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Economia

‘Temos só 25% do que esperávamos de fraude no auxílio’, diz presidente da Caixa

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pedro gumaraes
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal, disse que fraudes foram menores do que esperado

Durante coletiva nesta quarta-feira (3), o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou que o número de fraudes no auxílio emergencial foi abaixo do esperado.

“Fraudes e potenciais fraudes de documentos são evitadas pela Caixa Econômica, minimizadas por toda essa questão dos aplicativos que colocamos, e é difícil acontecer. Nós temos 25% só do que esperávamos de fraude, então reduzimos a um volume de fraudes muito inferior ao que se esperava, exatamente por todos esses controles”, disse o presidente.

Ao mesmo tempo, Guimarães indicou que a responsabilidade por fraudes no pagamento do auxílio emergencial é da Dataprev, empresa estatal que faz as análises dos cadastramentos.

Leia:  Jovens de classe média e servidores públicos engrossam fraudes do auxílio emergencial

“Não cabe à Caixa Econômica Federal essa análise. E não cabe explicitamente, porque nós não temos essa base de dados em termos de checagem dos outros benefícios. A lei é muito explícita e só a Dataprev tem a possibilidade de cruzamento para saber se as pessoas receberam mais de R$ 28 mil em 2018, se o grupo familiar recebeu mais de três salários mínimos, se a pessoa recebeu mais de meio salário mínimo. Então são bilhões de cruzamentos de dados realizados pela Dataprev e verificados pelo ministério da cidadania. O que nós fazemos além do pagamento de 60 milhões de pessoas todos os meses é a checagem de documentos”, afirmou.

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No mês de maio, dados sobre  fraudes no auxílio emergencial foram divulgadas. Mais de 160 mil empresários , donos de artigos de luxo, receberam indevidamente o auxílio emergencial. Além disso, quase 190 mil militares também obtiveram o auxílio indevidamente.

O ministério da defesa respondeu em nota que “Antes mesmo da decisão do Tribunal de Contas da União [de que os recebimentos indevidos deveriam ser devolvidos], conforme informado em nota à imprensa de 11 maio, [o ministério da defesa] já havia constatado, com o apoio do ministério da cidadania, a possibilidade de pagamento indevido do auxilio emergencial a pessoas de sua base de dados e já vinha adotando todas as medidas necessárias à apuração do ocorrido, a fim de permitir a restituição ao erário e as demais medidas decorrentes, conforme é sempre realizado em situações semelhantes, em função dos valores morais cultuados pelas Forças Armadas.”

Sobre como a apuração desses dados foi feita, o ministério da defesa não respondeu.

Veja:  Caixa libera saques do auxílio emergencial nesta quarta (3) para nascidos em abril

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Economia

Movimento caiu 88% no Aeroporto de Guarulhos, diz administradora

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guarulhos
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Queda no tráfego de passageiros foi de 88% em relação ao mesmo período em 2019

Na segunda-feira (6), a Invepar – uma das empresas administradoras do Aeroporto de Guarulhos – afirmou que o tráfego de passageiros caiu 88% com relação ao mesmo período em 2019.

O impacto foi causado pela pandemia de Covid-19 e pelas medidas de isolamento social.

A Invepar é integrante do consórcio que administra o Aeroporto de Guarulhos – maior do Brasil – e também informou que em junho o movimento de passageiros foi 35% maior do que em maio, mas insuficiente para evitar uma queda de 86% no comparativo com junho de 2019.

Entre abril e junho, o transporte de cargas pelo aeroporto foi 52% menor  e comparação ao ano passado. Isoladamente, o movimento de cargas no terminal caiu 5% em junho contra maio e 46% comparando 2019 a 2020.

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Veja Mais:  PF deflagra operação contra fraudes no INSS envolvendo 'falsa incapacidade'
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Economia

PF deflagra operação contra fraudes no INSS envolvendo ‘falsa incapacidade’

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inss
Agência Brasil

Políicia Federal deflagrou operação contra fraudes no INSS nesta terça-feira (7)

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (7) uma operação para investigar fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em benefícios por incapacidade temporária e aposentadorias por incapacidade permanente. Segundo a Polícia Federal, os responsáveis e integrantes da organização criminosa são médicos, advogados e intermediários.

A Operação Revide é resultado de uma força-tarefa previdenciária que une o Núcleo de Inteligência Previdenciária e Trabalhista em São Paulo, a Procuradoria Federal e o INSS . As investigações desvendaram que as fraudes ocorrem em sede judicial. O perito do juízo recebia propina do grupo para declarar pessoas saudáveis como incapazes para o trabalho.

Segundo nota da PF , foram expedidos 23 mandados de busca e apreensão para cumprimento no estado de São Paulo, na cidade de São Paulo, Guarulhos e Caieiras e no estado de Minas Gerais, na cidade de Poços de Caldas, além de medidas restritivas de direitos para impedir que o grupo continue a atuar.

“Em uma amostragem inicial, verificou-se que as fraudes provocaram desvios de mais de R$ 13 milhões, porém, em razão do desmantelamento da organização criminosa, estima-se que será evitado um prejuízo de mais de R$ 27 milhões. Referidos valores dizem respeito a um recorte investigativo, pois, ao que tudo indica, as somas podem ser muito maiores”, diz a PF.

Veja Mais:  PF deflagra operação contra fraudes no INSS envolvendo 'falsa incapacidade'

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Economia

Planos de saúde perdem 283 mil clientes em 2 meses, diz ANS

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Agência Brasil

Apesar da queda do número de clientes nos últimos em abril e maio, a ANS avalia que o cenário é de estabilidade

Os planos de saúde no Brasil perderam 283 mil clientes em dois meses, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (7) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

De acordo com os dados da ANS, em maio, o número de beneficiários caiu para 46,829 milhões de pessoas, contra 47,113 milhões no final de março. A redução do número de clientes ocorre em meio à pandemia da Covid-19. Em maio do ano passado, o número de clientes estava em 46,956 milhões.

Apesar da queda do número de clientes nos últimos em abril e maio, a ANS avalia que o cenário é de estabilidade. “No geral, o setor manteve a tendência de estabilidade, com pequenas oscilações em relação aos meses anteriores. Cabe ressaltar que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas pelas operadoras”, afirmou a agência, em nota.

A perda de beneficiários tem sido puxada pela diminuição dos planos individuais. Em maio, essa modalidade de contratação tinha 8,95 milhões de clientes, ante 9,042 milhões em igual mês de 2019. Nos planos coletivos empresariais, o número de beneficiários caiu para 31,609 milhões – 61 mil pessoas a menos na comparação anual.

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Os números a ANS mostram ainda que existem atualmente 739 operadoras em atividades no país com 17.692 planos ativos.

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