Mulher

Você está sendo traído?

Publicado


source

João Bidu

Você está sendo traído?
Dricca Rhiel

Você está sendo traído?

Uma dúvida frequente é o que é traição e se o que acontece na internet pode ser considerado como tal: trocar mensagens mais carinhosas com uma amiga? Curtir fotos de outra mulher ou homem no Instagram? Assistir a um vídeo pornô? A verdade é que relacionamentos não são uma ciência exata, portanto, não há uma única resposta. Em qualquer relação afetiva há trocas emocionais com impacto no campo eletromagnético chamado de “aura”. Pode ser ao ver uma foto, ao assistir a um vídeo ou ao conversar com alguém por WhatsApp. A partir disso, podemos falar sobre traição pelos meios virtuais e definir que se o seu companheiro ou companheira sabe o que você faz e aceita, não é traição. Trair é quebrar a confiança da outra pessoa, e isso não se aplica apenas ao sexo.

Tudo depende do acordo do casal. Se seu namorado assiste a filmes pornôs e você não se importa, está tudo bem. Há casais com relacionamentos abertos, por exemplo. Se ambas as partes concordam com esta dinâmica, então não há mentiras ou falsidade, portanto, nenhum dos dois está sendo traído. O tradicional é a monogamia e geralmente existe este acordo verbal entre os dois. A traição só existe quando um dos parceiros rompe o acordo pré-estabelecido por ambos. Esse acordo pode ser alterado durante a relação, mas precisa do aval dos dois. Caso um dos parceiros não aceite e o outro rompa esse limite é considerado traição, física ou emocional.

Veja Mais:  Entrega legal: uma lei que não foi pensada para as mulheres

É crucial que estes acordos estejam claros e sejam respeitados, do contrário, o relacionamento adoecerá. Na traição, seja ela física ou emocional, haverá uma energia nova no casal. Embora os olhos não vejam, o espírito vê o que acontece. Mesmo que a pessoa traída não imagine o que está acontecendo, ela vai sentir. O resultado serão brigas e desentendimentos. Às vezes se manifesta em discussões bobas e sem motivo aparente. Quando um casal começa a ter desentendimentos frequentes por motivos aparentemente bobos, pode ser que haja algo escondido, ou seja, uma traição, a qual pode ser virtual ou física, pois ambas são iguais em termos de energia para o relacionamento. Atendo muitos casos assim, começam com brigas bobas e, quando vemos, descobrimo que o parceiro estava trocando mensagens com alguém, mesmo sem sexo consumado. Quem define o que é traição é o parceiro envolvido e ela afeta qualquer relação.

Você viu?

TEXTO:  Dricca Rhiel | Parapsicóloga | Magias e Talismãs | Astrologia

INSTAGRAM:  @driccarhiel

YOUTUBE: Dricca Rhiel

LEIA TAMBÉM: 

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook

Mulher

Descubra qual é o beijo de novela de cada signo

Publicado


source

Alto Astral

Descubra qual é o beijo de novela de cada signo
Reprodução: Alto Astral

Descubra qual é o beijo de novela de cada signo

Dia 13 de abril é comemorado o dia do beijo , um gesto que simboliza carinho, amor e paixão. De acordo escrituras sagradas, o famoso beijo na boca surgiu há 1200 antes de cristo. E que bela invenção, não é mesmo?

Se tem um lugar onde os beijos mais famosos e esperados acontecem são nas novelas. Desde os casais protagonistas, para quem todos torcem por um final feliz, até os encontros mais improváveis de acontecer na trama, o importante é que tenha essa demonstração de carinho.

Entretanto, será que todos os beijos são iguais? A astrologia garante que não. Cada signo proporcionará uma experiência diferente durante esse momento especial, considerando suas principais características e traços de personalidade.

Confira os beijos de novela de cada signo e descubra qual casal tem mais a ver com você!

Áries

Beijo de áries
Reprodução / Tv Globo e Gshow

Combinando com a impulsividade e pioneirismo do signo, os arianos acabam sempre tomando atitude e dando um beijo de tirar o fôlego – capaz, inclusive, de acordar a Bela Adormecida.

