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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros concede medalhas a civis, militares e veteranos por contribuições à corporação

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Personalidades públicas, militares da ativa e veteranos, além de civis que contribuíram de forma significativa com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foram condecorados, durante solenidade na noite desta quinta-feira (28.11), com insígnias que reconhecem o compromisso e a dedicação à construção dos 60 anos de história da corporação.

A Solenidade Militar de Imposição da Insígnia da Ordem do Mérito Bombeiro Militar “Imperador Dom Pedro II” foi realizada no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. O evento reuniu, além dos homenageados, políticos, autoridades e familiares dos agraciados.

Ao todo, 124 personalidades foram condecoradas, sendo 74 com a insígnia Ordem do Mérito Bombeiro Militar “Imperador Dom Pedro II”, que possui os graus Comendador, Oficial e Cavaleiro, e outros 50 militares da reserva que receberam a Medalha do Veterano, como símbolos de gratidão e respeito.

Segundo o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, as honrarias são um reconhecimento a todos que ajudam a corporação a cumprir com excelência, ao longo das seis décadas de existência, a missão de salvar e proteger, em todo o Estado.

“As medalhas entregues hoje representam uma importante honraria do Corpo de Bombeiros. Elas homenageiam as pessoas que, de alguma forma, contribuem com a instituição. Essa condecoração formaliza esse reconhecimento, e me sinto muito honrado em poder entregar, neste momento, a maior honraria do Corpo de Bombeiros. Essas medalhas só estão sendo concedidas hoje graças a todos os senhores que as estão recebendo: sejam os militares da nossa instituição, ou os civis. Os senhores ajudam a construir a nossa história”, disse.

Aos veteranos, o comandante-geral expressou agradecimentos especiais pela superação de todos os desafios que tornaram possível fazer com que o Corpo de Bombeiros Militar se fortalecesse ao longo dos anos e fosse amplamente reconhecido pelos relevantes serviços prestados à sociedade.

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“Também entrego a medalha de veteranos, que simboliza a contribuição de cada um dos senhores aqui presentes, reconhecendo o que construíram para que chegássemos até este momento. Passamos de combater incêndios com baldes, naquela época, para o uso de aviões nos dias de hoje. É, de fato, uma grande evolução, e relativamente rápida. Essa conquista foi alcançada graças ao suor, à paixão e à coragem de todos”, afirmou o coronel Glêdson.

Condecorado com a insígnia no grau Comendador, o secretário-adjunto de Segurança da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), coronel PM RR Héverton Mourett de Oliveira, afirmou que receber a homenagem de uma instituição tão relevante é uma satisfação e um orgulho. Para ele, o prestigio que a corporação tem é reflexo de um grande esforço coletivo em prol da segurança e do bem-estar da sociedade mato-grossense.

“A corporação tem a dimensão que ela tem hoje porque muitas pessoas deixaram o seu suor, a sua força, o seu trabalho e em alguns casos a sua própria vida para fazer do Corpo de Bombeiros do Estado um dos melhores do país. Um dos mais estruturados, um dos mais modernos, com técnicas das mais diferenciadas para prestar o seu serviço neste estado continental. Não é à toa que nós, na condição de agraciados, nos sentimos prestigiados pela seriedade, pelo compromisso, pela força dessa instituição e pelo reconhecimento público”, disse.

O coronel BM Pablo Cruz de Oliveira, do Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA), reforçou a importância da integração entre as corporações para o aprimoramento do conhecimento técnico, além do fortalecimento dos laços de amizade e respeito entre os profissionais.

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“Tenho muitos amigos aqui de formação, lá atrás, quando éramos cadetes. Então, o Corpo de Bombeiros do Pará e de Mato Grosso mantêm um intercâmbio e uma boa relação há muito tempo. Sinto-me orgulhoso de receber esta insígnia e colocamo-nos sempre à disposição para colaborar com o trabalho da corporação aqui em Mato Grosso”, garantiu.

