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Trio é preso depois de postar foto e comer tubarão ameaçado de extinção

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Tubarão morto na praia arrow-options
Divulgação/ Polícia Ambiental

Trio foi preso em Ilha Comprida, no litoral de São Paulo

Três homens foram presos em Ilha Comprida , no litoral de São Paulo, após capturarem um tubarão-touro – espécie ameaçada de extinção –, postarem foto com o animal morto e comerem sua carne.

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O animal foi pescado no dia 20 de novembro. Os pescadores postaram fotos do animal morto na areia de uma praia. O tubarão é da espécie cação-mangona, também conhecido como tubarão-touro ou tubarão-cinza, este último sendo o nome dado por pescadores do litoral paulista.

Ao tomar conhecimento da situação, cinco dias após a publicação das fotos, a Polícia Militar Ambiental Marítima começou a procurar o trio de pescadores . Após serem detidos, o trio confessou o crime e explicou que o tubarão ficou preso na rede de pesca que eles utilizavam.

Além de terem cometido crime ambiental, nenhum dos três pescadores possui a carteira de pescador profissional. Cada foi multado em R$ 8.400, totalizando R$ 25.200 mil em multas. O trio responderá em liberdade.  

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Governo quer dobrar participação do modo ferroviário em oito anos

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A participação das ferrovias no total de transportes no Brasil deve chegar a mais de 30% em até oito anos. Esse é o plano do governo federal, de acordo com o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas. Ele discutiu as ações do Executivo para a área em webinar promovido pela Revista Ferroviária hoje (10).

Atualmente, o modo ferroviário responde por 15% do ecossistema de transporte brasileiro. A meta é dobrar isso nos próximos oito anos. Freitas defendeu que a consecução deste objetivo deverá ser garantida a partir das concessões de ferrovias planejadas do Executivo.

“A estratégia ferroviária pretende reequilibrar a matriz de transportes e dobrar a participação do modo ferroviário em oito anos, a partir dos investimentos planejados e plantados. Vamos trazer inovações para o marco regulatório de maneira que facilite a chegada do investimento privado”, disse o ministro no debate virtual.

O titular da pasta da Infraestrutura defendeu e apontou benefícios das concessões. Segundo ele, este modelo poderá gerar investimentos e melhorar a qualidade do serviço com redução dos tempos de viagem, melhoria da segurança e diminuição dos custos de operação.

Além das novas concessões e autorizações, o ministro citou também dentro das estratégias a renovação antecipada de contratos. Ele projetou que os investimentos mobilizados com essas medidas podem ficar entre R$ 40 bilhões e R$ 100 bilhões.

Edição: Fábio Massalli

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Senadores lamentam morte de Alfredo Sirkis

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Senadores lamentaram nesta sexta-feira (10) a morte do ex-deputado Alfredo Sirkis, vítima de um acidente de carro no Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu, região metropolitana do Rio de Janeiro. O ex-deputado era jornalista, ambientalista e chegou a concorrer à Presidência da República pelo Partido Verde em 1998.

O presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, Fabiano Contarato (Rede-ES), lembrou o espírito de luta do ex-parlamentar.

“Que o seu espírito de luta pelo bem coletivo, contra a ditadura e a favor de um meio ambiente ecologicamente equilibrado nos iluminem sempre”, desejou Contarato.

Já o líder da Minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), contou que o livro de Sirkis, Os Carbonários, foi fonte de inspiração para que ele exercesse sua militância política. Pelo livro, Sirkis recebeu o Prêmio Jabuti de 1981.

“É doloroso demais perder tão grande nome, que tanto contribuiu para o país. O ambientalismo fica de luto. Aos amigos, familiares e companheiros do Partido Verde, meus sentimentos”, declarou Randolfe.

Para a senadora Leila Barros (PSB-DF), foi grande a perda sofrida pelos militantes da preservação ambiental.

“É uma triste notícia para quem luta pela preservação ambiental. Pioneiro neste tema, Sirkis foi um expoente no debate sobre a construção de um novo modelo de desenvolvimento. Que Deus conforte seus amigos e familiares”, disse Leila.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) também lamentou a morte do ambientalista e prestou solidariedade aos seus familiares.

