Saúde

Varíola dos macacos: Saúde avalia criar um comitê de emergência

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Especialistas atribuem explosão de casos a alta à falta de coordenação do Ministério da Saúde
Reprodução/Montagem iG 25.5.2022

Especialistas atribuem explosão de casos a alta à falta de coordenação do Ministério da Saúde

Dois dias após a Organização Mundial de Saúde (OMS) aumentar o alerta sobre a disseminação da  varíola dos macacos (monkeypox), clasificada como emergência pública de preocupação global, o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, disse ao GLOBO que a pasta avalia a criação de um comitê para acompanhar a propagação no país.

O governo também tenta fechar a compra de 50 mil doses de vacina para oferecer especificamente a profissionais de saúde e ainda não há previsão de quando poderá ser oferecida à população em geral. A expectativa é que haja vacinação ainda neste ano.

O Brasil apresentou um salto no número de casos na última semana, chegando a 696 ocorrências. Especialistas atribuem a alta à falta de coordenação do Ministério da Saúde em definir uma estratégia nacional contra a doença e de comunicação para alertar a população sobre formas de contato. Uma sala de situação chegou a ser criada no ministério para monitorar a doença, mas ela foi desmobilizada no último dia 13. Para Medeiros, porém, a pasta tem atuado de forma efetiva em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde.

“O ministério tem feito o seu papel na medida de esclarecer a população e de criar o fluxo de maneira pactuada com Conass e Conasems (conselhos de secretários de saúde) para que possamos ter uma vigilância ativa”, disse ele.

Houve uma explosão no número de casos de varíola dos macacos no Brasil. O que o ministério tem feito para conter esse avanço?

O ministério vem monitorando os casos, criou toda essa vigilância junto com todos os estados e municípios, porque na verdade o SUS é tripartite. Criamos todo um fluxo de informação, de como coletar as amostras, como avaliá-las, desde o início publicamos de maneira regular o card informando sobre a doença mesmo quando não havia casos no Brasil. O ministério tem feito o seu papel na medida de esclarecer a população e de criar o fluxo de maneira pactuada com Conass e Conasems (conselhos de secretários de saúde) para que possamos ter uma vigilância ativa.

Porque que o ministério desmobilizou a salão de situação sobre a doença, no último dia 13?

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A sala de situação é criada quando nós temos um evento novo, de importância, que a gente verifica que aquela doença possa ter um impacto na saúde pública do Brasil. Qual o motivo de manter uma sala de situação? É entender a doença, como ela se comporta, e construir um fluxo de vigilância. A partir daí, se efetivamente temos a necessidade, podemos criar um comitê de emergência para continuarmos as análises e os estudos e a vigilância desse fato, mas a sala de situação cumpriu o seu papel. Imagina se tivéssemos sala de situação para todas as doenças? A sala de situação é criada com um objetivo. O senhor mencionou a possível criação de um comitê. Há uma decisão sobre a criação desse grupo?

Nós estamos analisando, à medida que os casos forem aumentando. Hoje temos um departamento que toma conta dessa vigilância. Estamos analisando a possibilidade de criar um comitê para continuarmos ainda mais com a sensibilidade da vigilância nesse sentido.

Especialistas têm reclamado da ausência de uma campanha de conscientização em relação à doença. Há planos na pasta em relação ao tema?

O Ministério da Saúde já está se organizando para lançar uma campanha de conscientização e esclarecimento sobre monkeypox no nosso país. Ela pretende abordar as medidas de controle, de prevenção, os cuidados e o que é a doença. Muitas vezes a população não tem o conhecimento adequado de como a doença aparece, quais as formas de transmissão. Então, na verdade a campanha vai no sentido de esclarecer efetivamente a população sobre o que é a doença.

Sabe-se que o uso de máscara é uma das medidas de proteção. Durante a pandemia de Covid-19, houve controvérsia em relação ao tema. O ministério pretende incentivar o uso de máscara?

Existem várias medidas de prevenção. Para profissionais de saúde que vão lidar com esse paciente é fundamental o uso de máscara, ou contactantes próximos que vão lidar com um paciente infectado.

Há perspectiva de uma campanha ampla sobre o uso de máscara?

Temos a perspectiva de uma campanha ampla de esclarecimento da doença, sobre máscara vamos dar o esclarecimento necessário para o pessoal que mais precisa utilizar a máscara. Até porque a principal forma de transmissão da doença é por contato de pele. Estamos em tratativa com a assessoria de comunicação e com toda organização da pasta e muito em breve essa campanha entra na praça.

