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Veja os 5 carros mais legais do craque argentino Diego Maradona

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Diego Maradona , um dos maiores jogadores de futebol da história, faleceu no começo da tarde de hoje (25) em Buenos Aires (Argentina) após um mal súbito. O técnico de 60 anos se recuperava de uma cirurgia que removeu um coágulo do cérebro. A morte foi confirmada pelo jornal argentino Clarín.

Como todos os jogadores de futebol, Maradona teve uma garagem de dar inveja. Em uma homenagem a mais uma lenda do esporte que nos deixa em 2020, a reportagem do iG Carros lista os cinco automóveis mais legais do lendário Diego Armando Maradona

1 – Porsche 924

Maradona
Reprodução

Porsche 924 foi o primeiro superesportivo de Maradona nos anos 80

Maradona se destacou cedo no futebol argentino. Aos 19 anos, quando jogava pelo Boca Júniors, o craque se deu de presente um belo Porsche 924 preto, um dos modelos de maior sucesso da fabricante alemã.

O modelo era vendido em duas versões, com motores 2.0 e 2.5. No caso da unidade de Maradona, tratava-se de um dois litros, capaz de desenvolver 125 cv de potência. O esportivo ficou com o craque argentino entre 1980 e 1982, e foi vendido quando Maradona foi transferido para o Barcelona.

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2 – Ferrari Testarossa

Ferrari Testarossa
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Ferrari Testarossa foi uma comemoração pela conquista da Copa do Mundo de 1986

O ano de 1986 foi o melhor da carreira de Maradona. O craque argentino foi campeão da Copa do Mundo com a seleção, e ainda brilhou no Campeonato Italiano, defendendo a camisa do Napoli.

Com muito dinheiro no bolso, Maradona encomendou uma belíssima Testarossa , um dos modelos mais desejados dos anos 80. Em um pedido pouco usual, o craque solicitou que a fabricante substituísse a tonalidade vermelha tradicional por preto, exceção que havia aberto apenas para o ator Sylvester Stallone. Depois dele, Michael Jackson e Mchael Jordan também solicitaram mudanças de cor. Que moral!

3 – Rolls-Royce Ghost

Rolls-Royce Ghost
Reprodução

Rolls-Royce Ghost é o modelo de entrada da fabricante britânica; custa R$ 4 milhões

Em 2018, Maradona se tornou o novo proprietário de um Rolls-Royce Ghost , um dos carros mais caros do mundo. Para se ter uma ideia, seu preço atual no Brasil começa em R$ 4 milhões.

O modelo vem equipado com motor 6.6 V12 biturbo de 570 cv de potência. Seu interior é totalmente personalizável, podendo contar até mesmo com teto escurecido que imita o céu estrelado.

4 – Mini Cooper

Maradona che
Reprodução

Maradona tinha um Mini Cooper S que usava para ir aos treinos da seleção argentina

Maradona é fã de carros pequenos. Nos primeiros anos de Boca Júniors, em meados de 1980, o craque tinha um Fiat Europa 128 apenas para passear com sua noiva. Ele acabou vendendo o modelo depois que foi transferido ao Barcelona, em meados de 1984.

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Em 2008, Maradona se tornou técnico da seleção argentina, e chamou atenção após chegar no primeiro a bordo de um Mini Cooper S . Nessa época, o compacto inglês tinha motor 1.6 de 170 cv de potência.  

5 – BMW M4 Coupé

Maradona
Reprodução

Maradona posa ao lado de sua M4 Coupé, que tem sirenes de polícia instaladas na dianteira

Eis a última aquisição de Maradona: um BMW M4 Coupé 2020, avaliado em R$ 1 milhão. Em outro pedido pouco usual, o craque argentino solicitou a instalação de uma sirene de polícia na grade frontal, prática que é proibida pela lei argentina. 

O modelo chamou atenção nos treinos do Esgrima La Plata, última equipe que treinou. O M4 Coupé tem motor turbo 3.0 de 431 cv de potência e 56 kgfm de torque, e pode atingir 100 km/h em míseros 4,1 segundos.

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 versões da Toyota Hilux que não temos no Brasil

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A picape Toyota Hilux foi lançada no Japão em março de 1968, com a proposta de ser um veículo de carga mais sofisticado do que a média, incorporando características visuais e o ambiente na cabine dos carros de passeio. O que explica a origem do seu nome, que é uma combinação das palavras “High (alto)” e “Luxury (luxo)”.

A Toyota Hilux  está em sua 8ª geração e ficou conhecia no mundo por conta de sua robustez, sendo transformada até em veículos militares improvizados em conflitos na África e Oriente Médio. O modelo é produzido em fábricas na África do Sul, Tailândia, Paquistão e Argentina, de onde vem a picape que é vendida no mercado brasileiro.

O modelo chegou ao Brasil no início dos anos 1990, com a abertura do mercado brasileiro aos importados. Em sua 5ª geração, vinha inicialmente do Japão, passando a ser feita na Argentina a partir de 1997. Confira abaixo as variações da Hilux que nunca foram oferecidas por aqui.

