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Comissão Especial vai fazer diagnóstico das obras públicas paralisadas

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Em Mato Grosso, de acordo com dados do Sistema Geo-Obras do Tribunal de Constas do Estado (TCE/MT), tem mais de 400 obras públicas, algumas em andamento e outras paralisadas por diversos motivos. O sistema de dados criado pelo TCE há 11 anos fornece informações sobre todas as obras e serviços de engenharia do estado.

Para acompanhar de perto e saber porque as obras publicas estão paralisadas, a Assembleia Legislativa publicou no Diário Oficial Eletrônico do dia 22 de maio de 2019, a constituição de uma  Comissão Especial para fazer um diagnóstico das obras que foram iniciadas em Mato Grosso e ainda não concluídas.

Os deputados têm o prazo de 180 dias, contados a partir da data de sua instalação, para realizarem os trabalhos. Na avaliação da presidente em exercício, deputada Janaina Riva (MDB), o governo do estado precisa dar prioridade às obras que ainda não foram executadas em detrimento a novos convênios e empenhos.

“A preocupação é não perder recursos financeiros das edificações que já começaram ou que já tenham os recursos aportados. Hoje, tem obras paralisadas de prefeituras que já receberam metade da dotação orçamentária empenhada e ainda não receberam o restante”, explicou Janaina Riva.

De acordo com a parlamentar, a Comissão Especial tem o compromisso de apurar quantas obras existem paralisadas em Mato Grosso. “Vamos fazer um diagnóstico dos problemas de cada uma delas. Existem no estado, por exemplo, muitas obras paradas do PAC (programa de aceleração do crescimento), que são financiadas com recursos do governo federal e do governo estadual”, explicou a presidente.

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Janaina Riva disse ainda que muitas obras executadas com aporte financeiro do governo estadual, estão paralizadas. “O Estado não dá sequência porque não tem suporte financeiro do governo federal, e quando existe, a contrapartida é mínima”.

Como exemplo, ela citou a destinação de R$ 6 milhões à Região do Vale do Arinos – recursos do Ministério da Integração, mas o Estado não conseguiu um aporte de R$ 850 mil. “Isso impossibilitou o recebimento dos R$6 milhões. Agora, a Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra) fez o repasse”, afirmou a Janaina Riva.

A criação da Comissão Especial foi proposta pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB). Segundo ele, a comissão tem a meta de preparar um inventário físico financeiro, e com isso identificar e aplicar soluções definitivas sobre as obras paralisadas, evitando a perpetuidade do problema.

“Uma obra inacabada desperta a indignação de toda a sociedade. Todos os que têm a oportunidade de andar pelo nosso estado constatam facilmente a quantidade incontável de empreendimentos públicos iniciados e abandonados antes da devida conclusão. É um prejuízo imensurável aos cofres públicos e ao cidadão”, disse Russi.

Participarão como titulares da Comissão, os deputados Max Russi (PSB) – presidente, Sebastião Rezende (PSC), Xuxu Dal Molin (PSC), Ulysses Moraes (DC) e Janaina Riva (MDB) e como suplentes Valmir Moretto (PRB), Sílvio Fávero (PSL), Romoaldo Júnior (MDB), Paulo Araújo (PP) e João Batista (Pros).

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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