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“Tudo é possível, desde que eu queira”, diz empreendedora que venceu o câncer

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Diãnafa Andrade abriu uma franquia da Mais Top Estética em 2020
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Diãnafa Andrade abriu uma franquia da Mais Top Estética em 2020

Diãnafa Andrade é uma empreendedora de 28 anos de idade do Ceará que, aos 14 anos, se abriu para o mundo da administração. Porém, durante sua trajetória, a descoberta de um lipossarcoma mudou sua vida e sua mentalidade nos negócios.

O primeiro contato foi através da empresa de revenda de produtos eletrônicos de seu pai, onde o auxiliava com a parte de controle e logística. Entretanto, esse não era o primeiro plano de Diãnafa, que, ao prestar vestibular, escolheu fazer odontologia.

Após não passar no curso escolhido, voltou a trabalhar com o pai e foi então que se apaixonou de vez pelo setor empresarial e decidiu cursar administração de empresas, na UNIFOR (Universidade de Fortaleza). Lá, em 2018, conheceu o Instituto Meritum , responsável por consultoria de empresas.

Iniciou então os trabalhos nesta área, fazendo relatórios de empresas sobre a tutela dos professores Julio Cesar Pereira da Silva e Edu Ado de Liz, adquirindo interesse e aptidão para esse setor do trabalho empresarial.

O câncer

Ainda em 2018, pouco tempo depois de ter entrado no Instituto Meritum, a descoberta de um câncer mudou a vida de Diãnafa. “Fiquei com medo de cara, porque minha família tem um histórico de câncer e todos que tiveram faleceram”, conta a empreendedora.

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Assustada a princípio, Diãnafa tomou uma decisão importante. Após uma conversa com seu mentor, ela escolheu levantar a cabeça e enfrentar o problema. ” Escolhi viver “.

A empreendedora então começou a ir atrás de consultas médicas e, após recusar indicações de tratamento por quimioterapia, encontrou um médico que aconselhou a cirurgia

“Ele perguntou se eu estava disposta a arriscar o que fosse para tirar aquele câncer, porque havia a chance de eu perder a perna. Eu perguntei se sem perna eu conseguiria ser mãe e ele disse que sim. Então eu disse que tudo bem, porque meu sonho maior é esse.”

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Felizmente a amputação não foi necessária e, depois do pós-operatório complicado, Diãnafa pode retomar sua rotina, mas com uma mudança de mentalidade importantíssima para sua jornada.

“Eu tenho uma frase que é: t udo é possível, desde que eu queira “, conta a consultora, explicando que, depois de superar a doença, nenhum desafio a desmotiva. 

Diãnafa conta ainda que, em seu trabalho, busca passar essa mensagem para auxiliar colegas e clientes. “Sempre que eu vejo alguém triste por ter algum problema, eu digo ‘ levanta a cabeça, olha o que eu venci’ . Por isso que eu digo que, na minha profissão, a gente ganhar dinheiro é um bônus”.

Mais Top Estética

Em 2020, Diãnafa terminou suas consultorias no Instituto Meritum. Ela conta que até poderia ter continuado, mas o esquema à distância pela pandemia e o velho sonho de abrir um negócio com seu noivo a fizeram ir atrás de um novo empreendimento .

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Foi então que surgiu a oportunidade de investir e abrir uma franquia da Mais Top Estética , empresa dedicada a procedimentos estéticos com cerca de 200 unidades no Brasil. 

Aberta em outubro, a clínica ainda é nova demais para que Diãnafa faça algum comentário mais certeiro sobre o seu desempenho, mas revela empolgação com seu novo negócio.

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Você sabe a diferença entre o leite de vaca, cabra e ovelha? Entenda.

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Não é apenas no sabor que o leite de cabras, vacas e ovelhas são diferentes. Produtos têm características diferentes e podem impactar na sua saúde.
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Não é apenas no sabor que o leite de cabras, vacas e ovelhas são diferentes. Produtos têm características diferentes e podem impactar na sua saúde.

É na digestão que já aparece a primeira diferença entre o leite de cabra e o leite de vaca . Nesse quesito, o insumo produzido pelos caprinos leva ligeira vantagem, pois estudos indicam que o leite de cabra é mais facilmente absorvido pelo organismo, deixando menos resíduos indigestos no cólon para fermentar e causar sintomas desconfortáveis, ​​como os da intolerância à lactose.

Outra diferença está na principal proteína encontrada no leite de vaca, a Alfa S1 caseína. Estimativas mostram que 1 em cada 10 pessoas são alérgicas a essa proteína, cujos sintomas são quase idênticos aos da intolerância à lactose. Tanto no leite de cabra quanto no leite humano, essa proteína ofensiva se encontra numa quantidade menor.

A fácil digestão do leite caprino pode ser atribuída à sua coalhada de caseína, que é mais suave e menor do que a produzida pelo leite bovino . Quanto menor e mais suave é a coalhada, mais facilmente ela é aceita pelo sistema digestivo humano.

Cabras e vacas diferem também quando o assunto é a estrutura de gordura do leite. O tamanho médio dos glóbulos de gordura encontrados no leite de cabra, por exemplo, é relativamente menor que a do leite de vaca, o que proporciona melhor dispersão e uma mistura mais homogênea de gordura. Este é outro fator que faz com que o material caprino seja mais fácil de digerir.

Pesquisas indicam ainda que o leite de cabra tem mais dos ácidos graxos essenciais (ácidos linoleico e araquidônico), e uma porcentagem mais elevada de ácidos graxos de cadeia curta e de cadeia média. Também não contêm aglutinina. Resultado: os glóbulos de gordura no leite de cabra não aglomeram, o que ajuda a facilitar a digestão e absorção.