Como estão essas tratativas para a compra de vacinas? Certamente é uma realidade. Existem duas empresas que fornecem a vacina. Uma utiliza um método de aplicação, que chamado de escarificação, e outra por uma injeção intramuscular. Nós entendemos que o melhor método é o da injeção intramuscular. O ministério está em tratativa junto a Opas para aquisição de doses para nossa população.

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Quando essas doses devem chegar?

A Opas está em tratativas com o fabricante para que o mais breve possível essa vacina esteja disponível para os trabalhadores de saúde e os contactantes. Em uma primeira análise que fizemos com a Opas, estimamos o quantitativo de aproximadamente 50 mil doses iniciais. A depender da capacidade de produção da empresa e da capacidade de aquisição que a Opas possa adquirir para toda a região das Américas.

Qual a expectativa de prazo?

A expectativa é que ainda ocorra neste ano. Temos dois grandes institutos científicos no Brasil, o Butantan e a Fiocruz.

O ministério teve alguma conversa com eles em relação à possibilidade de desenvolvimento de uma vacina própria? Existe todo uma tratativa de uma transferência tecnológica e, obviamente, o Ministério da Saúde tem nos laboratórios públicos do Brasil, produtores de vacina, grandes parceiros. Se houver interesse desses laboratórios de fazer a transferência tecnológica para aquisição dessa vacina, pelo óbvio o Ministério da Saúde tem todo o interesse em fazer tratativas e adquirirmos essa vacina para garantirmos a qualidade da saúde pública do nosso país.

Houve alguma movimentação no sentido de viabilizar a transferência tecnológica com laboratórios estrangeiros?

Já tivemos uma reunião com a fabricante da vacina. Se discutiu rapidamente essa possibilidade da transferência tecnológica. A produtora da vacina falou sobre uma possibilidade, mas isso ainda está muito no início. Foi um surto que cresceu muito rapidamente e a produtora tem dificuldades de entregar o quantitativo para o mundo inteiro nesse momento. Por isso a gente entende que a parceira com a Opas é mais rápida O ministério estuda alguma medida drástica para conter a transmissão da doença, como contenção do fluxo de fronteiras?

Não.

No sábado, o Brasil estava em 7º no número de casos da doença. O ministério faz alguma autocrítica em relação a isso? Tem relação com o atraso da pasta em se mobilizar em relação à doença?

Não vejo que houve atraso com relação à doença. Discordo completamente. O Ministério de organizou do ponto de vista de vigilância epidemiológica quando não havia nenhum caso de monkeypox no nosso país. Pelo contrário. Participamos da Assembleia mundial da Organização Mundial de Saúde em Genebra, e em maio já estávamos com a vigilância ativa, com a forma de notificação de casos, com toda a vigilância necessária. Com relação a isso, o Ministério da Saúde não atrasou absolutamente nada.

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A que o senhor atribui o grande número de casos no país?

A doença é transmissível, então certamente as pessoas se contaminaram e estão, sem perceber, contaminando outras pessoas. É uma doença transmissível. Mas não por falta de capacidade de sensibilização para detecção de casos e vigilância. Se temos hoje uma capacidade de identificar o número de casos que o Brasil tem é porque este ministério fez a sua parte, que é fazer uma vigilância sensível e ativa.

Como o senhor avalia o risco que há hoje no Brasil em relação a essa doença?

É uma doença que a gente precisa tomar cuidado. Precisamos ficar atentos aos sinais e sintomas. Ao primeiro sintoma, procurar um médico e a unidade básica de saúde para que ele possa lhe examinar e dar o fluxo necessário para dar o tratamento adequado a esse paciente. Essa é a principal recomendação. Em caso de febre abrupta, manchas no corpo, cansaço, cefaleia, não fique em casa, procure seu médico e a unidade de saúde. Alguns estados têm relatado falta de testes para diagnóstico da doença. Como está o abastecimento e as conversas do ministério com estados?

Elas são diárias e constantes. Nós montamos quatro laboratórios de referência no Brasil para fazer os testes e já estamos procurando se existe no mercado empresas que produzam esse teste em maior quantidade para adquirirmos. Os quatro laboratórios estão trabalhando dentro de sua rotina normal, não há sobrecarga no momento.

