Mato Grosso
Estudo visa aumentar área irrigada em MT e garantir desempenho da produção agrícola em período de seca
O trabalho começará pela região de Primavera do Leste, na bacia do Rio das Mortes, e em Sorriso, na Bacia do Alto Teles Pires. A previsão de duração é dois anos.
O governador Mauro Mendes afirmou que as mudanças climáticas já começaram a impactar a forma de produzir e que é preciso adotar medidas para que o Estado continue sendo líder na produção de grãos.
“Queremos que esse estudo seja executado o mais rápido possível. Temos uma clara perspectiva de mudança no regime de chuvas, e a ciência confirma essa situação. Estamos em um cenário no qual precisamos conhecer nossas potencialidades na irrigação, avançar e nos manter na liderança da produção de grãos”, completou.
O presidente do Imafir, Otávio Palmeira, afirmou que a ação do Estado demonstra a preocupação com toda a cadeia da produção de alimentos.
“Mauro Mendes é um governador de visão que todo gestor público devia ter. Eu tenho certeza que com essa participação do governo do Mato Grosso nos apoiando, vamos aumentar a área da agricultura irrigada no Estado, que hoje é de 180 mil hectares. Isso também demonstra a preocupação da produção de alimentos para o Brasil e para o mundo. O nosso país alimenta aproximadamente de 20% a 25% da população mundial e com a irrigação, nós poderemos ofertar muito mais alimentos”, disse.
O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, destacou que os estudos vão ajudar a Mato Grosso a desenvolver uma legislação ambiental de irrigação para o estado, de forma sustentável e com responsabilidade.
“Ao atingir todas as metas colocadas como possível no estudo para daqui 30 anos, a gente terá dobrado a nossa produção e garantido a segurança ambiental do mundo. Esse é o governo que constrói políticas econômicas junto com a iniciativa privada”, declarou.
Chuvas mais escassas
As altas temperaturas durante todo o ano e a estação chuvosa tem garantido duas culturais anuais – 1ª e a 2ª safra – em Mato Grosso. Contudo, a mudança no regime de chuvas que cada vez pode prejudicar a segunda safra, que inicia geralmente em março após a colheita da soja, a principal cultura do Estado.
Conforme o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e consultor do Imafir, Everardo Montovani, o regime de chuvas tem reduzido desde o ano 2000 . O volume de 200 mm reduziu para 180 mm.
“Menos do que 180 mm indica a perda total ou quase total da segunda safra e as projeções futuras são de um volume ainda menor. Se isso permanecer, vamos voltar a ter safra única”, alertou o pesquisador.
Para aumentar o ritmo de produção de 100 milhões de toneladas de grãos como está a previsão para o fechamento da safra 2022/2023, conforme o 11º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado no dia 10 de agosto, Mato Grosso pode utilizar de 2 milhões a 12 milhões de hectares de áreas irrigadas.
“A expansão da irrigação sujeita à disponibilidade hídrica. Dois milhões de hectares são necessários para contrapor o cenário chuvoso de redução da produtividade da 2ª safra. Já os 12 milhões de hectares irrigados permitem o cultivo duplo independentemente da duração da futura estação chuvosa”, pontuou.
Além de garantir a 2ª safra, a agricultura por irrigação poderá garantir uma 3ª safra que pode ser de feijões e pulses (ervilhas, grão de bico, lentilha e etc), com plantio durante o período da seca e colheita antes do início do ciclo da soja.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Promoção “Kitubaína Hits” de copo exclusivo com caixa de som integrada chega à reta final
A campanha é válida em todo o território mato-grossense e conta com vários pontos de troca no estado

Com a proximidade da copa do mundo de futebol em junho, e a chance de mais uma vez torcermos pelo hepta da seleção brasileira, a refrigerantes Kitubaína lançou em todo o estado de Mato Grosso a promoção “Kitubaína Hits”. Que une, o sabor tradicional da bebida à paixão pela música e pelo futebol, a promoção oferece aos consumidores a oportunidade de adquirir um item colecionável e tecnológico, um copo personalizado, nas cores verde, amarela e branca, com caixa de som integrada.
A ação foi pensada para celebrar a vibração única de uma Copa do Mundo e o espírito de celebração coletiva. Para participar da promoção é muito simples e acessível a todos os fãs da marca em todo o estado de Mato Grosso. Basta juntar cinco tampinhas identificadas com a inscrição “HITS”, mais o valor de R$ 29,90 e fazer a troca em um dos postos autorizados pelo copo exclusivo com caixa de som.
Mas não perca tempo, a campanha entra agora em sua reta final. Ao todo, foram disponibilizadas mais de 27 mil unidades do brinde. A promoção é válida em todo o território mato-grossense e conta com vários pontos de troca no estado (lista no site www.marajarefrigerantes.com.br ). As trocas serão realizadas enquanto durarem os estoques.
Mato Grosso
Manejo do caruru em função das biotecnologias de soja será um dos destaques do 26º Encontro Técnico de Soja
Mato Grosso
Sindicatos de MT convocam servidores para Grande Ato no Dia 25 de Maio

Foto- Assessoria
O Movimento Sindical Unificado realiza um Grande Ato no dia 25 de maio às 14h com servidores estaduais e representantes de entidades sociais com o intuito de chamar atenção do governo para o acúmulo de insatisfações que atingem milhares de trabalhadores do serviço público estadual, especialmente diante da falta de respostas concretas para reivindicações históricas.
“Hoje mais de 250 mil famílias são impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA), além da crise envolvendo empréstimos consignados, das cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e da ausência de uma mesa permanente de negociação com o Executivo estadual”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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