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Sem dados de dois estados, Brasil registra 514 mortes por Covid-19

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Mais de 60 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo
Foto: Reprodução

Mais de 60 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo

O Brasil registrou, nesta sexta-feira (27), 34.130 novos casos e 514 novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Os estados de Goiás e Rondônia não forneceram os dados atualizados de hoje. 

Até agora, foram confirmados 6.238.350 casos acumulados e 171.974 vidas perdidas desde o início da pandemia. Já a média móvel de mortes, também verificada pelo boletim, foi de 480. A média móvel de casos ficou em 31.169.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 41.902 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 22.448 mortes, seguido por Minas Gerais (9.948), Ceará (9.568), Pernambuco (8.999).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.233.587), Minas Gerais (409.731), Bahia (394.300), Rio de Janeiro (347.348) e o Ceará (298.312).

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Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 60 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 1,4 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Vacina de Oxford: veja quantas doses cada estado receberá neste domingo

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Agência Brasil

Voo que veio da Índia trouxe 2 milhões de vacinas de Oxford, que serão distribuídas aos estados
Pedro Paulo Souza/MS

Voo que veio da Índia trouxe 2 milhões de vacinas de Oxford, que serão distribuídas aos estados

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) liberou neste sábado (23), para distribuição aos estados, as doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela biofarmacêutica AstraZeneca, importadas da Índia. A logística de distribuição cabe ao Ministério da Saúde e, no fim da tarde deste sábado, foram aplicadas as primeiras doses no Brasil. Ao todo, são dois milhões de doses, que serão distribuídas aos estados proporcionalmente neste domingo (24).

A vacinação ocorreu logo após a Fiocruz começar a liberar os 2 milhões de doses de vacinas prontas para o Programa Nacional de Imunizações (PNI/MS). O primeiro caminhão com parte da carga saiu às 14h18 da Fiocruz e foi direto para um centro de logística também na zona norte para iniciar a separação das caixas que serão distribuídas aos estados. Ao todo, serão etiquetadas 4 mil caixas, cada uma com 50 frascos e 500 doses da vacina. Depois da etiquetagem, ocorrerá a liberação de documentação pela garantia da qualidade.

Segundo a Fiocruz, ainda na manhã de hoje foram coletadas amostras pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) para análise de protocolo e liberação do produto para que o Programa Nacional de Imunizações possa distribuir as doses aos estados. “Toda a operação para liberação das vacinas segue normalmente, sem intercorrências e dentro do cronograma”, informou.

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Confira quantas doses serão enviadas a cada estado

  • São Paulo – 501.960 doses, população de 46.289.333 habitantes;
  • Minas Gerais – 190.500 doses, população de 21.292.666 habitantes;
  • Rio de Janeiro – 185.000 doses, população de 17.366.189 habitantes;
  • Amazonas – 132.500 doses, população de 4.207.714 habitantes (estado tem direito a cota extra de 100 mil doses devido à gravidade da crise, sobretudo em Manaus);
  • Bahia – 119.500 doses, população de 14.930.634 habitantes;
  • Rio Grande do Sul – 116.000 doses, população de 11.422.973 habitantes;
  • Paraná – 86.500 doses, população de 11.516.840 habitantes;
  • Pernambuco – 84.000 doses, população de 9.616.621 habitantes;
  • Ceará – 72.500 doses, população de 9.187.103 habitantes;
  • Goiás – 65.500 doses, população de 7.113.540 habitantes;
  • Pará – 49.000 doses, população de 8.690.745 habitantes;
  • Maranhão – 48.500 doses, população de 7.114.598 habitantes;
  • Santa Catarina – 47.500 doses, população de 7.252.502 habitantes;
  • Distrito Federal – 41.500 doses, população de 3.055.149 habitantes;
  • Paraíba – 36.000 doses, população de 4.039.277 habitantes;
  • Espírito Santo – 35.500 doses, população de 4.064.052 habitantes;
  • Rio Grande do Norte – 31.500 doses, população de 3.534.165 habitantes;
  • Alagoas – 27.500 doses, população de 3.351.543 habitantes;
  • Mato Grosso – 24.000 doses, população de 3.526.220 habitantes;
  • Piauí – 24.000 doses, população de 3.281.480 habitantes;
  • Mato Grosso do Sul – 22.000 doses, população de 2.809.394 habitantes;
  • Sergipe – 19.000 doses, população de 2.318.822 habitantes;
  • Rondônia – 13.000 doses, população de 1.796.460 habitantes;
  • Tocantins – 11.500 doses, população de 1.590.248 habitantes;
  • Amapá – 6.000 doses, população de 861.773 habitantes;
  • Acre – 5.500 doses, população de 894.470 habitantes; e
  • Roraima – 4.000 doses, população de 631.181 habitantes.
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Chegada