Secretários estaduais solicitaram apoio à Opas na construção de protocolos em relação à doença e criticam a falta de coordenação do Ministério da Saúde. Qual sua avaliação sobre essas críticas? Tanto os representantes do Conass quanto do Conasems faziam parte de todo o processo da sala de situação, acompanhavam e participavam de todos os fluxos que foram estabelecidos durante o trabalho. Acredito que tenhamos um fluxo adequado e correto para notificação dos casos, tanto é que temos casos notificados. Se não tivéssemos uma vigilância estabelecida não teríamos os dados para apresentar à população brasileira. Precisamos melhorar, atualizar sempre em qualquer processo, mas a vigilância se encontra ativa e atuante em todos os estados do Brasil.

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Fonte: IG SAÚDE

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Pacientes com Covid grave têm mais riscos de mal súbito

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Sequelas da Covid têm preocupado a medicina
Mariana Alvim – @marianaalvim – Da BBC News Brasil em São Paulo

Sequelas da Covid têm preocupado a medicina

Nos últimos meses, aumentou o número de pessoas que morreram de mal súbito, sendo que muitas dessas mortes são de quem foi contaminado pela Covid-19. A doutora Inês Bissoli, cardiologista e coordenadora do CTI do Hospital Badim, explica quais os motivos para a doença estar relacionada a esses casos.

“Dentro das manifestações da Covid estão as de natureza cardiológica, com quadro de miocardite, que é a inflamação da musculatura cardíaca, o infarto agudo do miocárdio e as arritmias. Além disso, como a Covid é uma doença que aumenta o risco de formação de trombos, ou seja, o estado de hipercoagulabilidade, há risco aumentado de eventos tromboembólicos como a trombose venosa profunda, a embolia pulmonar, os acidentes vasculares cerebrais”, detalha.

A medicina também identificou que cresceu o número de doenças de coração entre pessoas contaminadas. Isto tem ocorrido por conta das “manifestações cardíacas são comuns nos pacientes com Covid grave”.

“Mas como a Covid é uma doença de estado de hipercoagulabilidade e inflamatória, ela pode afetar o coração de qualquer pessoa que teve a doença, com disfunção microvascular, resposta inflamatória sistêmica, miocardite e hipoxia, que é a baixa concentração de oxigênio no sangue”, acrescenta.

As sequelas também têm provocado preocupações. As mais comuns são fadiga, dispneia (falta de ar), tosse, alteração no olfato e paladar, fibrose pulmonar e renal, podendo ter necessidade de diálise. “Quanto os sintomas emocionais podem perdurar a ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, alterações cognitivas, como perda da concentração e alterações da memória, insônia. A pessoa pode ter ainda queda de cabelo, sudorese, diarreia, taquicardia, vertigem, dor articular e mialgia”, explica a médica.

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Quem ficou com sequelas no coração pode ser curado ainda, no entanto, tudo depende do caso. “Pacientes que tiveram miocardite pela Covid podem se recuperar após o tratamento adequado, mas em alguns casos de Covid grave o paciente pode cursar com insuficiência cardíaca, situação sem cura, mas com controle por meio de medicações indicadas para cada caso e atividade física sob supervisão. Por isso é importante uma avaliação médica após a cura”, relata a doutora Bissoli.

“Pacientes com Covid-19 têm risco cardiovascular maior se comparados àqueles pacientes que não tiveram a doença. Quanto mais grave a manifestação da Covid, maior o risco cardiovascular”, completa.

Todos que tiveram Covid deveriam procurar cardiologista?

A médica garante que todos que foram contaminados pela doença devem procurar um cardiologista para saber qual seu estado de saúde. “É uma doença trombogênica e inflamatória, podem ocorrer alterações cardiológicas em qualquer caso de Covid-19, que não se manifestaram durante a fase aguda da doença”, pontua.

Inclusive, para praticar esporte, é importante que se tenha um laudo médico. “É importante para qualquer pessoa que pretende iniciar uma atividade física procurar um especialista e realizar uma avaliação de doença cardíaca, como a miocardiopatia hipertrófica. No caso dos pacientes que tiveram Covid, esse procedimento é mais necessário ainda, porque a doença pode evoluir com miocardite, que é uma inflamação dos músculos do coração”, comenta.

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Por fim, ela dá dicas de como as pessoas devem se cuidar após serem contaminadas, mesmo estando vacinadas. “A pessoa que testou positivo para Covid-19 assintomática ou sem sintomas respiratórios ou ainda com ausência de febre, mesmo assim deve fazer isolamento por cinco dias a partir do início dos sintomas ou do resultado do teste RT-PCR, para não infectar outras pessoas”, relata.

