Mato Grosso
Indústria de refrigerantes com DNA mato-grossense completa 62 anos de fundação

A Refrigerantes Marajá nasceu em 23 de agosto de 1963, em Rondonópolis, uma Indústria genuinamente mato-grossense e está na vanguarda na fabricação e distribuição de refrigerantes, sucos, energéticos, água mineral, água de coco e bebidas de frutas. Neste período de sua trajetória a marca se consolidou e segue investindo em inovação para continuar fazendo parte da mesa das famílias de Mato Grosso. A data foi comemorada, na manhã de hoje (22/08), em uma cerimônia com a presença de diretores, parceiros e time interno, na indústria localizada na cidade de Várzea Grande (MT).
O presidente da Refrigerantes Marajá, Claudio Bruehmueller, comemorou a data e destacou que é um motivo de muita alegria e orgulho o trabalho que vem sendo feito por todos que fazem parte da família Marajá. “A nossa empresa, eu sempre digo que é uma obra de muitas mãos, se nós não tivéssemos os profissionais que a gente tem trabalhando aqui na empresa, as pessoas que compõem o nosso time, os distribuidores, os clientes, um conjunto de pessoas e de esforços. Então, eu fico muito alegre, muito feliz, muito orgulhoso de tudo o que nós conseguimos fazer ao longo desses anos “, pontuou.
A relação de confiança entre a Marajá com os consumidores tem a participação dos revendedores do portfólio de produtos da marca, como no caso do empresário do segmento do comércio, Jorge Pereira, que conta com 1.400 pontos de revendas, e está há 29 anos atuando na região do CPA e Morada do Ouro, em Cuiabá. “A indústria de Refrigerante Marajá, desde o princípio tem nos transmitido muita confiança em todas as decisões que nós tomamos na vida. Sem contar que é uma parceira, muitas vezes no início passamos por algumas dificuldades e ela nos amparou, nos dava ajuda para que a gente continuasse nossa atividade e assim a gente vem desenvolvendo um bom trabalho na rua e com isso o crescimento, o sucesso vem junto. Então, na verdade, me faltam palavras para agradecer. Considero realmente uma grande família participar desta empresa”, celebrou.
Com cerca de 400 colaboradores distribuídos em suas operações em Mato Grosso, o grupo de funcionários da Refrigerantes Marajá é um pilar importante para o sucesso e carinho dos mato-grossenses com as 10 marcas ativas da empresa. Assim como o coordenador operacional, Francisco Fernandes Vieira, que explica o sentimento de fazer parte da história da Marajá. “Olha, eu tenho muito orgulho de estar aqui comemorando essa data especial, que dentro desses 62 anos de aniversário de Marajá, eu contribuo com 43 anos na empresa. Então é um orgulho muito grande que eu tenho em estar aqui hoje, e acredito que a cada ano que passa a tendência é crescer muito mais”, finalizou.
A Refrigerantes Marajá também se preocupa com as áreas da sustentabilidade, com ações voltadas para a educação ambiental nas escolas, com a campanha Junte e Troque e a conscientização do descarte correto das embalagens pets, além de ser uma parceira do Multiação que leva gratuitamente à população diversos serviços de saúde, educação, empreendedorismo, cidadania, orientação jurídica e cultura.
A promoção da vida saudável também é um foco da empresa, onde realiza anualmente a Corrida Marajá e apoia diversos eventos esportivos pelo estado.
Mato Grosso
Via Brasil investe R$ 16 milhões para aumentar a segurança em trecho crítico da BR-163 no Mato Grosso
Obras de correção de traçado na Serra do Cachimbo já começaram

Foto- Assessoria
A Via Brasil BR-163, concessionária responsável pela administração de 1.009 quilômetros da BR-163/230, iniciou importantes obras de correção de traçado em três pontos estratégicos da Serra do Cachimbo, no município de Guarantã do Norte (MT).
Com investimento de aproximadamente R$ 16 milhões, as intervenções têm como principal objetivo aumentar a segurança viária, reduzir o número de acidentes e proporcionar melhores condições de tráfego em um dos trechos mais críticos da BR-163 no estado.
As obras de correção de traçado consistem em intervenções voltadas à modernização da infraestrutura e a adequação das curvas da pista, o que garantirá melhor visibilidade aos motoristas e reduzirá o risco de tombamentos.
Trecho crítico com histórico de acidentes
A Serra do Cachimbo é reconhecida como um dos pontos mais sensíveis da BR-163, com histórico de ocorrências, principalmente tombamentos de caminhões. Diante desse cenário, a Via Brasil BR-163 vem intensificando ações de segurança viária no segmento.
Como medida inicial, já foram implantados medidores de velocidade nos pontos considerados mais críticos. Agora, a concessionária avança com a correção de três curvas estratégicas, promovendo uma rodovia mais segura e confiável para todos os usuários.
Locais das intervenções
As obras de correção de traçado estão previstas para três pontos da BR-163, todos localizados no município de Guarantã do Norte:
- Primeira curva – Km 1102+447
- Segunda curva – Km 1103+387
- Terceira curva – Km 1109+334
A entrega ocorrerá em três etapas: a primeira curva tem conclusão prevista para maio, a segunda para junho e a terceira para agosto.
Sinalização e segurança durante as obras
Com foco na proteção de vidas e na segurança operacional, a Via Brasil BR-163 implantou sinalização provisória nas frentes de serviço. Seguindo as diretrizes do DNIT, placas de obras foram estrategicamente posicionadas para orientar os condutores com clareza.
Para reforçar a redução de velocidade e aumentar a percepção de risco nos trechos em obras, também foram instaladas lombadas provisórias. As medidas garantem um ambiente mais seguro tanto para os usuários da rodovia quanto para os colaboradores que atuam nas intervenções.
Ao término das obras, toda a sinalização provisória será retirada, com a plena normalização do tráfego e a entrega de um traçado mais seguro e adequado às características do trecho.
Mato Grosso
Falta de infraestrutura impede eletrificação total em MT, aponta presidente do Sindenergia

