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Nacional

Sexta-feira (5): Brasil registra 645.771 diagnósticos e 35.026 óbitos por covid-19

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Foto: Reuters

Um dia após tornar-se o 3º país com mais mortes por coronavírus, o Brasil registrou 1.005 novas mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas, o que aumentou o total de óbitos pela doença para 35.026 no País, segundo balanço divulgado na noite deste sexta, 4, pelo Ministério da Saúde.

O balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado nesta sexta-feira, 5, aponta o total de 645.771 diagnósticos da doença em todo o território nacional, sendo 30.830 novos casos confirmados entre ontem e hoje.

Entre as nações com óbitos pela covid-19, o Brasil soma 35.026 óbitos e só está atrás dos Estados Unidos (109.042 óbitos) e Reino Unido (40.344 óbitos), no total de vidas perdidas para a doença.

O Brasil ainda não atingiu o pico de casos do novo coronavírus, mas estados e municípios do País já anunciaram planos de flexibilização das quarentenas e de retomada das atividades econômicas.

Países que já viveram o agravamento da pandemia só começaram a relaxar as restrições de circulação ao menos um mês depois do pico da doença. Estados Unidos, Reino Unido, Itália, França e Espanha esperaram, em média, 44 dias após o pico para flexibilizar as quarentenas, segundo levantamento do Estadão.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estipulou critérios para que os países retomem suas atividades. A entidade alertou em abril que os países não podem reabrir sem ter capacidade para identificar onde o vírus está, isolar os casos, mapear as redes de transmissão e ter leitos para tratar todos os pacientes.

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira, 5, que o País pode deixar a Organização Mundial de Saúde (OMS) caso o órgão mantenha uma atuação “partidária”.

O presidente, que tem contrariado orientações do órgão internacional sobre o combate à pandemia do coronavírus, afirmou que “não precisa de gente lá fora dando palpite na saúde aqui dentro”.

Nesta sexta-feira, 5, o Ministério da Saúde mais uma vez deixou de fazer a entrevista coletiva para prestar esclarecimento sobre as ações relacionadas ao combate da covid-19.

Quando as coletivas acontecem, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, não participa. As perguntas ao ministério têm sido respondidas por secretários substitutos, que negam-se a responder temas mais espinhosos.

Atraso em dados da covid-19

Após o terceiro dia seguido em que o Ministério da Saúde atrasa a divulgação do número de mortos e infectados pela covid-19, o presidente Jair Bolsonaro indicou, nesta sexta-feira, 5, ser proposital a mudança no horário. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente, em rerefência ao telejornal noturno da TV Globo, que detém a maior audiência do País.

Questionado, Bolsonaro não confirmou ter partido dele a ordem para que os dados, antes entregues por volta das 19h, sejam apresentados apenas às 22h. “Não interessa de quem partiu (a ordem). Acho que é justa essa ideia da noite, sair o dado completamente consolidado”, disse o presidente em entrevista na noite desta sexta-feira em frente ao Palácio da Alvorada.

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Brasil é o país que mais confirma mortes por covid-19

Na compilação de dados feita pela plataforma Our World in Data, ligada à Universidade de Oxford, no Reino Unido, já há três dias o Brasil é o país que mais confirma mortes por covid-19 a cada 24 horas.

Em termos absolutos, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, dos EUA, somos agora o terceiro país do mundo com mais mortes (34.021), em rápida aproximação do Reino Unido, segundo colocado com 40.344 óbitos, e que tem registrado entre 300 e 400 mortes por dia já há algumas semanas.Ministério atrasa divulgação de infectados e mortos por covid-19 pelo terceiro dia seguido.

Da redação com Terra

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Nacional

Projeto repassa até R$ 160 mi a entidades de combate à violência doméstica

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A União entregará às entidades privadas sem fins lucrativos voltadas ao acolhimento, à defesa e à garantia de direitos das mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica até R$ 160 milhões, com o objetivo de mitigar os aumento dos casos durante a pandemia de covid-19.

É o que estabelece o Projeto de Lei (PL) 3.321/2020, apresentado pelo senador Zequinha Marinho (PSC-PA). De acordo com o projeto, poderão receber o auxílio as entidades inscritas nos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente; dos Direitos da Mulher; de Assistência Social ou, na ausência destes, nos conselhos de âmbito estadual ou nacional ligados ao tema. O rateio dos R$ 160 milhões levará em conta o número de mulheres, de crianças e de adolescentes vítimas de violência doméstica atendidos por cada entidade no período de 12 meses anteriores.

De acordo com a proposição, os recursos deverão ser transferidos às entidades em até 60 dias, contados da data de publicação da lei resultante do projeto, com divulgação (em até 30 dias da data do crédito em conta corrente, por meio eletrônico de acesso público) da relação das entidades beneficiadas, com especificação, no mínimo, da razão social, do número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), do estado, do município e do valor repassado.

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Pelo texto, o recebimento do auxílio financeiro emergencial independe de eventuais débitos ou inadimplência das entidades em relação a tributos e não requer a Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social.

