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Vacina de Oxford: veja quantas doses cada estado receberá neste domingo

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Agência Brasil

Voo que veio da Índia trouxe 2 milhões de vacinas de Oxford, que serão distribuídas aos estados
Pedro Paulo Souza/MS

Voo que veio da Índia trouxe 2 milhões de vacinas de Oxford, que serão distribuídas aos estados

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) liberou neste sábado (23), para distribuição aos estados, as doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela biofarmacêutica AstraZeneca, importadas da Índia. A logística de distribuição cabe ao Ministério da Saúde e, no fim da tarde deste sábado, foram aplicadas as primeiras doses no Brasil. Ao todo, são dois milhões de doses, que serão distribuídas aos estados proporcionalmente neste domingo (24).

A vacinação ocorreu logo após a Fiocruz começar a liberar os 2 milhões de doses de vacinas prontas para o Programa Nacional de Imunizações (PNI/MS). O primeiro caminhão com parte da carga saiu às 14h18 da Fiocruz e foi direto para um centro de logística também na zona norte para iniciar a separação das caixas que serão distribuídas aos estados. Ao todo, serão etiquetadas 4 mil caixas, cada uma com 50 frascos e 500 doses da vacina. Depois da etiquetagem, ocorrerá a liberação de documentação pela garantia da qualidade.

Segundo a Fiocruz, ainda na manhã de hoje foram coletadas amostras pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) para análise de protocolo e liberação do produto para que o Programa Nacional de Imunizações possa distribuir as doses aos estados. “Toda a operação para liberação das vacinas segue normalmente, sem intercorrências e dentro do cronograma”, informou.

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Confira quantas doses serão enviadas a cada estado

  • São Paulo – 501.960 doses, população de 46.289.333 habitantes;
  • Minas Gerais – 190.500 doses, população de 21.292.666 habitantes;
  • Rio de Janeiro – 185.000 doses, população de 17.366.189 habitantes;
  • Amazonas – 132.500 doses, população de 4.207.714 habitantes (estado tem direito a cota extra de 100 mil doses devido à gravidade da crise, sobretudo em Manaus);
  • Bahia – 119.500 doses, população de 14.930.634 habitantes;
  • Rio Grande do Sul – 116.000 doses, população de 11.422.973 habitantes;
  • Paraná – 86.500 doses, população de 11.516.840 habitantes;
  • Pernambuco – 84.000 doses, população de 9.616.621 habitantes;
  • Ceará – 72.500 doses, população de 9.187.103 habitantes;
  • Goiás – 65.500 doses, população de 7.113.540 habitantes;
  • Pará – 49.000 doses, população de 8.690.745 habitantes;
  • Maranhão – 48.500 doses, população de 7.114.598 habitantes;
  • Santa Catarina – 47.500 doses, população de 7.252.502 habitantes;
  • Distrito Federal – 41.500 doses, população de 3.055.149 habitantes;
  • Paraíba – 36.000 doses, população de 4.039.277 habitantes;
  • Espírito Santo – 35.500 doses, população de 4.064.052 habitantes;
  • Rio Grande do Norte – 31.500 doses, população de 3.534.165 habitantes;
  • Alagoas – 27.500 doses, população de 3.351.543 habitantes;
  • Mato Grosso – 24.000 doses, população de 3.526.220 habitantes;
  • Piauí – 24.000 doses, população de 3.281.480 habitantes;
  • Mato Grosso do Sul – 22.000 doses, população de 2.809.394 habitantes;
  • Sergipe – 19.000 doses, população de 2.318.822 habitantes;
  • Rondônia – 13.000 doses, população de 1.796.460 habitantes;
  • Tocantins – 11.500 doses, população de 1.590.248 habitantes;
  • Amapá – 6.000 doses, população de 861.773 habitantes;
  • Acre – 5.500 doses, população de 894.470 habitantes; e
  • Roraima – 4.000 doses, população de 631.181 habitantes.
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Chegada

As doses importadas do Instituto Serum da Índia, um dos centros produtores da vacina de Oxford/AstraZeneca , chegaram à Fiocruz por volta de 1h deste sábado, após serem recebidas no Aeroporto Internacional Tom Jobim RIOGaleão, na zona norte do Rio. O avião que trouxe as vacinas de São Paulo, aonde chegaram da Índia em voo comercial, pousou no Rio às 22h.