As doses importadas do Instituto Serum da Índia, um dos centros produtores da vacina de Oxford/AstraZeneca , chegaram à Fiocruz por volta de 1h deste sábado, após serem recebidas no Aeroporto Internacional Tom Jobim RIOGaleão, na zona norte do Rio. O avião que trouxe as vacinas de São Paulo, aonde chegaram da Índia em voo comercial, pousou no Rio às 22h.

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Os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello , de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, e o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy estavam presentes. De lá, as doses seguiram em caminhões para Bio-Manguinhos/Fiocruz, onde foi feito o trabalho de análise de segurança com medição de temperatura e de etiquetagem dos dois milhões de doses.

Em agosto do ano passado, a Fiocruz assinou um acordo com a Oxford e a AstraZeneca para transferência de tecnologia e produção da vacina no Brasil. A expectativa é que a produção comece em março. Após a chegada das doses no Aeroporto do Rio, o ministro da Saúde disse que a chegada do lote é o início do processo no país. “Esses dois milhões de doses são apenas o início. É o começo do processo. Estamos negociando receber mais doses no começo de fevereiro e o IFA [Ingrediente Farmacêutico Ativo] necessário para que a Fiocruz comece a produzir até 15 milhões de doses por mês. Nosso país precisa de produção nacional”, disse Pazuello.

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Vacina de Oxford já começou a ser aplicada

Receberam a vacina o infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz) Estevão Portela e a médica pneumologista do Centro de Referência Professor Helio Fraga, também da Fiocruz, Margareth Dalcolmo. Os dois atuam na linha de frente da assistência a pacientes com covid-19 desde o início da pandemia e receberam as vacinas no Complexo da Fiocruz, na zona norte do Rio de Janeiro.

Após ser vacinada, a médica Margareth Dalcolmo disse que o dia é simbólico, de muita esperança e sobretudo de muita confiança nas instituições do país. Margareth Dalcolmo acrescentou que também é um dia para homenagear os profissionais de saúde do Brasil inteiro que estão de plantão nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e nas emergências, cuidando diretamente dos pacientes.

“Estou seguramente sorrindo, mas pela esperança. Em primeiro lugar não é uma esperança vã, é uma esperança da confiança objetiva nas instituições brasileiras, na força do SUS e em todos que desde o início da pandemia, do carnaval do ano passado, estão comprometidos e continuam trabalhando”, disse.

A terceira pessoa a receber a dose foi a médica Sarah Ananda Gomes, que é coordenadora da equipe de Cuidados Paliativos no Hospital Felicio Rocho.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Israel começa a vacinar menores de 18 anos com imunizante da Pfizer

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Israel vai vacinar adolescentes entre 16 e 18 anos contra Covid-19
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Israel vai vacinar adolescentes entre 16 e 18 anos contra Covid-19

Israel avançou mais algumas casas com sua campanha de vacinação contra a Covid-19 neste domingo (24), ao incluir jovens de 16 a 18 anos. A medida, divulgada pelas autoridades de saúde, foi apresentada como um esforço para permitir que os adolescentes possam fazer provas e vestibulares em segurança.