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Partido Verde

Alfredo Sirkis era carioca, escritor, jornalista e gestor ambiental. Foi vereador e secretário municipal do Rio de Janeiro (1993-1996). Também foi deputado federal entre 2011 e 2014, quando presidiu a Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso. Foi um dos fundadores do Partido Verde (PV) e seu presidente nacional, entre 1991 e 1999.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Nacional

Maia e parlamentares lamentam morte do ambientalista e ex-deputado Alfredo Sirkis

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Antonio Augusto/Câmara dos Deputados
Café da manhã da Frente Parlamentar para lançamento da campanha pela aprovação do Decreto Legislativo que autoriza a ratificação do Acordo de Paris. Ex-deputado, Alfredo Sirkis
Alfredo Sirkis era ativista ambiental e atual diretor do Centro Brasil no Clima

Deputados lamentaram, por meio de suas redes sociais, a morte do ativista ambiental e ex-deputado federal Alfredo Sirkis, vítima de acidente de carro ocorrido nesta sexta-feira (10), em trecho da rodovia BR-493 na região da Baixada Fluminense (RJ). Sirkis era jornalista e escritor e tinha 69 anos.

“Muito triste a notícia da morte tão abrupta do ex-deputado Alfredo Sirkis. O Brasil perdeu, sem dúvida, um dos seus grandes ativistas na luta pela preservação do meio ambiente. Em nome da Câmara dos Deputados, registro nosso profundo sentimento de pesar aos familiares e amigos”, disse o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em publicação no Twitter.

Integrantes da Frente Parlamentar Ambientalista também lamentaram a perda. “Estou desolado. Perdemos um ícone do ambientalismo brasileiro. Político, jornalista, roteirista e escritor. Alfredo Sirkis tinha uma mente visionária, um dos pioneiros na luta pela preservação da nossa biodiversidade”, disse o coordenador da frente, deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP).

“Voz ativa contra o regime militar. Tive o privilégio de acompanhar de perto sua trajetória. Fará uma falta enorme. Meus sinceros sentimentos aos familiares e amigos”, declarou Agostinho, em seu perfil no Twitter.

Também integrante da Frente Parlamentar Ambientalista, o deputado Nilto Tatto (PT-SP), disse que a luta socioambiental sofre uma perda com a morte de Sirkis.

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O deputado Professor Israel (PV-DF) afirmou que “em tempos de ataques atrozes ao meio ambiente, Sirkis fará falta”. “Hoje a pauta ambientalista perdeu um dos seus maiores expoentes. Alfredo Sirkis, jornalista e político, foi fundador do Partido Verde”, destacou.

Já a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) ressaltou a atuação conjunta com o ex-parlamentar: “[Sirkis] foi meu colega na Câmara e de diferentes lutas políticas no Rio. Cruzávamos ideias, um defensor ferrenho do meio ambiente. Minha total solidariedade à família e aos seus amigos”, declarou.

O deputado Marcelo Freixo (Psol-RJ) afirmou que hoje é um “dia triste para quem luta pela democracia e pelo meio ambiente”. “Perdemos o jornalista, escritor e ativista Alfredo Sirkis. Minha solidariedade à família e aos amigos. Vá em paz, Sirkis. Você fará muita falta ao Brasil.”

O líder do PSB, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), ressaltou a importância de Sirkis não apenas na pauta ambiental, mas também no jornalismo e na literatura. “Que tragédia! Sirkis deu uma contribuição imensa pra boa política, pro meio ambiente, pro jornalismo e pra literatura. Uma grande perda!”, afirmou.

Trajetória
Ligado à causa ambientalista, Sirkis foi fundador do Partido Verde em 1986. Também era jornalista e escritor, e ganhou o Prêmio Jabuti de 1981 pelo livro “Os Carbonários”.

Sirkis foi deputado federal entre 2011 e 2015, eleito pelo PV e posteriormente se filiando ao PSB, partido do qual foi vice-líder. Entre 2016 e de 2019, foi coordenador-executivo do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima (FBMC) e, atualmente, era diretor-executivo do Centro Brasil no Clima.

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Na década de 1960, foi militante estudantil e integrou grupos de guerrilha urbana contra o regime militar. Em 1971, saiu do Brasil para viver em exílio no Chile, na Argentina e em Portugal; e retornou ao País em 1979, com a Lei da Anistia.

Na década de 1990, foi vereador e secretário municipal de Urbanismo e de Meio Ambiente no Rio de Janeiro. Também foi presidente nacional do PV em 1991 e candidato do partido a presidente da República nas eleições de 1998.

Da Redação
Edição – Pierre Triboli

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