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Sexta-feira (31): Mato Grosso registra 52.078 casos e 1.842 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (31.07), 52.078 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 1.794 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado e 48 mortes nas últimas 24 horas. 

Foram registradas 1.540 novas confirmações de coronavírus no Estado. Dos 52.078 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso,  18.087 estão em monitoramento e 32.149 estão recuperados. 

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 301 internações em UTIs públicas e 296 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 86,34% para UTIs adulto e em 33,48% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (11.507), Várzea Grande (4.167), Rondonópolis (3.288), Lucas do Rio Verde (2.844), Tangará da Serra (2.150), Sorriso (2.037), Sinop (2.016), Primavera do Leste (1.782), Nova Mutum (1.461) e Pontes e Lacerda (936). 

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria. 

O documento ainda aponta que 45.722 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 3.237 amostras em análise laboratorial. 

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

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Cenário nacional

Na última quinta-feira (30), o Governo Federal confirmou 2.610.102 casos da Covid-19 no Brasil e 91.263 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 88.539 óbitos e 2.483.191 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. 

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não informou os dados desta sexta-feira (31). 

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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Fonte: GOV MT

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Ser Família Emergencial contempla 979 famílias em cidades da fronteira

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Seiscentas e trinta famílias de Vila Bela da Santíssima Trindade e 349 de Pontes e Lacerda, ambas da região de fronteira com a Bolívia, receberam o cartão Ser Família Emergencial, no valor de R$ 150 para ajudar as familias mais carentes na compra de alimentos. O benefício mensal será executado durante cinco meses.

Idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, o programa emergencial vai atender 100 mil famílias com renda per capita de até R$ 89. Ao todo serão investidos R$ 75 milhões, sendo R$ 50 milhões em recursos do Governo do Estado, R$ 10 milhões da Assembleia Legislativa e R$ 15 milhões em emendas do senador Jayme Campos.

Moradora de Pontes e Lacerda, a diarista Ivanir Clara de Souza, 36 anos, e mãe de dois adolescentes, disse que a ajuda chega em boa hora. “Eu pego cesta básica todo mês na secretaria de assistencia social, mas não tem produtos de limpeza e a mistura. Com esses R$ 150 vou comprar esses  itens que não vem na cesta. Esse cartão vai fazer toda diferença”.

Ela recebeu o cartão da mão do secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, que representou o governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes na região. Todos os secretários de Estado fizeram entrega do benefício em todo o Estado.

“Em Pontes e Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade, juntas, o investimento mensal será de R$ 146,5 mil em gêneros alimentícios, beneficia as famílias e movimenta o comércio local, selecionado para receber o cartão Ser Família. Se o Governo está em condições de ajudar as famílias é porque o governador Mauro Mendes fez o dever de casa, cortou gastos e hoje executa o maior programa de investimentos o Mais MT”, destacou o secretário Bustamante.

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Para o prefeito de Vila Bela da Santíssima Trindade, André Bringsken, o Ser Família emergencial é um dos programas mais bem-vindos nesta situação da pandemia. “Muitas famílias vulneráveis, de baixa renda estão precisando do auxílio. Parabéns ao governador Mauro Mendes, a primeira-dama Virginia Mendes, a secretária de Assistencia Social Rosamaria que estão empenhando em buscar essas famílias, localizando e dando a contribuição não em dinheiro, mas em forma de cartão, permitindo a compra de comida que é o essencial na pandemia”.

Já o prefeito de Pontes e Lacerda, Almir Barcelos, comentou que a pandemia fez com que as pessoas passassem a ter um olhar mais humano aos demais, pois as vítimas do vírus sao de todas as cores e classe social. “O Governo de Mato Grosso está de parabéns, pegou toda a equipe para percorrer o estado e levar o benefício para quem mais precisa”.

Também participaram do evento da entrega dos cartões em Pontes e Lacerda e em Vila Bela da Santíssima Trindade os deputados estaduais Valmir Moretto, Dr. Gimenes, vereadores das duas cidades, e representantes das forças policiais do Estado.

Fonte: GOV MT

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Mães de gêmeos, auditoras da CGE-MT relatam desafios da “jornada dupla”

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Mãe é aquela responsável por embalar o filho no colo, envolver o bebê em afeto, um amor que estimula a circulação sanguínea, a respiração, o tônus muscular de todo o corpo. E, além disso, uma das questões continua sendo: como conciliar a carreira com a maternidade?

