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Carros e Motos

Vêm aí uma nova leva de SUVs no mercado, mas com jeito de cupê esportivo

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Renault Arkana vermelho
Divulgação

Renault Arkana de perfil mostra a traseira com uma queda acentuada da linha da capota, o que caracteriza um SUV-Cupê

A participação dos utilitários esportivos no Brasil continua aumentando. Hoje em dia, atinge 25% do mercado, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). E assim como aconteceu com outros segmentos, o terreno dos SUVs tende a ter novas ramificações. Uma delas é a dos modelos com ares de cupê,  segmento que se difundiu com o BMW X6, lançado nos Estados Unidos, há 11 anos. 

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O BMW X6 foi desenhado por um dos designers mais polêmicos dos últimos tempos, o americano Chris Bangle, que causou uma revolução no estilo dos carros da marca alemã. Na época em que o X6 foi lançado, tanto a imprensa quanto especialistas do setor automotivo consideraram a novidade algo próximo de uma aberração. Mas, apesar dos SUVs
com jeito de cupê ainda sejam pouco comuns, vão começar a invadir o mercado.

Apenas em 2015, ou seja, sete anos depois do lançamento do X6, é que a Mercedes-Benz resolveu seguir os passos da rival e apresentou o GLE, o primeiro rival direto do BMW, marca que passou a ter outro SUV com jeito de cupê: o X4, que logo teve o GLC Coupé como concorrente. Ainda entre as marcas de prestígio, a Jaguar se rendeu ao que antes era apenas uma ideia estranha e lançou o E-Pace, em 2018. Agora, eis que a Porsche, marca do lendário cupê 911, apresenta o Cayenne Coupé, quem diria, não?

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BMW X6 vermelho
Arquivo Pessoal/Carlos Guimarães

No lançamento do BMW X6, em 2008, nos EUA, o carro desenhado por Chris Bangle causou espanto na imprensa automotiva da época

 O mundo pode parecer estar de ponta-cabeça, mas além de terem adotado a ideia do SUV-Cupê como uma nova vertente no mundo das fabricantes de carros sofisticados e de alto valor agregado, também vão popularizar o segmento, mais de dez anos depois do primeiro carro do gênero ter sido lançado, mais exatamente na Carolina do Sul, local da fábrica da BMW nos EUA,  onde participei do lançamento do carro como um dos jornalistas convidados pela marca alemã.


Nova leva de SUVs


Projeção do Fiat Fastback azul
Kleber Pinho da Silva

Novo SUV da Fiat chega ao Brasil em 2021, com os novos motores Fire Fly turbo flex, que serão fabricados em Betim

 De fato, quando primeiro BMW X6
apareceu, ninguém poderia imaginar que o carro seria o precursor de um novo segmento que faria parte do portifólio até das marcas conhecidas por modelos mais modestos, como Volkswagen, Fiat e Renault.  É o que está prestes a acontecer, inclusive no Brasil, a partir do ano que vem, com Renault Arkana e VW T-Sport. Logo em seguida, em 2021, será a vez da chegada do Fiat Fastback.

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 O Renault Arkana
acaba de ser apresentado oficialmente na Rússia. O modelo médio fica acima do Captur e mira nos donos do sedã Fluence, que deixou de ser fabricado no final de 2017 com detalhes um pouco mais sofisticados como 8 opções de luz ambiente, bancos com ajuste de lombar e de altura, além de aquecimento nos assentos traseiros, nos vidros, espelhos e no volante

 Em todas as versões, o Renault Arkana será vendido com chave presencial. As portas são travadas automaticamente quando o motorista se afastar do veículo com a chave, bem como tem capacidade de ligar o motor pela chave a uma distância de até 200 metros. O porta-malas tem capacidade para 508 litros, ou 1.333 litros com os bancos traseiros rebatidos.

Quanto ao motor, terá duas: o maior destaque é 1.3 TCe turbo de 150 cv e 25,5 kgfm, que utiliza o câmbio CVT X-Tronic. Segundo divulgado oficialmente, entrega um consumo de 14,2 km/litro e tem autonomia de 700 km. A segunda opção será o 1.6 de 114 cv a gasolina, combinado ao câmbio manual de 5 marchas (6 posições na versão de tração integral).


Projeção de VW T-Sport
João Kléber do Amaral

Desenho traseiro do T-Sport deverá ser diferente do que vimos no T-Cross, que tem um aspecto mais comportado

 No caso do VW T-Sport
, a base será a mesma do Polo, a MQB-A0.  Será um modelo que vai além de uma mera versão com apelo aventureiro do hatch, feito para brigar com as novas gerações de Chevrolet Onix Activ e Hyundai HB20X, além de Honda WR-V, entre outros. Assim como Polo e Virtus, o novo SUV-Cupê deverá ser equipado com motor 1.0 turbo e câmbio automático de seis marchas.

