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Nacional

Vélez diz que MEC é “abacaxi do tamanho de um bonde”, mas nega renúncia

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Divulgação/MEC

Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, citou como prioridade da pasta a política nacional de alfabetização

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrígues, foi duramente criticado durante uma audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27). Os parlamentares criticaram as constantes demissões
que têm ocorrido no alto escalão da pasta e a falta de projetos.

Durante a audiência, o líder do Psol, deputado Ivan Valente chegou a pedir a renúncia do ministro da Educação
. “Não vou sair”, disse Vélez. “É um abacaxi do tamanho de um bonde, mas quero retribuir ao País onde fui professor por 30 anos.”

Segundo o ministro, as diversas mudanças na Pasta são de cunho administrativo, e não político, e rejeitou acusações de influência do pensador Olavo de Carvalho nas demissões e nomeações nos três primeiros meses de governo.

“Tenho optado por critérios administrativos, não políticos”, afirmou Vélez. “Valorizo as ideias gerais do professor Olavo Carvalho; a ideia, que não é exclusiva dele, de formação humanística através da leitura de grandes obras literárias, só isso”, completou. “As análises políticas, as brigas políticas do professor, são outros quinhentos, não tomo conhecimento.”

Na audiência, diversos deputados, como Marcelo Calero (PPS-RJ), acusaram o ministério de paralisia. “Onde encontro os projetos do ministério? Quando serão entregues?”, questionou a deputada Tabata Amaral (PDT-SP). Para ela, o ministro apresentou apenas um “Power Point”, uma carta de intenções.

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Já deputados governistas, como Filipe Barros (PSL-PR) e Professora Dayane Pimentel (PSL-BA), afirmaram que a oposição tenta atribuir ao governo que começou há menos de três meses os problemas da educação
brasileira.

O ministro compareceu com sua equipe e passou a resposta de algumas perguntas para eles, causando protestos dos parlamentares. Para o deputado Aliel Machado (PSB-PR), a impressão que fica é que o ministro não tem controle do ministério. “Em menos de três meses houve mais de 15 exonerações em cargos estratégicos e importantes e seis recuos no MEC”, citou. Para ele, “pessoas com influência no governo, de fora do País, controlam interesses dentro do ministério”.

Aliel Machado citou a exoneração do presidente do Inep, de Marcus Vinicius Rodrigues, nesta semana, após publicação de portaria suspendo a avaliação da alfabetização no País. Posteriormente, a portaria foi revogada.

Em relação a essa demissão, Vélez Rodriguez
afirmou que o diretor do Inep “puxou o tapete”
. “Ele mudou de forma abrupta o entendimento que já tinha sido feito para preservação da Base Nacional Curricular e fazer as avaliações em comum acordo com as secretarias de Educação estaduais e municipais”, destacou. “Realmente considerei isso um ato grave, ele não consultou o ministro”, completou.

Prioridades do ministro da Educação

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Rafael Carvalho/Governo de Transição

Ministro da Educação compareceu com sua equipe e passou a resposta de algumas perguntas para eles

Durante a audiência, o ministro Vélez Rodríguez citou como prioridade da pasta a política nacional de alfabetização
. Segundo ele, hoje ensino superior tem procedência orçamentária sobre a educação básica, e é preciso inverter isso.

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Vélez Rodríguez também destacou como prioridade da pasta o fomento às escolas cívicos-militares. De acordo com ele, já há experiências exitosas em andamento no Brasil, e essas escolas ajudariam inclusive a promover a segurança nas escolas. Ele propõe inclusive transformar em escola cívico-militar a Escola Estadual Professor Raul Brasil no município de Suzano (SP), onde ocorreu massacre neste mês, mas, segundo ele, ainda não recebeu resposta do governo estadual.

Para ele, a presença de profissionais de segurança pública nas escolas afasta traficantes. O ministro ligou a violência nas escolas ao consumo de crack no País. “O que se passou na Colômbia há 30 anos é o que se está passando no Brasil”, disse o ministro, causando protestos de alguns presentes.

O deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) questionou por que a escola integral não está entre as prioridades do ministério. “Escolas integrais ajudam a diminuir a violência. O Brasil não precisa de armas, precisa de escolas públicas de qualidade”, ressaltou. O ministro da Educação
concordou que as escolas integrais são o ideal. “Se tivéssemos recursos suficientes, faríamos, mas os recursos são limitados”, respondeu.

