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Sobrevivente do ataque de Las Vegas é uma das vítimas de atentado na Califórnia

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Telemachus Orfanus, sobrevivente do atentado de Las Vegas e vítima do ataque na Califórnia
Reprodução/Facebook

Telemachus Orfanus, sobrevivente do atentado de Las Vegas e vítima do ataque na Califórnia

No ano passado, Telemachus Orfanos, de 27 anos, sobreviveu ao tiroteio que deixou 59 mortos em um festival em Las Vegas, nos Estados Unidos. No entanto, nessa quinta-feira (8), Orfanos acabou morto no  ataque na Califórnia, onde um ex-fuzileiro naval matou 12 pessoas
a tiros em uma boate. 

A mãe de Orfanus, vítima do ataque na Califórnia
, afirmou que não quer orações, mas sim o controle de armas nos Estados Unidos. “Meu filho estava em Las Vegas com vários amigos, e ele voltou para casa. Ele não voltou na noite passada, e eu não quero orações. Eu não quero pensamentos [de solidariedade]. Eu quero controle de armas, e eu peço a Deus que ninguém me mande mais orações. Eu quero controle de armas”, disse Susan a BBC News

Nicholas Champion, um personal trainer do sul da Califórnia, também estava nos dois ataques, o de Las Vegas e o da boate. “É a segunda vez em um ano e meio que isso acontece. Eu estava no (festival country) Las Vegas Route 91 com provavelmente 50 ou 60 pessoas que estavam no estabelecimento (Borderline), como eu, esta noite”. 

O Borderline Bar se tornou um ponto de encontro popular para os fãs de música country, um lugar de consolo para dezenas de sobreviventes do massacre de Las Vegas
se unirem para a música, para a cura e para a lembrança – “celebrar a vida”, nas palavras de um dos sobreviventes.

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O atirador foi identificado como Ian David Long, de 28 anos, e se suicidou logo após o ataque. Long invadiu a boate Borderline Bar & Grill, na cidade de Thousand Oaks, Califórnia, durante a festa de música country “College Country Night”. Ele atirou nos seguranças e depois matou 12 pessoas com uma pistola calibre 45, comprada legalmente. 

O ataque de Las Vegas ocorreu em outubro do ano passado. Na ocasião, um homem atirou do 32º andar do Mandalay Bay, um famoso cassino e resort, contra multidão que estava em um festival de música country. Cinquenta e nove pessoas morreram e mais de 500 ficaram feridas. O tiroteio foi reivindicado pelo Estado Islâmico e considerado o maior ataque a tiros da história do país. 

Os ataques a tiros são muito frequentes nos EUA e suscitam o debate sobre a política do país para aquisição e porte de armas. Enquanto em 2017 foram apenas dois ataques que deixaram mais de 10 mortos, em 2018 já são quatro tiroteios deste tipo.

“Os americanos estão assistindo – e agora alguns até estão experimentando – versões desse mesmo horror repetidas vezes, na esperança de que alguém acabe descobrindo como quebrar o ciclo. Poderia esse herói ser o presidente Trump e os democratas da Câmara?” escreveu o jornal The New York Times
, após o ataque na Califórnia

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Paulinho da Força é alvo de operação que investiga crime eleitoral

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A Polícia Federal (PF) cumpre sete mandados de busca e apreensão na manhã de hoje (14) como parte da investigação contra o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP) por crimes eleitorais. As ações estão sendo feitas em São Paulo e Brasília, pela chamada Operação Dark Side a primeira fase da Operação Lava Jato em conjunto com a Justiça Eleitoral.

Segundo as investigações, existem indícios de que Paulo Pereira, o Paulinho da Força Sindical, recebeu R$ 1,7 milhão em doações eleitorais não contabilizadas em 2010 e 2012. Os pagamentos foram, de acordo com a PF, através da simulação de serviços de advogados e também em dinheiro vivo, com o apoio de doleiros. Em 2012, houve ainda, segundo a apuração policial, o repasse de dinheiro da entidade sindical ao escritório de advocacia.

As informações foram repassadas por executivos do grupo JBS em acordo de colaboração premiada com a Justiça. A quebra dos sigilos bancários e informações repassadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras reforçaram os indícios. Segundo as investigações, um dos sócios do escritório de advocacia usado para dissimular o recebimento dos recursos tem como um dos sócios o genro do parlamentar.

Está sendo apurada ainda a prática do crime de lavagem de dinheiro e se houve continuidade dos crimes após 2012. Os investigados na ação de hoje podem responder por falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.

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Em nota, Paulinho disse que “desconhece os fatos apurados” e que soube das invesgitações “pela imprensa”. “Caso os mandados digam de fato respeito a alegado caixa dois dos anos de 2010 e 2012, a partir da delação da JBS, conforme notícias veiculadas, o deputado lamenta o ocorrido na data de hoje tendo em vista que já são passados 10 anos desde os fatos apontados, sendo que suas contas das eleições de 2010 e 2012 foram aprovadas regularmente pela Justiça Eleitoral”.

Edição: Valéria Aguiar

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Proposta desburocratiza armazenagem de mercadorias para exportação

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Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária - Pauta: deliberação de proposições. Dep. Gilson Marques (NOVO - SC)
Gilson Marques: número de recintos alfandegados é insuficiente para atender a demanda

O Projeto de Lei 401/20 desburocratiza o procedimento de armazenagem dos produtos para exportação que contam com isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O texto modifica norma tributária federal (Lei 9.532/97).

A proposta está em tramitação na Câmara dos Deputados. “A atual exigência de armazenar produtos para exportação somente em recintos alfandegados reduz substancialmente a competitividade das exportações brasileiras, que precisam aguardar vagas nesses locais”, disse o autor, deputado Gilson Marques (Novo-SC).

Segundo o texto, recintos alfandegados são áreas demarcadas pela Receita Federal nos portos a fim de que ocorram, sob controle aduaneiro, a movimentação, a armazenagem e o despacho de mercadorias importadas ou para exportação.

“O número de recintos alfandegados disponíveis nos portos é insuficiente para atender a demanda das empresas exportadoras”, continuou Marques. “Além disso, o custo de armazenagem é superior em relação aos demais armazéns”, disse.

Se aprovado o PL 401/20, serão considerados “adquiridos com o fim específico de exportação os produtos remetidos diretamente do estabelecimento industrial para embarque de exportação ou para quaisquer recintos, alfandegados ou não”. Dessa forma, essas mercadorias terão direito à isenção de IPI.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Reportagem – Ralph Machado
Edição – Rachel Librelon

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Projeto simplifica reconhecimento de diplomas de universidades estrangeiras

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Um projeto (PL 3.716/2020) em discussão no Senado simplifica o reconhecimento de diplomas emitidos por universidades estrangeiras. Um dos objetivos, de acordo com o autor da proposta, senador Dário Berger (MDB-SC), é aumentar o número de médicos em regiões com carência desses profissionais. Para isso, a União poderá promover um processo simplificado com duração entre 30 e 60 dias para validar, no Brasil, diplomas de instituições internacionais reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). Nos demais processos, o prazo cai dos atuais 180 para 90 dias. Além dos procedimentos, as taxas cobradas seriam padronizadas. Mais informações na reportagem de Roberto Fragoso, da Rádio Senado.

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