Saúde

Varíola dos macacos: MG averigua suspeita de morte pela doença

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Vírus da 'varíola dos macacos'
Foto: Centro de Controle de Doenças/Divulgação – 20/05/2022

Vírus da ‘varíola dos macacos’

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) investiga uma suspeita de morte por  varíola dos macacos no estado. Trata-se de uma pessoa residente em Uberlândia e que trabalha em Araguari, no Triângulo Mineiro. A morte suspeita de monkeypox foi notificada no último sábado, informou a SES-MG em nota.

Até o momento, Minas Gerais ainda não tinha registrado nenhum caso de varíola dos macacos. Os três casos confirmados no Brasil foram registrados em  São Paulo (2) e no Rio Grande do Sul .

Uma amostra coletada no paciente que morreu foi enviada para análise laboratorial da Fundação Ezequiel Dias, em Belo Horizonte. Segundo a SES-MG, todos os dados clínicos do paciente serão avaliados pela equipe técnica da Secretaria Estadual e do Ministério da Saúde para classificação e encerramento do caso.

A SES-MG, a Secretaria Regional de Saúde (SRS) de Uberlândia e as secretarias municipais de Saúde de Araguari e Uberlândia estão investigando o caso e monitorando os contatos próximos. A secretaria não divulgou mais informações sobre o paciente, a fim de proteger sua identificação.

Leia a nota na íntegra “A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informa que, no sábado (11/6), foi notificado um óbito suspeito de monkeypox (varíola do macaco) em Uberlândia. É o primeiro caso em investigação pela doença em Minas Gerais. Trata-se de uma pessoa residente em Uberlândia e que trabalha em Araguari, no Triângulo Mineiro. Dentre os contatos próximos, ainda não há nenhum outro caso sintomático.

Para o diagnóstico laboratorial, a SES-MG orientou que fosse coletada a amostra para a análise pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). Todos os dados clínicos também serão avaliados pela equipe técnica da Secretaria Estadual e do Ministério da Saúde para classificação e encerramento do caso. A SES-MG, a SRS Uberlândia e as secretarias municipais de Saúde de Araguari e Uberlândia estão investigando o caso e monitorando os contatos próximos.

Demais dados quanto ao caso não serão divulgados para preservar a privacidade e individualidade do paciente, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGDP).”

Fonte: IG SAÚDE

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Produção da CoronaVac é suspensa por baixa demanda e falta de registro

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Vacina do Butantan (Coronavac) foi fundamental para conter o atraso das importações das outras vacinas
Crédito: SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Vacina do Butantan (Coronavac) foi fundamental para conter o atraso das importações das outras vacinas

O Instituto Butantan anuncia a interrupção da produção da CoronaVac. A vacina foi a primeira aplicada no Brasil, e teve sua última produção realizada em outubro de 2021. Apesar das mais de 110 milhões de doses entregues, o último envio ocorreu em fevereiro. Sem novos pedidos por lotes do imunizante, não há previsão de retomada.

Pano de fundo para uma briga política entre o ex-governador João Doria (PSDB) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), a CoronaVac foi aprovada pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) para uso emergencial em janeiro do ano passado, e desde então, nunca foi deixada de lado. Hoje, é utilizada especialmente para a vacinação de crianças e adolescentes.

A CoronaVac ajudou bastante a manter a eficiência da vacinação em “rebanho” no Brasil, uma vez que, os demais modelos, demoraram para chegar ao Brasil. Entretanto, assim que o abastecimento dessas demais aumentou, a vacina do Instituto Butantan perdeu espaço na campanha nacional de vacinação.

Em abril deste ano, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou o fim da emergência sanitária pela covid-19 no país. Sem emergência sanitária, apenas vacinas registradas definitivamente podem ser aplicadas em adultos — por isso, a CoronaVac foi barrada e ficou restrita a crianças e adolescentes. Os outros três imunizantes aplicados no país já têm registro definitivo pela Anvisa : Pfizer, AstraZeneca e Janssen .