* Com informações da Agência Câmara

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Ex-senador goiano Iram Saraiva morre em São Paulo

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Morreu hoje (9), aos 75 anos, o ex-senador Iram Saraiva. Ele teve um acidente vascular cerebral (AVC) e faleceu em um hospital em São Paulo. Saraiva estava se tratando de um câncer.

Saraiva representou Goiás no Congresso Nacional a partir de 1979, quando foi eleito deputado federal. Em 1987 foi eleito senador, cargo que ocupou até 1995. Posteriormente foi ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e chegou a presidir o órgão.

O governador de Goiás e ex-senador Ronaldo Caiado lamentou a morte de Saraiva em sua conta no Twitter. “É com profundo pesar que recebo a notícia da morte de Iram Saraiva. Foi vereador, deputado, senador por Goiás e ministro do Tribunal de Contas da União. Com grande conhecimento jurídico, sempre foi muito respeitado em Goiás. Que Deus conforte os corações de familiares e amigos”.

* Com informações da Agência Senado

Edição: Fábio Massalli

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Nacional

Bolsonaro espera retomada de atividades no país em até quatro meses

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (9) que espera a normalização da atividades do país em menos de “três ou quatro” meses, para não haver, segundo ele, uma complicação no cenário econômico. Ao citar os gastos de cerca de R$ 600 bilhões para programas de combate à pandemia do novo coronavírus e manutenção de empregos e renda das empresas, o presidente comparou a situação às margens de um rio após a destruição de uma ponte.

“Estamos com esses R$ 600 bilhões mantendo a comunicação com as duas margens do rio, só que temos um limite, acredito que três meses ou quatro meses fica complicado, então a gente espera que as atividades voltem antes disso”, afirmou durante sua live semanal transmitida pelo Facebook.

Bolsonaro voltou a defender o fim do isolamento social amplo para pessoas fora dos grupos de risco da covid-19, como idosos e pessoas com doenças crônicas. “Por mim, quem tem menos de 40 anos já estaria trabalhando, porque nós deveríamos, no meu entender, partir para o isolamento vertical”, disse.

O presidente lembrou decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que assegurou a autonomia de governos estaduais e prefeituras para determinar medidas de fechamento de comércio e isolamento social, e disse que quem se sente prejudicado por essas decisões deve cobrar os governadores e prefeitos. Ainda de acordo com presidente, no entanto, alguns estados e cidades já estão retomando as atividades, como ele defende.

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“Eu tenho certeza que brevemente isso tudo estará resolvido. Tenho notícias que alguns governadores, alguns prefeitos também, [em] cidades que não tem ninguém detectado com o vírus, está sendo liberado [o comércio] pelo respectivo governador”, afirmou.

O número de mortes decorrentes do novo coronavírus totalizou 941, segundo atualização divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira. Ao todo, o Brasil registrou 141 mortes e 1.930 novos casos confirmados nas últimas 24 horas.

 

Edição: Juliana Andrade

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Nacional

Morre o ex-senador Iram Saraiva

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O ex-senador pelo MDB Iram Saraiva morreu nesta quinta-feira (9), aos 75 anos, em um hospital de São Paulo. Ele se tratava de um câncer e teve dias atrás um acidente vascular cerebral (AVC).

Iram nasceu em Goiânia, em 27 de agosto de 1944, filho de José de Almeida Saraiva e de Lucinda Augusto Saraiva. Bacharel em História e Direito pela Universidade Federal de Goiás, ele também foi professor universitário e jurista.

Foi vereador em Goiânia em 1972 e elegeu-se deputado estadual em 1974 e deputado federal em 1978. Reeleito para a Câmara dos Deputados em 1982, tornou-se senador em 1987. Posteriormente foi ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e chegou a presidir o órgão.

O governador de Goiás e ex-senador Ronaldo Caiado (DEM) lamentou a morte em sua conta no Twitter: “É com profundo pesar que recebo a notícia da morte de Iram Saraiva. Foi vereador, deputado, senador por Goiás e ministro do Tribunal de Contas da União. Com grande conhecimento jurídico, sempre foi muito respeitado em Goiás. Que Deus conforte os corações de familiares e amigos.”

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, deputado Lissauer Vieira (PSB), decretou luto oficial por três dias no Poder Legislativo estadual.
Iram deixa três filhos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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