Também homenageado, o juiz de direito Marcos Faleiros destacou a relevância da parceria entre a Justiça e as forças de segurança, ressaltando o papel essencial dos bombeiros militares na manutenção da ordem e proteção da sociedade.

“Tenho 26 anos de magistratura e tenho um orgulho muito grande de ter trabalhado na Justiça Militar ao lado de muitos bombeiros militares e conhecido profundamente a atividade e a atuação dos bravos aqui no Estado. Para mim é uma honra muito grande. É uma das maiores honrarias que ganhei ao longo de minha carreira. Estou bastante emocionado”, afirmou.

O presidente do Fórum Agro MT, Itamar Canossa, que representou as entidades do setor produtivo em Mato Grosso, também enfatizou a importância do trabalho conjunto especialmente entre os produtores rurais e a corporação durante o período de incêndios florestais. Segundo ele, sem essa colaboração mútua o trabalho não seria possível.

“Me sinto honrado. Recebi essa medalha hoje, mas represento muitas pessoas. São pessoas que trabalham produzindo alimentos neste Estado, de todas as formas. Então, é uma responsabilidade e um orgulho muito grande. Na soma das forças é que acontecem esses bons trabalhos. O produtor rural sempre conta com alguma infraestrutura, como tratores, tanques, caixas d’água, por exemplo, e o Corpo de Bombeiros entra com o conhecimento técnico e a orientação. Sem um dos lados, o bom trabalho não seria possível. Somos muito gratos à corporação. Temos um grande zelo pelo Corpo de Bombeiros”, afirmou.

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Agraciado com a insígnia do grau Cavaleiro, o subtenente BM Diones Nunes Sirqueira agradeceu o reconhecimento pelos seus 20 anos de serviços prestados. Ele destacou que essa honraria é um reflexo do compromisso e dedicação de todos os seus colegas de farda, que, dia após dia, trabalham com afinco para prestar o melhor atendimento ao cidadão.

“Confesso que fiquei muito surpreso ao ser informado que receberia essa homenagem e estou muito feliz. Essa medalha é uma honra não apenas para mim, mas para todos aqueles que, ao longo dos anos e ainda hoje estão ao meu lado nessa missão de servir e proteger”, reforçou.

Homenageado com a Medalha do Veterano, o coronel BM RR Denes Alves do Nascimento destacou que a iniciativa de condecorar os militares da reserva vai além de um reconhecimento pessoal. Trata-se de uma valorização da história da instituição.

“Já completei nove anos desde que fui para a reserva remunerada e, há dois anos, fui revertido para o serviço ativo. Ter a oportunidade de receber essa honraria e encontrar amigos que fizeram e fazem parte da história do Corpo de Bombeiros é muito gratificante. A iniciativa do comandante-geral é, sem dúvida, fantástica. Trata-se de uma verdadeira valorização e reconhecimento de todos os que, com dedicação, contribuíram para a edificação do que hoje é o Corpo de Bombeiros. É, sem dúvida, um motivo de grande satisfação.”

Fonte: Governo MT – MT

Mato Grosso

Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

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A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.

Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.

“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.

A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

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Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.

Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.

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A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.

Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.

Fotos: Josi Dias | TJMT 

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Mato Grosso

Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos

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O Núcleo da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) em Juscimeira (161 km de Cuiabá) garantiu que uma pequena propriedade rural de menos de 36 hectares utilizada para agricultura familiar por um casal de idosos não pode ser penhorada. O imóvel estava prestes a ser leiloado judicialmente, o que obrigaria a família a sair do local onde residem.

Tudo começou no ano de 1997 quando E.P.C. foi avalista de um empréstimo realizado por um amigo em uma nota de crédito rural no valor de R$ 10.338 junto a um banco. Devido ao não pagamento da nota de crédito, o banco propôs uma ação de cobrança judicial contra o devedor e E.P.C., que, mesmo sem ser o devedor real, teve o seu único imóvel rural penhorado.