Beijo: Açucena e Jesuíno em Cordel Encantado.

Touro

Beijo de touro
Reprodução / Tv Globo e Globoplay

Os taurinos prezam pela beleza e sedução, logo, o beijo desse signo não poderia ser diferente: demorado e sedutor.

Beijo: Maya e Raj em Caminho das Índias.

Gêmeos

Beijo de gêmeos
Reprodução / Tv Globo e Globoplay

Famoso pela comunicação, os geminianos gostam de criar climas descontraídos e conseguir umas risadas antes de beijar.

Veja Mais:  Febre emocional existe? Estresse e nervosismo podem despertar o estado febril!

Beijo: Alexia e Zezinho em Salve-se Quem Puder.

Câncer

Beijo de câncer
Reprodução: Tv Globo / Globoplay

Os sentimentais do zodíaco obviamente não fazem feio na hora de beijar. Eles gostam de criar um clima romântico e com muito carinho.

Beijo: Aninha e Danilo em Chocolate com Pimenta.

Leão

Beijo de leão
Repodução / SBT

O signo de fogo usa toda a sua paixão na hora de dar um beijo e garante muitos elogios sobre sua performance.

Beijo: Paulina e Carlos Daniel em A Usurpadora.

Virgem

Beijo de virgem
Reprodução / Tv Globo e Gshow

Por serem mais extrovertidos, os virginianos começam mais tímidos e se soltam ao longo do beijo.

Você viu?

Beijo: Cido e Samuel em O Outro Lado do Paraíso.

Libra

Beijo de libra
Reprodução / Tv Globo e Globoplay

O típico beijo de novela: romântico, apaixonado e fazendo com que a pessoa sinta-se amada sempre de maneiras surpreendentes, é assim que os librianos fazem.

Beijo: Eliza e Arthur em Totalmente Demais.

Escorpião

Beijo de escorpião
Reprodução / Tv Globo e Gshow

Os escorpianos não deixam sua intensidade de fora na hora de beijar, por isso têm um beijo quente e sem pressa de acabar.

Beijo: Ritinha e Zeca em A Força do Querer .

Sagitário

Beijo de sagitário
Reprodução / Tv Globo e Gshow

Os sagitarianos gostam de tudo aquilo que não é convencional, assim, os beijos podem acontecer em lugares inusitados. Além disso, eles beijam de uma forma animada e esquecem tudo a sua volta.

Beijo: Luzia e Beto em Segundo Sol.

Capricórnio

Beijo de capricórnio
Reprodução / Tv Globo e Globoplay

Tradicional e sutil, os nativos de capricórnio gostam de um beijo clássico, bem à moda antiga.

Veja Mais:  Mãe de Isabella Nardoni troca mensagens de apoio com pai de Henry Borel

Beijo: Lucas e Jade em O Clone.

Aquário

Beijo de aquário
Reprodução / Tv Globo e Gshow

Deixando o romantismo um pouco de lado, os aquarianos gostam de ser criativos e envolventes na hora de beijar.

Beijo: Paco e Preta em Da Cor do Pecado.

Peixes

Beijo de peixes
Reprodução / Tv Globo e Globoplay

Sonhadores, os piscianos protagonizam uma verdadeira cena de novela ao beijar. Não falta sentimento nem emoção.

Beijo: Keyla e Tato em Malhação Viva a Diferença.

Fonte: João Bidu

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook
Continue lendo

Mulher

Entrega legal: uma lei que não foi pensada para as mulheres

Publicado


source
A lei da entrega legal, que permite a mulheres doarem recém nascidos
Reprodução/Azmina

A lei da entrega legal, que permite a mulheres doarem recém nascidos

Foi num parágrafo impresso na carteira de pré-natal do SUS que Maria*, 45 anos, aos cinco meses de gestação, descobriu em 2007 que podia entregar o bebê para adoção sem ser criminalizada, por isso, a barriga já despontava quando tomou a decisão, e ela sentiu duas coisas: medo e desamparo. Para além daquele único parágrafo, ninguém à sua volta falava sobre o assunto. Conversar sobre uma criança que ela não queria e não podia criar naquele momento da vida era um tabu. Assunto ainda mais proibido para uma mulher que já era mãe de outros três filhos e estava casada.


