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Voltz confirma fábrica no Brasil e lança rede de pontos de recarga elétrica

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Voltz EV1 é equipada com motor de 1.800 watts da Bosch e logo deverá passar a ser fabricada no Brasil
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Voltz EV1 é equipada com motor de 1.800 watts da Bosch e logo deverá passar a ser fabricada no Brasil

Conhecida por fabricar motos elétricas, a Voltz lançou um projeto com o propósito de fortalecer no país a mobilidade sem emissão de CO2 e contribuir junto com empresários e comerciantes para um futuro mais sustentável.

O propósito é disponibilizar tomadas comuns de energia para que clientes da Voltz possam recarregar as motos. Após a instalação da fonte de energia, o local recebe um selo de um Eco-Point que ficará registrado para uma busca no APP Minha Voltz.

A iniciativa já está em vigor e conta com aproximadamente 50 pontos cadastrados no Brasil. Para carregar durante 5 horas a bateria de uma moto Voltz, o gasto de energia gira em torno de R$1 a R$3. A maior parte das pessoas, porém, fica uma hora, em busca de uma carga rápida, para suprir a demanda do dia, ao custo, em média, de R$1.

Durante a recarga, o usuário pode conhecer o espaço e eventualmente consumir algo no local, o que dilui para o proprietário o gasto de energia na conta. Na grande maioria das vezes, o ganho com o cliente é muito superior ao gasto de energia.

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Além de acelerar a inauguração de lojas pelo país, com o aporte, a empresa planeja colocar em operação (ainda em 2021) a primeira fábrica de motos elétricas da Zona Franca de Manaus e lançar novos modelos e projetos de conectividade para redefinir a mobilidade duas rodas no Brasil.

Fonte: IG CARROS

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Aceleramos a série limitada de 40 anos da BMW F 750GS

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BMW F750 GS da série especial de 40 anos tem preço sugerido de R$ 64.500 com itens exclusivos
Gabriel Marazzi

BMW F750 GS da série especial de 40 anos tem preço sugerido de R$ 64.500 com itens exclusivos

Esta BMW F 750GS 40 anos se parece muito com a BMW F 850GS do mês passado, mas é outra motocicleta, considerando suas diferenças. Em comum, o logotipo “40 anos”, já que elas fazem parte da gama de modelos especiais inspirados na primeira G/S – F 750GS, F 850GS, F 850GS Adventure, R 1250GS e R 1250GS Adventure –, e a cilindrada do motor.

Entre outras cositas. Mas como? A cilindrada do motor é a mesma para a 750 e para a 850? Sim. Como a história dos 40 anos da GS já foi contada com a F 850GS Adventure, vamos explicar apenas as diferenças entre a BMW F 750GS e a BMW F 850GS .

Trata-se da mesma motocicleta básica, com algumas diferenciações, o que não inclui o motor, que é o mesmo nas duas, com cilindrada exata de 853 cm 3 . Ajustes eletrônicos diferenciados fazem com que a 750 tenha potência máxima de 77 cv a 6.250 rpm, contra os 80 cv à mesma rotação da 850.

Os números de torque seguem a mesma proporção, 8,5 kgfm e 9,0 kgfm, respectivamente, sempre na mesma rotação da potência máxima. Realmente, o número que acompanha o nome oficial das motos, em especial, o da BMW F 750GS , dá a entender que as cilindradas seriam diferentes.

Ambas são modelos de uso misto, aventureiras, mas a BMW F 750GS é mais comportada, não apenas no desempenho, mas também nas suspensões.  Enquanto a F 850GS tem suspensão dianteira de garfo invertido, bengalas de 43 mm e curso de 230 mm, a F 750GS tem garfo convencional de 41 mm, com curso de apenas 170 mm.

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Com o kit de rebaixamento , que reduz a altura do assento de 815 mm para 760 mm, o curso das suspensões são ainda menores, de 150 mm. A suspensão traseira da F 850GS tem curso de 215 mm e na F 750GS o curso é de 170 mm.

Essas são as diferenças principais entre a BMW F 750GS e a BMW F 850GS, deixando claro que a irmã maior tem maior aptidão ao fora de estrada do que a menor, o que fica definitivamente determinado pelas rodas raiadas de 21 e 17 polegadas na F 850GS e nas rodas de liga leve de 19 e 17 polegadas da F 750GS.

As suspensões diferentes determinam também geometrias diferentes de direção, a F 850GS com cáster de 62 o e trail de 126 mm, contra os 63 o e 104,5 mm da F 750GS.

Essa diferença afeta também a distância entre-eixos , que é de 1.559 mm na F 750GS e 1.593 na F 850GS. Apesar de tudo, a 850 pesa apenas 6 kg a mais do que a 750.

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Para quem deseja uma motocicleta mais pacata, a BMW F 750GS é ótima, com muita força, principalmente em acelerações, mas com funcionamento suave . A altura do banco de 815 mm, podendo reduzir para 760 mm, é a melhor pedida para quem não tem pernas muito longas.

Já a BMW F 850GS tem um funcionamento bem mais brusco, com acelerações brutais em comparação à outra. E a altura original do banco é de 860 mm, com opções para troca do banco para alguns pouca coisa mais baixos, e um ainda mais alto, de 875 mm. A  BMW F 750GS 40 anos custa R$ 64.500.

