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Sexta-feira (30): Mato Grosso registra 143.325 casos e 3.846 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (30.10), 143.325 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 3.846 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 278 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 143.325 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 5.269 estão em isolamento domiciliar e 133.721 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 148 internações em UTIs públicas e 135 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 36,72% para UTIs adulto e em 15% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (29.223), Rondonópolis (10.599), Várzea Grande (10.043), Sinop (7.104), Sorriso (6.332), Lucas do Rio Verde (5.893), Tangará da Serra (5.694), Primavera do Leste (4.939), Cáceres (3.473) e Campo Novo do Parecis (2.887).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 115.464 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 482 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última quinta-feira (29), o Governo Federal confirmou o total de 5.494.376 casos da Covid-19 no Brasil e 158.969 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 5.468.270 casos da Covid-19 no Brasil e 158.456 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

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Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de sexta-feira (30).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Mães de gêmeos, auditoras da CGE-MT relatam desafios da “jornada dupla”

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Mãe é aquela responsável por embalar o filho no colo, envolver o bebê em afeto, um amor que estimula a circulação sanguínea, a respiração, o tônus muscular de todo o corpo. E, além disso, uma das questões continua sendo: como conciliar a carreira com a maternidade?

A maternidade é um divisor de águas na vida da mulher, isso não há o que se discutir. No entanto, o fato de se tornar mãe não anula os tantos outros papeis desempenhados pelas mulheres. Servidoras públicas, executivas, donas de casa e empresárias. Ser mãe no século 21 é sinônimo de multiplicidade, que se potencializou neste momento de pandemia. Quando se é mãe de gêmeos, então, nem se fala!

Por isso, nesta reportagem especial, três auditoras da Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso  (CGE-MT) contam como conseguem conciliar a vida de funcionárias públicas com a importante tarefa de ser mãe de dois e sobre os principais desafios e conselhos para quem pretende seguir este caminho. Elas fazem malabarismo com as horas para encaixar todos os compromissos. São mulheres divididas entre a carreira, a educação dos filhos e a administração financeira da família. 

Mãe dos gêmeos Theo e Felipe, de um (1) ano e três meses, a auditora Rosane Rosa e Silva fala dos vários desafios e aprendizados desde o nascimento dos filhos. Segundo ela, cabe destacar que o romantismo em ser mãe de gêmeos nem sempre está presente no dia a dia, é preciso ter consciência do que é possível fazer sozinha e do que não é. Também é preciso aceitar os erros. Eles sempre existirão e, de uma forma ou de outra, irão te polir. Do mesmo modo, é fundamental saber dividir a atenção entre cada um dos filhos.

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“Eu tento dividir o meu tempo entre ser mãe de gêmeos e ser auditora estabelecendo rotinas. Um dos pontos mais difíceis é estabelecer limites sem prejudicar nenhuma das duas facetas. Outro detalhe não menos importante é o valor de uma rede de apoio. A gente vive nesse tempo de isolamento social e percebe ainda mais o quanto valorizamos os nossos amigos e família. Mães de gêmeos têm motivos em dobro que as impulsionam e inspiram a serem cada vez mais uma boa profissional”, afirma.

O distanciamento social provocado pela Covid-19 mexeu completamente com a rotina das mães. O momento aumentou responsabilidades, mas também aproximou os corações e fortaleceu os laços com os filhos.

Para a auditora Kristianne Marques, uma das coisas mais importantes da maternidade é a proximidade que pode ter com seus filhos, os gêmeos Isaac e Samuel, de três (3) anos. Ser mãe é um desafio por si só e a quarentena trouxe algumas dificuldades, mas também alegrias. Ela e seu esposo fazem parte do grupo de risco, com comorbidades, e tiveram de tomar cuidados redobrados. A adaptação com a nova rotina foi se instalando aos poucos, e ela relatou sua realidade, dores e delícias de estar isolada com os filhos.

“A pandemia chegou bem na véspera do aniversário dos meninos. Tive de cancelar a festa com tudo já organizado. Aí está o jogo de cintura que as mães têm que ter. Ficamos mais ansiosas que eles (os filhos) para comemorar mais um ano de vida, de vê-los interagindo com os amiguinhos, fazendo bagunça que toda criança gosta. Desde então, estou de home office e eles não foram mais à escolinha. A administração do tempo é essencial, o esposo é um super companheiro que também enfrenta esse novo momento comigo”, relata.

