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Varíola dos macacos: governador de SP diz não haver motivo para pânico

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São Paulo registrou o primeiro caso da varíola dos macacos no Brasil
Foto: Centro de Controle de Doenças/Divulgação – 20/05/2022

São Paulo registrou o primeiro caso da varíola dos macacos no Brasil


O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), afirmou nesta sexta-feira, que não há motivo para pânico diante da  primeira infecção por varíola dos macacos na capital paulista.

“Ontem nós identificamos, com a contra-prova do Adolfo Lutz, o primeiro caso dessa varíola no Brasil. É de um homem que veio da Europa, visitou países como Espanha e Portugal, portanto trouxe pra cá esse vírus. Existe todo um protocolo para a proteção desse individuo”, disse Garcia.

Em seguida, o governador falou que comunicou o caso para o Ministério da Saúde para que “possa também ligar os protocolos nas fronteiras, para que tenhamos atenção com a varíola dos macacos”.

Outra investigação em São Paulo Além do primeiro caso confirmado, o estado de São Paulo investiga um segundo caso suspeito de varíola dos macacos na capital paulista. Trata-se de uma mulher de 26 anos com quadro compatível com a doença, mas sem histórico de viagem.

Fontes ouvidas pelo GLOBO acreditam que é possível que a análise da amostra da paciente seja concluída ainda nesta sexta. Isso porque chegou, ontem, ao Instituto Adolfo Lutz um tipo de guia que servirá de modelo para realização de RT-PCR da infecção — o que torna o processo de identificação mais rápido.


Até aqui, era preciso realizar exames de metagenômica: um estudo que analisa o genoma de micro-organismos, um processo mais demorado e mais custoso. A nova metodologia será testada nesta sexta.

O modelo foi produzido pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná. Especialistas médicos, porém, acreditam que a detecção positiva para varíola dos macacos nesta paciente ser menos provável do que no caso anterior. Ela, inclusive. passou por uma série de exames complementares nos últimos dias.

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Dieta cetogênica: conheça a alimentação que reduz o consumo de carboidratos

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Dieta cetogênica: conheça a alimentação que reduz o consumo de carboidratos
Redação EdiCase

Dieta cetogênica: conheça a alimentação que reduz o consumo de carboidratos

Especialista explica por que o método deve ser utilizado com cautela e acompanhamento profissional

Por Guilherme Zanette 

Quando se fala em emagrecer, a primeira coisa que a maioria das pessoas pensa é em diminuir o consumo de carboidratos. Um exemplo disso é a dieta cetogênica, que já existe há muito tempo.

Nos anos 1920, a dieta cetogênica surgiu como tratamento para epilepsia, e foi ganhando fama como alternativa para a perda de peso apenas nos anos 60. A prática foi evoluindo com o tempo, e hoje em dia é utilizada até mesmo por famosas, como a atriz Giovanna Antonelli e a norte-americana Megan Fox. 

Como funciona a dieta cetogênica

Como explica a Dra. Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia, geralmente, as refeições nessa dieta são compostas de proteínas de alto valor biológico e cada uma dessas refeições contém proteínas, carboidratos e gorduras, em quantidades e calorias restritas, e costumam ter três fases: ativa, reeducação e manutenção. 

“A fase ativa pode variar de 30 a 45 dias é a fase que ocorre a maior perda de peso. Na segunda fase, a de reeducação, o paciente vai incorporando, gradualmente, comidas naturais e saudáveis na sua rotina. Após uma dieta muito restrita, a pessoa retorna a se alimentar com uma quantidade mais segura de calorias, no geral, em torno de 1200 a 1800 por dia, mas nessa fase ainda há perda de peso, ainda que menor do que na fase anterior. Por fim, vem a fase de manutenção do peso obtido nas duas fases anteriores”, detalha.

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Vantagens desse tipo de alimentação

De acordo com a Dra. Marcella, a dieta é eficaz, mas a custos altos: “fisiologicamente falando, faz sentido diminuir o apetite através da produção dos corpos cetônicos, mas a prática traz efeitos colaterais relevantes e não deve ser iniciada sem o acompanhamento de um especialista”, afirma.

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A dieta cetogênica é segura? 

Segundo a Dra. Marcella, sim, mas com ressalvas. “É uma dieta que não pode ser feita por tempo prolongado, é eficaz a médio e curto prazo, e não pode ser seguida por qualquer pessoa. No grupo que deve evitar a prática estão os diabéticos, os hipertensos, e pacientes com problemas no fígado ou rim.  O alto consumo de gorduras é outro ponto a ser considerado antes de optar pelo plano, já que, ao fazer com que 90% das calorias venham da gordura, há o risco de alterações no perfil lipídico”, completa. 

