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Sem peças, Fiat cogita paralisar novamente parte da produção em Betim

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Se confirmado, será a segunda vez no ano em que a montadora para por falta de peças
Reprodução/Fiat

Se confirmado, será a segunda vez no ano em que a montadora para por falta de peças

A Fiat voltou a avaliar a necessidade de paralisar os serviços por tempo indeterminado devido à falta de peças e componentes eletrônicos para a produção de veículos. Essa é a segunda vez neste ano que a montadora estuda a dispensa de funcionários até a estabilização do fornecimento.

Ao todo, a empresa deve dispensar entre 800 e mil funcionários responsáveis por um dos turnos da fábrica, localizada em Betim (MG). No entanto, a montadora ainda não oficializou o afastamento dos empregos, mas há grande possibilidade de se concretizar.

Embora tenha sido pressionada por sindicatos e após a paralisação de outras montadoras, a Fiat não deve afastar funcionários devido o aumento de casos da Covid-19 no país. Há duas semanas, ao menos sete montadoras anunciaram a paralisação das produções por 15 dias para proteger funcionários .  

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Clube dos Bilionários: fundo é criado para impulsionar a pequena e média empresa

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A dupla de empresários foi entrevistada na live do Brasil Econômico de 31 de março
Brasil Econômico / Guilherme Naldis

A dupla de empresários foi entrevistada na live do Brasil Econômico de 31 de março

Os empreendedores  Carlos Wizard e Ricardo Bellino  comungam do mesmo conceito, de que tempo é sinônimo de dinheiro. Com frequência são convidados para dar mentorias para grupos corporativos, que pagam valores entre R$100 mil e R$150 mil por evento. Baseado nessa premissa, esse time de elite, formaram o fundo Mentor S/A , que irá investir um total de 50 milhões de reais em recursos financeiros e em tempo de mentoria para fomentar a expansão de empresas existentes ou startups.

O projeto nasceu quando Ricardo Bellino , que reside atualmente em Portugal, ligou para Carlos Wizard lhe convidando para fazer uma live sobre empreendedorismo. Ao término, os empresários decidiram fazer uma sequência de 10 lives pelas redes sociais. Motivados pelo resultado da experiência, eles lançaram um programa diário sobre gestão, negócios e investimentos com duração de um ano. 

O próximo passo foi criar um grupo de mentores, formado por empresários, dispostos a compartilhar técnicas de gestão e recursos financeiros com novos empreendedores. A ideia, que chama atenção pela inovação e ousadia, atraiu um grupo de empresários que facilmente poderia ser chamado de “Clube dos Bilionários”. Juntos os participantes do fundo de mentoria, somam um patrimônio superior a 10 bilhões de reais. 

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A escalação do time de mentores de alta performance inclui, além do próprio Carlos Wizard e Ricardo Bellino, nomes de peso como: Janguie Diniz, Caito Maia, Chaim Zaher, Antonio Carbonari Neto, João Kepler, Pablo Marçal, Edu Lyra, João Mendes, Rachel Maia, Nathalia Arcuri e Carol Paifer.

“Percebemos que podemos contribuir não apenas com nosso capital intelectual, mas também com recursos para acelerar o crescimento de negócios promissores”, disse Wizard.

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Os mentores em vez de serem remunerados em dinheiro, irão receber participação nos negócios mentorados. As participações serão definidas, caso a caso, dependendo do estágio em que se encontra cada negócio e o volume de recursos e mentoria a serem investidos na sua expansão.

Serão selecionados 20 projetos, sendo 10 empresas já em operação com potencial de crescimento e 10 startups em estágio inicial. Além de contar com a bagagem de conhecimento dos mentores que compõe o fundo, os empresários selecionados receberão 300 horas de aulas, ao vivo, ministradas por Carlos Wizard e Ricardo Bellino, diariamente ao longo de um ano.

“Queremos auxiliar o empreendedor a multiplicar 10 vezes o valor de sua companhia. Faremos isso no espaço de tempo mais breve possível”, afirma Wizard.

“Sem sombra de dúvidas, a Mentor S/A é a maior entrega de um programa de formação de empreendedores de alto performance do país” conclui Bellino.