A maternidade é um divisor de águas na vida da mulher, isso não há o que se discutir. No entanto, o fato de se tornar mãe não anula os tantos outros papeis desempenhados pelas mulheres. Servidoras públicas, executivas, donas de casa e empresárias. Ser mãe no século 21 é sinônimo de multiplicidade, que se potencializou neste momento de pandemia. Quando se é mãe de gêmeos, então, nem se fala!

Por isso, nesta reportagem especial, três auditoras da Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso  (CGE-MT) contam como conseguem conciliar a vida de funcionárias públicas com a importante tarefa de ser mãe de dois e sobre os principais desafios e conselhos para quem pretende seguir este caminho. Elas fazem malabarismo com as horas para encaixar todos os compromissos. São mulheres divididas entre a carreira, a educação dos filhos e a administração financeira da família. 

Mãe dos gêmeos Theo e Felipe, de um (1) ano e três meses, a auditora Rosane Rosa e Silva fala dos vários desafios e aprendizados desde o nascimento dos filhos. Segundo ela, cabe destacar que o romantismo em ser mãe de gêmeos nem sempre está presente no dia a dia, é preciso ter consciência do que é possível fazer sozinha e do que não é. Também é preciso aceitar os erros. Eles sempre existirão e, de uma forma ou de outra, irão te polir. Do mesmo modo, é fundamental saber dividir a atenção entre cada um dos filhos.

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“Eu tento dividir o meu tempo entre ser mãe de gêmeos e ser auditora estabelecendo rotinas. Um dos pontos mais difíceis é estabelecer limites sem prejudicar nenhuma das duas facetas. Outro detalhe não menos importante é o valor de uma rede de apoio. A gente vive nesse tempo de isolamento social e percebe ainda mais o quanto valorizamos os nossos amigos e família. Mães de gêmeos têm motivos em dobro que as impulsionam e inspiram a serem cada vez mais uma boa profissional”, afirma.

O distanciamento social provocado pela Covid-19 mexeu completamente com a rotina das mães. O momento aumentou responsabilidades, mas também aproximou os corações e fortaleceu os laços com os filhos.

Para a auditora Kristianne Marques, uma das coisas mais importantes da maternidade é a proximidade que pode ter com seus filhos, os gêmeos Isaac e Samuel, de três (3) anos. Ser mãe é um desafio por si só e a quarentena trouxe algumas dificuldades, mas também alegrias. Ela e seu esposo fazem parte do grupo de risco, com comorbidades, e tiveram de tomar cuidados redobrados. A adaptação com a nova rotina foi se instalando aos poucos, e ela relatou sua realidade, dores e delícias de estar isolada com os filhos.

“A pandemia chegou bem na véspera do aniversário dos meninos. Tive de cancelar a festa com tudo já organizado. Aí está o jogo de cintura que as mães têm que ter. Ficamos mais ansiosas que eles (os filhos) para comemorar mais um ano de vida, de vê-los interagindo com os amiguinhos, fazendo bagunça que toda criança gosta. Desde então, estou de home office e eles não foram mais à escolinha. A administração do tempo é essencial, o esposo é um super companheiro que também enfrenta esse novo momento comigo”, relata.

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A auditora comenta ainda que nunca imaginou que teria a oportunidade de conviver e compartilhar o dia a dia tão próximo deles como nesse um ano de pandemia.

“Ver cada palavra nova, cada aprendizado, ouvir baterem na porta do escritório enquanto estou de home office e chamarem “mamãe”, e eu quase todas as vezes consigo abrir para dar um abraço, um beijo e dizer “mamãe está trabalhando”, mas tanto eu quanto eles sabemos que estamos aqui”, comenta. 

Já outro sentimento comum entre as mães que trabalham fora é a culpa. O ideal de que as mulheres devem ficar em casa em tempo integral para que seus filhos tenham um bom desenvolvimento atormenta muitas mães que precisam trabalhar fora. Portanto, saber que o emprego maternal não afeta a felicidade das crianças na idade adulta é realmente importante.