“Eu comentei com uma amiga que estava pensando em não criar mais aquela criança e ela me respondeu. ‘Você está louca, devem ser os hormônios da gravidez. Quando a criança nascer você vai amar, Deus sabe o que faz e esse bebê vai ajudar o seu casamento’. E eu nunca mais falei sobre isso com mais ninguém”, contou.

Não eram os hormônios e a auxiliar administrativa sabia muito bem o que queria. “Ter engravidado de um homem que me batia, que fazia a minha vida e a dos meus filhos um inferno, foi muito ruim”, lembra. E foram nove meses de gestação traumatizantes, em que ela chorava o tempo todo. “Chorava por não querer ter um filho que já estava na minha barriga, chorava por sentir que estava rejeitando a criança. Chorava por saber que o bebê não tinha culpa. Chorava por não poder dar a ele o amor que ele merecia. Foram os piores nove meses da minha vida. Foi pior até do que apanhar”.

Maria fez todo o pré-natal pelo SUS e a decisão de entregar a criança após o nascimento foi comunicada à médica que fazia o acompanhamento da gestação no posto de saúde . “Em toda consulta eu queria falar que não ficaria com o bebê. Mas como ninguém no posto falava sobre isso, fiquei com medo. Até que falei pro pai das crianças que na próxima consulta eu contaria pra médica e pedi pra ele ir comigo. Ele disse ‘você vai sozinha’. E eu fui”. No entanto, ela conta que a médica a tratou com indiferença e nunca mais tocou no assunto nas consultas seguintes.

A criança foi entregue para adoção e ficou sob a custódia da Vara da Infância e da Juventude de São Mateus assim que nasceu, em uma maternidade pública paulista. Depois disso, ela mudou de cidade com a família e se isolou, porque não queria que as pessoas perguntassem o que aconteceu. “Para os mais próximos, falei que o bebê tinha morrido no parto. Nunca tive coragem de dizer que deixei ele lá. Eu sei que as pessoas me olhariam diferente”.

Veja Mais:  Sombra roxa é o hit da temporada; confira como usar!

A auxiliar administrativa nunca foi criminalizada judicialmente por sua necessidade e decisão, uma vez que o direito da entrega da criança sem sanções administrativas é previsto na Lei Federal nº 12.010/2009, conhecida como Nova Lei Nacional de Adoção, desde que a entrega seja feita junto à Vara da Infância e Juventude ou maternidade. No entanto, apesar de ser um direito da mulher, a entrega legal é cercada de problemas, que vão desde o preconceito e despreparo dos profissionais que lidam com essas mulheres, passando pela desinformação e até questões na forma como a lei foi construída.

O que diz a lei

O texto da lei prevê que as gestantes têm direito à assistência psicológica no pré e pós-natal. “A mulher tem o direito de fazer essa entrega de forma protegida, tendo sua identidade mantida em sigilo, sem sofrer qualquer sanção e recebendo respaldo e acolhimento durante o processo”, explica o juiz Iberê de Castro Dias, juiz da Vara da Infância e da Juventude de Guarulhos e assessor da presidência do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Assim que informa sobre a entrega, uma equipe multiprofissional acompanha a mulher para tentar identificar os motivos. “É necessário garantir que seja a vontade desta mulher, e não uma pressão do pai da criança, por exemplo. Há casos em que há um relacionamento fora do casamento e a mulher engravida e sofre a pressão para abortar clandestinamente ou entregar a criança. Outro caso comum é a mulher abrir mão dos filhos por falta de dinheiro. Tem também a depressão durante o puerpério ou pós-parto. Identificados esses cenários, tentamos auxiliar com outros encaminhamentos. Tudo para garantir que ela não entregue essa criança pressionada,porque depois ela vai sofrer no futuro”, explica o juiz.

As mulheres não são obrigadas por lei a fazerem o pré-natal. “Mas se ela comunica já durante a gestação que quer entregar a criança, é feito um trabalho de sensibilização para que ela faça as consultas. Explicamos que aqui não é por ela, é um direito da criança se desenvolver de um modo saudável. Vale ressaltar que esse argumento não pode ser uma razão para vetar o aborto, por exemplo. Legalmente a criança adquire direitos a partir do momento que nascem. Então essa é uma outra discussão”, pontuou o juiz.