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Por enquanto, ainda não há fotos do VW T-Sport, apenas a projeção que o designer João Kleber Amaral, fez para a revista Motor Show, parceira do site iG Carros. A imagem mostra que o carro terá aspecto esportivo, com lanternas parecidas com as do sedã Virtus. A frente, porém, deverá ser praticamente a mesma da dupla da Volkswagen.

No interior, mais uma vez, boa parte dos componentes deverão vir da dupla VW Polo e Virtus, inclusive, o cluster digital e configurável e a central multimídia com tela sensível ao toque e compatível com Android Auto e Apple Car Play.  No porta-malas, por conta do design arrojado do T-Sport, não deverá ir mais do que 300 litros de bagagem.

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 E o Fiat Fastback
chegará em 2021, fruto dos novos investimentos da marca italiana no Brasil. Terá estilo baseado na picape Toro, que tem feito bastante sucesso desde o lançamento, no início de 2016. A marca italiana ainda não confirma, mas o carro deverá ser equipado com os novo motores Fire Fly turbinados, que estão sendo preparados para serem flex.

 Com isso, a potência máxima da versão 1.3 turbo poderá ficar em torno dos 180 cv com ajuda de recursos como injeção direta de combustível, bloco de alumínio e comandos de válvulas com variador de fase. O novo modelo da Fiat será um rival direto do Renault Arkana e de outros SUVs
com ares de cupê que poderão aparecer no mercado, provando que as ideias de Chris Bangle não eram tão ruins assim, a ponto dele ter deixado a BMW um ano depois do lançamento do X6 e declarado que nunca mais trabalharia na indústria automotiva.

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Carros e Motos

Veja as diferenças entre o Toyota Corolla de corrida e o de rua

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Toyota Corolla
Luis França / Divulgação

Toyota Corolla Stock Car motor V8 no lugar do de quatro cilindros e uma série de diferenças em relação ao sedã convencional

A temporada 2020 da Stock Car segue sem data para começar. A expectativa era que ela tivesse início no próximo fim de semana (4 e 5), com uma etapa em Cascavel (PR), que acabou cancelada ainda por conta dos efeitos da pandemia do novo coronavírus. Péssima notícia para os fãs, que pela primeira vez em anos poderiam ver uma disputa entre carros de verdade (ou quase). No caso, os sedãs médios Toyota Corolla e Chevrolet Cruze.

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Os novos carros serão o principal destaque desta temporada da Stock Car. Diferente de anos anteriores, quando traziam uma “bolha” de fibra de vidro que apenas lembrava um automóvel “real”, os novos são estruturalmente mais próximos dos Chevrolet Opala e Omega usados no passado pela categoria, trazendo a carroceria que traz as mesmas chapas laterais e o teto do Toyota Corolla de rua

Componentes como portas e capô seguem o mesmo formato, mas são feitas em fibra de vidro. Por outro lado, acessórios — como faróis funcionais e lanternas — e até o para-brisa (embora blindado, por motivo de segurança) são exatamente os mesmos disponíveis no mercado.

Toyota Corolla
Divulgação

Toyota Corolla 2020 tem alguns detalhes que dão um aspecto esportivo ao sedã, como os defletores de ar nas laterais

De acordo com Maurício Ferreira, chefe da equipe Full Time, que vai disputar a Stock Car deste ano com o Toyota Corolla, embora essa mudança não imponha uma grande mudança na rotina de manutenção — já que boa parte dos profissionais da categoria teve experiência anteriores com carros de turismo — a carroceria de lata criou alguns obstáculos no desenvolvimento do novo carro.

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“Um desafio, por exemplo, foi resolver a questão do arrefecimento do motor mantendo a grade frontal original. Um problema que não existia anteriormente, quando havia liberdade para trabalhar sem a limitação da carroceria original”.

A estrutura tubular com crash box em fibra de carbono foi mantida nos novos Stock, inclusive com os conjuntos de suspensão independentes do tipo “duplo A” na dianteira e traseira. Mas com entre-eixos reduzido para 2,74 m para permitir o uso das carrocerias originais quase sem modificações.

Corolla
Luis França / Divulgação

Toyota Corolla que compete na Stock Car tem bastante alívio de peso e baixo centro de gravidade

Não espere ver sob o capô variações preparadas dos motores de quatro cilindros originais e os câmbios automáticos: tanto o Corolla quanto o Cruze usam motores V8, que embora sejam de fornecedores diferentes para cada modelo, são capazes de desenvolver os mesmos 550 cv com o ” push-to-pass “.

O câmbio é sequencial de seis marchas. Desenvolvida para uso em competições, traz embreagem multidisco e trocas no volante por meio de um sistema eletro-hidráulico. Outras curiosidades são os freios — que diferente do que se espera emprega discos de aço e pastilhas produzidas por uma empresa nacional — e o sistema de direção hidráulica no lugar da elétrica, que pode parecer um anacronismo nas ruas mas ainda se mostrou a escolha mais acertada para o carro de pista.