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vacinação contra a gripe é ampliada a partir deste sábado no país

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Reforço para a imunização ocorre pelo SUS (Sistema Único de Saúde)
Rovena Rosa/Agência Brasil – 19.01.2022

Reforço para a imunização ocorre pelo SUS (Sistema Único de Saúde)

A campanha contra a gripe será ampliada a partir deste sábado (25) para a população a partir de 6 meses de idade, em todo o país, enquanto durarem os estoques da vacina. A mobilização busca prevenir complicações decorrentes da doença e diminuir óbitos e pressão sobre o sistema de saúde.

Quem faz parte do público-alvo e ainda não se imunizou, também poderá se vacinar. Para receber a vacina da gripe, basta ir a qualquer posto de vacinação. O Sistema Único de Saúde (SUS) tem cerca de 38 mil salas de vacinas espalhadas por todo país e o Ministério da Saúde já distribuiu 80 milhões de doses da vacina contra a gripe para estados e Distrito Federal.

Até o momento, a mobilização contra a doença atingiu 53,5% de cobertura vacinal. “Os pressupostos para o sucesso das campanhas de vacinação são absolutamente atendidos no nosso país. Temos vacinas, temos uma capacidade sem precedentes de aplicação, graças aos vacinadores que estão nas salas de vacinação do Brasil .

Ano passado, tivemos casos em várias regiões do País por conta da cepa H3N2 . A vacina deste ano já protege contra essa cepa e as passadas. Precisamos combater essas doenças”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele fez um apelo à população para que à população para que ajude a aumentar os índices de imunização contra a doença no Brasil. Veja os grupos preferenciais, a seguir.

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Idosos acima de 60 anos; Trabalhadores da saúde; Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias); Gestantes e puérperas; Povos indígenas; Professores; Pessoas com comorbidades; Pessoas com deficiência permanente; Forças de segurança e salvamento e Forças Armadas; Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; Trabalhadores portuários; Funcionários do sistema prisional; Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; População privada de liberdade.

Fonte: IG SAÚDE

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Brasil tem 17 casos confirmados de varíola dos macacos

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Brasil tem 17 casos confirmados de varíola dos macacos
Reprodução / CNN Brasil – 17.06.2022

Brasil tem 17 casos confirmados de varíola dos macacos

O Brasil registra, no momento, um total de 17 casos confirmados para a varíola dos macacos – monkeypox –, sendo 11 em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e quatro no Rio de Janeiro. Outros dez casos seguem em investigação. Do total de caso, cinco seriam autóctones, o que significa que houve transmissão local da doença. Dois deles no Rio de Janeiro e três em São Paulo.

Nesta sexta-feira (24), a pasta foi notificada de três novos casos da doença no país, sendo dois no estado do Rio de Janeiro e outro no estado de São Paulo, confirmados pelos laboratórios da Fiocruz-RJ e Adolf Lutz em São Paulo. Os dois casos do Rio de Janeiro já tinham sido confirmados pela prefeitura na noite de quinta-feira (23).

Em São Paulo, trata-se de um caso importado, com histórico de viagem para a Europa. O paciente é do sexo masculino, 29 anos, residente na capital paulista. Segundo informações do MS, os casos apresentam quadro clínico estável, sem complicações e estão sendo monitorados pelas Secretarias de Saúde dos estados e municípios.

São Paulo

Nesta quinta (23), o Ministério da Saúde foi notificado de três casos autóctones confirmados para a varíola dos macacos no estado de São Paulo, segundo divulgou a pasta. São três pacientes do sexo masculino, residentes na capital paulista, com idade entre 24 e 37 anos, sem histórico de viagem para países com casos confirmados.

Veja Mais:  Tripulantes de navio cruzeiro brasileiro têm suspeita de rubéola

De acordo com o MS, os casos ainda estão em investigação para a busca de vínculos de transmissão. Eles estão isolados, com quadro clínico estável, sem complicações e sendo monitorados pelas Secretarias de Saúde do Estado e do município.

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Fonte: IG SAÚDE

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