Fonte: IG CARROS

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GM volta a produzir Onix e Onix Plus após paralisação de quatro meses

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Chevrolet Onix deve retornar gradualmente às concessionárias em busca de retomar a liderança nas vendas
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Chevrolet Onix deve retornar gradualmente às concessionárias em busca de retomar a liderança nas vendas

A Chevrolet anuncia a retomada das atividades na fábrica de Gravataí (RS), onde são produzidos os modelos Onix e Onix Plus , para a próxima segunda-feira (16). O complexo gaúcho foi prejudicado pela falta de microchips semicondutores que está afetando toda a indústria global. 

Para superar a escassez de componentes, a Chevrolet anuncia retorno gradual das atividades. A fábrica de Gravataí voltará a operar em um turno, com a expectativa de retomar a normalidade ainda no segundo semestre de 2021.

A Chevrolet foi a montadora mais afetada pela escassez de componentes na indústria. Com os modelos Onix e Onix Plus em falta nas concessionárias, a fabricante perdeu posições no ranking de vendas. Segundo o presidente da General Motors da América do Sul, Carlos Zarlenga, milhares de clientes aguardam o retorno dos modelos às lojas. “É o carro preferido do consumidor brasileiro”, diz o executivo.

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Hegemonia

O Chevrolet Onix foi o carro mais vendido do Brasil pelo sexto ano consecutivo em 2020. Em um período impactado pelo início da pandemia, com queda de 26% no setor, o modelo da General Motors foi o único a emplacar mais de 100 mil unidades.

A falta de microchips semicondutores afetou toda a indústria global. Os componentes são utilizados em sistemas eletrônicos, como Wi-Fi, central multimídia, assistente de voz e outros recursos. Por ser um dos mais tecnológicos da categoria, o Chevrolet Onix também foi o mais afetado.

Confira as versões e preços do Chevrolet Onix 2022 em seu retorno às concessionárias:

Motor 1.0 aspirado : – Chevrolet Onix 1.0 manual – R$ 63.430 – Chevrolet Onix LT 1.0 manual – R$ 65.530 – Chevrolet Onix LT1 1.0 manual – R$ 68.030

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Motor 1.0 turbo :

– Chevrolet Onix 1.0 Turbo – R$ 68.390 – Chevrolet Onix LT 1.0 Turbo – R$ 71.130 – Chevrolet Onix LT 1.0 Turbo automático – R$ 76.890 – Chevrolet Onix LTZ 1.0 Turbo manual – R$ 74.690 – Chevrolet Onix LTZ 1.0 Turbo automático – R$ 80.430 – Chevrolet Onix RS 1.0 Turbo automático – R$ 81.430 – Chevrolet Onix Premier 1.0 Turbo automático – R$ 85.430 – Chevrolet Onix Premier 2 1.0 Turbo automático – R$ 88.890

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Confira as versões e preços do Chevrolet Onix Plus 2022 :

Motor 1.0 aspirado :

– Chevrolet Onix Plus 1.0 LT manual – R$ 69.060

Motor 1.0 turbo :

– Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo automático – R$ 68.390 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LT manual – R$ 76.060 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LT automático – R$ 81.890 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LTZ manual – R$ 79.690 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LTZ automático – R$ 85.430 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Midnight automático – R$ 88.890 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Premier automático – R$ 89.930 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Premier II automático – R$ 93.260

Fonte: IG CARROS

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Os desafios da descarbonização do setor automotivo

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Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, o maior desafio do país é reduzir as emissões do transporte de carga
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Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, o maior desafio do país é reduzir as emissões do transporte de carga

A Anfavea (Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores) elaborou um estudo sobre o processo de descarbonização do setor automotivo brasileiro em parceria com a consultoria BCG (Boston Consulting Group). Os dados revelam que apenas a adesão de biocombustíveis e o aumento da frota eletrificada não serão suficientes para garantir um ecossistema mais sustentável.

Segundo a entidade, a redução na emissão de gases tóxicos passará pela retirada de veículos mais antigos de circulação ao longo desta década. O estudo também aponta que modelos com motores flex e a diesel ainda serão maioria na frota brasileira em 2035. Ouça o bate-papo com Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea:

O executivo afirma que o mercado de veículos pesados continua sendo o mais desafiador, mesmo em países desenvolvidos como França, Espanha e Reino Unido. “Hoje não temos a possibilidade de eletrificação para longas distâncias. As empresas europeias estão avaliando o gás natural e a célula de combustível como alternativas mais sustentáveis que o diesel”, avalia Moraes.

No Brasil, marcas já começam a investir em caminhões e utilitários elétricos para transporte urbano. Este é o caso da Volkswagen , que aposta no caminhão elétrico e-Delivery . O modelo pode rodar apenas 250 km com 100% da bateria, fator que dificulta seu uso rodoviário. Para o JAC iEV1200T , a autonomia é de apenas 200 km.

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Entretanto, os modelos já caíram no gosto das grandes empresas. Grupos importantes como PepsiCo, Ambev, Carrefour e Porto Seguro já fortaleceram suas frotas de caminhões 100% elétricos.

O estudo da Anfavea em parceria com a BCG indica que modelos eletrificados correspondem a 2% do mix de vendas de modelos leves. Em 2030, no melhor dos cenários, a representatividade do segmento pode variar entre 12% e 22%. Ouça o podcast para mais detalhes.

Fonte: IG CARROS

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ALMT – Campanha Fake News II

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