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Os candidatos interessados em receber recursos e mentoria do pool de empresários devem se inscrever pelo site www.mentorsa.com.br

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Compra de mês no supermercado ainda vale a pena? Veja dicas para economizar

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Especialistas dão dicas de economizar nas compras do supermercado
Tânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil

Especialistas dão dicas de economizar nas compras do supermercado

A inflação dos alimentos desacelerou em março, mas não o suficiente para compensar o aumento dos preços desse grupo, que acumula alta de 13,87% em 12 meses. Em tempos como esse, os consumidores costumam recorrer à estratégia de fazer uma compra grande, uma vez ao mês, em busca de economizar no supermercado . Mas será que essa ainda é a melhor forma de reduzir as despesas?

Economista e professora do Ibmec-RJ, Ana Beatriz Moraes explica que o hábito de fazer compras de mês surgiu durante o período de hiperinflação , que ocorreu no Brasil nos anos 80 e início dos anos 90, em que o preço dos produtos podia subir consideravelmente no mesmo dia, e a inflação chegou a superar 80% ao mês.

“Nessa época, fazia muita diferença no bolso do consumidor a mesma cesta de produtos de um mês para o outro. Depois que esse momento passou, a compra de mês passou a significar comodidade, por ter os produtos estocados em casa”, aponta a professora.

Atualmente, porém, a concorrência entre os supermercados faz com que, mesmo em momentos de inflação mais alta, haja uma disputa pelo consumidor, que acaba sendo favorecido com promoções. Nesse sentido, ir às compras com mais frequência pode significar mais oportunidades de encontrar ofertas e preços mais baixos .

“O Rio de Janeiro, por exemplo, é um dos estados com mais ações promocionais, porque a concorrência é muito grande. Temos uma capilaridade grande de vários tipos de varejo: supermercados, hipermercados, atacarejos, lojas de vizinhança e até as lojas de conveniência, que também disputam”, explica o consultor de Varejo Marco Quintarelli, que brinca: “Isso faz com que o consumidor fluminense seja dos mais desleais, porque chega em casa com uma sacola de cada estabelecimento”.

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Ana Beatriz afirma que, se a renda permitir, vale a pena tentar fazer um estoque não muito grande de itens que são consumidos com frequência . No entanto, é importante ficar atento às ofertas, mesmo que isso signifique ir ao supermercado mais vezes:

“Vale a pena aproveitar dias de promoções, como o dia da carne, dia da feira, e procurar supermercados tradicionalmente mais baratos para os itens diários e não perecíveis. Atacados acabam sendo uma ótima opção para quem vai comprar em maior quantidade, mas pesquisar preços é fundamental”.

A melhor estratégia para gastar menos

Do ponto de vista estritamente financeiro, as compras semanais são mais vantajosas pela sazonalidade das promoções e dos produtos em oferta. Mas também é importante ter cuidados e ficar ligado em algumas dicas.

“A compra de mês não faz sentido, muito menos quando é feita nos primeiros quinze dias, em que as coisas estão mais caras. As promoções dos supermercados acontecem mais no fim do mês, mas cada produto de uma vez. Assim, comprando aos poucos se conseguem preços melhores”, diz André Braz, da FGV.

Os especialistas alertam, porém, que, para quem não é muito controlado, ir várias vezes ao supermercado pode significar gastar mais do que deveria.

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“Tem gente que faz da ida ao supermercado um programa, ainda mais agora em tempos de isolamento social. E, assim, toda semana tem uma vontade diferente, o sentimento de ‘eu mereço’ e pagando aos poucos não percebe o quanto está gastando no total”, afirma a planejadora financeira e especialista em finanças comportamentais, Paula Sauer.

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A recomendação é fazer uma lista de compras e se ater a ela. E comprar produtos não perecíveis no supermercado em dias de desconto, e os perecíveis semanalmente em lugares mais baratos, como feiras.

Pesquisa de valores é mais fácil online

Com o crescimento das compras online, há quem ainda fique em dúvida se é mais vantajoso ou não usar a internet. Segundo especialistas, o espaço virtual é mais fácil para pesquisar preços e tende a ter mais promoções.

