Saúde

Tóquio 2020: Recorde de casos de covid liga alerta, mas tem ligação com Jogos?

Publicado


source

BBC News Brasil

Olimpíada de Tóquio 2021: recorde de casos de covid liga alerta, mas tem ligação com Jogos?
Lourdes Heredia* – Do Serviço Mundial da BBC em Tóquio

Olimpíada de Tóquio 2021: recorde de casos de covid liga alerta, mas tem ligação com Jogos?

O Japão atingiu, pelo segundo dia, um número recorde de casos de covid-19 — um aumento perceptível dentro da bolha olímpica, onde as tensões crescentes são sentidas mesmo nas menores interações.

“Por favor, fale baixo perto da comida.” Um funcionário do hotel se aproxima de mim enquanto eu escolho os itens do buffet de café da manhã para comer no meu quarto.

Devido às restrições por causa da pandemia, os jornalistas em Tóquio não têm permissão para comer no restaurante até que tenham passado 14 dias no Japão e completado os testes de PCR diários.

Embora eu esteja usando uma máscara, o funcionário fica preocupado. É apenas um exemplo de como o povo japonês se sente em conflito com relação a sediar os Jogos no meio de uma pandemia, em comparação com o desejo de permanecer seguro e conter a crescente onda de casos.

‘Pior momento’ desde o início da pandemia

Pessoa com máscara em estádio vazio

Getty Images
Atletas estão competindo em estádios quase vazios e aderindo ao distanciamento social

Tóquio, que sedia as Olimpíadas, está em seu quarto estado de emergência desde o início da pandemia, embora isso não signifique um lockdown completo. Por exemplo, os restaurantes recebem a orientação de parar de servir bebidas alcoólicas após as 20h, mas isso não é obrigatório.

Muitos residentes da cidade se cansaram das restrições facultativas, e alguns especialistas dizem que a decisão de seguir em frente com a realização de um dos maiores eventos esportivos do mundo enviou uma mensagem confusa ao público — uma opinião repetida pelo jornal Mainichi Shimbun , que disse que os Jogos geraram uma “complacência” com a prevenção de infecções.

Nacionalmente, os casos do Japão ultrapassaram 10 mil pela primeira vez na quinta-feira (29/7) e, pelo terceiro dia consecutivo, Tóquio registrou alta, com 3.865 novos casos — superando o recorde anterior estabelecido no dia anterior.

Veja Mais:  Atrofia vaginal: pesquisa aponta que 45%¹ das mulheres na pós-menopausa sofrem com a doença no mundo todo, mas só 25%² tratam

Esse número é muito maior do que quando atletas e delegações começaram a chegar, em 1º de julho, quando a média diária de novos casos era inferior a 700.

Mulher nas ruas com máscara

Getty Images
O número crescente de casos faz com que japoneses não aproveitem os Jogos

“Estamos no pior momento desde que a pandemia começou há um ano e meio. Temos que enviar uma mensagem mais forte e melhor com urgência e precisão aos cidadãos”, diz Shigeru Omi, que chefia uma força-tarefa do governo contra covid-19.

“Muitos fatores podem aumentar o número de infecções. Por exemplo, os cidadãos estão cansados do coronavírus, há a variante Delta … e há as Olimpíadas. A maior crise é que a sociedade não está acreditando na urgência da situação. Se o clima atual continuar, a pandemia definitivamente vai piorar”.

‘Quando assistimos notícias, ficamos nervosos’

O número crescente de casos tem feito com que alguns no Japão não consigam aproveitar os Jogos, apesar do crescente número de medalhas no país.

“É muito difícil”, diz a residente de Tóquio Yashimoto Yuko, em um pequeno parque fora do Estádio Nacional, um dos poucos lugares perto de um estádio olímpico onde as pessoas podem ir fotos.

“Queremos comemorar, queremos mostrar nosso lindo país, mas quando ouvimos a notícia, ficamos um pouco nervosos.”