Com o objetivo de retirar a penhora, o defensor público Denis Thomaz Rodriguez demonstrou no processo que o imóvel era o único bem de propriedade de E.P.C., de 79 anos de idade. O local onde ele e a esposa desenvolvem atividade agrícola de subsistência com a criação de gado leiteiro e cultivo da terra para sustento próprio, possui uma área de 36,30 hectares, o que, de acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), corresponde a menos de um módulo fiscal rural.

O módulo fiscal rural é uma unidade de medida agrária, expressa em hectares, definida pelo Incra para cada município brasileiro. Ele representa a área mínima que uma propriedade precisa ter para que sua exploração seja economicamente viável e sustente uma família. Em Juscimeira, um módulo fiscal corresponde a 60 hectares.

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“O imóvel estava na iminência de ser avaliado e levado a leilão judicial, o que significaria a perda definitiva do lar e da fonte de renda da família. A Constituição Federal garante que a pequena propriedade rural, desde que trabalhada pela família, não pode ser penhorada para pagamento de dívidas. Essa proteção é um direito fundamental indisponível”, explica o defensor.

Para que a pequena propriedade rural seja protegida contra penhora é necessário comprovar dois requisitos cumulativos. O primeiro é o critéria de tamanho, quando a área do imóvel deve ser de até quatro módulos fiscais do município onde se localiza. O segundo é o da exploração familiar, ou seja, o imóvel deve ser trabalhado diretamente pela família, servindo como fonte de subsistência, ainda que complementar a outras rendas, como aposentadoria.

A decisão proferida pelo juiz da Vara Única de Juscimeira, Alcindo Peres da Rosa, reconheceu os argumentos apresentados pela DPEMT e determinou a retirada imediata da penhora do imóvel. “O imóvel do executado, com 36,30 hectares, representa apenas 0,605 do módulo fiscal, enquadrando-se, com folga, no conceito legal de pequena propriedade rural. Quanto ao requisito do trabalho familiar, os documentos juntados são consistentes. Os resumos de pagamento de leite comprovam a existência de atividade produtiva contínua (pecuária leiteira) no imóvel. (…) Com tais considerações, e com fundamento no artigo 5º, inciso XXVI, da Constituição Federal, e no artigo 833, inciso VIII, do Código de Processo Civil declaro a impenhorabilidade do imóvel rural”, diz trecho da decisão assinado na última terça-feira (14).

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Para Denis Thomaz Rodrigues, a decisão não só beneficiou o casal de idosos que estava prestes a perder o único bem familiar, mas, ao reconhecer que o im´óvel não podia ser penhorado, o juízo abriu um precedente para que produtores rurais da região se sintam mais tranquilos para produzir em suas terras.

“O município de Juscimeira possui grande extensão territorial e centenas de propriedades rurais de pequeno porte, muitas delas trabalhadas por famílias de agricultores que tiram da terra o seu sustento. É comum esses produtores, por solidariedade familiar ou desconhecimento das consequências jurídicas, assinem como avalistas ou fiadores em financiamentos rurais de parentes e vizinhos. Quando o devedor principal não paga, o banco pode buscar a penhora dos bens do avalista, incluindo o imóvel rural onde a família vive e trabalha. A decisão proferida neste caso confirma que a lei protege a pequena propriedade rural familiar contra qualquer tipo de penhora, independentemente da origem da dívida ou da condição do proprietário como devedor principal ou garantidor”, diz o defensor.