“Hoje em dia informação é tudo, e o consumidor pode inclusive usar aplicativos que comparam preços. Vale a pena aproveitar as ofertas de diferentes supermercados, se houver essa possibilidade”, afirma Quintarelli.

Muitos mercados não cobram taxa de entrega , o que permite ao consumidor comprar em mais de uma empresa o que estiver com o melhor preço. E a comparação de produtos não perecíveis é simples: mesma marca, peso e preço. Já para os perecíveis, é preciso ver se o serviço entrega boa qualidade e atende ao desejado no momento.

“Às vezes o barato sai caro, se as frutas ou legumes já estão muito maduros e você não vai usar de imediato. Aí pode valer mais a pena comprar escolhendo bem o que deseja”, afirma a planejadora financeira Paula Sauer.

Dólar e clima afetaram preços no Brasil

Economista do Ibre/FGV, André Braz afirma que entre os motivos para a alta dos preços dos alimentos está o câmbio, que impacta em produtos que são vendidos internacionalmente — as chamadas commodities —, como a soja e o trigo.

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“O óleo de soja quase dobrou de preço em 12 meses pela valorização no mercado internacional. O trigo a mesma coisa, e eleva o preço de massas. O milho, que serve de ração, encarece também o o preço do frango. Outra questão do dólar é que quando o real desvaloriza, os produtos brasileiros ficam muito baratos, atraindo os compradores internacionais”, explica o economista.

Com isso, segundo Braz, o mercado doméstico sofreu com o desabastecimento de alguns itens, reduzindo a oferta e, consequentemente, aumentando os preços.

“Teve também problemas na safra de feijão e arroz , que são o carro-chefe da alimentação no Brasil. Houve excesso de chuvas em algumas áreas e falta em outras”, acrescenta.

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Deputados querem derrubar vetos de Bolsonaro à nova Lei de Licitações

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Lei foi publicada no dia 1º de abril
O Antagonista

Lei foi publicada no dia 1º de abril

Deputados querem derrubar alguns dos 26 vetos feitos pelo presidente Jair Bolsonaro à nova Lei de Licitações (lei 14.133/21).

Para o relator do texto na Câmara, deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), alguns pontos podem ser rediscutidos com o governo como o veto à consideração de técnica e preço para os contratos acima de R$ 300 milhões. “Muitas vezes se contrata uma empresa que não faz um bom projeto para a execução de uma obra. Pode-se pagar mais barato por esse projeto, mas a obra sai mais cara justamente pela falta de qualidade do projeto apresentado. O governo vetou esse ponto”, alertou.

Coutinho também não concorda com o veto ao depósito antecipado de parcelas de obras aos contratados. Para o governo, basta a existência de orçamento aprovado. O deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) também discorda do veto porque, segundo ele, esse é um problema apontado pelo Tribunal de Contas da União. “Próximo de 70% das obras públicas paradas no Brasil são por atraso de pagamento ou falta de pagamento do governo. Portanto, se queremos reduzir o total de obras paradas ou empresas que quebram por não pagamento, o ideal seria garantir esse depósito antecipado.”

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Produção local

Lippi lamentou ainda o veto à margem de preferência que municípios e estados poderiam dar a empresas que têm produção local. Segundo Augusto Coutinho, a preferência poderia ser dada em relação a produto importado, mas para o governo, dar preferências internas poderia afetar a concorrência.

Coutinho disse ainda que não entendeu o veto à publicação de notas fiscais de fornecedores no novo Portal Nacional de Contratações Públicas.

O deputado Enio Verri (PT-PR) criticou justamente os vetos ligados a divergências de entendimento entre Executivo e Legislativo. Para ele, deveria prevalecer o Legislativo. “Numa posição que não tem nada de ilegal ou inconstitucional, trata-se, portanto, muito mais de uma interpretação do Executivo em relação à maneira como foi enxergada pelo Legislativo.”

Com 194 artigos, a nova Lei de Licitações institui a modalidade de contratação do diálogo competitivo, que é uma tentativa de elaborar o edital a partir da realidade de mercado. O texto também aumenta penas para crimes relacionados a licitações e contratos, e exige seguro-garantia para obras de grande porte. A garantia, que será de até 30% do valor da licitação, permite que as seguradoras assumam obras interrompidas.

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ALMT – Campanha Fake News II

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