Economia

Senado autoriza que BNDES faça empréstimo internacional

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Agência Brasil

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Waldemar Barreto/Agência Senado

O empréstimo será feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)


O Senado aprovou, nesta terça-feira (20), um projeto de resolução que  autoriza  o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a contratar um  empréstimo internacional de US$ 750 milhões  para ser utilizado no financiamento de micro, pequenas e médias empresas.


O empréstimo será feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), terá garantias da União e será obtido por meio do 2º Programa do Convênio de Linha de Crédito Condicional BID-BNDES.

A relatora da matéria, senadora Kátia Abreu (PP-TO), disse que os recursos se destinam a  ajudar pequenas empresas  que têm pouco acesso aos sistemas bancários.

A senadora destacou a importância da oferta de crédito para micro e pequenos empresários como forma de incentivar a economia nacional . “São 7,5 milhões de micro e pequenas empresas, que representam 28 milhões de empregos”, disse.

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Economia

Brasileiros mais sacaram que aplicaram em novembro, aponta BC

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Agência Brasil

Poupança
Arquivo/Agência Brasil

Essa foi a menor captação liquida registrada pelo Banco Central desde janeiro

Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a primeira queda na captação líquida (depósitos menos saques), depois de nove meses consecutivos de melhora. Em novembro, os investidores depositaram R$ 1,48 bilhão a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta sexta-feira (04) o Banco Central (BC) .

A captação líquida é 39% inferior ao registrado em novembro do ano passado, quando os brasileiros depositaram R$ 2,43 bilhões a mais do que tinham sacado. Nos últimos meses, a caderneta tinha quebrado uma sequência de recordes desde o início da série histórica, em 1995.

Apesar do recuo no mês passado, a poupança acumula entrada líquida de R$ 145,71 bilhões de janeiro a novembro. Esse é o melhor desempenho para o período registrado pela aplicação financeira.

A aplicação começou o ano no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da covid-19, quando os depósitos passaram a superar os saques. A turbulência no Tesouro Direto nos dois primeiros meses da pandemia fez parte dos investidores preferirem a segurança da poupança, mesmo com rendimento menor.

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O interesse dos brasileiros na poupança manteve-se apesar da recuperação da bolsa de valores nos últimos meses.

No entanto, com a taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano, menor nível da história, e o aumento da inflação decorrente do preço dos alimentos reduziram a demanda pela caderneta.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), rendeu 2,29% nos 12 meses terminados em novembro, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) , que serve como prévia da inflação oficial, atingiu 3,52% . O IPCA cheio de novembro será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no próximo dia 8.

Para este ano, o boletim Focus , pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 3,54% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) . Com a atual fórmula, a poupança renderia 1,4% este ano, caso a Selic de 2% ao ano estivesse em vigor desde o início do ano. Como a taxa foi sendo reduzida ao longo dos últimos meses, o rendimento acumulado será um pouco maior, mas insuficiente para repor as perdas com a inflação.

Histórico

Até 2014, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões . Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

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Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. No ano de 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões . A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões , e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões . Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões .

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Economia

Qatar Airways aumentar frequncia de voos em Guarulhos

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Contato Radar

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Calebe Murilo

Qatar Airways aumentar frequncia de voos em Guarulhos

A Qatar foi uma das poucas companhias aéreas estrangeiras que não suspenderam os voos para o Brasil durante o auge da pandemia. Durante esse período, a empresa manteve os voos entre São Paulo e Doha (DOH), mesmo que com frequências reduzidas.

Dessa forma, e correspondendo ao crescimento gradual da demanda internacional, a Qatar já programou a adição de mais três operações por semana na rota. Os voos continuarão a ser operados pelo Airbus A350-1000, configurado com 327 assentos.

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O novo voo para Guarulhos, será operado três vezes por semana. Numerado QR 780, a operação entre Guarulhos de Doha acontecerá acontecerá aos domingos, terças e quintas-feiras, decolando de São Paulo às 20:50 e chegando a Doha às 17:00, horário local.

Já no trecho entre Doha e Guarulhos, a operação do voo QR 779 acontecerá aos domingos, terças e quintas-feiras, saindo de Doha às 01:30 e chagando em São Paulo às 11:30, hora local.

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Brasileiros mais sacaram do aplicaram em novembro, aponta BC

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Poupança
Arquivo/Agência Brasil

Essa foi a menor captação liquida registrada pelo Banco Central desde janeiro

Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a primeira queda na captação líquida (depósitos menos saques), depois de nove meses consecutivos de melhora. Em novembro, os investidores depositaram R$ 1,48 bilhão a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta sexta-feira (04) o Banco Central (BC) .

A captação líquida é 39% inferior ao registrado em novembro do ano passado, quando os brasileiros depositaram R$ 2,43 bilhões a mais do que tinham sacado. Nos últimos meses, a caderneta tinha quebrado uma sequência de recordes desde o início da série histórica, em 1995.

Apesar do recuo no mês passado, a poupança acumula entrada líquida de R$ 145,71 bilhões de janeiro a novembro. Esse é o melhor desempenho para o período registrado pela aplicação financeira.

A aplicação começou o ano no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da covid-19, quando os depósitos passaram a superar os saques. A turbulência no Tesouro Direto nos dois primeiros meses da pandemia fez parte dos investidores preferirem a segurança da poupança, mesmo com rendimento menor.

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O interesse dos brasileiros na poupança manteve-se apesar da recuperação da bolsa de valores nos últimos meses.

No entanto, com a taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano, menor nível da história, e o aumento da inflação decorrente do preço dos alimentos reduziram a demanda pela caderneta.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), rendeu 2,29% nos 12 meses terminados em novembro, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) , que serve como prévia da inflação oficial, atingiu 3,52% . O IPCA cheio de novembro será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no próximo dia 8.

Para este ano, o boletim Focus , pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 3,54% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) . Com a atual fórmula, a poupança renderia 1,4% este ano, caso a Selic de 2% ao ano estivesse em vigor desde o início do ano. Como a taxa foi sendo reduzida ao longo dos últimos meses, o rendimento acumulado será um pouco maior, mas insuficiente para repor as perdas com a inflação.

Histórico

Até 2014, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões . Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

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Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. No ano de 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões . A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões , e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões . Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões .

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