Uma mulher assiste aos jogos das Olimpíadas na televisão em uma loja

Getty Images
As pessoas estão sendo incentivadas a ficar em casa e assistir às Olimpíadas na televisão

Na bolha olímpica — onde ficam os funcionários, atletas e jornalistas —, o número de casos é mantido sob controle. Todos precisam seguir um rígido “manual” elaborado pelos organizadores para evitar a propagação do vírus.

Os jornalistas assinam uma declaração prometendo seguir as regras para poder trabalhar. Atletas precisam usar máscaras, exceto quando estiverem comendo, bebendo, dormindo, treinando ou competindo.

Quem viajou ao Japão para a Olimpíada precisa ter em seu telefone aplicativos instalados que monitoram a posição da pessoa por GPS e rastreiam as pessoas com quem ela entrou em contato. As pessoas precisam enviar um relatório diário sobre sua saúde.

Aqueles que estiveram em contato próximo com alguém que testou positivo para covid-19 precisam ficar isolados. Isso aconteceu com os integrantes da equipe australiana de atletismo, após contato próximo com o atleta americano Sam Kendricks, que testou positivo.

Veja Mais:  Especialistas defendem a redução do intervalo entre as doses e reforço da vacina para conter a variante delta da Covid-19

Na quarta-feira, o comitê olímpico disse que mais 16 pessoas ligadas aos Jogos, nenhum deles atletas, testaram positivo para covid-19, elevando o total desde o início deste mês para 174.

Casos diários de covid em Tóquio. Média de 7 dias*. *Dados até 29 de julho.

Há um sentimento na imprensa japonesa de que os Jogos são culpados pelo aumento dos casos de covid-19.

“Desde que os Jogos começaram, a complacência no comportamento dos atletas e dos outros tornou-se visível”, escreve o Mainichi Shimbun.

Você viu?

O jornal destacou ainda que “também foram vistos atletas em locais de competição se abraçando e, em outros lugares, pessoas tirando completamente as máscaras para torcer pelos competidores, entre outros atos”.

O porta-voz do Comitê Olímpico, Mark Adams, insistiu que o aumento de casos em Tóquio fora da bolha não foi causado pelos Jogos.

“Aqui temos a comunidade mais testada provavelmente de qualquer lugar do mundo”, disse ele. “Além disso, você tem algumas das restrições de lockdown mais duras na Vila dos Atletas.”

“Eles realmente estão vivendo em um mundo paralelo e se ocorrem problemas nós lidamos com eles. Até onde eu sei, não há um único caso de infecção de atletas ou do movimento olímpico se espalhando para a população local.”

“E vou além. Pelo que sei, não há um único caso grave entre eles.”

‘Nenhum outro país poderia ter feito um trabalho melhor’

Pódio

Getty Images
Os competidores só podem remover suas máscaras por 30s para uma foto no pódio

Os atletas estão tão acostumados com as medidas na bolha que ninguém reclama, pelo menos não oficialmente.

Pablo Sarmiento, um dos médicos da seleção equatoriana, disse que está acostumado com este novo “mundo covid” e que o “sistema de bolhas” se tornou uma norma para eventos esportivos internacionais durante a pandemia.

“Os organizadores japoneses fizeram um excelente trabalho levando em consideração as circunstâncias. Eles tiveram que modificar todos os seus planos e você só pode admirá-los para tentar acomodar a todos nós nessas circunstâncias.”

É um sentimento compartilhado por outras pessoas.

Veja Mais:  Desinformação ainda é um dos grandes entraves para o diagnóstico e tratamento da Esclerose Múltipla

“Estamos extremamente gratos ao Japão”, disse Santiago Alvarez, da equipe argentina de rúgbi vencedora do bronze. “Não creio que nenhum outro país pudesse ter feito um trabalho melhor.”

‘Fique em casa e assista na TV’

É inegável que existem medidas para tentar reduzir os casos ao mínimo: isolamento, testes diários, barreiras e estações de desinfecção por todo o lado. Mesmo nos estádios praticamente vazios, as pessoas são constantemente lembradas de usar máscaras em todos os momentos e de se distanciarem socialmente.