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A auditora comenta ainda que nunca imaginou que teria a oportunidade de conviver e compartilhar o dia a dia tão próximo deles como nesse um ano de pandemia.

“Ver cada palavra nova, cada aprendizado, ouvir baterem na porta do escritório enquanto estou de home office e chamarem “mamãe”, e eu quase todas as vezes consigo abrir para dar um abraço, um beijo e dizer “mamãe está trabalhando”, mas tanto eu quanto eles sabemos que estamos aqui”, comenta. 

Já outro sentimento comum entre as mães que trabalham fora é a culpa. O ideal de que as mulheres devem ficar em casa em tempo integral para que seus filhos tenham um bom desenvolvimento atormenta muitas mães que precisam trabalhar fora. Portanto, saber que o emprego maternal não afeta a felicidade das crianças na idade adulta é realmente importante.

A auditora Aline Dantas traz outro ponto bastante discutido. Quanto mais se tenta ser um bom cidadão, maior a cobrança e, consequentemente, a culpa. Mãe dos gêmeos Lucas e Gabriel, de 12 anos, fala como fez para aliviar o sentimento de culpa.

“Eu precisei fazer terapia para entender melhor esse sentimento e que estava tudo bem em ter uma carreira. Não era nenhum ato anormal. Então, quando você consegue se libertar desse sentimento, do que todos esperam que a mãe faça, todas as outras atividades ficam mais leves e você é capaz de se encantar verdadeiramente pela maternidade, pelos seus filhos. Diante dessas experiências e trocas afetivas, a relação que nós, mamães, criamos com nossos filhos nos permite sentir mais tranquilas e satisfeitas com o modo com que cuidamos deles. O tempo não precisa ser integral com a profissão ou com a maternidade, mas sim de qualidade”, finaliza.

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Fonte: GOV MT

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Atendimentos prioritários para as mães: saiba quais são esses direitos

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A jornada da maternidade começa muito antes do nascimento dos filhos e, consequentemente, os direitos garantidos por lei a essas mães também merecem atenção. Afinal, elas enfrentam constantemente julgamentos, preconceitos, grandes cargas de dedicação à família, além de múltiplas jornadas de trabalho. E na data criada para homenagear todas elas, nada mais justo do que informar e defender os direitos destas consumidoras. 

Nas situações cotidianas de mães e gestantes, a responsabilidade com os filhos demanda a existência de direitos relacionados à agilidade e prioridade no atendimento. Alguns deles são bem conhecidos, como a garantia de assento especial em transportes públicos urbanos, por exemplo os ônibus, para gestantes e pessoas com crianças de colo.  

Esse direito é garantido pela Lei nº 10.048/2000, que completou ano passado duas décadas de vigência e também é válido em repartições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos. Já outros direitos, também abrangidos pela lei, muitas vezes passam despercebidos, como o caso das mães que amamentam – as lactantes. Elas têm direito ao atendimento prioritário, mesmo que não estejam acompanhadas de seus bebês. 

“Isso porque um dos objetivos da lei é preservar o bem estar da criança, e isso inclui a saúde e a segurança alimentar, além de garantir dignidade à mãe, uma vez que possibilita a  praticidade no cotidiano, facilitando o  período de aleitamento materno. Vale ressaltar que a função do Procon Mato Grosso, como órgão de defesa, é garantir que a lei seja respeitada”, destacou o Secretário Adjunto do Procon MT, Edmundo Taques.

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No caso do filho ter deficiência física ou neurológica o atendimento prioritário também é garantido, o qual se estende à mãe acompanhante. De acordo com a Lei n° 13.146/2015, é considerada pessoa com deficiência “aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.” 

O mesmo vale para mães que têm filhos com transtornos de espectro autista (TEA). Além do direito à prioridade no atendimento, elas podem solicitar a emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), que é gratuita. Prevista na Lei nº 13.977/2020, a carteira é uma ferramenta auxiliar e pode evitar transtornos públicos. A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), inclusive, oferece esse serviço. Saiba mais no site da secretaria. 