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Os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello , de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, e o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy estavam presentes. De lá, as doses seguiram em caminhões para Bio-Manguinhos/Fiocruz, onde foi feito o trabalho de análise de segurança com medição de temperatura e de etiquetagem dos dois milhões de doses.

Em agosto do ano passado, a Fiocruz assinou um acordo com a Oxford e a AstraZeneca para transferência de tecnologia e produção da vacina no Brasil. A expectativa é que a produção comece em março. Após a chegada das doses no Aeroporto do Rio, o ministro da Saúde disse que a chegada do lote é o início do processo no país. “Esses dois milhões de doses são apenas o início. É o começo do processo. Estamos negociando receber mais doses no começo de fevereiro e o IFA [Ingrediente Farmacêutico Ativo] necessário para que a Fiocruz comece a produzir até 15 milhões de doses por mês. Nosso país precisa de produção nacional”, disse Pazuello.

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Vacina de Oxford já começou a ser aplicada

Receberam a vacina o infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz) Estevão Portela e a médica pneumologista do Centro de Referência Professor Helio Fraga, também da Fiocruz, Margareth Dalcolmo. Os dois atuam na linha de frente da assistência a pacientes com covid-19 desde o início da pandemia e receberam as vacinas no Complexo da Fiocruz, na zona norte do Rio de Janeiro.

Após ser vacinada, a médica Margareth Dalcolmo disse que o dia é simbólico, de muita esperança e sobretudo de muita confiança nas instituições do país. Margareth Dalcolmo acrescentou que também é um dia para homenagear os profissionais de saúde do Brasil inteiro que estão de plantão nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e nas emergências, cuidando diretamente dos pacientes.

“Estou seguramente sorrindo, mas pela esperança. Em primeiro lugar não é uma esperança vã, é uma esperança da confiança objetiva nas instituições brasileiras, na força do SUS e em todos que desde o início da pandemia, do carnaval do ano passado, estão comprometidos e continuam trabalhando”, disse.

A terceira pessoa a receber a dose foi a médica Sarah Ananda Gomes, que é coordenadora da equipe de Cuidados Paliativos no Hospital Felicio Rocho.

Fonte: IG SAÚDE

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Lockdown teria aliviado impacto da Covid-19 no Brasil, dizem especialistas

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Olhar Digital

Na quarta-feira (24), o Brasil alcançou a trágica marca de 250 mil mortos pela doença
Foto: Olhar Digital

Na quarta-feira (24), o Brasil alcançou a trágica marca de 250 mil mortos pela doença

Apesar de prefeituras e governos estaduais do Brasil estarem adotando medidas restritivas para impedir o avanço da Covid-19, especialistas dizem que a situação seria outra se ações mais rígidas — como o lockdown — tivessem sido impostas antes.

Na quarta-feira (24), o Brasil alcançou a trágica marca de 250 mil mortos pela doença e registrou novo recorde na média móvel de óbitos nos últimos sete dias, com 1.129 casos.

Para conter o avanço do novo coronavírus no país, nesta semana foram anunciadas novas restrições de circulação em São Paulo, uma combinação de toque de recolher e Lei Seca em Uberlândia, o fechamento de praias do Nordeste e a adoção de um lockdown em Araraquara (SP). Essas medidas — e outras ainda mais rígidas — deveriam ter sido usadas para prevenir o avanço da doença, não com o intuito de resolver o quadro atual, que já é bastante grave.

Agora, estados e municípios têm de correr para minimizar os danos, porque a propagação do novo coronavírus não foi combatida de forma rígida antes. “Todos sabíamos que os números voltariam a crescer — e avisamos. O governo federal nunca tomou a frente, assim como estados e municípios, por motivos econômicos e eleitorais, seguraram seus números no ano passado. Agiram como se tudo estivesse bem, mas nunca tivemos pleno controle da pandemia”, afirma Domingos Alves, professor da USP de Ribeirão Preto.