Consulte um especialista 

Em suma, pode-se dizer que a dieta cetogênica tem, sim, eficácia, especialmente no combate à obesidade e/ou síndrome metabólica. No entanto, deve ser feita sob acompanhamento nutrológico, para que os riscos de efeitos colaterais sejam excluídos, assim como para uma boa indicação de alimentos. Além disso, a Dra. Marcella reforça: “O tempo máximo para praticar a dieta cetogênica deve ser de seis meses”, finaliza.

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Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

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Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo
LuAnn Hunt/Pixabay

Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

As vacinas contra a Covi-19 salvaram quase 20 milhões de vidas durante o primeiro ano de sua existência, segundo estimativas feitas por pesquisadores do Imperial College London. O estudo foi publicado na revista The Lancet Infectious Diseases. Os cientistas consideraram os imunizantes da Pfizer, AstraZeneca e Moderna.

O trabalho calculou os benefícios das vacinas e chegou à conclusão de que os imunizantes salvaram 19,8 milhões de vidas em 185 países nos primeiros 12 meses de uso. Os cientistas estimaram que 12,2 milhões de vidas foram salvas em países ricos e mais 7,5 milhões de vidas foram salvas em países cobertos pela iniciativa Covid-19 Vaccine Access (Covax), projetada para fornecer vacinas a nações mais pobres.

No entanto, os pesquisadores também descobriram que mais 600 mil mortes poderiam ter sido evitadas se a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar 40% da população em todos os países até o final de 2021 fosse cumprida.A maioria das mortes evitáveis ocorreu no continente africano. Atualmente, apenas 60% da população mundial recebeu as duas doses primárias de uma vacina contra a Covid.

Das vidas salvas, os especialistas estimam que 15,5 milhões delas foram resultado dos imunizantes que protegem contra sintomas graves de Covid. Estima-se que outras 4,3 milhões de mortes foram evitadas indiretamente pelas vacinas de Covid, ajudando a reduzir a transmissão e impedindo a sobrecarga dos sistemas de saúde.

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No estudo, os pesquisadores afirmam que a aplicação das vacinas representou uma redução global de 63% no total de mortes (19,8 milhões de 31,4 milhões) durante o primeiro ano de vacinação contra a Covid-19.

O estudo analisou dados sobre taxas de vacinação, mortes por Covid e excesso de registros de óbitos. Especialistas da Universidade Johns Hopkins estimam que 6,3 milhões de pessoas morreram de Covid em todo o mundo. Enquanto isso, cerca de 11,6 bilhões de imunizantes foram entregues.

“A alta proteção em nível individual contra doenças graves e mortalidade devido à Covid-19, bem como o benefício em nível populacional proporcionado pela proteção leve contra a infecção pelo coronavírus (antes do surgimento da variante Ômicron), conferida pela vacinação, alterou fundamentalmente o curso da pandemia de Covid-19”, escreveram os pesquisadores no estudo.

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Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Brasil tem 38,7 mil novos casos e 140 óbitos em 24 horas

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Veja os números referentes às doses únicas e as demais
Reprodução: BBC News Brasil

Veja os números referentes às doses únicas e as demais

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado hoje (25) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 38,793 novos casos de covid-19. No total, o país contabiliza 32.061.959 registros da doença.

Destes, 806.062 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos. As secretarias estaduais de saúde registraram 140 mortes por covid-19 em 24 horas. No total, a pandemia resultou em 670,369 óbitos no país.

O número de recuperados é de 95,4% do total – 30,5 milhões de brasileiros são considerados curados. O informativo mostra ainda que houve 161 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.283 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios para serem relacionados à covid-19.

Segundo o balanço do Ministério da Saúde , no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.600), Rio de Janeiro (74.053), Minas Gerais (62,015), Paraná (43.651) e Rio Grande do Sul (39.966). Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.355).

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Até este sábado, foram aplicadas 449,3 milhões de doses, sendo 177,9 milhões referentes à 1ª dose e 160,6 milhões relativas à 2ª dose. Outras 92,8 milhões de doses dizem respeito à primeira dose de reforço, enquanto 8,7 milhões são da segunda dose de reforço. O painel registra, ainda, 4,1 milhões de doses adicionais. As vacinas de dose única – protocolo que já não é mais usado – foram 4,9 milhões.

Fonte: IG SAÚDE

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