“Quanto mais conhecimento as consumidoras têm sobre os seus direitos, mais elas conseguem se proteger contra eventuais violações. No caso das mães, principalmente as que têm jornadas mais complexas, a ciência desses mecanismos auxilia também na diminuição da vulnerabilidade dessas consumidoras, uma vez que bem segurados contribuem no enfrentamento das desigualdades”, defende o coordenador de fiscalização do Procon Mato Grosso, Ivo Vinicius Firmo.

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Sobre o espectro autista 

Para além da legislação que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, a Lei 14019/2020 dispensa o uso de máscaras no caso de pessoas do espectro autista. Mesmo assim, em dezembro de 2020, Richard Malek e sua família tiveram dificuldade ao embarcar para uma viagem de fim de ano. 

A companhia aérea não aceitava o ingresso da família porque o filho, que é do Espectro Autista, não conseguia usar a máscara de proteção contra a Covid-19. A atitude da empresa aérea, na ocasião, foi contra o que determina a legislação vigente e o Procon-MT contou o desfecho dessa história aqui.

Fonte: GOV MT

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Recuperada da Covid-19, tenente-coronel da PM de MT é homenageada pelo filho que a tem como fonte de inspiração

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O estudante Pedro Henrique Beserra de Oliveira, 13 anos, é só orgulho quando fala da mãe, a tenente-coronel da Polícia Militar  Hadassa Suzannah Beserra de Souza. Ele diz que prefere não falar da profissão da mãe com os amigos, especialmente com os quais se relaciona apenas em ambientes extrafamiliar.

Essa opção, explica Pedro Henrique, é mais por segurança mesmo. Entretanto, conta que já percebeu que passa a ser mais respeitado quando os colegas descobrem quem é sua mãe. Quando a veem de farda, então, ficam surpresos e até receosos. Mas, ao contrário do que os colegas imaginam antes de conhecê-la, Pedro Henrique garante que sua mãe é muito legal e, como ele a define, bem tranquila. “Não é nada brava, é mais tranquila que muitas mães de amigos meus que não são policiais”, atesta.

Tímido, Pedro Henrique é de pouca conversa. Mesmo acanhado durante a entrevista, admitiu que não descarta seguir a carreira da mãe. “Não sei ao certo ainda qual profissão escolher, mas pode ser policial militar, sim”, observa.

Além de orgulhoso, o adolescente está muito feliz com a recuperação da saúde da mãe. É que a tenente-coronel Hadassa foi diagnosticada com a Covid-19, teve 50% dos pulmões comprometidos pela infecção e passou mais de 10 dias internada em Unidade de Terapia Intensiva(UTI), em Cuiabá.

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Aos 37 anos, atleta e com uma saúde que poderia se dizer perfeita, há alguns meses ela se viu à beira da morte. Já está recuperada e voltou ao trabalho, porém ainda trata sequelas cardíacas decorrentes da Covid.

Hadassa conta que enquanto estava internada pensava especialmente no filho. E, diz, ao mesmo tempo em que temia a morte, deixar Pedro Henrique sem mãe, fazia suas orações e agradecia a Deus pelo amor e a saúde do filho e dos pais, Carlos Alberto de Souza Silva, 69, e Giselda Beserra de Souza, 61.

Um mês antes de Hadassa ser internada, os pais dela tiveram Covid. Eles se recuperaram sem a necessidade de internação hospital. A principal preocupação dela era a mãe, que está em tratamento de um câncer, mas dona Giselda surpreendeu a todos apresentando sintomas leves da Covid-19.

“Essa pandemia está causando muita dor e sofrimento às famílias. No caso das mães, penso que nenhuma deveria passar pela dor de perder um filho, não é a ordem natural da vida”, avalia Hadassa.

Sobre o filho, a mãe orgulha diz que o apoiará na profissão que ele escolher. Mas, antes que ele escolha, juntos estão conhecendo e discutindo outras carreiras.

Hadassa se recorda que quando decidiu que faria o concurso para oficial da Polícia Militar isso, sim, foi surpresa em sua casa. Carlos Alberto e dona Giselda não esconderam o temor e as preocupações, mas ao final também a apoiaram a filha. “Hoje sei que eles se sentem orgulhosos”, completa.

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Fonte: GOV MT

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ALMT – Campanha Fake News II

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