1 – Volkswagen Hilux

Volkswagen Taro: fruto de um acordo com a Toyota para a marca alemã ter uma picape média na Europa
Divulgação

Volkswagen Taro: fruto de um acordo com a Toyota para a marca alemã ter uma picape média na Europa

A 5ª geração da Toyota Hilux chegou a ser produzida entre 1989 e 1997 também na fábrica de Hannover (Alemanha) da Volkswagen, com o nome de Volkswagen Taro .

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Praticamente idêntico ao modelo feito no Japão, recebia apenas os logotipos “VW” e era parte de um acordo entre os dois fabricantes para que a empresa alemã tivesse uma picape média em sua linha de veículos comerciais na Europa.

2 – Hilux Sport Rider

Toyota Hilux Sport Rider: SUV antecede o SW4 com carroceria fabricada pela empresa Thai Auto Works
Reprodução/Wikipedia

Toyota Hilux Sport Rider: SUV antecede o SW4 com carroceria fabricada pela empresa Thai Auto Works

Nunca oferecida no Brasil, a 6ª geração da Hilux servia de base na Tailândia para o SUV Hilux Sport Rider , modelo produzido especificamente para o mercado local.

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Espécie de ancestral do atual SW4 , o modelo tinha uma carroceria construída pela empresa Thai Auto Works e era vendido como um produto oficial da marca japonesa em sua rede de concessionários.

3 – TRD Hilux 4000SL

Toyota TRD Hilux 4000SL: com apelo esportivo, picape vem com motor sobrealimentado, de 306 cavalos de potência
Reprodução/Grays.com

Toyota TRD Hilux 4000SL: com apelo esportivo, picape vem com motor sobrealimentado, de 306 cavalos de potência

A 7ª geração da Toyota Hilux era comercializada no mercado australiano na versão TRD Hilux 4000SL , que se destacava pelo visual e pelo conjunto mecânico inspirado nos carros esportivos.

As modificações eram feitas pela filial australiana da Toyota em unidades importadas da Tailândia. O coração do modelo era o motor 4.0 V6 a gasolina, que recebia um compressor volumétrico para desenvolver 306 cv e fazer a picape acelerar de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos.

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4 – Hilux de suspensão baixa

Toyota Hilux Revo Z Edition: combina suspensão que deixa menor vão livre do solo com tração 4x2
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Toyota Hilux Revo Z Edition: combina suspensão que deixa menor vão livre do solo com tração 4×2

Independente do sistema de tração escolhido, a Toyota Hilux de 8ª geração montada na fábrica de Zárate (Argentina) sempre tem o conjunto de suspensão mais alto, previsto inicialmente para as variações 4×4.

Mas na Tailândia, onde a picape atual é vendida como Hilux Revo, o consumidor pode optar pela variação Z Edition . Com cabine dupla ou estendida, combina a suspensão baixa e a tração 4×2 com um motor 2.4 turbodiesel de 150 cv.

5- Hilux Revo Rocco

Toyota Hilux Revo Rocco: feita na Tailândia, vem com uma série de itens exclusivos, com apelo aventureiro
Divulgação

Toyota Hilux Revo Rocco: feita na Tailândia, vem com uma série de itens exclusivos, com apelo aventureiro

Além do visual reestilizado lançado no Brasil no final do ano passado, a Hilux é oferecida na Tailândia numa variação que recebe o nome de Revo Rocco.

Versão de topo da Toyota Hilux no país asiático, traz dianteira com grade e para-choque diferentes do restante da linha, além de molduras nas laterais e rodas com visual exclusivo.

O motor pode ser o 2.4 diesel de 150 cv ou o mesmo 2.8 turbodiesel de 204 cv da picape argentina, com tração 4×2 ou 4×4 e câmbio automático de seis marchas.

Fonte: IG CARROS

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Projeção antecipa visual da futura Renault Duster Oroch 2022

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Renault Oroch não foi atualizada com o Duster; fabricante entende que ciclo de vida da picape não depende do SUV
Kleber Silva

Renault Oroch não foi atualizada com o Duster; fabricante entende que ciclo de vida da picape não depende do SUV

A nova geração do Renault Duster está próxima de completar um ano de mercado, mas a picape Oroch permanece sem mudanças, da mesma forma que chegou em 2016. Sua atualização deverá ser o próximo passo da Renault do Brasil em 2021, e o designer  Kleber Silva elaborou uma projeção para antecipar como o modelo ficará com o rosto da nova geração do Duster.

Da coluna centrall em diante, o modelo fabricado em São José dos Pinhais (PR) será idêntico ao Duster, mantendo todos os atributos do SUV até mesmo no interior. O modelo é aguardado com a central multimídia Media NAV Evolution, com nova interface e conectividade para celulares pelos sistemas Android Auto e Apple CarPlay. 

Interior do Renault Duster 2021, antecipando o que podemos esperar para a picape intermediária Oroch
Divulgação

Interior do Renault Duster 2021, antecipando o que podemos esperar para a picape intermediária Oroch

Sem novidades abaixo do capô, a Oroch irá manter o motor 1.6 SCe do SUV, desenvolvendo 118 cv a 5.500 rpm e torque de 16,2 kgfm quando abastecido com gasolina. Com etanol a potência é de 120 cv a 5.500 rpm e torque de 16,2 kgfm. 