O tema será um dos principais pontos do Encontro da Indústria do Setor Elétrico 2026, que acontece nos dias 12 e 13 de maio, em Cuiabá, no UNISENAI, promovido pelo Sindenergia-MT.
Segundo o presidente do sindicato, Carlos Garcia, a transição energética no estado precisa considerar a realidade da infraestrutura disponível e o custo dos investimentos.
“Eu não consigo eletrificar o estado de uma vez só, porque não tem infraestrutura elétrica para isso. Precisaria de muito investimento e isso iria para a tarifa e a população pagaria ainda mais caro. Então não conseguimos fazer”, afirmou.
A avaliação é de que a saída passa por um modelo híbrido, que combine energia elétrica com outras fontes, como biocombustíveis e biometano, aproveitando o potencial regional de cada área do estado.
“Todas as fontes são importantes e complementares. Nenhuma delas é capaz de atender toda a demanda sozinha”, disse.
A proposta defendida pelo setor é que o estado avance em um planejamento energético regional, levando em conta as características de cada região. Em áreas com maior infraestrutura elétrica, a eletrificação pode avançar. Já em regiões com menor capacidade, alternativas como geração a partir de resíduos e biomassa ganham espaço.
“Em locais onde não tem infraestrutura elétrica suficiente, a gente precisa trabalhar com o que tem ali. Se há potencial para biometano ou biomassa, é isso que deve ser explorado”, explicou.
O Encontro da Indústria do Setor Elétrico deve reunir representantes do setor produtivo, investidores e especialistas para discutir caminhos práticos para a transição energética em Mato Grosso, incluindo soluções que reduzam custos e evitem pressão sobre a tarifa de energia.
Além do debate técnico, o evento também busca aproximar empresas e soluções, com foco em geração de negócios e aplicação prática das tecnologias discutidas.
Mato Grosso
Fachin nomeia Rabaneda para laboratório que mira erros judiciais
Estrutura do Conselho Nacional de Justiça vai atuar na prevenção de falhas do sistema penal, com foco na qualificação de provas e na proteção de direitos fundamentais

Foto=- Assessoria
O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, nomeou o conselheiro Ulisses Rabanedapara a presidência do Laboratório Justiça Criminal, Reparação e Não Repetição, marcando um avanço no enfrentamento dos erros judiciais no país. Instituído pela Resolução nº 659/2025, o grupo técnico foi criado com a proposta de modernizar o sistema penal brasileiro, atuando na prevenção de falhas estruturais que resultam em violações de direitos e condenações injustas.
A estrutura funcionará como um centro de inteligência, responsável por formular diretrizes nacionais, qualificar a produção de provas e analisar casos emblemáticos julgados pelo Supremo Tribunal Federal, pelo Superior Tribunal de Justiça e por organismos internacionais de direitos humanos.
A iniciativa foi destacada pelo ministro do STJ, Sebastião Reis Júnior, como uma mudança de paradigma ao tratar o erro judicial como um problema estrutural. Em artigo, ele cita casos emblemáticos que evidenciam falhas graves no sistema, como o Caso Evandro, no qual o tribunal reconheceu condenações baseadas em confissões obtidas sob tortura e sem provas válidas produzidas sob o contraditório.
Outro exemplo mencionado é o caso da 113 Sul (Marlon), em que houve a anulação de uma condenação mantida por anos com base quase exclusiva em elementos colhidos na fase de investigação, sem respaldo suficiente na prova judicial. Para o ministro, episódios como esses demonstram o custo humano dos erros judiciais e a necessidade de mecanismos permanentes de prevenção.
À frente do laboratório, Rabaneda afirma que a prioridade será transformar falhas em aprendizado institucional. “Nosso objetivo é estruturar diretrizes que fortaleçam a produção de provas, protejam direitos fundamentais e reduzam o risco de condenações injustas”, disse.
Ele também destaca o caráter colaborativo da proposta, que prevê a participação de magistrados, especialistas e da sociedade civil na construção de soluções aplicáveis a todo o sistema de justiça.
Outro eixo da iniciativa é a reparação de danos causados por erros judiciais, com medidas que vão além da indenização financeira e incluem reconhecimento institucional e ações para evitar a repetição das falhas.
“Com atuação técnica e integrada, o laboratório deve consolidar uma política judiciária voltada à prevenção de erros e ao fortalecimento da confiança da sociedade na Justiça”, finaliza Rabaneda.
A proposta do laboratório também inclui a realização de oficinas, capacitações e estudos de caso, com o apoio da Rede de Inovação do Judiciário, buscando maior eficiência e padronização das práticas processuais.
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