O texto ressalta que o auxílio financeiro será aplicado de forma integral no atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica, às crianças e aos adolescentes, ainda que indiretamente.

As entidades beneficiadas deverão prestar contas da aplicação dos recursos aos respectivos conselhos e aos órgãos de controle federais, com divulgação de informações sobre os programas executados e o público-alvo atendido pelas iniciativas.

Os recursos serão utilizados preferencialmente para aquisição de material de higiene e limpeza; compra de medicamentos; pagamento de empregados, aluguel e de contas de água, energia elétrica e telefone e de alimentação. Para custear essas despesas, também poderão ser usados, quando possível, os recursos financeiros do Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente, inclusive os saldos de exercícios anteriores.

Aumento de casos

Autor do projeto, Zequinha Marinho ressalta que a adoção de medidas de isolamento social, inclusive o fechamento de escolas, buscando a supressão da cadeia de transmissão de covid-19, trouxe o aumento do número de casos de violência doméstica contra mulheres, crianças, adolescentes e idosos, por conta do aumento das tensões nas relações familiares ocasionadas pela redução de renda, pelo estresse, pelo aumento do convívio e pela elevação do consumo de bebidas alcoólicas.

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“O projeto objetiva repassar recursos federais às organizações da sociedade civil que se enquadram como entidades sem fins lucrativos responsáveis por dar suporte a esses grupos de risco, com exceção dos idosos”, ressalta Zequinha.

Zequinha cita dados do Observatório da Mulher contra a Violência, do Senado Federal, que identificou crescimento expressivo do número de episódios de violência doméstica contra mulheres no Twitter. Em fevereiro de 2020, houve 558 citações a esses episódios, números que subiram, em março e abril, respectivamente, para 2.066 e 2.959 menções. Ou seja, há indício de que a violência doméstica cresceu mais de cinco vezes em dois meses.

“Trata-se de uma ajuda imprescindível para a continuidade dos trabalhos dessas instituições, que, a despeito do relevante trabalho social executado, têm perdido receitas em decorrência da queda do volume de doações dos entes subnacionais, das pessoas físicas e das empresas privadas. Por isso, as entidades de apoio e proteção dos grupos vulneráveis poderão aplicar os recursos no pagamento de inúmeras despesas, tais como aquisição de medicamentos, custeio de alimentação e pagamento da folha salarial”, destaca o senador.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Nacional

Elmano Férrer faz balanço positivo de 18 meses do governo Bolsonaro

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Em pronunciamento nesta segunda-feira (7), o senador Elmano Férrer (Podemos-PI) fez um balanço positivo dos 18 meses do governo do presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, apesar de campanhas contrárias e da tentativa de desestabilizar o governo, o Brasil tem avançado. Para o senador, o presidente tem procurado cumprir as promessas de campanha, como enxugar e desburocratizar a máquina administrativa, além de destravar a economia.

— A competência da equipe econômica sob o comando do ministro [da Economia] Paulo Guedes, resgatou o país de uma grave crise e o recolocou nos trilhos do crescimento. Atualmente, temos uma inflação menor que 2% ao ano, num cenário de juros baixos devido ao controle da política fiscal do governo Bolsonaro — afirmou.

O senador destacou ainda uma queda nos índices de criminalidade em 2019 e o auxílio emergencial para socorrer a população de baixa renda durante a pandemia do novo coronavírus.

— No momento de grave crise sanitária, constitui o maior programa de transferência de renda da história do Brasil em estado de calamidade pública. Hoje são mais de 65 milhões de beneficiados no Brasil — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Senado planeja primeiras sessões presenciais para agosto

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Os senadores voltarão a se reunir presencialmente em agosto. A decisão foi tomada na reunião de líderes, realizada na manhã de hoje (7). Na reunião ficou decidido que em meados de agosto os senadores votarão a indicação de autoridades, como embaixadores. Nos encontros presenciais, serão tomadas medidas de segurança sanitária para funcionários e parlamentares.

Durante a reunião, ficou firmado ainda que a situação epidemiológica do país será observada até agosto. Caso não haja melhora no quadro, com redução de contaminações no país, essa agenda de encontros presenciais será adiada para setembro. Ficou acertado também que as votações remotas, a partir da segunda quinzena de julho, ocorrerão às quartas e quintas-feiras, ainda de maneira remota.

Além de embaixadores, também cabe aos senadores aprovar, por meio do voto, a escolha de ministros do Tribunal de Contas da União, integrantes de tribunais superiores, procurador-geral da República, chefes de missões diplomáticas e diretores de autarquias e de agências reguladoras.

Dentre as indicações pendentes está a de Nestor José Forster Junior para a embaixada dos Estados Unidos. Outras autoridades prontas para serem votadas são Ediene Santos Lousado, Moacyr Rey Filho e Marcos de Farias, todos para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), além de Hermano Telles Ribeiro, para a embaixada do Brasil no Líbano.

Edição: Fábio Massalli

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