Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Portal Agro

Secretaria de Agricultura Familiar representou o Brasil em evento regional em Buenos Aires

Publicado

A Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF) participou da 30ª edição da Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar do Mercosul (Reaf), realizada em Buenos Aires, entre os dias 10 e 13 de junho. O evento contou com representações de governantes e organizações da agricultura familiar.

Criada em 2004, a Reaf é um ponto de encontro para o diálogo participativo entre agricultores familiares, organizações, instituições rurais, a academia e governos, com objetivo de pensar em políticas públicas específicas para o setor da agricultura familiar dos países integrantes do Mercosul. A criação da Reaf foi iniciada por uma demanda da Confederação dos Produtores Familiares do Mercosul (Coprofam), com apoio de alguns governos e organizações internacionais.

De acordo com as normativas do Mercosul, a presidência é rotativa e trocada semestralmente, seguindo a ordem alfabética dos Estados Partes: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, garantindo o equilíbrio entre os países que formam o bloco. Além desses, participam ativamente da Reaf outros estados associados como Chile e Equador.

A partir de julho, o Brasil assume a presidência do Mercosul, e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na representação da SAF assumirá a coordenação da Reaf buscando renovar a agenda de trabalho com atividades em torno do cooperativismo e da ampliação de mercados para os produtos da agricultura familiar.

A Reaf, subordinada ao Grupo Mercado Comum (GMC) está completando 15 anos de funcionamento como um espaço para discussão sobre políticas públicas diferenciadas para os agricultores familiares da região. A delegação brasileira contou com a participação de técnicos da SAF/Mapa, de organizações sociais e de universidades sob a coordenação do diretor de Cooperativismo e Acesso a Mercados, Márcio de Andrade Madalena.

Veja Mais:  Ministério intensifica vigilância para evitar entrada da peste suína africana no Brasil

Madalena avaliou a participação do Brasil como satisfatória. “A Reaf tem sido uma expressão do reconhecimento do Mercosul na dimensão socioeconômica e da importância política da agricultura familiar. Pela primeira vez, o Ministério da Agricultura participa do evento com a pauta da agricultura familiar e o posicionamento do governo brasileiro tem o foco na geração de renda agregação de valor a produção e acesso a mercados, posicionamento semelhante a Argentina e aos demais países”, disse.

“Nós manifestamos na Argentina, o interesse em realizar no próximo semestre a uma aproximação das duas agendas a Reaf e a Reunião Especializada de Cooperativismo do Mercosul (RECM), o que foi muito bem aceito por todos, sendo o nosso objetivo agregar valor as pautas tanto para a organização social quanto para facilitação de acesso aos mercados de geração de renda, tema este que será abordado no próximo semestre que acontecerá aqui no Brasil”.

A edição deste semestre teve foco nas grandes agendas globais que envolvem a agricultura familiar, principalmente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Década da Agricultura Familiar, aprovada pela Assembleia Geral da Organizações das Nações Unidas (ONU) e que busca chamar atenção para o setor que produz a maior parte dos alimentos no mundo, mas que ainda sim concentra mais da metade da pobreza, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected] 

Comentários Facebook

Portal Agro

“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

Publicado

Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

Comentários Facebook
Veja Mais:  Aprosoja alerta produtores sobre a importância da análise de fertilizantes
Continue lendo

Portal Agro

Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Publicado

China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
Comentários Facebook
Veja Mais:  Ministra Tereza Cristina inicia agenda de compromissos na China
Continue lendo

Portal Agro

Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

Publicado

Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

Veja Mais:  Publicada lista de produtos com bônus em maio para Garantia de Preços para a Agricultura Familiar

E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

Comentários Facebook
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana