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Servidores do CDP de Juína reivindicam redução de carga horária

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A solicitação se deve a unidade estar instalada na zona rural e os profissionais terem horas de deslocamento até o local de trabalho

Deputado Claudinei visita o CDP de Juína- Foto: Assessoria

O Centro de Detenção Provisória (CDP) de Juína (MT), localizada na zona rural e a uma distância de cerca de 10 km do centro da cidade, possui cerca de 70 servidores que cumprem a carga horária de trabalho de oito horas por dia. Com a falta de transporte se torna um impeditivo para que eles realizem o intervalo fora da unidade prisional. Essa demanda foi uma das reivindicações apresentadas ao deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) que visitou a instituição, na última quinta-feira (26), por meio da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Atualmente, a unidade possui 14 profissionais para atender a área da saúde, composto por médico, enfermeiro, dentista, técnicos de enfermagem, psicólogos, assistente social, farmacêutico e educador físico. Eles contam com espaço específico para o atendimento dos recuperandos. Para completar o quadro, o policial penal e diretor do CDP, Izac Nunes Fonseca, ressalva que é preciso somente um auxiliar de odontologia – pois há mais de três anos não tem este profissional.

Referência

O CDP foi considerado referência a nível estadual no combate à hanseníase que é uma doença que provoca lesões na pele e nervos, segundo Izac. “Passamos por tempos difíceis com o foco da hanseníase, sem enfermeiro, sem médico e graças a Deus o nosso quadro está bom. Recentemente, o CPD foi considerado referência no protocolo que foi feito aqui, conseguimos ser referência no estado. A gente avaliou 100% os recuperandos, não só hanseníase, como, também, outras doenças”, destaca.

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Ele explica que a estrutura do CDP está em boas condições e a capacidade é para atender 158 presos, sendo que hoje são cerca de 250 recuperandos na unidade e está sob o controle em relação ao trabalho dos policiais penais da instituição perante este quantitativo. Sem contar que alguns presos desenvolvem trabalhos que garantem geração de renda e remição da pena, por meio de projetos da horta, chiqueiro com a criação de porcos e o artesanato em parceria com o Conselho da Comunidade.

Carga Horária

Claudinei se reúne com os profissionais da saúde que reivindicam a redução da carga horária- Foto: Assessoria

Durante a visita, o deputado se reuniu com os profissionais de saúde que explicaram a situação da carga horária enfrentada dentro da unidade. Eles disseram que há um certo tempo, essa instituição e outras três unidades prisionais existentes em Mato Grosso, reivindicaram a redução da carga horária por estarem em zona rural, sendo que ficam nove horas direto e cumprem o horário do almoço dentro do local de trabalho.

Também, informaram ao parlamentar que existiram portarias de gestões anteriores do governo estadual que garantiram aos servidores penais a oportunidade de cumprir as seis horas por prestarem serviço na zona rural. Depois que voltaram para as nove horas de trabalho diários, o sindicato da categoria conseguiu reverter a situação para a anterior e somente o CPD de Juína não foi beneficiada pela decisão judicial.

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“Já que há unidades prisionais que tiveram parecer favorável, vejo que Juína tem a possibilidade de caminhar no mesmo sentido. Vamos apresentar um requerimento de informações para a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp) e ter mais claro as razões desta unidade não ter sido beneficiada já que também se encontra instalada na zona rural”, explica Claudinei.

Trabalho na área do artesanato desenvolvido pelos recuperandos-Foto: Assessoria

Comissão – Além de Claudinei, também integram a Comissão de Segurança Pública o vice-presidente Sílvio Fávero (PSL), os membros titulares Thiago Silva (MDB), Elizeu Nascimento (DC) e Ulysses Moraes (PSL).

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis

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Foto Reprodução ChatGPT

Durante o ato de assinatura do convênio entre o Governo de Mato Grosso e a Santa Casa de Rondonópolis, que prevê um aporte financeiro de quase R$ 300 milhões para a unidade hospitalar, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, destacou o trabalho do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho) na articulação de recursos para o município.

Durante o evento, o prefeito rasgou elogios ao parlamentar, chamando Nininho de “deputado pé de boi”, em referência ao empenho e dedicação do deputado em buscar investimentos para a cidade.

Após a manifestação do prefeito, Nininho agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município.

“Obrigado pelas palavras, prefeito Cláudio Ferreira! Essa parceria por Rondonópolis é o que me motiva a buscar sempre mais recursos para a nossa cidade, como esse importante aporte de R$ 22,3 milhões mensais para a Santa Casa. Vamos continuar unindo forças entre o município e a Assembleia Legislativa. Assim, conseguimos avançar de verdade e garantir que as melhorias continuem chegando à nossa população. Contem sempre com o meu empenho e trabalho”, declarou o deputado.

O convênio firmado pelo Governo do Estado representa um dos maiores investimentos recentes destinados à saúde pública regional e busca garantir o fortalecimento financeiro e operacional da Santa Casa, referência no atendimento hospitalar para Rondonópolis e diversos municípios da região sul de Mato Grosso.

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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

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Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.

O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado.  O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.

O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.

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