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Política MT

Asembleia Legislativa aprova propostas que fomentam o turismo mato-grossense

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O ecoturismo mato-grossense ainda é o principal segmento que atrai visitantes de outros estados brasileiros e de outros países. Mas outras atividades vêm ganhando destaque no cenário local: o turismo de negócio, responsável pela ocupação de pousadas, restaurantes e hotéis de luxo, fomentando a economia na geração de renda e na criação de empregos.

Além desses dois segmentos turísticos, vale destacar outros pontos turísticos que são bastante visitados e explorados em Cuiabá. Entre eles estão as diversas igrejas (Nossas Senhora do Rosário e Nosso Senhor do Bom Despacho) e museus (o Sesc Arsenal, a Casa do Artesão e o Morro da Caixa D’água Velho).

A diversidade turística é evidente em todo o território mato-grossense. Com uma área de pouco mais de 900 mil Km² , o estado tem seu território distribuído em três ecossistemas diferentes: Cerrado, Floresta Amazônica e o Pantanal. Para Mato Grosso, esses biomas atraem viajantes de diversas partes do mundo para contemplar a natureza (fauna e flora).

Por isso esse tema está sempre na pauta de discussão na Assembleia Legislativa. No Parlamento o turismo é discutido enquanto atividade de desenvolvimento econômico e social, e entendido como um segmento que está em constante crescimento, gerando benefícios como emprego, renda, melhorias em infraestrutura, e uma vida melhor para as localidades que sobrevivem dele.

Além disso, durante a atual Legislatura, o Parlamento tem sido parceiro do governo do Estado ao aprovar projetos fundamentais para auxiliar e melhorar a política de turismo em Mato Grosso. A parceria resultou na aprovação do Conselho Estadual de Turismo e o Programa Voe MT, que reduz o ICMS incidente no combustível utilizado pelas aeronaves, com o objetivo de incentivar a expansão de linhas aéreas regionais.

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Sabendo desse talento natural e do turismo de negócios, diversos deputados estaduais têm apresentado projetos de lei que vão ao encontro dessa atividade para assegurar um turismo que seja sustentável e satisfatório à econômica local e para a proteção do patrimônio natural.

Em tramitação – Uma das propostas, apresentada na atual Legislatura, o projeto de lei 32/2018, institui a Política Estadual de Proteção das Baías do Pantanal. A norma tem o objetivo de disciplinar e orientar a utilização e preservação dos recursos naturais das baías do pantanal mato-grossense, proporcionando melhorias da qualidade de vida das populações locais, a proteção dos ecossistemas, da beleza cênica e do patrimônio natural, histórico e cultural, atendidos os seguintes objetivos específicos

Em outra iniciativa, o projeto de lei nº 126/2018, a proposta é da criação do Geoparque de Chapada dos Guimarães. A proposta define que a área passará a ser patrimônio geológico de relevância reconhecida, para o qual existe um plano de desenvolvimento dirigido para a população local, sustentado na conservação, promoção, valorização e uso desse patrimônio, bem como de outros valores naturais, culturais e recreativos.

Virou Lei – A lei 10.612/2017 criou o Turismo Rural na Agricultura Familiar. A norma fomenta o trabalho dos pequenos produtores. Além disso, a lei tem o objetivo de desenvolver a região no Vale do Rio Cuiabá.

A lei 10.737/2018 que institui a Política Estadual de Incentivos ao Turismo para o Idoso. Considera-se turismo para o idoso a prática de atividades adequadas e planejadas, no contexto turístico, visando a melhor qualidade de vida na terceira idade.

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A lei 10.730/2018 – de autoria do Executivo – que conceder, onerosamente, o uso do Terminal de Turismo Social e Lazer da Salgadeira, no Município de Cuiabá. A concessão fica condicionada ao interesse público.

A lei 10.601/2017 – Cria o Dia Estadual do Turismólogo e dos Trabalhadores em Turismo, Hospedagem, Gastronomia, Entretenimento, Diversão e Lazer. A ser comemorado, anualmente, no dia 27 de setembro.

A lei 10.396/2016 que dispõe sobre o Conselho Estadual de Desenvolvimento do Turismo – CEDTUR no âmbito da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico – SEDEC. O Conselho Estadual de Turismo – CETur, criado pela Lei nº 3.564, de 08 de outubro de 1974, passa a denominar-se Conselho Estadual de Desenvolvimento do Turismo – CEDTUR, órgão colegiado de caráter consultivo, propositivo, deliberativo e órgão superior de assessoramento e integração, com objetivo de propor ações e oferecer subsídios para a formulação da política de desenvolvimento turístico do Estado, seguindo a orientação das políticas governamentais, vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico – SEDEC.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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