O comitê olímpico concordou em flexibilizar suas regras em apenas uma situação: uma oportunidade de foto de 30 segundos no pódio após o hino nacional do vencedor. Só então eles podem remover suas máscaras, enquanto comemoram a vitória.

Um voluntário desinfeta o mastro de uma baliza de handebol durante uma partida nas Olimpíadas

Getty Images
Um voluntário desinfeta o mastro de uma baliza de handebol durante uma partida nas Olimpíadas

Com o passar dos dias, os jornalistas começam a entrar na nova rotina. Os guardas nas portas que controlam se estamos saindo de nossos quartos para ir a uma loja de alimentos ou para pegar o transporte para as instalações olímpicas tornaram-se mais amigáveis.

Mas ninguém pode quebrar nenhuma regra e, com educação, mas com firmeza, eles continuam nos lembrando que esta é uma situação difícil para o Japão, que vacinou totalmente apenas 26% da população até agora.

Toru Kakuta, vice-presidente da Associação Médica de Tóquio, teme que dias piores estejam por vir, alertando que a demanda por leitos hospitalares é agora maior do que o previsto.

“O número de pacientes com sintomas de nível moderado que precisam de fornecimento de oxigênio em alta concentração aumentou.”

Na terça-feira, o primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, pediu às pessoas que fiquem em casa e assistam à Olimpíada pela TV.

Fico me perguntando se a equipe que trabalha incansavelmente na bolha teria preferido que todos nós tivéssemos ficado em casa.

*Colaborou Eddy Duan


Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube ? Inscreva-se no nosso canal!

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook

Saúde

Hematologista do MT Saúde alerta que trombose é uma doença silenciosa, grave e que pode ser fatal

Publicado

Silenciosa, repentina e grave. A trombose é uma doença causada pela formação de coágulo sanguíneo em uma veia, principalmente nos membros inferiores. Se não houver uma ação rápida, pode ser fatal. O alerta é da hematologista Paloma Borges, credenciada ao Mato Grosso Saúde pela Clínica Vida e Oncolog, por ocasião do Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, celebrado neste dia 16 de setembro.

A trombose é a formação de coágulos potencialmente mortais na artéria ou veia. Uma vez formado, um coágulo pode retardar ou bloquear o fluxo sanguíneo normal, e até se soltar e seguir para algum órgão. Isso pode resultar em lesão significativa, incluindo ataque cardíaco, derrame, tromboembolismo venoso (TEV) e embolia pulmonar.

A especialista esclarece que a trombose pode estar associada a um fator de risco adquirido como cirurgias, imobilização e internação prolongada e acomete mais frequentemente pessoas portadoras de certas condições, como o uso de anticoncepcionais ou tratamento hormonal, tabagismo, presença de varizes, pacientes com insuficiência cardíaca, viagens aéreas longas, tumores malignos, obesidade ou a história prévia de trombose venosa.

“Fatores hereditários também estão envolvidos, mas somente devem ser investigados em pacientes com história familiar ou com trombose em idade abaixo de 50 anos e sem fatores de risco adquiridos”, observa a médica.

Sintomas

A trombose nas pernas acarreta dor, vermelhidão e inchaço, com sensação de desconforto na panturrilha. Na embolia pulmonar o paciente queixa de muita dor no peito, principalmente quando respira e falta de ar. Locais mais raros, como cérebro, intestino, rim, olho também podem ser atingidos e os sintomas são variáveis.

Veja Mais:  Pós-menopausa: o que muda no corpo da mulher e como manter uma vida sexual saudável nesse período

Tratamento

O tratamento é feito com substâncias que inibem a formação ou  que destroem os coágulos. A duração do tratamento varia de 3 a 6 meses ou por tempo mais prolongado, conforme a apresentação clínica da doença e características do paciente.

Nos últimos anos houve uma grande evolução no tratamento da TVP com medicamentos que permitem ao paciente se tratar na própria residência, ressaltando-se que é importante ter sempre um acompanhamento médico mesmo nessa situação.