O processo de entrega só é consolidado após o nascimento da criança, quando é confirmada sua decisão. “Isso porque há uma chance da mulher se sensibilizar e querer ficar com a criança depois de nascida”.

“Tinha sessão que eu saía pior do que entrava”

Apesar da lei prever atendimento psicológico para a mulher que opta pela entrega legal, na prática, elas encaram também o preconceito até dos profissionais de saúde, refletindo uma sociedade que ainda não reconhece o direito de escolha das mulheres.

Maria teve acesso a todos os direitos previstos na lei, mas mesmo assim ela conta que no acolhimento psicológico foi incentivada a desistir da decisão. “Em toda sessão me perguntavam se eu tinha certeza do que queria, que eu já era mãe e sabia o que aquela criança ia passar. Tinha sessão que eu saia pior do que entrava. Só depois que contei as situações de violência foi que consegui ajuda, sem me perguntarem se eu tinha certeza de que queria entregar o bebê”, detalha.

A romantização da maternidade também pressiona mulheres a assumirem um papel do qual nem sempre estão ou querem estar dispostas. A própria lei da Entrega Legal, por exemplo, não foi pensada para acolher a escolha feminina, apesar de parecer fazê-la. “Foi pensada para garantir que a criança seja entregue em totais condições de saúde e não abandonadas em caçamba, lixo, ou outra situação que a coloque em risco”, diz Iberê de Castro. Segundo ele, ela é um direito da criança, muito mais do que da mulher, que está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Para especialistas, o texto da lei reforça que, em alguma medida, a mulher que está grávida já é mãe do bebê, embora a maternidade seja construída além do processo fisiológico. Como pode ser visto no parágrafo cinco que determina que a assistência prevista na lei “deverá ser também prestada a gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção.”

“A falha com que os textos de leis são redigidos estão explicados porque são homens que escrevem e homens que aprovam. Ele já vem carregado com esse peso de que mulheres devem aceitar a maternidade a todo custo, por exemplo. Tem muito a ver com o histórico da construção da nossa sociedade”, explica Mari Mendes, professora da rede pública de ensino e coordenadora do Fórum de Mulheres Filhas da Luta.

Para ela, as discussões sobre o corpo e os direitos das mulheres estão atrasadas, ainda mais quando o tema aborda maternidade.”Todas as leis que envolvem a maternidade, acabam questionando o direito das mulheres. Um exemplo está na área da educação. As crianças têm o direito garantido à creche e quando falamos sobre a importância desta vaga como instrumento de libertação das mulheres, a sociedade no geral questiona. Na maioria das creches, se as mulheres não trabalham fora de casa, elas não têm a garantia da vaga Não enxergar o direito da mulher dentro da maternidade, de escolhas, de acessos a direitos, trava muitas lutas”.

Veja Mais:  Mãe de Isabella Nardoni troca mensagens de apoio com pai de Henry Borel

Para Maria, isso tudo deixou marcas que a acompanham até hoje, com medo do julgamento e pelo trauma de encarar uma gestação problemática. “Ter mais um filho fruto dessa relação era uma tortura a mais pra mim. Mesmo eu estando numa situação grave de violência, as pessoas não entendiam que eu não queria ser mãe de novo. Até hoje quando eu penso nisso dói. Me sinto aliviada por não ter trazido mais uma criança pra casa. Depois me sinto culpada por isso”, conta ela.

Se a entrega é legal, porque ainda há abandono?

Histórias como a de Maria não são poucas. Em 2019, 175 recém-nascidos foram entregues às unidades da Vara da Infância ou maternidade. Mas no mesmo período, outros 151 foram abandonados em vias públicas, segundo dados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Já em 2020, 107 foram abandonadas e 149 foram entregues em segurança (até o mês de setembro). Para o juiz Iberê de Castro, o número muito próximo entre as entregas de recém-nascidos e o abandono é reflexo da desinformação sobre a lei e, principalmente, consequência do preconceito e machismo. “O que temos experimentado é um problema com relação à mulheres em situação de vulnerabilidade, muito pelo contexto social que elas vivem, onde o Estado aparece como opressor, prendendo ou matando os filhos daquela mesma mulher, por exemplo. Então é natural que na cabeça delas haja essa compreensão de que se procurarem o Estado para entregar essas crianças, serão presas”.