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Mesmo fabricante 

Corolla
Newspress

Versão mais interessante do Toyota Corolla é a híbrida, com motor a combustão que funciona com outro elétrico

Diferente de categorias como a Fórmula 1, em que cada equipe desenvolve a sua máquina, tanto o Corolla quanto o Cruze são encomendados pela Vicar (a organizadora da Stock ) e produzidos pela empresa JL — a mesma responsável pelos carros de anos anteriores —, e fornecidos para as equipes. Combustível e lubrificantes também são de um mesmo fornecedor oficial.

Embora esse arranjo limite a participação de mais de uma empresa de lubrificantes no uso da competição como laboratório de desenvolvimento, Pedro Sachet, consultor técnico da Texaco Lubrificantes, destaca que ainda há espaço para o feedback das pistas.

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“O desenvolvimento tecnológico em lubrificantes está muito calçado na redução de emissões. Atualmente, esta não é uma preocupação na Stock. Mas é uma tendência e poderá vir a ser no futuro. E essa proximidade entre carros de pista e de rua vai ajudar”, destacou o chefe da equipe Full Time sobre o Toyota Corolla .

Fonte: IG CARROS

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Kawasaki ZX-25R, que pode vir ao Brasil, está prestes a ser apresentada

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Kawasaki
Divulgação

Kawasaki ZX-25R deverá ter data oficial de chegada ao Brasil revelada em breve, próximo da sua apresentação

Dois meses após o seu primeiro teaser em movimento, a Kawasaki ZX-25R tem sua data de apresentação agendada para o dia 10 deste mês. Com motor de 250 cc e quatro cilindros, a moto é posicionada abaixo da Ninja 400, que custa R$ 24.990 no Brasil. Ainda sem muitas especificações técnicas declaradas, a maior novidade fica por conta da eletrônica que auxilia na condução, com itens como controle de tração, modos de potência e quickshifter .

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A novidade está prevista para ser lançada no Brasil, mas ainda não há confirmações oficiais de quando. Veremos se a Kawasaki do Brasil nos dá um posicionamento na data de apresentação. Se não chegar ainda em 2020, ficará para o primeiro semestre de 2021. Uma vez no nosso mercado, terá que ser mais em conta que a Yamaha R3 (R$ 23.990), rival direta da Ninja 400, que custa R$ 1.000 a mais. A nova Kawasaki ZX-25R , embora posicionada abaixo, não deverá deixar a desejar no desempenho quando comparada às “irmãs”.

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Isso uma vez que, além da eletrônica, a carenada esportiva de entrada é montada sobre um chassi de treliça, suspensão dianteira Showa de garfo invertido, amortecedor traseiro horizontal e freio dianteiro com pinça monobloco radial. Enquanto isso, a potência que se especula no exterior — antes da Kawasaki revelar mais informações — é de 60 cv (mais que os 48 cv da Kawasaki Ninja 400 vendida no Brasil).

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A Kawasaki ZX-25R foi vista pela primeira vez no Salão de Tóquio de 2019 e uma série de vídeos sobre o modelo já foi divulgada. A pequena esportiva será também a moto de uma categoria monomarca no Japão.

Fonte: IG CARROS

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Honda Civic encarece e parte de mais de R$ 100 mil

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Honda Civic
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Honda Civic chega ao seu último ou penúltimo ano antes da chegada da nova geração, já flagrada em testes no exterior

O Honda Civic tem uma elevação entre R$ 3.000 e R$ 4.100 em todas as versões. Diante disso, já não é mais oferecido abaixo dos R$ 100 mil, com a versão de entrada LX 2.0 partindo de R$ 102.200, chegando aos R$ 140.800 na versão Touring 1.5 Turbo. O menor aumento foi justamente para a LX, que passou de R$ 99.200 para R$ 102.200, ou R$ 3 mil adicionais.

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O Honda Civic Sport agora sai por R$ 108.700, após aumento de R$ 3.200. As versões superiores mantiveram os aumentos na casa dos R$ 3 mil. O Civic EX, por sua vez, ficou R$ 3.300 mais caro agora é vendido por R$ 112.300, enquanto o EXL agora custa R$ 117.500, ou R$ 3.400 a mais do que antes. No topo da linha está o Civic Touring , que tem como destaque o motor 1.5 turbo e mais equipamentos, versão que mais encareceu, subindo R$ 4.100, chegando nos R$ 140.800.

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Na maioria das versões, o sedã médio é vendido com o motor 2.0 flex aspirado de 155 cv e 19,5 kgfm, sempre com o câmbio CVT com 7 marchas simuladas. O Civic Touring vem equipado com o 1.5 turbo, de 173 cv e 22,4 kgfm, abastecido somente com gasolina e também com transmissão CVT.

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Vale lembrar que o Honda Civic chegará em nova geração, já em 2021, após flagras da versão Type R nos Estados Unidos. Ao Brasil, devemos aguardar 2022, uma vez que as novidades sempre chegam depois por aqui. Deverá ter design inspirado no Accord, com linhas mais arrojadas e futuristas.

Fonte: IG CARROS

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