Prevenção

Pequenos cuidados podem prevenir a trombose, tanto pós-cirurgia como no cotidiano. Por isso, é fundamental manter-se em movimento e, se possível, fazer atividades físicas rotineiramente. Além de ingerir bastante líquido.

As principais formas de prevenir a trombose são a prática de exercícios físicos regularmente, evitar o consumo de álcool e tabagismo e manter uma dieta equilibrada.

Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Mulher descobre tumor no tórax após tomografia para identificar lesão da covid-19

Publicado

Cirurgia de retirada foi feita com auxílio da robótica que permite melhor visualização e maior precisão de movimentos operatórios

A comerciante Andressa Tauro Imoto, 42 anos, descobriu um tumor no tórax após fazer uma tomografia do pulmão para acompanhar uma lesão causada pela covid-19. Sem nenhum sintoma ou desconforto, a tumoração que estava crescendo próximo à junção da costela com a coluna é incomum e, na maioria dos casos, benigna, com necessidade de tratamento cirúrgico.

“Esse tipo de cirurgia não é usual e optamos em realizá-la com auxílio da robótica pela precisão dos movimentos e melhor visualização das estruturas do tórax”, explica o cirurgião torácico do Hospital Marcelino Champagnat, Liu Estradioto. “O procedimento é realizado por pequenos orifícios no tórax para introdução das pinças cirúrgicas robóticas, com imagem em 3D e em alta definição – full HD. A utilização da plataforma de cirurgia robótica diminui a dor após a cirurgia, o tempo do internamento e ainda permite o retorno em menor tempo às atividades do dia a dia”, complementa o médico.

“Tive alta após dois dias. Não senti mudanças no geral, já que eu não tinha nenhum desconforto em relação à presença do tumor. Sinto-me muito aliviada e grata por tê-lo descoberto precocemente e evitar prejuízos maiores no futuro”, relata Andressa.

Diagnóstico 

O diagnóstico desse tipo de tumor é feito por meio de exames de imagem, como tomografia computadorizada do tórax ou por ressonância nuclear magnética do tórax. O médico esclarece que, em sua maioria, os pacientes são assintomáticos. Porém, com o tempo, o crescimento do tumor pode gerar compressão de órgãos do tórax e ocasionar sintomas, assim como pode crescer para dentro do canal medular e comprimir a medula espinhal. “Falta de ar, dificuldade de engolir, dor torácica e perda da força são os sintomas mais comuns em um estágio mais avançado do tumor”, explica Estradioto.

Veja Mais:  Mulher descobre tumor no tórax após tomografia para identificar lesão da covid-19

Robótica

No Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), o investimento na aquisição da plataforma robótica Da Vinci X foi motivado pela possibilidade de uma visão tridimensional, 20 vezes maior que a humana, que garante movimentos mais precisos.

Ideal para procedimentos que precisam de maior detalhamento anatômico ou cirurgias realizadas em pequenos espaços e cavidades, o robô possui quatro braços, sendo que um deles carrega a câmera, enquanto os outros três ficam livres para portar instrumentos cirúrgicos como pinças, tesouras e bisturi.

O médico realiza a cirurgia a partir da mesa de controle, com movimentação dos instrumentos feita pelo manuseio de dedais, de forma bem delicada. À medida que move as mãos e os dedos, o robô reproduz os movimentos dentro do corpo do paciente, assim, os gestos são mais precisos, proporcionando uma cirurgia mais segura mesmo em casos de alta complexidade como no tratamento do câncer de pulmão e dos tumores do mediastino.

Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Especialistas defendem a redução do intervalo entre as doses e reforço da vacina para conter a variante delta da Covid-19

Publicado

Durante webinar da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) também foram apresentados dados exclusivos da 7ª edição da Nota Técnica do Observatório da entidade

São Paulo, setembro de 2021 – Nesta quarta-feira (1), foi realizado mais um Anahp AO VIVO – webinar da Associação Nacional de Hospitais Privados – que reuniu especialistas para debaterem sobre o tema “Covid-19: variante delta e o que dos dados nos dizem sobre a pandemia”. O evento contou com a presença de André Medici, economista da saúde; Rosana Richtman, infectologista do Emílio Ribas e Maternidade Santa Joana; João Gabbardo, Coordenador Executivo do Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Governo do Estado de São Paulo; e Ary Ribeiro, CEO do Hospital Infantil Sabará, responsável pela moderação. A gravação completa do evento pode ser acessada através do canal da Anahp no Youtube .

