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Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) 2026 é discutido em audiência pública na ALMT

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O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2026 (PL 973/2025) foi discutido nesta quinta-feira (14), durante audiência pública realizada pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O projeto foi aprovado em primeira votação no dia 16 de julho deste ano

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelece as bases para o orçamento do governo estadual, definindo prioridades e regras para sua elaboração, organização e execução, conectando os objetivos do Plano Plurianual (PPA) com a Lei Orçamentária Anual (LOA).

O secretário adjunto da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), Ricardo Capistrano, apresentou as principais informações da peça orçamentária, com foco nas metas fiscais e prioridades da administração pública estadual para o próximo ano.

O PLDO 2026 projeta receita líquida total de R$ 39,8 bilhões, valor 4,65% acima da estimativa para 2025, que foi de R$ 38,032 bilhões. As despesas estão fixadas no mesmo valor, em observância ao princípio do equilíbrio fiscal.

Durante a audiência, o presidente da Comissão de Fiscalização, deputado Carlos Avallone (PSDB), apresentou preocupação em relação ao orçamento apresentado pelo governo, o qual considera subestimado. O parlamentar defendeu ainda a redução do percentual de 20% que o governo pode aplicar livremente, ou seja, sem precisar do aval da Assembleia, em caso de excesso de arrecadação.

“Esse orçamento subestimado afeta tudo, inclusive destinações obrigatórias como saúde, educação e emendas parlamentares. Quando o governo arrecada mais, pode aplicar nas prioridades definidas por ele, deixando de fora outras áreas importantes, como habitação popular, por exemplo. Se não participarmos da discussão, o recurso não chegará lá se o governo não quiser. Por isso precisamos discutir agora, para não ficarmos criticando depois”, alertou.

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Além dos 20% em caso de excesso de arrecadação, o PLDO também autoriza o Executivo a remanejar até 10% da despesa total prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) entre órgãos e programas, sem necessidade de autorização.

Defensoria Pública – A Defensora pública-geral do estado, Luziane Castro, pediu que a instituição seja incluída como meta prioritária na LDO 2026, com foco na construção e adequação de núcleos em várias cidades, como Barra do Garças, Alta Floresta, Lucas do Rio Verde, Campo Novo e Jaciara.

“Hoje, a Defensoria Pública está presente em todas as 79 comarcas do Estado, com estrutura de atendimento. Porém, em muitas localidades, essas estruturas são inadequadas, com espaços ruins para acolher a população. Atendemos pessoas de baixa renda, que já chegam com inúmeras dificuldades, e é muito difícil recebê-las em locais que não oferecem condições nem para o trabalho dos servidores”, relatou.

Unemat – Membro da diretoria da Associação dos Docentes da Universidade de Mato Grosso (Adunemat), Domingos Sávio da Cunha Garcia criticou a demora do governo do estado em autorizar a realização de concurso público para professores da Unemat, mesmo com a previsão já incluída na LDO deste ano. Ele lembrou que a expectativa foi criada no ano passado, mas até o segundo semestre deste ano nada foi efetivado.

“Vamos continuar a batalha este ano para que aconteça o concurso para docentes da Unemat, que é uma necessidade cada vez maior. Hoje, cerca de 50% do corpo docente da universidade é formado por professores substitutos, o que é absolutamente insustentável e prejudicial para a vida acadêmica. Segundo levantamento da própria universidade, são necessários aproximadamente 327 professores”, ressaltou.

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Diante das demandas apresentadas, Carlos Avallone afirmou que a Comissão de Fiscalização da Assembleia vai apresentar emenda ao projeto, para incluir a Defensoria Pública como prioridade, e também vai cobrar a realização do certame na Unemat, uma vez que está previsto em lei.

Servidores públicos – Para a Revisão Geral Anual (RGA) dos subsídios dos servidores, está previsto um aumento de 4,56%, índice que reflete a inflação acumulada, calculada com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Segundo Carlos Avallone, a situação dos servidores públicos estaduais será tema de ampla discussão no segundo semestre, com a participação de sindicatos, servidores e deputados. “O que está previsto é a RGA com base no IPCA, estimado em torno de 4,56%. Se o índice for maior, o governo paga a diferença no fechamento. Mas o Dieese esteve aqui, os deputados realizaram reuniões, e foi apontada uma defasagem de cerca de 19%. É importante termos clareza desses números. O que é possível dentro da lei não significa que será concedido, mas pelo menos define a margem. Não adianta discutir 19% se a lei só permite 8% e a previsão atual é de 4%. Assim temos uma base realista para o debate”, frisou.

Renúncia Fiscal – A renúncia total estimada é de R$ 11,6 bilhões. No documento encaminhado ao Legislativo Estadual, o governo do estado destaca que a concessão de incentivos fiscais está prevista na Constituição e busca reduzir desigualdades regionais e ampliar a competitividade.

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Emendas parlamentares – O limite para as emendas individuais é estabelecido em 2% da Receita Corrente Líquida (RCL) do exercício anterior ao encaminhamento do projeto pelo Poder Executivo, sendo metade de aplicação livre e metade destinada obrigatoriamente à área da saúde. Como o PLDO foi enviado à Assembleia Legislativa em 30 de maio de 2025, utiliza-se como base de cálculo a RCL de 2024. Já as emendas de bancada ou de bloco terão limite de até 0,2% da RCL.

Até 50% das emendas destinadas aos municípios poderão ser repassadas como transferência especial para investimentos, sem necessidade de convênio.

Fonte: ALMT – MT

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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