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Aprosoja-MT recebe Certificado de Responsabilidade Social da AL
Aprosoja-MT recebe Certificado de Responsabilidade Social da AL
Foram entregues a cinquenta e cinco empresas, associações e cooperativas
19/11/2019
O trabalho de responsabilidade social, desenvolvido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso-Aprosoja-MT, foi reconhecido pela Assembleia Legislativa do Estado durante sessão solene realizada na última quinta-feira, 14 de novembro, em Cuiabá. Esta é a 14ª edição da concessão dos Certificados de Responsabilidade Social, criado pela Casa de Leis em 2002, por meio da Lei nº 7.687.
Para o diretor administrativo da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber, que em sua fala representou outras nove empresas homenageadas, é mais que uma honra receber a certificação. “A Aprosoja representa seis mil produtores que buscam contribuir para o desenvolvimento do Estado. Não fazemos um trabalho social visando reconhecimento e sim, queremos contribuir com a sociedade e inspirar outras entidades”, pontuou.
Entre os trabalhos desenvolvidos pela Aprosoja, está o programa Agrosolidário, que por meio do Soja Vida distribui um complemento alimentar, a bebida de soja, para mais de 72 instituições, como hospitais, creches, abrigos e já alcançou mais de 22 mil atendimentos, diretos e indiretos, só neste ano.
Lucas Costa Beber destacou que a Aprosoja-MT também realiza outras ações e apoia projetos como o da Fundação Vôlei Kids que ajuda mais de 600 crianças com a prática de esporte, o projeto que forma atletas do Karatê, e o projeto Flauta Mágica. “Também contribuímos com seis leitos infantis na UTI do Hospital de Câncer e desenvolvemos outros trabalhos aqui no Estado. Nós só temos a agradecer a Assembleia Legislativa por esse reconhecimento e parabenizar pela iniciativa”, enfatizou.
A sessão solene foi presidida pelo presidente da Assembleia, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) que enalteceu o trabalho social desenvolvido pelas instituições contempladas. “A responsabilidade social é a empresa não visar só lucro, mas também ter responsabilidade com o meio ambiente, com as pessoas que vivem em sua comunidade. Essas empresas vêm contribuindo para termos uma sociedade mais justa e mais humana para todos”, ressaltou Botelho.
Os Certificados de Responsabilidade Social foram entregues a cinquenta e cinco empresas, associações e cooperativas, da capital e do interior, que foram aprovadas para receber o selo.
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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