Mari Mendes lembra também que há desconhecimento sobre a lei. “Houve um tempo em que as mulheres não podiam entregar as crianças para doação. .No imaginário popular não existe ainda a doação legal, essa entrega é sempre feita de forma clandestina”

A responsabilidade masculina também não pode ser esquecida. Iberê conta que muitas vezes em que há a entrega de uma criança, já estão em cena as consequências do abandono paterno. “Basicamente, em todas as vezes em que uma mulher decide entregar um recém-nascido, ela está sozinha. Não é raro também que as mulheres não queiram informar quem é o pai da criança neste processo”, conta. E reforça que é necessário repensar estruturas sociais que estão para além do judiciário, para que isso se reflita em leis que assistam de forma mais integral às mulheres. “Sem isso, os dispositivos jurídicos também ficam limitados. É uma questão social”.

Texto originalmente publicado em: https://azmina.com.br/reportagens/entrega-legal-uma-lei-que-nao-foi-pensada-para-as-mulheres/

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook
Continue lendo

Mulher

Febre emocional existe? Estresse e nervosismo podem despertar o estado febril!

Publicado


source

João Bidu

Febre emocional existe? Estresse e nervosismo podem despertar o estado febril!
Leonardo Ferreira

Febre emocional existe? Estresse e nervosismo podem despertar o estado febril!

Conhecida também como febre psicogênica, a febre emocional é despertada com as situações de estresse e nervosismo, aumentando a temperatura do corpo causando suor e dores na cabeça. Essa condição é principalmente encontrada em pessoas com histórico de transtornos mentais, ansiedade aguda e doenças físicas.

Não é fácil encontrar o diagnóstico da febre emocional, mas pode ser identificada por um neurologista ou psiquiatra. Seu tratamento consiste em uso de remédios que controlem o estresse e a ansiedade, como os ansiolíticos.

Os principais sintomas da febre emocional são: dor de cabeça, insônia, fadiga, suor excessivo, calor intenso e vermelhidão no rosto. Se os sintomas persistirem por mais de 48 horas é recomendado procurar um atendimento médico para averiguar as causas, pois podem também ser indícios de outras doenças como infecções e inflamações.

Causas

A febre emocional pode ser desencadeada pelo estresse, pois as células do cérebro reagem, fazendo a temperatura do corpo subir chegando até 40°C. Como surge esse estresse? A correria do dia a dia e as preocupações podem ser um fator crítico para despertar essas emoções, assim como traumas e distúrbios psicológicos.

Afetados

Qualquer pessoa pode ter febre emocional, inclusive desenvolver na infância — um momento em que estão descobrindo novas sensações e sentimentos. A perda de algum familiar ou a separação dos pais são alguns dos motivos causadores do estresse, deixando marcas de mudança pela vida toda.

Veja Mais:  Como fica a menstruação depois do parto? Simone reclama de excesso

Cuidados

Você viu?

A febre emocional pode desaparecer de forma espontânea, mas seus efeitos podem durar meses, resultando em um estresse excessivo. Após o diagnóstico, o médico deverá identificar o tratamento mais adequado, utilizando medicamentos para aliviar a ansiedade e uso de antidepressivos. É recomendado o acompanhamento de um psicólogo para realizar sessões de psicoterapia, para entender as causas que faz o paciente se sentir estressado e ansioso.

FONTE: Tua Saúde

LEIA TAMBÉM: 

  • 5 salmos poderosos para revigorar a saúde por meio da fé
  • Saiba como combater a artrite com poderosos remédios caseiros!

    Guia de cristais para fortalecer sua saúde em tempos de Coronavírus

    Fonte: IG Mulher

    Comentários Facebook
    Continue lendo

    ALMT – Campanha Fake News II

    Rondonópolis

    Polícia

    Esportes

    Famosos

    Mais Lidas da Semana