroma, a cor e a textura de carnes de origem animal. Bem, esse é o problema. Elas imitam mesmo?

Para muitos, ainda não, e a solução estaria no segmento de impressoras 3D . A reportagem vai até o laboratório da Redefine Meat, em Israel, uma startup em que engenheiros e pesquisadores de alimentos estão obcecados para chegar à carne fake perfeita.

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Uma resposta de bilhões , já que redes globais como Burger King, KFC, McDonalds e Subway já embarcaram na onda.

A Redefine está construindo uma impressora 3D que, segundo ela, produzirá um bife de origem não animal tão gordo, suculento e perfeitamente carnudo que até o carnívoro mais dedicado não saberá a diferença.

“Todas as alternativas de carne fake hoje são basicamente uma massa homogênea de carne”, disse à Bloomberg Eshchar Ben-Shitrit, CEO da Redefine Meat. “Se você imprimir em 3D, poderá controlar e melhorar a textura e o sabor ”.

Empresas iniciantes como Redefine Meat e seus patrocinadores dizem que a impressão 3D promete proporcionar aos clientes a mesma experiência sensorial que comer um verdadeiro osso T ou assado de alcatra.

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A tecnologia envolve o desenvolvimento de um design que pode ser impresso inúmeras vezes. Primeiro, o software de computador proprietário cria um modelo detalhado de um bife, incluindo músculo, gordura e sangue, com base no corte que ele estiver imitando.

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Esse modelo é então transmitido para uma impressora carregada com “tintas” à base de plantas. Aperte o botão Iniciar e sai um “bife”.

Mudanças climáticas e preocupações com a saúde levam cada vez mais legiões de consumidores a produtos como os fabricados pela Beyond Meat e Impossible Foods, startups americanas tidas como pioneiras no segmento das carnes fake.

Imitar um corte real de carne se mostrou muito mais desafiador do que se imaginava. Isso ocorre porque replicar a sensação na boca e o apelo visual de um lombo suculento é muito mais difícil do que produzir um objeto starndard como um par de sapatos, por exemplo.

Outra startup que apelou ao 3D é a de Giuseppe Scionti, fundador da Novameat Tech, empresa espanhola. “Um bife é o santo graal da carne à base de plantas”.

E encontrar essa resposta vai mexer num segmento que já gira US$ 14 bilhões em vendas anuais em todo o mundo, de acordo com o Barclays, e crescerá para US$ 140 bilhões em dez anos. Dan Altschuler Malek, sócio-gerente da Unovis Partners, que administra o New Crop Capital, um fundo de risco que investe em negócios alternativos de proteínas, concorda.

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À Bloomberg ele disse que há já muitos hambúrgueres de carne fake no mercado. “Quando surgirá o filé? Quando vai ter o lombo?”

Projetar uma textura realista é crucial. Ele vai além do sabor e afeta atributos como sensação na boca, na mastigação, e a sensação de vários gostos em uma única mordida. Isso significa que os engenheiros enfrentam a difícil tarefa de recriar com precisão camadas finas de fibras musculares e gorduras.

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Scionti, da Novameat Tech, empresa que recebeu aporte da New Crop Capital, diz que a receita não é simples: “Você precisa criar ao mesmo tempo o sabor, a textura e a aparência da carne fibrosa, todo o tecido muscular”.

Tanto a israelense Redefine Meat quanto a espanhola Novameat dizem que fornecerão aos clientes, incluindo restaurantes, distribuidores de carne e varejistas, impressoras e cartuchos .

Para o protótipo de bife impresso em 3D da Novameat, apresentado pela primeira vez no Mobile World Congress, em Barcelona, ​​em fevereiro, os ingredientes incluíam arroz, ervilhas e algas marinhas.

A aparência do bife não foi das melhores… Scionti diz que o foco estava na textura e que agora ele está aperfeiçoando a aparência e, em seguida, se concentrará no sabor . Uma nova versão deve estar disponível em 2021. Ele espera construir uma gigantesca máquina produtora de bife pronta para uso industrial em 2022.