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Segundo ele, um lockdown entre março e maio de 2020 seguraria o impacto da primeira onda da doença e ações entre outubro e dezembro enfraqueceriam o potencial da segunda. Israel, um dos países que o governo federal tem como modelo, fez um lockdown rigoroso e obteve bons resultados, lembra a microbiologista Natalia Pasternak. Os EUA , líderes em número de casos e óbitos, também têm observado diminuição no número de ocorrências. Já a situação no Brasil piora dia após dia.

Ainda dá tempo

Uma das formas para frear o avanço da Covid-19 no país é a adoção do lockdown. A medida funciona melhor quando é implantada uniformemente e deve ser usada para prevenir a Covid-19, mas o infectologista Evaldo Stanislau, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) não é tarde demais para agir. “Tivemos momentos de grande impacto da pandemia em que o lockdown seria muito bem-vindo. [Ainda] não está tarde: há variantes chegando e altas taxas de ocupação em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs)”, diz.

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Lockdown pode ser essencial para frear avanço da Covid-19 no país. Foto: AGB Photo Library/Shutterstock

Medidas como aumento da aplicação de testes, mapeamento do vírus, estímulo ao uso de máscaras faciais, restrições de circulação e celeridade nas campanhas de vacinação também são essenciais para que os casos de Covid-19 diminuam gradativamente no Brasil.

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O que diz o governo

Ao Uol , o Ministério da Saúde afirmou que, “por ser um país continental, o Brasil não deve ter medidas únicas. Essas ações devem ser tomadas de acordo com as necessidades de cada região, levando em conta parâmetros como quantidade de leitos ocupados, quantidade de casos e óbitos, quantidade de profissionais, insumos e equipamentos de proteção individual”.

Ainda segundo o órgão, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu autonomia a Estados e municípios para tomarem as melhores decisões para suas populações. Com isso, “cabe às autoridades locais decidirem sobre as medidas não farmacológicas a serem adotadas”. Especialistas lembram que a decisão do STF não isenta o governo federal de organizar o combate à pandemia.

Via: Uol

Fonte: IG SAÚDE

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Elizabeth 2ª pede que britânicos ‘pensem nos outros’ e se imunizem

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BBC News Brasil

Vacina contra covid: rainha Elizabeth 2ª pede que britânicos 'pensem nos outros' e se imunizem
Reprodução: BBC News Brasil

Vacina contra covid: rainha Elizabeth 2ª pede que britânicos ‘pensem nos outros’ e se imunizem

A rainha Elizabeth 2ª, do Reino Unido, pediu que os britânicos “pensem nas outras pessoas” e tomem a vacina contra a covid-19.

A monarca, de 94 anos, e o duque de Edimburgo, de 99, receberam suas primeiras doses da vacina em janeiro. No Reino Unido, mais de 18 milhões de pessoas, ou um em cada quatro adultos, já receberam a primeira dose da vacina.

Em uma chamada de vídeo nesta terça (23/2) com autoridades de saúde responsáveis por entregar a vacina contra a covid em todo o país, a rainha foi questionada sobre sua experiência ao receber a vacina.

Ela sorriu ao responder: “Bem, pelo que pude observar, foi bastante inofensiva. Foi muito rápido.”

E acrescentou: “Não doeu nada.”

A rainha também comentou sobre como recebeu muitas cartas de pessoas que ficaram “bastante surpresas com a facilidade de obter a vacina”.

Ela disse que entende que tomar a vacina pode ser uma experiência “difícil” para algumas pessoas, mas pediu a todos que “pensem nas outras pessoas e não em si mesmos”.

A afirmação da rainha veio depois que o ministro responsável pela vacinação no Reino Unido, Nadhim Zahawi, declarou que entre 11% e 15% da população está hesitante em tomar a vacina. Os dados apontam a tendência em algumas comunidades negras e minorias étnicas.

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Alguns estudos também encontraram disparidades entre áreas mais pobres e mais ricas.