Por Paulo Henrique Fanaia
16 de Julho de 2026 – 16:08
Foto: Janaiara Soares

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Mato Grosso

Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor

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O Sebrae/MT atua com consultorias, capacitações e eventos para promover o crescimento das empresas que integram todo o ecossistema do turismo

Foto-Assessoria

 
Nos primeiros seis meses de 2026, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) realizou mais de 55 mil atendimentos voltados ao setor de turismo, beneficiando 14.963 clientes. A maior parte foi destinada aos microempreendedores individuais (MEI), com 8.228 atendimentos, seguido das microempresas (ME), com 5.507 e pelas empresas de pequeno porte (EPP).
Um desses atendimentos marcou a trajetória do empreendedor Willian Marques, proprietário da Five Adventure, agência de turismo receptivo sediada em Cáceres. A empresa surgiu em 2022, quando ele decidiu investir no segmento e acumulou sozinho todas as funções da empresa, desde vender, organizar e planejar roteiros turísticos da região que contempla o bioma Pantanal Mato-grossense.
Em menos de quatro anos, o empreendedor celebra os resultados com a inauguração da primeira sede física da agência. O empreendimento, que começou com um único colaborador, hoje soma outros nove profissionais, entre eles o sócio João Paulo Barbieri, guias turísticos e equipe de vendas e atendimentos.
Ao ser questionado sobre esse crescimento, o empresário foi enfático: “O Sebrae/MT esteve comigo desde o início. Eu já tinha uma perspectiva de trabalhar com uma agência de turismo, mas esse desejo se intensificou no pós-pandemia. Busquei conhecimento e participei de inúmeros projetos da instituição para ampliar minha participação no cenário turístico”, afirmou.
Entre as ações, Willian destaca o Programa Pró Pantanal do Sebrae/MT, criado para promover o desenvolvimento sustentável e gerar renda nos eixos do turismo, gastronomia, economia criativa e agronegócio. De posse das informações sobre os atrativos da região, o empreendedor enxergou oportunidades nas atrações gastronômicas, culturais, aventura, arte e a natureza exuberante do Pantanal.
Outro diferencial, segundo o empresário, foram as Rodadas de Negócios da Feira Internacional de Turismo (FIT Pantanal), que aproximam as atrações turísticas de Mato Grosso de operadores nacionais e internacionais. “Estruturei toda a empresa com o apoio do Sebrae/MT. Fiz consultorias em marketing, gestão financeira, gestão empresarial, turismo, acesso a editais e recursos governamentais, dentre outros. Também participo ativamente da programação disponibilizada pela instituição”, frisou.
Ecossistema do turismo
As principais ações desenvolvidas pelo Sebrae Mato Grosso junto à Five Adventure estão a estruturação da empresa por meio do Programa ART – Agente de Roteiros Turísticos, elaboração de pesquisa de mercado, construção e validação do modelo de negócio, formatação da empresa e definição do posicionamento estratégico, organização do portfólio inicial de produtos e experiências turísticas e integração da agência com outros empreendimentos atendidos pela instituição. A iniciativa fortaleceu a cadeia regional do turismo e ampliou a oferta de atrativos aos visitantes.
A gerente Regional do Sebrae/MT em Cáceres, Cirlene Espicaski, destacou as atividades desenvolvidas na região em prol do turismo. “A Regional Sudoeste continua atuando no turismo, com destaque para o setor de alimentos e bebidas e para o trabalho de Agente de Roteiros Turísticos. A proposta é mapear as vocações locais, conectar pequenos negócios (hospedagens, gastronomia, agronegócio), fortalecer a governança e estruturar produtos de turismo de experiência prontos para comercialização nacional e internacional”.
De acordo com ela, o Sebrae Mato Grosso está atuando em parceria com algumas prefeituras na elaboração do inventário turístico e dos Plano Municipal do Turismo, reconhecendo o setor como vetor de desenvolvimento econômico e social.
O ecossistema do turismo reúne empreendimentos de restaurantes, hotéis, transporte de passageiros, comércio varejista, locação de veículos, ensino de arte e cultura, produção fotográfica, entre outros segmentos
A Five Adventure inaugura sua sede na tarde desta quinta-feira (16.07), na Rua Coronel Farias, Nº380, na região central de Cáceres. Para conhecer mais os roteiros turísticos e demais serviços da empresa acesse o site https://fiveadventure.com.br/
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