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A Redefine Meat planeja apresentar seus bifes à base de plantas ao público no primeiro trimestre de 2020, e está particularmente focada na gordura . O CEO Ben-Shitrit diz que o sucesso futuro da imitação de carne depende de obter o pedaço certo. “Gordura é sabor, gordura é textura”, diz ele.

“Você precisa ter esse jogo entre as fibras musculares .” Outro problema, quando se chegar à equação aparência-textura-sabor-aromas, será ganhar escala.

A impressora da Redefine Meat pode entregar cinco bifes de 200 gramas em uma hora. A empresa espera acelerar esse processo para 10kg por hora até o final de 2020.

Como os ingredientes utilizados na Novameat são relativamente baratos, Scionti diz que tem certeza de que em alguns anos seu bife será mais barato que o real — no caso brasileiro isso não anda difícil.

Imprimir um bife de 200 gramas custa agora US$ 4 , mas ele acredita que caia para US$ 2 até o final do próximo ano, usando uma máquina de produção que custa US$ 15.000.

“A proteína vegetal é mais eficiente para produzir do que a proteína animal”, diz Scionti. “Nos próximos anos, temos certeza de que podemos ser competitivos e ainda mais baratos que a carne normal”.

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Homem tem relacionamento com fantasma há dois anos e diz que “sexo é incrível”

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Gary DeNoia, de 35 anos, de New Jersey, nos Estados Unidos, passou a ter um relacionamento com Lisa depois que a viu em um restaurante enquanto jantava sozinho. A única questão é que ela é nada mais nada menos do que um fantasma . Em entrevista ao Daily Star , ele conta que não se assustou quando a viu.

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Gary DeNoia
Reprodução/DailyStar

Gary DeNoia, de 35 anos, de New Jersey,, passou a ter um relacionamento com Lisa, que é um fantasma

Juntos há dois anos, Gary afirma que a vida sexual deles é ótima. “É difícil de explicar, mas o sexo é incrível. Em primeiro lugar, é mais frio, devido à falta de calor corporal. No entanto, eu a sinto através das vibrações. A conexão que tenho com Lisa quando estamos transando é muito mais forte do que já tive com uma mulher viva. O desejo sexual dela é alto”, ressalta.

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Agora, em época de fim de ano, o homem diz que irá visitar seus pais durante as férias, mas que Lisa ficará em casa. “Ainda não estou pronto para apresentá-la para eles”, pontua. “Ela entende, mas certamente pressiona nossa relacionamento . Ela quer conhecer meus pais, mas acho que não vão reagir bem”, continua.

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O plano é conseguir dar esse passo no Ano-Novo. “Espero que até lá eu esteja mais confortável”, pondera. Sobre os amigos, Gary já passou a apresentar Lisa, mas nem todos reagiram de forma positiva. “As pessoas ficam confusas ou acham que eu estou brincando. Mas, quando percebem que estou feliz, eles dão apoio”, ressalta.

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Pai se surpreende ao saber a verdade sobre “filho” dentro da máquina de lavar

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Um pai, que não teve a identidade revelada, conta que quase teve um ataque cardíaco ao ver o “filho” dentro da máquina de lavar. No entanto, tudo não passou de uma confusão e, felizmente, o bebê não sofreu nenhum acidente doméstico. Na rede social Imgur , o homem dá detalhes da história.

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Filho na máquina de lavar
Reprodução/The Sun/Imgur

Um pai compartilhou uma foto em que pensou que o filho estava dentro da máquina de lavar

Na publicação, o pai posta uma foto do bebê “dentro” do eletrodoméstico. Na legenda, ele conta que, após quase ter um ataque do coração, percebeu que o que achava ser seu filho era, na verdade, uma camiseta com a foto do pequeno. “Por favor, se estiver lavando sua camiseta favorita com a foto do seu filho, basta colocar um aviso na lavadora”, escreve.

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A postagem foi vista mais de 100 mil vezes e, por lá, muitos usuários deixaram comentários. “Qual o problema? O garoto parece estar se divertindo”, brinca um. “Muito assustador”, pontua outro. Por outro lado, algumas pessoas sugeriram que o susto do pai poderia ter sido evitado ao lavar a peça de roupa do avesso. “Também preserva a imagem”, diz mais um.

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ALMT – Campanha Fake News II

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