O diretor-geral do Ministério da Saúde, Hezi Levy, disse em entrevista a uma rádio local que, embora não se tenha muita informação sobre a vacinação em jovens, os possíveis efeitos colaterais são inferiores às vantagens de se vacinar.

“Esta vacina não é diferente das vacinas contra outras doenças virais. E já foi testada com sucesso”, disse.

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Israel lançou uma campanha de vacinação em 19 de dezembro com foco nos idosos, aqueles com comorbidades médicas e trabalhadores de saúde que atuam na emergência. Mais de um quarto de seus cidadãos já receberam a vacina da Pfizer  produzida em parceria com a BioNTech, segundo as autoridades de saúde.

O país lidera no ranking mundial de vacinados, proporcionalmente à sua população. Mesmo assim, o governo decretou a continuação do confinamento nacional, pelo menos até o fim do mês, devido ao aumento no número de infecções.

As autoridades locais já haviam anunciado, no último dia 20, a inclusão de mulheres grávidas entre os grupos que têm acesso prioritário às vacinas contra a Covid-19, alegando não ver riscos para elas ou para os fetos, disse o governo nesta quarta-feira. A vacinação de gestantes é uma polêmica no mundo, uma vez que elas não participaram dos estudos feitos com as vacinas sobre segurança e eficácia.

A decisão seguiu-se à hospitalização nesta semana de várias mulheres grávidas com complicações da Covid-19 em meio a contágio crescente do novo coronavírus. Pelo menos uma foi colocada em um respirador e seu bebê nasceu por cesariana.

Fonte: IG SAÚDE

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Fiocruz começa a aplicar vacina de Oxford; infectologista é o primeiro a receber

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Vacinação com imunizante de Oxford começa no Brasil
Patrick T. Fallon/Divulgação

Vacinação com imunizante de Oxford começa no Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz ) iniciou na tarde deste sábado (23) a aplicação das primeiras doses da vacina Oxford/AstraZeneca , que chegaram ao Brasil ontem em um voo da Índia .

O infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Estevão Portela, foi o primeiro profissional de saúde a ser vacinado pelo imunizante. Ao todo, 10 pessoas receberam a vacina, incluindo a médica pneumologista do Centro de Referência Professor Hélio Fraga, da Fiocruz, Margareth Dalcolmo.

A Fiocruz liberou as doses para serem entregues ao Ministério da Saúde e, em seguida, distribuídas pelo Brasil, após realizar um processo de análise de segurança. O governo prevê entregar todas as doses no domingo (24).

Os estados que mais receberão ampolas são: São Paulo (501.960), Minas Gerais (190.500), Rio de Janeiro (185.000), Amazonas (132.500), Bahia (119.500) e Rio Grande do Sul (116.000).

As vacinas foram fabricadas pelo Instituto Serum, na Índia , e eram aguardadas desde sábado passado (16), mas sofreram atraso no envio por questões internas da Índia .

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Durante esta madrugada, as doses tiveram a temperatura avaliada e, na sequência, foram etiquetadas. Cada uma das caixas tem 50 frascos e 500 ampolas do imunizante .

A vacina de Oxford /AstraZeneca apresentou eficácia média de 70,42%, segundo estudo preliminar publicado na revista científica The Lancet no início de dezembro e validado pela Anvisa

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Ele utiliza um adenovírus que provoca resfriado em chimpanzés e é inofensivo para humanos, mas contendo a sequência genética responsável pela codificação da proteína “spike”, usada pelo novo coronavírus  (Sars-CoV-2) para atacar.

Essa sequência genética instrui as células humanas a produzirem a proteína, que será reconhecida como agente invasor pelo sistema imunológico , estimulando a geração de anticorpos . O método é um dos mais tradicionais na produção de vacinas.

A vacina de Oxford é o segundo imunizante aprovado para uso no território brasileiro depois da CoronaVac , desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac.

Fonte: IG SAÚDE

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