Para antecipar informações sobre o comportamento da variante delta, Médici foi responsável por apresentar o panorama atual dos Estados Unidos, onde há crescimento significante de novos casos da cepa. Com uma perspectiva otimista, Gabbardo prevê que o comportamento da população brasileira em comparação ao de outros países perante a variante delta vai trazer benefícios para o enfrentamento. “Em São Paulo, não houve indicativo que a variante esteja mudando o perfil da pandemia. Continuamos com queda de casos e de internação hospitalar. Isso pode ser atribuído à continuidade das medidas de distanciamento e, principalmente, obrigatoriedade do uso de máscara, que nos EUA e em outros países foi liberado muito rapidamente”, explica o gestor de saúde pública. No entanto, ele alerta que ainda não é possível saber se esse cenário irá se manter.

Veja Mais:  Cigarros eletrônicos podem causar várias doenças, incluindo câncer
Os especialistas defendem a necessidade urgente de reduzir o intervalo das doses e até mesmo de realizar o reforço do imunizante, para proteger a população da variante delta. “Estudos comprovam que, em pessoas dos grupos mais vulneráveis que tomaram a vacina com vírus inativado, a proteção diminui muito depois de seis meses”, alertou a infectologista Rosana.

Pelo fato das vacinas baseadas em vírus inativados ou RNA mensageiros se comportarem de maneiras diferentes, os participantes discutiram as opções de estratégias para o enfrentamento da nova cepa, levando em conta estudos já publicados sobre as experiências de imunização. Gabbardo afirmou que o governo de São Paulo deve anunciar em breve a antecipação de 12 para 8 semanas de intervalo entre a primeira e a segunda dose para toda a população imunizada com vacinas da Pfizer e da Astrazeneca.

Medici, Richtman e Gabbardo preveem que o Brasil ainda terá um longo período de convivência com o vírus da Covid-19 e possíveis novas variantes, que devem receber

atenção. Como exemplo, é citada a nova variante surgida na África do Sul, que já causa grande preocupação, uma vez que apenas uma pequena parcela da população do país recebeu a primeira dose da vacina. “Não há dúvidas de que isso vai se tornar uma transmissão endêmica. A Covid-19 não vai se resolver. Nós iremos controlar e conviver com o vírus, graças ao fantástico progresso que estamos vendo em vacinas e novas drogas”, conclui a infectologista Rosana Richtmann.

Veja Mais:  Especialistas defendem a redução do intervalo entre as doses e reforço da vacina para conter a variante delta da Covid-19
Sinais de retomada das eletivas
Diante do cenário de pandemia, as atualizações dos principais indicadores hospitalares é uma forma de acompanhar os impactos ocasionados pela Covid-19 no setor. Por isso, no Anahp AO VIVO de ontem, foram compartilhados dados da 7ª edição da Nota Técnica do Observatório Anahp, material que compila informações do mercado hospitalar brasileiro, do cenário da saúde e econômico.

O documento apresentado por Ary Ribeiro aponta que as taxas de ocupação das UTIs dos hospitais associados à Anahp ficaram estáveis no mês de agosto. Medici destacou que os indicadores mostram sinais de retomada das cirurgias eletivas. “Isso pode ser confirmado pelo aumento de 10 p.p. em um ano nos procedimentos que estavam represados em fases anteriores da pandemia”, concluiu.

A análise de outros indicadores de gestão operacional, econômica e financeira, em esferas nacional e regional, pode ser conferida na versão completa da 7ª edição da Nota Técnica (NT) – Observatório Anahp, disponível em: https://conteudo.anahp.com.br/nt-observatorio-anahp-7a-edicao-agosto-2021.
Comentários Facebook
Continue lendo

ALMT – Campanha Fake News II

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana