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Sob viés progressista, papa evita que fiéis beijem sua mão; vídeo gera polêmica

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Com agenda progressista, papa Francisco rejeita o tradicional beijo no 'anel do pescador'; veja o vídeo da cena
Reprodução/Youtube

Com agenda progressista, papa Francisco rejeita o tradicional beijo no ‘anel do pescador’; veja o vídeo da cena

Um episódio envolvendo a Igreja Católica vem cansando polêmica nesta semana. O episódio aconteceu após uma celebração realizada na cidade de Loreto, próxima a Roma. Em vídeo que circula na internet, o papa Francisco aparece retirando a mão e recusando os beijos dos fiéis no anel em sua mão. A cena se repete diversas vezes.

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O caso aconteceu na última segunda-feira (25) e, nas imagens, é possível notar o incômodo do argentino que, desde quando começou a ocupar o cargo, há seis anos, deixa claro seu objetivo de mudar a imagem e a cultura da Igreja Católica, aproximando-a dos fiéis. Para o papa Francisco
, o gesto demonstra comportamento de subordinação, o que estaria longe da política pregada pelo pontífice.

“O papa não quer ser tratado como um rei. Seu gesto foi explícito nesse sentido”, disse Paolo Rodari, vaticanista do jornal italiano La Repubblica
. A joia usada na mão direita pelo católico é conhecida como “anel do pescador” e faz referência a São Pedro, padroeiro da categoria. O anel ainda faz parte de um ritual no Vaticano
de reverência do catolicismo e, em alguns casos, bispos e cardeais também usam a joia como símbolo espiritual.

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Apesar do esclarecimento, o episódio rendeu debate entre conservadores e progressistas nos bastidores do Vaticano. Dentro e fora da igreja, o argentino é alvo de ataques por sua agenda progressista e é acusado de desvirtuar os dogmas da tradição católica. Diferentemente de seu antecessor, o papa emérito Bento 16, que pertencia à ala conservadora, Francisco tem levantado questões sobre abusos sexuais e pedofilia dentro da igreja
, o que não agrada fiéis e religiosos não progressistas.

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O site conservador norte-americano Life Site
chegou a chamar o episódio de “perturbador” e compartilhou críticas feitas anonimamente contra o papa Francisco
. O Vaticano ainda não se manifestou sobre o assunto e o ex-porta-voz do argentino, Frederico Lombardi, minimizou o caso. Segundo ele, o pontífice prefere ser abraçado a receber o antigo beijo na mão.

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Comissão de Fiscalização debate reajuste das tarifas de energia elétrica

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Marcos Corrêa/Presidência da República
Energia - elétrica - usina hidrelétrica de Belo Monte (PA)
Usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados realiza audiência publica na terça-feira (31) para debater o reajuste nos valores das bandeiras tarifárias de energia elétrica, apresentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A audiência será às 16h30, no plenário 9, e poderá ser acompanhada de forma virtual e interativa pelo e-Democracia.

O deputado José Nelto (PP-GO), que pediu o debate, disse que a Aneel pretende aplicar os novos valores da tarifa de energia a partir de junho.

“Se aprovada do modo em que foi apresentada, a proposta importará em expressiva elevação no preço ao consumidor. Para as bandeiras amarela e vermelha, o reajuste será de 56% e 57%, respectivamente”, disse o deputado.

Para ele, não parece convincente a justificativa de que os principais motivos que levaram à alta dos valores decorrem da inflação acumulada no período e do custo de geração de energia.

“O volume atual de armazenamento de água dos reservatórios nacionais está em níveis satisfatórios, ou seja, não há escassez hídrica”, completou José Nelto.

Debatedores
Foram convidados para a audiência:
– o diretor-geral da Aneel, Sandoval de Araújo Feitosa Neto;
– o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Carlos Ciocchi;
– a diretora-presidente da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Christianne Dias; e
– o secretário Nacional do Consumidor, Rodrigo Henrique Roca Pires.

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Da Redação – RS

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Comissão rejeita proposta que cria fundo para combater furtos a caixas eletrônicos

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Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Dep. Aelton Freitas PP-MG
Aelton Freitas, relator do projeto de lei

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados rejeitou projeto de lei que cria fundo específico de combate a roubo e furto de bancos e congêneres. O relator, deputado Aelton Freitas (PP-MG), considerou a matéria inadequada do ponto de vista orçamentário e financeiro.

A proposição (PL 515/20), do deputado Pastor Gil (PL-MA), deverá ser arquivada.

Aelton Freitas apontou como impedimento, para a aprovação do projeto, a indicação de “dotações orçamentárias da União” entre as fontes de recursos para o fundo. “Não há amparo de tal destinação na Lei Orçamentária Anual, no Plano Plurianual ou na Lei de Diretrizes Orçamentárias”, explicou o relator.

O objetivo do fundo proposto seria desenvolver ações para impedir roubos e furtos a bancos e caixas eletrônicos. As verbas seriam usadas para apoiar projetos nas áreas de segurança e tecnologia destinados, entre outros fins, à qualificação das equipes de segurança dos estados, aos sistemas de inteligência e à modernização da segurança de caixas eletrônicos.

Anteriormente, o texto também havia sido rejeitado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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Comissão discute políticas públicas para agricultura familiar e reforma agrária

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Leonardo Henrique e Valmir Fernandes/Fotos Públicas
Agropecuária - geral - agricultura familiar -- plantação - plantações - MST - manutenção das hortas comunitárias onde se colhe os alimentos que compõem marmitas distribuídas pelo coletivo “Marmitas da Terra” em praças e ocupações urbanas de Curitiba e Região.
Mais de 75% dos estabelecimentos rurais pertencem à agricultura familiar

A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados realiza audiência pública na terça-feira (31) com o tema: “Políticas Públicas de Agricultura Familiar e Reforma Agrária”.

O deputado Rogério Correia (PT-MG), que pediu o debate, lembra que a agricultura familiar é a principal responsável pela produção e diversidade dos alimentos consumidos pelos brasileiros.

“A significância é tamanha que o Censo Agropecuário de 2017 apontou que 76,8% dos 5,073 milhões de estabelecimentos rurais do Brasil foram caracterizados como pertencentes à agricultura familiar, gerando R$ 106,5 bilhões de receita”, cita o deputado.

Correia lembra que a inclusão dos agricultores familiares no orçamento público aconteceu por intermédio de políticas públicas como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pnater).

Segundo ele, o enfraquecimento destas políticas públicas vem causando um prejuízo enorme aos agricultores e consequentemente na oferta de alimentos e no combate à fome.

“A carestia voltou a ocupar os noticiários. Mais da metade da população do País vive em situação de insegurança alimentar e o Brasil voltou desonrosamente ao Mapa da Fome mundial. A suspensão do Pronaf, o desmantelamento do PAA, do Pnae e do conjunto de políticas públicas voltadas para agricultura familiar tem grande parcela de responsabilidade nessa realidade nefasta”, diz o deputado.

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Debatedores
Foram convidados para o debate, entre outros, o presidente do Incra, Geraldo José da Câmara Ferreira de Melo Filho; o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Márcio Cândido Alves; e a coordenadora-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Contraf), Josana Lima.

Veja a lista completa de convidados.

Hora e local
O debate será no plenário 3, às 16 horas.

Da Redação – RS

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ALMT – Campanha Fake News II

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