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Veja as primeiras impressões ao volante do novo Chevrolet Onix Plus

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Chevrolet Onix Plus azul arrow-options
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Novo Chevrolet Onix Sedan ficou mais próximo do Cruze, modelo médio que passa a ficar um patamar acima da novidade

O carro mais vendido do Brasil inicia o seu “segundo ciclo” com o lançamento do novo Chevrolet Onix Plus. Trata-se de uma renovação completa, feita sobre uma nova plataforma global e estreando a família de motores turbo da GM. A versão sedã já está sendo distribuída entre os concessionários no pacote Premier, enquanto o hatch ficará apenas para novembro.

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Na comparação com o Prisma – que segue vivo na versão Joy – o Chevrolet Onix Plus está 3,6 cm mais espaçoso no banco traseiro. A extensão para os joelhos melhorou graças ao novo desenho dos assentos dianteiros inteiriços. Apesar de ter espaço suficiente para levar quatro adultos e uma criança sem apertos, os passageiros mais altos que viajarem no banco traseiro poderão raspar a cabeça no teto.

Salvo não contar com saída de ar-condicionado para os ocupantes do banco traseiro, o Onix Plus traz entrada USB para carregamento de celular. A partir do pacote LT 1 (R$ 57.190), já passa a integrar o carregador por indução, item que marca presença em modelos bem mais caros. 

O acabamento é feito inteiramente em plástico duro, com revestimento em tecido no encosto de braço das portas dianteiras. A qualidade dos materiais não supera a do Fiat Cronos, mas a GM fez um bom trabalho ao apostar em texturas para acrescentar um toque mais refinado. Nesta versão Premier, há opção de escolher entre duas cores para o acabamento: creme e cinza.

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A GM não poupou esforços para deixar o modelo ainda mais conectado. Na versão 2020, o Onix surge com exatamente o mesmo plano de internet a bordo do Cruze. Os pacotes fechados em parceria com a operadora Claro começam em R$ 29,90 e oferecem boa cobertura. Até mesmo nas regiões em que o sinal do celular fica mais fraco, consegui fazer “upload” o vídeo que você confere abaixo – diretamente do carro.

O sistema MyLink apresenta uma nova interface, também importada do Cruze. Mesmo não contando com GPS nativo, é possível espelhar Waze e Google Maps por meio dos recursos Apple CarPlay e Android Auto. A GM ainda oferece o sistema On Star, com serviços de emergência, conciérge pessoal e road service

Acelerando o Chevrolet Onix Plus

interior do Chevrolet Onix Plus arrow-options
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Acabamento é simples, mas agrada. Faltaram as hastes para trocas de marcas atrás do volante com boa empunhadura

Nos primeiros minutos ao volante, presto atenção nas características que a Chevrolet preservou entre as duas versões. O painel do  Onix continua inclinado na direção do motorista, mas a linha H do banco foi rebaixada. Isso permite que o condutor se ajuste de forma mais esportiva no habitáculo. O volante multifuncional é simples, mas tem boa empunhadura.

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Por alguns instantes, senti que estava dirigindo o Cruze. O Onix tem comportamento direto e estável, aceitando provocações em curvas rápidas sem “cantar” os pneus – mérito do controle de estabilidade, equipamento de série. O novo motor 1.0 de três cilindros com duplo comando de válvulas no cabeçote mostra disposição quando o motorista solicita seus 118 cv de potência e 16,8 kgfm de torque. 

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A GM ainda não divulgou a aceleração de 0 a 100 km/h do modelo automático, mas fica claro que o sedã é ágil e topa retomadas com vigor. O câmbio de seis marchas é o mesmo da geração anterior, porém recalibrado. As trocas de marcha acontecem no momento certo e sem qualquer solavanco. 

Não há aletas para trocas atrás do volante, tampouco possibilidade de mudá-las pela alavanca. O time de engenharia encontrou a solução em dois pequenos botões no topo da manopla.

O isolamento acústico se mostrou satisfatório, mesmo quando elevei o motor aos 5.000 rpm no trajeto rodoviário. A Chevrolet declara que o modelo turbo pode aferir até 17 km/l na estrada, mas o melhor número que extraímos nos arredores de Porto Alegre foi 13,7 km/l – fora dos padrões de medição oficial, acelerando. 

