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Um Sorriso que Renova a Esperança A Saúde do Município Dá um Passo Adiante

Foto- Assessoria
Na última sexta-feira (14), um momento simbólico emocionou a nossa cidade. Pela primeira vez desde o início de sua gestão, a Secretária de Saúde, Tânia Balbinotti, deixou transparecer um sorriso de pura satisfação.
O motivo? A chegada de uma aguardada remessa de medicamentos e materiais essenciais para a rede de saúde.
Desde que assumiu a pasta, Tânia tem enfrentado de frente os desafios de uma das áreas mais delicadas da administração pública.
Com seriedade, foco e uma dedicação incansável, ela se empenha diariamente para assegurar um atendimento digno e de qualidade à população.
E, finalmente, o esforço começou a dar frutos.
A secretária, visivelmente emocionada, descreveu o impacto dessa conquista: “Esse sorriso é porque a gente começou a receber medicamentos e materiais. A gente fica muito contente porque vai poder tratar melhor a saúde das pessoas”.
Acompanhada do prefeito, Tânia fez questão de estar presente durante a chegada e o descarregamento dos insumos, adquiridos por meio de uma compra significativa, que ultrapassou R$ 30 milhões.
E essa foi apenas a primeira remessa de um esforço que promete transformar o sistema de saúde do município.
“Fizemos uma compra grande e agora, conforme for necessitando, nós vamos buscar”.
“O básico, no geral, foi comprado”, afirmou a secretária, transmitindo segurança e compromisso com a continuidade do abastecimento.
Esse marco representa mais do que a reposição de estoques.
É um alívio para os pacientes que aguardavam medicamentos fundamentais, uma nova motivação para os profissionais de saúde que enfrentam a linha de frente e um sinal claro de que a gestão pública está atenta às necessidades da população.
A chegada desses insumos reacende a esperança de um futuro mais promissor para a saúde do município.
É uma prova de que, com planejamento, esforço e determinação, é possível superar desafios e trazer melhorias reais para a comunidade.
Agora, mais do que nunca, é o momento de reconhecer o impacto dessas ações e continuar apoiando iniciativas que priorizem o bem-estar coletivo. Que esse sorriso estampado no rosto da Secretária seja o primeiro de muitos, refletindo uma nova fase para a saúde pública e a confiança renovada de todos os cidadãos.
A saúde é o coração de qualquer sociedade, e cada pequeno avanço é uma grande vitória para aqueles que mais precisam.
A dedicação de Tânia Balbinotti e sua equipe mostra que, mesmo em meio aos desafios, é possível construir um sistema mais eficiente e humano.
Que este sorriso seja o símbolo de um compromisso contínuo: cuidar das pessoas e transformar vidas, um passo de cada vez.
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Infraestrutura se constrói com pessoas: o desafio estratégico de formar quem vai transformar o Brasil

* Por Paulo Bittar
Diante da escassez crescente de profissionais qualificados, o setor de engenharia precisa assumir protagonismo na formação de talentos — condição essencial para garantir a continuidade de serviços essenciais e o desenvolvimento sustentável do país.
Quando assumi a posição de CEO da Passarelli, uma das prioridades que identifiquei de forma imediata foi o fortalecimento do pilar Pessoas. Não como um discurso institucional, mas como uma agenda estratégica de longo prazo. Afinal, garantir a longevidade de um negócio que se aproxima de um século passa, inevitavelmente, por investir em quem vai construir os próximos 100 anos dessa história.
No setor de infraestrutura, essa reflexão ganha ainda mais urgência. O Brasil vive um momento decisivo para avançar em competitividade, qualidade de vida e sustentabilidade — e isso depende diretamente da nossa capacidade de executar projetos estruturantes. No entanto, convivemos com um cenário desafiador: a escassez de mão de obra qualificada, especialmente na engenharia. Dados do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) indicam que o país pode enfrentar, em breve, um déficit de cerca de 400 mil profissionais.
Esse movimento já se reflete na base. O número de formandos em engenharia vem diminuindo de forma consistente nos últimos anos. Em 2018, eram pouco mais de 128 mil concluintes. Em 2023, esse número caiu para aproximadamente 95 mil, segundo levantamento do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), com base no Censo da Educação Superior. Mais do que uma estatística, esse dado acende um alerta sobre o futuro da nossa capacidade produtiva.
Parte desse desafio passa pela forma como a engenharia é percebida pelas novas gerações. Em um cenário de múltiplas possibilidades de carreira, é natural que jovens busquem caminhos que ofereçam reconhecimento, desenvolvimento e propósito. E aqui está um ponto central: a infraestrutura precisa comunicar melhor o seu valor.
Poucas áreas têm um impacto tão direto e transformador na vida das pessoas. É a engenharia que viabiliza o acesso à água tratada, que conecta cidades, que sustenta o crescimento das indústrias e que melhora, de forma concreta, o cotidiano da população. Existe um legado tangível naquilo que construímos — e ele precisa ser mais evidente para quem está escolhendo seu caminho profissional.
Diante desse contexto, formar jovens deixa de ser apenas uma iniciativa de recursos humanos e passa a ser uma escolha estratégica — quase um compromisso com o país. É papel das empresas reduzir a distância entre teoria e prática, aproximar universidades do mercado e oferecer experiências que permitam aos estudantes enxergar, na prática, o impacto da profissão.
Na Passarelli, temos avançado com consistência nessa agenda. Investimos em parcerias com universidades, programas estruturados de estágio, mentorias e trilhas de desenvolvimento que combinam capacitação técnica e comportamental. Mais recentemente, proporcionamos a estudantes de engenharia civil uma imersão em uma de nossas obras, permitindo que vivenciassem o dia a dia de um projeto de infraestrutura e entendessem, de forma concreta, como a engenharia se materializa.
Essa conexão com a realidade é fundamental. O futuro da engenharia começa antes da formação — ele se constrói a partir das experiências que despertam interesse, desenvolvem habilidades e reforçam o propósito.
Ao mesmo tempo, aprendemos que não basta atrair talentos: é preciso desenvolvê-los e retê-los. Isso passa por ambientes que estimulem aprendizado contínuo, pela convivência entre diferentes gerações e pela valorização de quem escolhe construir carreira no setor.
O desafio da mão de obra qualificada não será resolvido de forma isolada. Ele exige uma mudança de mentalidade coletiva — de empresas, instituições de ensino e lideranças. Mais do que disputar talentos, precisamos formar talentos.
Infraestrutura é, em essência, um projeto de futuro. E não existe futuro possível sem pessoas preparadas para transformá-lo em realidade.
* Paulo Bittar é CEO da Passarelli Engenharia e Construção
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