O leite de ovelha e suas características

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Ainda pouco conhecido do grande público consumidor, o leite de ovelha tem uma composição que o difere de outras espécies. Primeiro, porque se caracteriza pela riqueza em gordura e albumina, pois contém o dobro destes em relação ao leite de vaca. Segundo, porque apresenta maior viscosidade, acidez e alto teor de caseína e sólidos totais, o que resulta em um alto rendimento na fabricação de queijos.

A proteína da ovelha é particularmente resistente ao crescimento de microrganismos durante as primeiras horas depois de ordenhado, isso porque sua atividade imunológica é maior que a do leite de vaca.

Entre as principais características estão: sabor suave e ligeiramente adocicado; valor superior de sólidos totais na comparação com o leite de cabra e de vaca; o dobro de gordura em relação ao leite de vaca; maior presença de ácidos graxos de cadeia curta e média, que proporcionam um menor efeito sobre o colesterol e reflete diretamente sobre a saúde; maior concentração de ácido linoleico conjugado (efetivo no combate ao câncer e importante na redução de gordura corporal).

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Além disso, possui até três vezes mais proteínas que permanecem em solução a pH de 4,6, denominadas de proteínas do soro lácteo e formadas por um grupo variado que incluem: alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina, albumina do soro sanguíneo, imunoglobulinas e peptídeos de baixo peso molecular.

Estas proteínas estão em solução na parte aquosa do leite, sendo perdidas em sua grande totalidade no soro durante o processo de fabricação de queijos.

O leite é um importante veículo de vitaminas do complexo B (principalmente B12, que participa como coenzima em diversas reações, sendo necessário para formação do sangue e função neurológica) assim como as vitaminas lipossolúveis A, D e E, que compõem o glóbulo de gordura.

No leite de ovelha estas vitaminas estão contidas em maior peso, como por exemplo, na vitamina D, que apresenta em torno de 0,18g contra 0,04g do leite de vaca em 100 gramas.

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Presidência pretende gastar R$ 430 mil em flores nobres e árvores de Natal

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Presidência prevê gastar até R$ 430 mil em arranjos de flores nobres, tropicais e de campo
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Presidência prevê gastar até R$ 430 mil em arranjos de flores nobres, tropicais e de campo

A Presidência da República prevê gastar até R$ 430 mil em arranjos de flores nobres, tropicais e de campo. A lista inclui deste orquídeas até coroas fúnebres, buquês de homenagens e três árvores de Natal enfeitadas, no valor de R$ 15 mil.

“A Presidência da República é um órgão que recebe muitas personalidades, como chefes de estado, delegações diplomáticas, políticos e artistas. Em certos eventos, existem protocolos e costumes a serem seguidos, como a decoração do local, utilizando-se de arranjos e flores ornamentais”, argumenta o Palácio do Planalto ao site de ÉPOCA.

Em julho do ano passado, a Presidência já havia aberto um edital para gastar R$ 84 mil em despesas similares, mas, ainda assim, o alto valor surpreende.

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Pobreza no Rio dispara e mais de 10% é obrigado a sobreviver com R$ 246 mensais

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Um em cada nove é obrigado a viver com menos de R$ 250 mensais
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Um em cada nove é obrigado a viver com menos de R$ 250 mensais

Em meio à crise sanitária, os impactos econômicos da Covid-19 também são sentidos na pela por milhões de pessoas. Segundo o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, a taxa de pobreza no Rio saltou de 6,4% para 10,65% durante a pandemia – ou seja, um a cada nove moradores do estado é obrigado a sobreviver com uma renda per capita de, no máximo, R$ 246 mensais . Hoje, são quase 1,9 milhão de cidadãos fluminenses nessa situação, um aumento de 745 mil novos pobres apenas entre o fim de 2019 e fevereiro deste ano.

Ana Paula Rodrigues Gama, de 46 anos, que teve a história contada pelo GLOBO nesta quinta-feira, é mais uma a engrossar essa estatística. Ela recebe R$ 264 do Bolsa Família para sustentar as duas filhas, com quem alterna a vida nas ruas do Centro do Rio por períodos em uma casa em condições precárias na comunidade do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana. Fora isso, a única renda da família são os R$ 54 do cartão-alimentação entregue pela Prefeitura do Rio por cada uma das meninas, ambas matriculadas em escolas da rede. O valor substitui a merenda escolar em tempos de pandemia.

– Vale frisar que pessoas sem teto não são enxergadas nem pelas pesquisas domiciliares, que não captam bem esses grupos. E, em meio a um cenário já complicado, tivemos também uma redução expressiva, de 18,5%, na renda de trabalho formal ou informal, a maior parte disso por perda da ocupação, que deixa uma marca mais permanente na economia do estado. O fato é que o Rio deu um salto de pobreza durante a pandemia – explica Neri.

Já o professor da Uerj Bruno Sobral, coordenador da rede Pró-Rio, destaca que o problema, apesar de agravado no último ano, vem de longa data. Na última década, o estado do Rio registrou o maior índice de perda de emprego com carteira assinada do país.

– Além disso, nos últimos quatro anos o número de desabrigados também cresceu exponencialmente. E acrise atual, claro, impactou profundamente nesse quadro. Situações como a da Ana Paula acabam sendo só a ponta do iceberg, um exemplo ilustrativo de um problema muito maior – afirma o economista.

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