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Vacina contra Covid da Fiocruz Minas e UFMG avança em testes de laboratório

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Vacina contra Covid-19
Foto: Pixabay/Creative Commons

Vacina contra Covid-19

Um estudo para o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19 pelo Instituto René Rachou (Fiocruz Minas) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concluiu, com “resultados bastante animadores”, a etapa de prova de conceito, informou ontem (12) a Agência Fiocruz.

Tal etapa faz parte dos estudos pré-clínicos, em laboratório, e indica se a vacina tem potencial para produzir resposta imune e proteção contra a doença.

Cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas (INCTV) da Fiocruz Minas e do Centro de Tecnologia em Vacinas da UFMG trabalham no desenvolvimento deste imunizante, desde março de 2020.

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Segundo os pesquisadores, a vacina não apenas protegeu os camundongos usados na prova de conceito, como também evitou qualquer manifestação clínica da doença.

A pesquisa agora seguirá nos estudos pré-clínicos, com testes em macacos, considerados fundamentais para que se possa avançar em direção aos testes clínicos, em humanos. Nos primatas não-humanos, os pesquisadores vão investigar se a resposta imune causada pela vacina tem capacidade de produzir anticorpos contra o novo coronavírus.

O início dos testes em humanos pode ocorrer ainda neste ano, segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo. Porém, essa etapa requer a produção de um lote piloto da vacina dentro de rigorosos critérios de boas práticas e controle de qualidade, o que exigirá maior volume de recursos financeiros.

O pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do INCTV, explica que a plataforma tecnológica usada na vacina consiste na combinação de duas proteínas, entre elas a proteína S, utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células do hospedeiro. Essas proteínas são combinadas em uma proteína “quimera”, que obteve os resultados positivos na prova de conceito.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Pelo 46º dia, média móvel de mortes segue acima dos 2.000 óbitos

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Covid-19: Média móvel de mortes segue acima dos 2.000 óbitos pelo 46º dia consecutivo
Fusion Medical Animation/Unsplash

Covid-19: Média móvel de mortes segue acima dos 2.000 óbitos pelo 46º dia consecutivo

O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 1.024 mortes em decorrência do novo coronavírus. É o 46º dia consecutivo com a média móvel de óbitos acima dos 2 mil diários e o 101º acima das mil vítimas. Após os dados deste domingo (09), a média móvel dos últimos 7 dias chegou a 2.100 óbitos. No total, o país possui 422.340 mortes acumuladas desde março do ano passado.

Foram contabilizados 38.911 casos de novas contaminações no mesmo período. Desde o início da pandemia, 15.184.790 brasileiros possuem ou já foram diagnosticados com covid-19. Em relação a média móvel de infecções, o número subiu e registra 61.411 novas transmissões diárias.

Os dados fornecidos pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) confirma que, neste sábado (08), o Brasil atingiu o centésimo dia com a média móvel de mortes diárias acima de mil óbitos e o 45º acima de 2 mil mortos.

Desde o início de junho do ano passado, os dados são fornecidos pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) Conass. A iniciativa teve início após uma confusão com os números divulgados pelo Ministério da Saúde.


Segundo informações da Universidade Johns Hopkins, quase 160 milhões de pessoas têm ou já tiveram covid-19. O Brasil ocupa a terceira colocação no ranking mundial de infecções e a segunda posição na lista de vítimas do novo coronavírus.

Fonte: IG SAÚDE

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Da cozinha à luta contra a pandemia: Usado como barreira contra a Covid-19, plástico filme ganhou diversas aplicações além da doméstica

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Plástico PVC, normalmente usado na cozinha, tem sido essencial na proteção contra o vírus

A rotina de proteção e higienização diária contra a proliferação do coronavírus envolve o uso de materiais como máscaras, álcool em gel e também o plástico. O material filme PVC, produto que sempre foi mais utilizado em cozinhas para fechar recipientes e conservar alimentos, agora vem sendo aplicado amplamente em diversos produtos e superfícies de usos compartilhados a fim de evitar contaminação e, assim, auxiliar no combate à pandemia.

Segundo informações do Instituto de Pesquisa Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), embora o coronavírus ainda seja novo para a ciência, já se sabe que a transmissão se dá por secreções contaminadas através do contato com pessoas contaminadas ou com objetos e superfícies contaminados, seguido do toque na boca, nariz ou nos olhos.

Para ajudar a combater essa que se tornou a maior crise sanitária de todos os tempos, a empresa de plástico filme, Alpfilm, desenvolveu o Alpfilm Protect contra o Sars Cov 2 , um material específico com formulação que inativa o novo vírus. O plástico foi testado e teve sua eficiência comprovada através da empresa QuasarBio, referência em ensaios com SARS-Cov-2 que tem laudos protocolados pelo Professor Lucio Holanda Gondim de Freitas, especialista no assunto. Os ensaios foram realizados no laboratório Nível de Biossegurança 3 (NB3) – especializado na manipulação de microrganismos com alto grau de patogenicidade e que oferecem risco à vida humana e ao meio ambiente.

