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Sinfra faz limpeza e recapeamento de trecho da MT-270 entre Rondonópolis e São José do Povo

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

A Secretaria de Estado de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra) realiza a limpeza da vegetação e recapeamento para melhorar a mobilidade urbana, no trecho entre os municípios mato-grossenses de Rondonópolis e São José do Povo, localizado na rodovia da MT-270. Essa iniciativa atende a indicação de nº 1251/2020 apresentada pelo deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

A distância entre Rondonópolis à São José do Povo é de aproximadamente 50 km. “Essa estrada estava em situação precária, com buracos e crateras que se formaram ao longo da via. Realmente, já estava na hora de realizar a recuperação desta malha asfáltica. Isso só gera prejuízos materiais aos veículos e coloca em risco a vida dos motoristas que trafegam neste trecho.Agradeço, mais uma vez, o pronto atendimento da Sinfra que viabilizou essa obra que é de grande importância para a população da região”, diz Claudinei.

Nesta proposição, o parlamentar também havia solicitado a construção de acostamento e iluminação na MT-270. “O atendimento a este pedido foi parcial. Mas, a Sinfra está empenhada em trazer melhorias e atender da melhor forma a população. Acredito que em breve teremos boas notícias e este trecho da MT-270 vai ficar praticamente 100%”, espera o deputado.

Localização – O município de São José do Povo fica a uma distância de cerca de 270 km da capital de Cuiabá (MT) e tem população estimada de aproximadamente quatro mil habitantes. A Rodovia MT-270 é um dos principais acessos para chegar até Rondonópolis.

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Fonte: ALMT

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Morados do entorno do lado do Manso sofrem ameaça de despejo

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual Elizeu Nascimento (DC) protocolou, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, na quarta-feira (5), um requerimento solicitando esclarecimentos do governo do estado e do presidente de Furnas Centrais Elétricas S/A, Luiz Carlos Ciocchi, sobre o contrato de concessão e exploração da empresa e também sobre licenças ambientais emitidas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), em benefício da usina hidrelétrica situada no lago do Manso.

Sob o argumento de que uma das funções do parlamentar é fiscalizar a correta aplicação dos recursos públicos, no documento, o deputado solicita cópia integral digitalizada do contrato de concessão e exploração da empresa Furnas Centrais Elétricas S/A, das licenças ambientais emitidas pela Sema, a respeito de exploração e fiscalização, e também de documentos referentes a administração da Usina Hidrelétrica do Lago do Manso, firmados com o governo do estado. O documento deve ser respondido no prazo máximo de 30 dias.

O requerimento foi protocolado após o parlamentar ter se reunido (no dia 24 de julho), com moradores e comerciantes situados às margens do lago do Manso, ameaçados de serem despejados pela empresa Furnas Centrais Elétricas que ingressou com uma ação na Justiça de Mato Grosso pedindo a reintegração de posse de parte da área, localizada às margens do Rio Manso, em Chapada dos Guimarães (a cerca de 72 km de Cuiabá).

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Segundo informações dos atingidos pela desapropriação, a medida vai gerar um prejuízo social enorme, afetando mais de mil pessoas que vivem no entorno do lago, entre elas pescadores, guias turísticos e outros trabalhadores, que têm no segmento do turismo sua única fonte de renda. Além de prejudicar centenas de pequenos agricultores e sitiantes que residem na região.

“Vamos lutar, buscando apoio junto a bancada federal, para que as propriedades permaneçam com seus legítimos donos”, disse Nascimento, após ouvir os  moradores e comerciantes da localidade.

Fonte: ALMT

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Dr. Eugênio lamenta a perda do líder indígena Aritana Yawalapiti

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

“É uma perda dolorida, irreparável, eu perdi um grande amigo”. É assim que médico e deputado estadual Dr. Eugênio Paiva (PSB) define a morte do líder indígena do Alto Xingu, Aritana Yawalapiti, de 71 anos, que morreu vítima da Covid-19 na quarta-feira (5), em Goiânia (GO). 

Dr. Eugênio lembra que entre os anos de 1999 e 2002, trabalhou como médico no Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) do Xingu, em Canarana e que foi lá que conheceu Aritana.

Durante esses anos tive uma convivência muito próxima com ele, eu como médico e ele como líder, sempre em busca de melhorias para seu povo. “Graças ao Aritana consegui entender melhor o que é a cultura indígena, e também o quanto isso representa para todos, em especial nós que moramos na região do Araguaia e do Xingu”, destaca o parlamentar. 

Dr. Eugênio lembrou que Aritana Yawalapiti sempre foi parceiro na busca por melhorias da saúde indígena, e que, inclusive, no ano passado, então já como deputado estadual, os dois ajustaram situações para o setor da saúde durante o Congresso de Saúde Indígena, realizado em Canarana.

“Aritana era um cara firme e sensato, acima de tudo um grande homem como pessoa, além de ser uma grande liderança com muita personalidade. O que nos resta deseja é que ele descanse em paz e que fiquem as boas lembranças deste grande amigo que muito fez por seu povo”, finalizou o deputado.

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Cacique desde os 19 anos, ele era um dos mais antigos e respeitados líderes da região. Aritana Yawalapiti era reconhecido por lutar pela defesa dos povos indígenas, principalmente pela preservação das terras já conquistadas.

Aritana estava em casa com a família quando começou a sentir os primeiros sintomas. O líder fez o teste para Covid-19, que acusou que ele estava infectado. No dia 19 de julho, ele foi internado em um hospital de Canarana, com a piora no estado de saúde, ele foi transferido para uma UTI em Goiânia, onde faleceu nea quarta feira.

Fonte: ALMT

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Lúdio Cabral propõe revogar decreto do governo que retirou autonomia da Fapemat

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) apresentou, nessa quarta-feira (5), um Projeto de Decreto Legislativo para devolver a autonomia da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat). O projeto de Lúdio susta os efeitos do Decreto 575/20, publicado pelo governador em 23 de julho, que determinou que a área meio da instituição seja exercida pela Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secitec) e designou o secretário para responder pela presidência da Fapemat.

“Numa canetada, por decreto, o governador transferiu a presidência e a gestão administrativa e financeira da Fapemat para a Secretaria de Ciência e Tecnologia. Esse decreto é ilegal. Isso não pode acontecer. A fundação tem perfil acadêmico, tem autonomia administrativa e financeira, tem conselho curador e conselho diretor. A Secitec e a Fapemat são duas instituições distintas. Esse decreto na prática abre caminho para acabar com a Fapemat”, afirmou Lúdio.

Lúdio disse que, pela Lei Complementar nº 306, o governador poderia nomear um interino por até 30 dias em caso de vacância do cargo de presidente da Fapemat. Porém, esse prazo já passou, pois o cargo está vago há dois meses, desde 4 de junho, quando o presidente da fundação, Adriano Silva, morreu vítima da covid-19.

Dessa forma, o governador deveria ter indicado um substituto para o cargo no prazo máximo de um mês, que se esgotou em 4 de julho. Por isso, ao nomear o secretário de Ciência e Tecnologia para acumular interinamente a presidência da Fapemat por meio de decreto no dia 23 de julho, o governador extrapolou o prazo permitido para nomeação de um interino na função.

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Fonte: ALMT

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