Além das cinco estrelas para a segurança de adultos e crianças nos testes do Latin NCAP, o Onix Plus Premier chega às lojas equipado com sensor de ponto cego, assistente de estacionamento automático e farol tipo projetor. 

O porta-malas de 500 litros caiu para 469 l, mas a Chevrolet afirma que o espaço foi otimizado para atender às necessidades dos proprietários: “as pessoas carregam coisas, não malas”, brincam os executivos. 

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Conectado, seguro e econômico, o Chevrolet Onix Plus chega para balançar a categoria dos sedãs compactos. Por R$ 76.190, o modelo traz vários equipamentos e tecnologias de carros mais caros. Você ainda poderá solicitar um dos três pacotes de estilo disponibilizados pela GM: Adventure, Elegance e Sport.

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Mitsubishi Eclipse Cross ganha séries limitadas Sport e Outdoor

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Eclipse Cross
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Mitsubishi Eclipse Cross 2021 reforça o DNA aventureiro da marca no SUV de proposta urbana

O Mitsubishi Eclipse Cross terá duas séries especiais para os clientes. Com destaque no visual e limitado a 200 unidades, a Sport custará R$ 170.990. A outra opção, Outdoor, virá com elementos que reforçam seus atributos off-road e será vendido por R$ 171.990. Ambos já podem ser encontrados nas concessionárias da Mitsubishi e são baseados na versão topo de linha HPE-S S-AWC.

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“As séries especiais Sport e Outdoor valorizam ainda mais as aptidões do Eclipse Cross, exaltando dois atributos marcantes no modelo: esportividade e capacidade 4×4. O design é o ponto alto e realça a virilidade e sofisticação no Eclipse Cross Sport , e a robustez e valentia no Mitsubishi Eclipse Cross  na versão  Outdoor “, explica Fernando Julianelli, CMO da HPE Automotores do Brasil.

Mudanças exclusivas das versões

Eclipse
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O maior enfoque foi dado à parte estética. Veja quais foram as novidades que o modelo ganhou

Para aumentar a esportividade, a marca trocou o acabamento cromado por uma pintura em preto brilhante, enquanto a grade e alguns detalhes dos para-choques receberam acabamento imitando carbono. Ainda conta com um spoiler em cinza no para-choque dianteiro e dois extratores no capô.

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Além disso, também chega com rodas de liga leve de 18 polegadas em preto brilhante, com pneus 255/55 e pinças de freio pintadas de vermelho, enquanto as molduras das caixas de roda agora são na cor do SUV. Na traseira, traz detalhes em preto brilhante, enquanto as lanternas ganharam escurecimento. A barra central tem acabamento em carbono e, por fim, recebe detalhes em prata fosco.

A versão Outdoor, por sua vez, tem as proteções plásticas nas caixas de rodas, para-choques e laterais em preto fosco, e o para-choque dianteiro ganhou dois ganchos para reboque na parte inferior. As rodas de liga leve de 18 polegadas em preto brilhante agora vestem pneus All-Terrain 235/60. O aerofólio e o detalhe na tampa do porta-malas, por sua vez, agora são em preto fosco.

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Entre os equipamentos do Mitsubishi Eclipse Cross , vêm com sete airbags, ar-condicionado automático de duas zonas, faróis full-LED, head-up display, chave presencial, controle de cruzeiro adaptativo, câmera de ré e central multimídia com tela de 7 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay, entre outros. Seu motor 1.5 turbo produz 165 cv e 25,5 kgfm enviam o movimento às quatro rodas através do câmbio automático CVT que simula 8 marchas.

Fonte: IG CARROS

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Naked esportiva Kawasaki Z900 2021 chega ao Brasil por R$ 47.990

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Kawasaki
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Kawasaki Z900 2021 aprimora seus atributos esportivos, a interatividade com o condutor e as emissões de poluentes

Apresentada no Salão Duas Rodas 2019, a Kawasaki inicia as vendas da naked Z900. Com entregas que terão início em agosto, terá preço tabelado em R$ 47.900, mas a marca está fazendo uma pré-venda por R$ 45.990 até o final de julho com unidades limitadas. Entre os destaques da Kawasaki Z900, estão um visual esportivo mais moderno, além de inúmeros equipamentos de conectividade, de assistência ao condutor e componentes mecânicos.