“Deve repetir o exame após o quinto dia para poder sair do isolamento, caso o resultado do exame seja negativo. Se o exame ainda for positivo, deve-se estender o isolamento para sete dias. Sair do isolamento somente com a ausência de sintomas nas últimas 24 horas. Na presença de sintomas nesse período é necessário estender o isolamento até 10 dias. Em todos esses casos é indicado e fundamental manter o uso de máscara e higienização das mãos. Pessoas com Covid grave ou imunossuprimidas por doença ou uso de medicações imunossupressoras devem fazer quarentena de 20 dias. O retorno só poderá ser feito se não tiver febre ou uso de antitérmico nas últimas 24 horas”, conclui.

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Fonte: IG SAÚDE

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Biofeedback: entenda o procedimento pós-operatório feito em Anitta

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Anitta fez exame para acompanhar caso de endometriose
Reprodução/Instagram 15.08.2022

Anitta fez exame para acompanhar caso de endometriose

Na tarde desta segunda-feira, a cantora Anitta gravou uma série de stories em suas redes sociais dizendo que estava fazendo um exercício que avalia a contração anal e desenvolve controle sobre o assoalho pélvico. Chamado de Biofeedback, o procedimento pode ser um tratamento para pacientes com endometriose ou que estão em processo pós-operatório, como é o caso da artista.

Como funciona? Também chamado de retroalimentação anorretal, o exame consiste em introduzir uma sonda de 2 a 3 centímetros, com espessura menor do que a de uma caneta, no ânus do paciente e capta os sinais elétricos do músculo, registrando as contrações em um computador.

Para que serve o biofeedback? Pacientes diagnosticados com endometriose podem apresentar um relaxamento inadequado do assoalho pélvico e da região anal, por essa questão, o exercício pode ajudar a reduzir dores e permite ter um controle melhor da musculatura. No caso de Anitta, ela tinha que reproduzir uma série de desenhos que apareciam em uma tela por meio de contrações e relaxamentos. Se ela contraísse a região, a linha subia, se relaxava, descia.

Para quem é indicado? O biofeedback também pode ser usado com pacientes que apresentam incontinência anal, ou seja, a incapacidade de controlar a eliminação de fezes, no pós-cirúrgico de operações no reto e ânus e em quem tem dor retal. O exame também pode ser um grande aliado em diagnósticos precoces de doenças na região.

Especialistas garantem que o exame é indolor, apesar de poder causar um leve incomodo. O médico responsável decidirá quantas sessões deverão ser realizadas, sendo o recomendado até cinco procedimentos e a duração do tratamento depende da evolução do paciente.

Fonte: IG SAÚDE

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Governo é autorizado a veicular campanha contra varíola dos macacos

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Novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, deferiu o pedido feito pelo Governo Federal para a veiculação da campanha nacional de prevenção à varíola dos macacos no período de 12 a 30 de agosto. As peças a serem divulgadas devem conter apenas a identificação do Ministério da Saúde como o órgão responsável pela iniciativa.

Em ano de eleições, a Constituição Federal (parágrafo 1º do artigo 37) proíbe qualquer publicidade institucional que possa configurar o uso abusivo da máquina pública para promoção do governante e que possa ocasionar desequilíbrio na disputa.

No entanto, Fachin destacou que a divulgação desta campanha é de interesse público, pois assegura o direito à informação e à saúde individual e coletiva.

“No que concerne à urgência, observa-se que a ausência de orientação e incentivo à população sobre as medidas de prevenção e contágio da varíola dos macacos pode esvaziar a iniciativa e dificultar a prevenção e o controle da referida doença”.

Nesse contexto, o pedido se enquadra na exceção prevista na alínea “b” do inciso VI do artigo 73 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), o que viabiliza a divulgação da propaganda institucional nos termos solicitados.

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O artigo 73 da lei proíbe aos agentes públicos, entre outras condutas, nos três meses que antecedem às eleições, a publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral.

O ministro autorizou o uso exclusivo do endereço eletrônico www.gov.br/varioladosmacacos, que deverá direcionar a usuária e o usuário para a página da campanha. Ou seja, está proibido o uso de qualquer outro endereço eletrônico ou expediente de informática que exija da pessoa a escolha de links ou outras formas de acesso.

Comunicação

A petição ao TSE para a veiculação da campanha, com solicitação de liminar, foi formulada pelo secretário especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações, André de Sousa Costa.  Com a decisão de mérito favorável, o pedido de liminar foi considerado prejudicado pelo ministro relator.

Com informações do TSE*

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Fonte: IG SAÚDE

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ALMT – Campanha Fake News II

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