Camilla e Charles

Reuters
O príncipe de Gales, 72, e a duquesa da Cornualha, 73, receberam vacinas contra a covid

Emily Lawson, líder do programa de implementação da vacina no sistema público de saúde da Inglaterra, disse que os comentários da rainha sobre sua experiência com a vacina foram um “voto de confiança incrivelmente importante ao programa”.

“Queremos apenas garantir que estamos criando as condições para que todos se sintam aptos a aceitar a oferta de vacinação quando forem convocados”, afirmou.

Para ela, a declaração da rainha representa “um grande fomento para a confiança em nosso programa”.

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A rainha também afirmou que a velocidade do lançamento da vacinação no Reino Unido até agora foi “notável”.

Em declarações às quatro autoridades que supervisionam o programa de vacinação na Inglaterra, na Escócia, no País de Gales e na Irlanda do Norte, ela disse ainda: “Continuem o bom trabalho.”

Durante a videochamada, a monarca comparou a pandemia a uma “praga” que se espalhou pelo mundo.

O diretor da vacinação do governo escocês, Derek Grieve, disse à chefe de Estado que gostaria de “guardar em uma garrafa” o espírito de comunidade que testemunhou durante a pandemia. A rainha respondeu que o espírito se parecia “muito” ao espírito de guerra que ela experimentou.

Nesta semana, a condessa de Wessex, esposa do príncipe Edward, filho mais novo da rainha, começou a trabalhar como voluntária em um centro de vacinação no sudoeste de Londres.

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Sophie concluiu o treinamento necessário para ajudar a fornecer informações a quem vai receber a vacina, e agora faz parte de um grupo de 10 mil voluntários de centros em toda a Inglaterra.

O filho mais velho da rainha, príncipe Charles, e sua esposa Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, também receberam as primeiras doses da vacina. Camilla disse que “pulou de alegria” após receber sua injeção.

O príncipe William, neto da rainha e segundo na linha de sucessão ao trono, visitou um centro de vacinação nesta semana e disse que estaria na “frente da fila” por uma vacina para ajudar a tranquilizar as pessoas sobre sua segurança, mas que esperaria sua vez.

Durante sua visita, William também disse que seu avô, príncipe Philip, estava “OK” depois de ter sido internado no hospital na semana passada.

O duque de Edimburgo permanece hospitalizado no centro de Londres, onde está sendo tratado por uma infecção.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Ocupação de UTI pública chega 70% em em São Paulo

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A alta tem sido associada por médicos e especialistas aos efeitos das aglomerações das festas de fim de ano e há preocupação com as consequências do carnaval
Foto: Marcelo Casal/EBC

A alta tem sido associada por médicos e especialistas aos efeitos das aglomerações das festas de fim de ano e há preocupação com as consequências do carnaval

O estado de São Paulo bateu novo recorde de internações por Covid-19 em leitos de UTI pública. De acordo com dados divulgados pela CNN Brasil, são 6.767 pacientes com a doença em tratamento intensivo, o que representa mais de 70,4% das vagas públicas. 

Segundo dados do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp), 72% dos hospitais particulares de São Paulo estão com ocupação entre 80% e 100%. 

No Hospital Israelita Albert Einstein, a taxa total de ocupação é de 99% nesta quinta-feira, 25 e, no Sírio-Libanês, é de 96%. No Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a taxa de ocupação de UTI para covid está em 91%.

Na Beneficência Portuguesa, a taxa de ocupação dos leitos de internação para infectados pelo vírus estava em 94% na quarta-feira, 24, e era 95,74% nas UTIs. Na quinta, a taxa de ocupação nos leitos de UTI e enfermaria dedicados à doença no HCor é de 85% e a ocupação total, 86%.

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Na última quarta-feira (24), o governo de São Paulo anunciou medidas restritivas para conter o avanço da pandemia no estado. O coordenador do Centro de Contingência Contra a Covid-19, o médico Paulo Menezes, descreveu o cenário como “bastante preocupante”. Segundo ele, se a tendência atual se mantiver, o Estado poderá ter um esgotamento de leitos de UTI em três semanas.

Fonte: IG SAÚDE

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