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A Kawasaki Z900 está bem mais equipada. Agora, traz controle de tração, quatro modos de pilotagem, seletor que dosa a potência, faróis em LED e um painel digital com tela TFT e conexão Bluetooth. Ao sintonizar o celular à naked esportiva , é possível usar o aplicativo Rideology, mostrando detalhes como caminhos percorridos, velocidade média e o ajuste dos auxílios de condução.

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Os quatro modos de pilotagem sport , road , rain e custom alteram nível de atuação do controle de tração e nos modos de potência. São três opções de tração: no nível 1, mantém praticamente as configurações padrão; no nível 2 aplica ajustes intermediários; e o nível 3 é indicado para situações de pista molhada. Já a potência pode ser “low” (55% da força) e “full” (100%).

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Apesar do motor ser o mesmo quatro cilindros em linha de 948 cc, que gera 125 cv e 10,1 kgfm, a Kawasaki aprimorou o sistema de escapamento para reduzir as emissões e atender as normas Euro5, além de ter feito ajustes para entregar acelerações mais lineares. Outra parte que chega com atualização é a suspensão, com uma nova calibração e garfo dianteiro invertido de 41 mm com 120 mm de curso.

A Kawasaki Z900 2021 será vendida em duas combinações de cores metálicas: cinza Graphite e preto Spark, ou preto Spark e preto Flat Spark. Tem garantia de dois anos e as revisões são feitas a cada 6 mil quilômetros rodados. Por R$ 47.990, ela irá concorrer com a Yamaha MT-09 , vendida por R$ 48.590, e a Suzuki GSX-S 750, que custa R$ 49.500.

Fonte: IG CARROS

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Aceleramos um VW Gol GTI de 2ª geração na sua cor mais desejada

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VW Gol GTI
Renato Bellote/iG

VW Gol GTI bolinha trouxe uma série de inovações ao modelo. O maior deles foi o cabeçote de 16v alemão

O VW Gol GTI completou mais um aniversário de lançamento recentemente. Em 1988 a chegada do primeiro modelo brasileiro equipado com injeção eletrônica revolucionou o mercado. E criou um novo desafio para a concorrência, além de estimular a tecnologia no segmento.

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Me lembro como se fosse hoje da capa da revista Quatro Rodas com o novo modelo azul-marinho, o chamado Azul-Mônaco, estampado em destaque como matéria principal. A combinação exclusiva de cores daquele ano definitivamente entrou para a história do VW Gol GTI .

E folheando a publicação chegamos às demais fotos e dados técnicos. O acabamento do GTI chamava a atenção, com os bancos Recaro, que eram relativamente comuns em esportivos nacionais – pasmem – além do motor de 2 litros e muito estilo.

A geração seguinte do Gol, chamada de “bolinha”, adaptou o modelo aos novos tempos. Naquela época o hatch da Volkswagen nadava de braçada no mercado e era o mais vendido há mais de uma década. O VW Gol GTS dava lugar ao TSi, sem todo o nervosismo do anterior, e todos aguardavam a versão mais esportiva.

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O GTI chegou com um body kit interessante, que virou moda na época, trazendo saias laterais, aerofólio e spoilers muito bem integrados à carroceria. A novidade ficou por conta da versão 16V, com cabeçote alemão, que atingia os 145 cv e trazia a característica bolha no capô.

VW Gol GTI
Renato Bellote/iG

Interior do hatch esportivo conta com volante de três raios e outros detalhes exclusivos

Para essa matéria escolhemos um exemplar na tonalidade branco-nacar, uma das mais belas da época. A cor pérola da carroceria oscila com a claridade gerando um efeito visual bastante interessante. Essa opção chegou ao catálogo em 1994, mas foi na segunda geração que o acerto foi completo.

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Rodando o GTI 16v não decepciona. Com uma melhora no coeficiente aerodinâmico seus números melhoraram um pouco. E a combinação do motor de 2 litros com uma carroceria pequena sempre foi uma ótima pedida. Não é difícil acertar nessa receita singular.

O carro é esperto e tem reações rápidas. Antes da era turbo de hoje a ideia de colocar um motor maior em um carro pequeno já fazia sucesso. Dessa forma o VW Gol GTI tem seu lugar garantido na história e, certamente, uma vaga como neo-colecionável.

Fonte: IG CARROS

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