Veja Mais:  Covid-19: Brasil ultrapassa 421 mil mortes e registra 2.202 óbitos em 24h

O produto, que já contava com propriedades antifúngicas e bactericidas – graças à presença de micropartículas de prata – passou por uma série de estudos para adequações em sua composição com o objetivo de assegurar sua eficácia antiviral, em especial contra o novo coronavírus. O resultado foi um produto que apresenta respostas positivas que chegam a 79,9% de inativação nos primeiros três minutos, chegando a 99,99% de eficácia em até 15 minutos.

“Desde 2014 a nossa linha de produtos AlpFilm Protect conta em sua composição com uma solução que evita a proliferação de fungos e bactérias, oferecendo uma barreira de proteção eficaz para a conservação de alimentos e outros produtos embalados com o plástico filme. Diante dos desafios impostos pela Covid-19, decidimos voltar nossas atenções para a pesquisa e desenvolvimento dessa evolução do produto para a inativação do novo coronavírus por contato”, explica Alessandra Zambaldi, diretora de Comércio Exterior e Marketing da Alpes.

Segurança extra em diversos ambientes

A partir da comprovação de sua eficácia contra o coronavírus, o material plástico filme vem sendo utilizado em diversos materiais de uso comum e que requerem o contato frequente das mãos. Dentre eles, as maquininhas de pagamento e celulares são alguns exemplos de equipamentos que não permitem a limpeza com álcool em gel direto nos produtos, já que a água presente na formulação pode oxidar e danificar as peças do produto. Por isso, para mantê-los higienizados é ideal envolvê-los no plástico filme.

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O material também é utilizado em ambientes residenciais. No estado de Santa Catarina, a Diretoria de Vigilância Sanitária definiu uma série de medidas de prevenção e combate ao vírus nos condomínios da região. Com isso, um dos critérios do órgão é de que trabalhadores que atuam nas portarias de condomínios residenciais devem utilizar o plástico filme sobre os teclados e mouses dos computadores e, substituindo a proteção a cada turno.

“Como o vírus é invisível e ainda não temos o controle da doença atual, é impossível ter o domínio total de higienização dos produtos e superfícies. Por isso, o Alpfilm Protect é fundamental neste momento, já que contribui no combate à proliferação do vírus nos objetos mais comuns do cotidiano e, salvando vidas”, comenta.

O plástico filme PVC também inativa o vírus em diversos ambientes públicos – que possui grande tráfego de pessoas – como em superfícies de maçanetas, corrimãos, controles remoto, botões de elevadores e telas sensíveis ao toque.

A proteção está presente, inclusive, dentro de carros. Nesta pandemia, o plástico filme pôde ser encontrado em volantes e marchas de vans escolares, – no período de aulas presenciais- já que transportam grande fluxo de pessoas por dia e também em carros que se encontram em oficinas mecânicas, uma vez que o contato das mãos com outras pessoas é frequente.

Outro exemplo é o carro de auto-escola, que também abrange um grande fluxo de motoristas no mesmo veículo. Por isso, o uso do plástico filme é amplamente recomendado em diversos estabelecimentos.

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Carrinhos e cestas de mercado também já passaram a utilizar o produto como forma de combate à pandemia.

“No combate à pandemia, o plástico tem se mostrado um grande aliado. Afinal, a higiene e a descartabilidade são características dos produtos de ‘uso único’, que contribuem para a prevenção não só do coronavírus, mas de diversas outras doenças. Contudo, para evitar impactos negativos ao meio ambiente, esses materiais devem ser descartados de forma adequada: em coleta seletiva ou em postos de reciclagem específicos para o plástico filme PVC.”, finaliza a profissional.

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Covid-19: Pelo 46º dia, média móvel de mortes segue acima dos 2.000 óbitos

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O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 1.024 mortes em decorrência do novo coronavírus. É o 46º dia consecutivo com a média móvel de óbitos acima dos 2 mil diários e o 101º acima das mil vítimas. Após os dados deste domingo (09), a média móvel dos últimos 7 dias chegou a 2.100 óbitos. No total, o país possui 422.340 mortes acumuladas desde março do ano passado.

Foram contabilizados 38.911 casos de novas contaminações no mesmo período. Desde o início da pandemia, 15.184.790 brasileiros possuem ou já foram diagnosticados com covid-19. Em relação a média móvel de infecções, o número subiu e registra 61.411 novas transmissões diárias.

Os dados fornecidos pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) confirma que, neste sábado (08), o Brasil atingiu o centésimo dia com a média móvel de mortes diárias acima de mil óbitos e o 45º acima de 2 mil mortos.

Desde o início de junho do ano passado, os dados são fornecidos pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) Conass. A iniciativa teve início após uma confusão com os números divulgados pelo Ministério da Saúde.


Segundo informações da Universidade Johns Hopkins, quase 160 milhões de pessoas têm ou já tiveram covid-19. O Brasil ocupa a terceira colocação no ranking mundial de infecções e a segunda posição na lista de vítimas do novo coronavírus.

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Fonte: IG SAÚDE

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