A auditora Aline Dantas traz outro ponto bastante discutido. Quanto mais se tenta ser um bom cidadão, maior a cobrança e, consequentemente, a culpa. Mãe dos gêmeos Lucas e Gabriel, de 12 anos, fala como fez para aliviar o sentimento de culpa.

“Eu precisei fazer terapia para entender melhor esse sentimento e que estava tudo bem em ter uma carreira. Não era nenhum ato anormal. Então, quando você consegue se libertar desse sentimento, do que todos esperam que a mãe faça, todas as outras atividades ficam mais leves e você é capaz de se encantar verdadeiramente pela maternidade, pelos seus filhos. Diante dessas experiências e trocas afetivas, a relação que nós, mamães, criamos com nossos filhos nos permite sentir mais tranquilas e satisfeitas com o modo com que cuidamos deles. O tempo não precisa ser integral com a profissão ou com a maternidade, mas sim de qualidade”, finaliza.

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Fonte: GOV MT

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Atendimentos prioritários para as mães: saiba quais são esses direitos

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A jornada da maternidade começa muito antes do nascimento dos filhos e, consequentemente, os direitos garantidos por lei a essas mães também merecem atenção. Afinal, elas enfrentam constantemente julgamentos, preconceitos, grandes cargas de dedicação à família, além de múltiplas jornadas de trabalho. E na data criada para homenagear todas elas, nada mais justo do que informar e defender os direitos destas consumidoras. 

Nas situações cotidianas de mães e gestantes, a responsabilidade com os filhos demanda a existência de direitos relacionados à agilidade e prioridade no atendimento. Alguns deles são bem conhecidos, como a garantia de assento especial em transportes públicos urbanos, por exemplo os ônibus, para gestantes e pessoas com crianças de colo.  

Esse direito é garantido pela Lei nº 10.048/2000, que completou ano passado duas décadas de vigência e também é válido em repartições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos. Já outros direitos, também abrangidos pela lei, muitas vezes passam despercebidos, como o caso das mães que amamentam – as lactantes. Elas têm direito ao atendimento prioritário, mesmo que não estejam acompanhadas de seus bebês. 

“Isso porque um dos objetivos da lei é preservar o bem estar da criança, e isso inclui a saúde e a segurança alimentar, além de garantir dignidade à mãe, uma vez que possibilita a  praticidade no cotidiano, facilitando o  período de aleitamento materno. Vale ressaltar que a função do Procon Mato Grosso, como órgão de defesa, é garantir que a lei seja respeitada”, destacou o Secretário Adjunto do Procon MT, Edmundo Taques.

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No caso do filho ter deficiência física ou neurológica o atendimento prioritário também é garantido, o qual se estende à mãe acompanhante. De acordo com a Lei n° 13.146/2015, é considerada pessoa com deficiência “aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.” 

O mesmo vale para mães que têm filhos com transtornos de espectro autista (TEA). Além do direito à prioridade no atendimento, elas podem solicitar a emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), que é gratuita. Prevista na Lei nº 13.977/2020, a carteira é uma ferramenta auxiliar e pode evitar transtornos públicos. A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), inclusive, oferece esse serviço. Saiba mais no site da secretaria. 

“Quanto mais conhecimento as consumidoras têm sobre os seus direitos, mais elas conseguem se proteger contra eventuais violações. No caso das mães, principalmente as que têm jornadas mais complexas, a ciência desses mecanismos auxilia também na diminuição da vulnerabilidade dessas consumidoras, uma vez que bem segurados contribuem no enfrentamento das desigualdades”, defende o coordenador de fiscalização do Procon Mato Grosso, Ivo Vinicius Firmo.

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Sobre o espectro autista 

Para além da legislação que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, a Lei 14019/2020 dispensa o uso de máscaras no caso de pessoas do espectro autista. Mesmo assim, em dezembro de 2020, Richard Malek e sua família tiveram dificuldade ao embarcar para uma viagem de fim de ano. 

A companhia aérea não aceitava o ingresso da família porque o filho, que é do Espectro Autista, não conseguia usar a máscara de proteção contra a Covid-19. A atitude da empresa aérea, na ocasião, foi contra o que determina a legislação vigente e o Procon-MT contou o desfecho dessa história aqui.

Fonte: GOV MT

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ALMT – Campanha Fake News II

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