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Site do STF fica fora do ar; suspeita é de ataque hacker

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Site do STF fica fora do ar após suposto ataque hacker
Kaique Lima

Site do STF fica fora do ar após suposto ataque hacker

O site do Supremo Tribunal Federal (STF), que está fora do ar desde a noite desta quinta-feira (6), pode ter sido alvo de um ataque hacker. Ao entrar no site do tribunal, o usuário vê apenas uma mensagem informando que o portal está em manutenção com um link direcionando para o serviço de peticionamento eletrônico.

Segundo informações do jornalista Diego Escoteguy, do site  O Bastidor , a suposta invasão pode ter ocorrido após um ataque por meio de SQL, um método bastante utilizado para invasões desse tipo. Agora, peritos investigam se o invasor teve acesso a dados sensíveis do STF, mas a extensão do suposto ataque ainda é desconhecida. 

De acordo com Escoteguy, o site está fora do ar porque após a detecção da invasão, técnicos do Supremo acionaram os protocolos de segurança da rede para encontrar e deter o hacker. O acionamento desses mecanismos acaba retirando o site do ar para usuários comuns. No entanto, servidores já pressionam a equipe de tecnologia da informação para que o reestabelecimento seja feito de maneira rápida e discreta. 

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Não é a primeira vez

Hacker “sincerão” invadiu os sistemas DataSUS e FormSUS no início do ano. Crédito: NoMinuto

Essa não é a primeira vez que os sistemas do poder judiciário se mostram vulneráveis a ataques, no final de 2020, os servidores de e-mail do Superior Tribunal de Justiça (STJ) foram atacados e arquivos do sistema foram “sequestrados” com criptografia e ficaram inacessíveis para todos os servidores do tribunal. 

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Na ocasião, o criminoso pediu um valor em criptomoedas para liberar o acesso aos dados. Estima-se que todo o sistema, composto por 1.200 máquinas virtuais e seus respectivos backups foi afetado, causando um grande prejuízo. 

Mas a insegurança cibernética não é exclusividade do judiciário, no início desse ano, o site do Ministérios da Saúde também foi invadido em um episódio inusitado. Na ocasião, o hacker apontou as falhas no sistema da pasta e chegou a debochar da segurança dos sistemas DataSUS e FormSUS: “ESTE SITE ESTÁ UM LIXO! Qualquer criança consegue invadir este excremento digital, causar lentidão e até estragos maiores”, disse o invasor na ocasião. 

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Motociata serviu para recolher dados de 500 mil manifestantes, revela empresário

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Motociata pró-Bolsonaro
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Motociata pró-Bolsonaro


O empresário bolsonarista Jackson Vilar da Silva contou que a “ motociata ” realizada no último sábado (12) em favor de Jair Bolsonaro serviu para criar um grande banco de dados com as informações dos apoiadores do presidente. Os registros de 500 mil pessoas foram coletados para, supostamente, garantir a segurança do lugar. 

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, Vilar afirmou que, na verdade, trata-se da construção de uma rede digital bolsonarista para viabilizar novos atos em favor do presidente.


A orientação da coleta de dados teria vindo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ao menos 1,8 mil nomes teriam sido entregues ao governo para que fossem selecionadas as pessoas que integrariam o pelotão de Bolsonaro no passeio de moto. 

Eles exigiram nome completo, CPF , número de celular, data de nascimento, e-mail, nome da mãe, modelo da moto e placa. Vilar nega interesse em usar os dados comercialmente. “Não posso nem fazer isso. E aquelas pessoas não são do ramo que eu atuo. Só atuo com ônibus, transporte rodoviário e de cargas”, disse ao jornal.

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O GSI informou que “não se manifesta sobre protocolos de segurança e outras ações”.

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Promoção de 20 anos do Mercado Livre que circula no WhatsApp é golpe

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Golpe circula no WhatsApp
Unsplash/Alexander Shatov

Golpe circula no WhatsApp

Uma mensagem falsa circula no WhatsApp prometendo brindes e bônus por conta de uma celebração de 20 anos do Mercado Livre . Dentre os prêmios, estaria até um celular , e a mensagem pede que os usuários compartilhem o conteúdo com os amigos. A promoção é falsa, e o Mercao Livre completa, na verdade, 22 anos em 2021.

Ao clicar no link falso, a vítima tem que responder a algumas perguntas e, depois, deve compartilhar o link com amigos no WhatsApp. Nenhum brinde de fato é enviado, e o usuário ainda pode ter seus dados roubados .

Há algumas variantes da mensagem circulando no WhatsApp mas nenhuma delas, de fato, direciona o usuário para o site do Mercado Livre . Para se proteger de golpes desse tipo, as principais dicas são:

  • Desconfie de promoções boas demais para serem verdadeira;
  • Na dúvida, vá até o site oficial (no caso, do Mercado Livre) para procurar pela promoção ao invés de clicar no link;
  • Confira se o link é, de fato, o do site que diz ser;
  • Não compartilhe seus dados pessoais em sites recebidos pelo WhatsApp , mesmo se amigos e parentes tiverem enviado.
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Instagram permite que grupos organizem vaquinhas direto no app

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Novidades no Instagram
Divulgação/Instagram

Novidades no Instagram

Cerca de dois anos depois do lançamento dos adesivos de doação, o Instagram percebeu que muitos de seus usuários têm usado suas ferramentas de arrecadação para criação de “ vaquinhas ”, que têm seu valor posteriormente revertido para organizações sociais. Por conta disso, a rede social criou um mecanismo para facilitar a organização de eventos de arrecadação de fundos como grupos para usuários da plataforma.

O Instagram observou que muitos tipos de arrecadação off-line de fundos são empreendimentos em grupo, como venda de alimentos, como o famoso bolo de pote ou brigadeiros, que são muito comuns no Brasil, e shows de caridade.

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Tendo isso em vista, a rede social percebeu que poderia abraçar e cooptar esse espírito de comunidade, permitindo que, após criar uma arrecadação de fundos, os usuários possam adicionar outras pessoas, como amigos e familiares, no rol de organizadores.

Para isso, o usuário deve criar uma arrecadação de fundos e, posteriormente, tocar no ícone de compartilhamento na página de recolhimento de recursos e, logo depois, clicar na opção de “convidar membros do grupo”. A partir daí, o usuário poderá procurar outras contas para convidar pessoas para participar da arrecadação.

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ALMT – Campanha Fake News II

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