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O câmbio será sempre manual, de cinco marchas. Há expectativa de que a caçamba supere a capacidade atual de 683 litros e carga útil de 680 kg. 

Quando for lançada no segundo semestre de 2021, já como modelo 2022, a Renault Oroch deverá abandonar as antigas nomenclaturas de versões Express, Expression e Dynamique para adotar o novo padrão da Renault, com as alcunhas Zen, Intense e Iconic.

Fonte: IG CARROS

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Pusemos o pé na estrada com o scooter Honda ADV 150

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Na estrada, o Honda ADV pode manter um ritmo superior, mostrando boa dose de fôlego
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Na estrada, o Honda ADV pode manter um ritmo superior, mostrando boa dose de fôlego

O mais novo scooter da Honda , o ADV 150, foi apresentado oficialmente há dois meses e comecou a ser entregue aos novos donos ainda no último mês do ano passado. Como a apresentação foi estática, sem a possibilidade de experimentar a novidade, minhas considerações naquele momento foram teóricas, baseadas principalmente nas suas pequenas diferenças em relação ao scooter em que se baseia, o Honda PCX.

Finalmente, nesta semana pude experimentar o novo Honda ADV 150 , em um test-ride por ruas, avenidas e estradas, estas últimas de asfalto e de terra. Já montado no ADV, a percepção foi aquela mesma da apresentação, uma posição de pilotagem mais confortável, devido ao banco 30 mm mais alto e ao guidão mais alto e mais largo.

O scooter Honda PCX tem um visual extremamente agradável, com linhas suaves e harmoniosas, e certamente esse seu atributo contribiu bastante para a grande procura pelo veículo, principalmente para uso urbano. Já o novo scooter ADV segue por outro estilo visual, mais agressivo, com linhas angulares e grafismo bastante chamativo. Esse é o seu apelo.

Na terra, o Honda ADV 150 mostrou desempenho bastante satisfatório
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Na terra, o Honda ADV 150 mostrou desempenho bastante satisfatório

Da mesma forma que no visual, o scooter Honda ADV 150 também atrai pelos detalhes dinâmicos, como os pneus com um pouco mais de aptidão para o fora de estrada, maiores e com belos gomos, o pequeno para-brisa com duas posições de regulagem de altura, e as suspensões mais altas e de maior curso, com direito a pouco discretos reservatórios externos de óleo nos dois amortecedores Showa traseiros.

O painel de instrumentos é outro dos pontos de interesse, pois segue o estilo totalmente digital do irmão maior X-ADV. Diferentemente de uma motocicleta, em um scooter não se costuma buscar tanto as informações do painel, principalmente em uma rodovia, mas esse painel de LCD do Honda ADV 150 tem tudo: relógio, indicador de troca de óleo e nível de gasoline, velocímetro, hodômetro total e parcial, registro de autonomia por litro de combustível, médio e instantâneo, temperatura ambiente e nivel de carga da bateria.

Como conveniência, o scooter Honda ADV 150 tem chave presencial Smart Key, sistema que desliga o motor em paradas rápidas, como em um semáforo – Idling Stop, desligável para aqueles que acham muito irritante o motor “morrer” a todo momento -, e um ponto de energia 12 volts no porta-luvas frontal. Embaixo do banco há 27 litros de volume de tranqueiras, inclusive um capacete aberto ou um fechado pequeno. Os bons capacetes fechados não cabem lá dentro.

Maior altura do banco e guidão mais largo: posição de pilotagem mais confortável
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Maior altura do banco e guidão mais largo: posição de pilotagem mais confortável

Mas, e daí? Isso tudo já sabíamos dois meses atrás. Fui pra estrada, então, pra tentar perceber as diferenças dinâmicas em relação ao PCX . O motor de 149,3 cm3 é o mesmo nos dois, monocilíndrico refrigerado a água, de 13,2 cv e 1,38 kgfm, mas algumas alterações no duto de admissão e no escapamento levam o torque 1.500 rpm acima.

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Difícil notar a diferença, já que a transmissão automática contínua CVT mascara a rotação do motor, que é muito silencioso. Tentando lembrar da última vez que peguei uma estrada com o PCX, fiquei com a impressão de que o desempenho em maiores velocidades realmente é um pouco superior no ADV .

E na terra? Os maiores gomos dos pneus não capacitam o Honda ADV 150 a uma trilha, mas fiquei me imaginando com um PCX, acelerando bastante naquela terra com um pouco de pedras, e fiquei satisfeito com a boa estabilidade que eu tinha. Nenhum susto.

Já os amortecedores de maior curso fizeram bem o seu trabalho, peguei alguns buracos e calombos na terra sem que perdesse o controle da situação. Os trancos decorrentes do piso irregular também não forcaram demasiadamente a minha querida coluna. Resumindo: as melhorias no ADV em relação ao PCX sirtiram efeito no sudo fora de estrada.

O Honda ADV 150 está disponível na rede nas cores branca e vermelha, com o preço de R$ 17.490.

Fonte: IG CARROS

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